Capitulo 4: O Mundo Novo.

Parte 1. Comitê de Boas-vindas.

Costa do Brasil, Madrugada.

Depois de poucos minutos remando...
Havid e Filippo tiram Hyna do bote, ainda desmaiada.
- Heheh.. Vou rezar para a Santa Hyna hehehheh! Diz felippo ainda babando e transtornado.
_ Tudo bem Felippo, descanse agora, também, vou descansar depois vamos procurar Thomas e pegar o amuleto de volta!. – diz Havid.
Depois de quinze minutos, depois que alguns sobreviventes da explosão do barco chegam a praia, eles se virar para os três e um dele diz:
- vejam eles causaram a explosão nosso entes queridos morreram por causa deles!
- É isso mesmo! Matem eles! – gritou alguém no meio da multidão.
- EHHH! – gritam todos com os olhos inteiramente vermelhos.
No meio da multidão esta a mulher que morreu nos braços de Havid, ela está de pé também, com os olhos vermelhos.
HAvid que estava começando a dormir percebe os gritos da multidão, se levanta e chama Filippo.
- Filippo rápido se levante, vamos tirar Hyna daqui!
- Não! Tenho que rezar pra ela! – responde Filippo!
- Estou te ordenando isso! Vamos! Lá Filippo! – grita bravo.
Filippo desconsidera Havid e continua rezando.
Havid usa sua esfera de correspondência, e consegue olhar num raio de almas centenas de metro, e consegue contar.
- Ora Filippo me ajude a combatê-los pelo menos são 60 pessoas!!! Não vou conseguir lutar sozinho!
Filippo novamente ignora Havid. Sem muita opção Havid se teleporta ao lado das criaturas, e dá um forte soco no peito do primeiro. Sua mão trespassa o corpo da criatura, e fica presa dentro do peito, Havid sente o coração gélido da criatura.
A criatura olha para seu peito perfurado e olha para Havid e finca suas unhas enormes no braço de Havid, que assuntado, da uns fortes socos horizontais com a outra mão, que faz a cabeça da criatura cair na frente da multidão, todos vêem a cabeça cair, e se viraram para Havid e começam a andar na sua direção. Mas a criatura sem cabeça ainda esta pressionando o braço de Havid, com um golpe poderoso quebra o cotovelo da criatura fazendo o antebraço da criatura sair do braço, ele arranca a mão presa em seu braço, e saca a Reluzente e corta a criatura ao meio, ainda assim os braços e pernas ainda se movem, Havid faz uma varredura mental e percebe que na mente dele só há um comando: matar ele e seus amigos! Havid Começa a cortar as criaturas, suas cabeças e ao meio, mas depois de cortar umas 15, os braços de algumas e algumas ainda inteiras começam a fincar suas unhas, Havid começa a perder suas forças e começa a fica com a visão escura, ele não agüenta nem mesmo segura a sua Reluzente, mas consegue se teleportar para perto de Filippo ainda com umas 3 criaturas presas a ele sem contar nas mão e braços sozinhos!!! Havid tem forças para dizer a Filippo:
- Filippo eles são demônios!!!
Filippo escuta isso, e desta vez não o ignora, se levanta e solta uma poderosa bola de fogo na multidão, que incinera as criaturas, Havid esta para desmaiar mas vê as criaturas , e os pedaços delas se apodrecerem, graças a Hyna que tinha acabado de acordar!
Havid se recupera rapidamente, sem nenhum efeito mágico!
- Olá Hyna, Bom dia! Dormiu bem, enquanto eu quase morri? – diz Havid.
- Não dormi direito não ágüem fez muito barulho! – retruca Hyna.
- Não briguem heheh. Agora todos estão bem! Errgh! – “diz” Filippo.
- Ele ainda ta deste jeito? – pergunta Hyna.
- Sim! – responde Havid brevemente.
- Jeito rrrrg? Ahuahua que jeito braaagah? – “pergunta” Filippo babando e tremendo muito!
- Deixa pra lá Filippo, temos que procurar Thomas, e pegar devolta o amuleto que Christopher me deu! – Relembra Hyna.
- Eh hauah, mas onde ele esta? Hür... – “pergunta” Filippo.
- Ele deve estar naquela vila, a na montanha! Acho que posso teleportar todos para lá! –afirma Havid.
_ Não Espere Havid, vamos à pé. Não usando magias Thomas não conseguirá nos detectar! – observa Hyna.
- É isso deve funcionar! Mas vamos logo por que essa caminha da vai demorar! – diz Havid.

