Pesquisa e analise de teologia feita por mim:
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[size=18 ] 1.0 Conceituação e definição: [/size]
1.1 A necessidade de definição.
Devido ao amplo significado das palavras abstratas, como liberdade e deus são comuns os desvios de seu conteúdo original para interpretações metafóricas ou de pouca aceitação. Lembrando que as interpretações evoluem com o decorrer do avanço da sociedade ou da pessoa nela contida.
Partindo deste ponto, fica impossibilitada sua comprovação física e cientifica tendo em vista que quanto mais amplo o significado de uma palavra, mais complexo e difícil é sua comprovação.
Com tudo não devemos nos esquecer de certo ditado greco-romano: Omne definitio Perculosa est (sic) – Toda definição é perigosa. – E por isso devemos ter cautela em cada aspecto definido.
1.2 Das definições:
Perante o decorrer da evolução do homem as definições de divindades se divergiram de tantas maneiras que ficaria extremamente extenso uma analise de cada concepção de deus ou deuses para cada cultura.
Então nos basearemos no geral das principais concepções de divindade, sendo a definição etimológica necessária para abrangermos todo o conteúdo.
No geral, temos 3 grandes fatores que definem a maioria das crenças. O ser criador; ser manipulador ou elemental e o ser atemporal.
• O ser criador é definido por ser o ponto matriz de toda a matéria. Sendo que ele mesmo não necessita de uma origem.
• O ser manipulador ou elemental é que de têm algum tipo de poder sobre um ou mais elementos que compõe nossa realidade. Podendo eles ser relativos a abstração, como o amor, a guerra e o bem; ou parte concreta, como o raio, a terra, os animais e o mar.
• Ser atemporal como dito é falta dos efeitos do tempo sobre o ser.
1.2.A definições personificadas.
Com base no ser humano e outros seres, foi atribuído, junto com os fatores, características presentes ao ser humano, como a emoção, a consciência e os cinco sentidos.
Algumas sociedades atribuíram diversas personalidades para cada poder divino. Os romanos, sendo os mais conhecidos, tinham um deus do sol: altruísta, amante, belo e aventureiro. Uma deusa do amor: Volúvel, amante e arisca. E outros.
Observamos que cada personalidade do deus se assemelha com seu poder. O amor por muitas vezes se baseia em questões estéticas e nos faz mais ligados o lado sentimental das coisas. O sol por sua vez estando sempre imponente nos céus se torna belo e mostra mais aspectos de valentia do que de covardia.
Com o tempo podemos dizer que com a evolução dessas personalidades os deuses adquiriram outros poderes e valores. Como foi o caso de apolo que por ter uma personalidade romancista acabou sendo associado a aspectos ligados ao romance como a arte.
Hoje, na era contemporânea, temos 3 adorações personificadas de destaque.
• O deus judaico-cristão, onde há somente ele como detentor de todos os poderes alem de possuir os atributos divinos( eterno, imutável, imaterial, onipresença)
• Os deuses indus, tendo personificações relativa as suas funções
• O deus mulçumano, sendo este o mesmo deus judaico-cristao porem com filosofias e interpretações diferentes, possivelmente decorrente na divisão histórica que ambos tiveram.
1.2.B Definições cosmológicas
Albert Einstein definiu certa vez que existem três estágios da crença no divino. Sendo a ultima uma definição cosmológica para o mesmo. De fato com o decorrer do século há um crescente numero de pessoas que aderem valores de filosofias com um deus cosmológico como o deismo e o pangeismo.
Nestas filosofias temos o desgarramento das cacteristicas humanas para deus e elevamos o mesmo para algo muito alem da compreensão sendo muitas vezes dado como um todo, como no caso do pangeismo.
Em geral apesar de possuir todos os atributos divinos, o mesmo não possui valor do ser manipulador ou elemental, sendo ele mesmo a lei direta que controla os elementos da realidade ou que não possui necessidade de alteração na realidade atual.
1.3 etimologia das principais palavras
(ocidental)
Deus: vem d do indo-europeu deiwos (resplandecente, luminoso), que designava originariamente os celestes (Sol, Lua, estrelas etc.). Com o tempo foi aderido como ponto ser supremo das religiões, tendo a associação feita, possivelmente por seu significado originário.
Demônio: Equivale a daimon na época antiga. Representa qualquer ser sobrenatural. Pegou seu sentido atual, durante a Ascensão da igreja católica, onde fez que todo se sobrenatural era malévolo
Diabo:vem do hebraico διάβολος, equivale a caluniador.
Satã: Muitas vezes atribuem o valor de um deus maléfico entretanto sua única função seria representar o oposto de deus. Sua origem vem do verbo sotnin (opor)
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Postado originalmente por
Locke Cole
De qualquer forma, ao debater religião, normalmente aceito a definição de que deus é uma entidade sobrenatural criadora, onipotente, onipresente, onisciente e bondosa. Essa descrição é razoavelmente precisa e subjetiva o suficiente para abarcar a idéia divina da maioria dos monoteístas.
Nao sei como... é totalmente plausivel a existencia de deus tendo os 3 acima.
O quarto é necessario saber o que voce define por bondade/maldade
Se deus é algo físico e não-consciente, por que ele mereceria essa qualificação? Não seria mais honesto assumir que deus não existe?
questoes filosoficas importam neste hora. Ateu se desprende delas.
Deus nao tem que ser um velho de raios que controla tudo para voce chamar de deus. Isso parece uma necessidade de ideal para poder acredir que o mesmo nao exista.