Em quanto isso em uma enorme clareira recém aberta na floresta, estão todos os soldados da tribo Espíritos Selvagens, Patas-Do-Espírito-do-Inverno, pergunta seu irmão:
- Por quê eu tenho que estar aqui junto com vocês? Já que eu não posso me transformar em Lobisomem?
- Meu irmão, o simples fato de você não apenas ver os espíritos , como alguns outros de nós conseguem, mas você consegue chamá-los e conversar de modo que nenhum outro shamam. Talvez daqui a algum tempo você poderá trazer os espíritos de outros planos. Você será um dos mais poderoso da nossa Tribos, todo e principalmente eu tenho muito orgulho de você!
- Obrigado, Garras-Do-Espiríto-Do-Outono, Mas por quê estamos aqui? Ninguém esta dizendo para mim!
- Sinta no ar, há 20 anos a época de nossos nascimentos o antigo shamam da nossa tribo teve uma visão, ele não contou o que era, não sei o porquê, mas sei que nos treinou para sermos guerreiros e combater o mal, e segundo ele um não guerreiro estaria conosco e seria de grande ajuda, esta pessoa é você!.
- Mas em toda a viagem eu já ajudei, barganhando com inúmeros espíritos posso ir agora?
- Patas, sinta apenas, sinta o quê o Ar, que a natureza tem a dizer para você!
Patas se ajoelha e se concentra, depois de duas horas ,duas enormes criaturas, bem maiores que qualquer baleia existente no mundo, aparecem, uma delas um enorme condor pousa num tronco caído, outra criatura uma onça de seis cabeças com cada olho de cada cor, certamente apenas Patas vê as criaturas pois ninguém olha para elas.
- Obrigado por virem! Foi difícil chamar os espíritos, nenhum respondia!
- Peço desculpa jovem humano, eu sempre tenho que ficar voando por aí á meu dever afinal sou o espírito do ar não é mesmo, demorei em ouvir seu chamado! – diz o Condor
- Eu vim por coincidência, eu viria para cá de qualquer jeito! – Diz a onça
- Coincidência? Selvageria sair se seus confins pra vir pra cá? _ diz Ar
- O quê esta acontecendo aqui? Parece que todos os espíritos foram embora? – pergunta Patas
- Todos os espíritos fugiram e Selvageria esta aqui! Algo terrível esta para acontecer! Diz Ar alarmado!
- Bom acho que vou começar meu trabalho com este jovem q nos chamou! – diz selvageria, já pulando para cima de Patas.
- Não faça isso! – Grita Ar, voando a agarrando Selvageria – Use sua magia Garoto, e me ajude a banir esta criatura por um longo tempo!
- Mas como vou fazer isso? – pergunta Patas depois de se recuperar do susto.
- Se concentre enquanto eu crio um portal da a Umbra intermediária, isso vai conter Selvageria! Agora! Dizendo isso Ar joga Selvageria para o alto, com muita força e volta para perto de Patas – Vamos agora, Pense na energia da paz! E solte um raio atordoante nele!
Patas se concentra, enquanto Ar diz uma palavra em algum idioma desconhecido assim, Patas começa a ver todos os Planos da Umbra por um instante, Patas vê o corpo de Selvageria caindo, e uma paz se instaura ao redor de Patas, uma bela mulher de vestido branco que põe a mão nos ombros de Patas, ela olha para ele e da um sorriso, dizendo: “Vamos você consegue”, depois de ouvir isso Patas sente uma força enorme dentro dele saca sua adaga, aponta para Selvageria e dispara uma raio luminoso azul, que atinge Selvageria e o joga para o portal criado por Ar, assim que ele passa pelo portal, Ar desfaz seu portal, Uma mulher de vestido preto chega ao local dizendo:
- Vamos embora Paz! Você vai desestruturar o equilíbrio!
- Tudo bem guerra vamos! – responde a mulher de Branco.
- Bom, Patas, você me tem como um aliado! Vou estar pelas redondezas temo com o quê ocorrerá daqui a pouco, Tome esta lança será útil a sua tribo! –dizendo isso Ar olha para o céu e uma lança para na frente de Patas, depois disso Ar voa para o horizonte.
Quando volta a si Patas vê seu irmão a alguns metros vindo em sua direção dizendo:
- Depois que você se concentrou eu me afastei, depois você pula para trás, saca sua adaga e ponta para o céu, e agora a Lança-Ritual. – Garras olha e pega a lança e a enterra no chão bem no centro de um circulo desenhado durante o transe de Patas.
Os guerreiros fazem vários círculos ao redor da Lança Patas é levado ao centro do circulo ao lado da lança, e mais alguns guerreiros ficam de guarda do lado de fora do circulo. Todos estão tensos e estão aguardando, Patas lembra de seu mais novo amigo o Condor Ar...

Cerca de três horas depois de uma longa caminhada por uma trilha muito precária, os três heróis chegam na vila, é um local calmo com muitas arvores, algumas casas bem simples, uma pequena taverna, uma igreja de pedras, são por volta da três e meia da madrugada, portanto não há pessoas nas ruas, provavelmente algumas em pouco tempo acordarão.
- Bom vamos procurar Thomas agora! – Ordena Hyna
- ehr hehhe verdade gerg! – “responde” Filippo
- Bom acho melhor você procurar na igreja, Filippo. – Sugere Havid.
- Que bom que encontrei vocês! – Uma voz familiar vindo do mato.
- Quem é? – pergunta Hyna
- Sou eu! Que bom encontrei a Santa Hyna! – correndo de dentro do mato o soldado do navio que outrora havia perdido literalmente a cabeça.
- OH não outro “fiel”! – Ironiza Havid
- Deixe ele quieto Havid! Mas desculpe qual seu nome mesmo? - Pergunta Hyna
- Como você não sabe meu nome? Não tem poderes! – Pergunta o guarda.
- Lógico que tem poderes Bruce! – Fala Havid depois de uma rápida leitura mental
- Bom Bruce vá com Filippo procurar Thomas na igreja! – respira Hyna aliviada
- Vamos nos separar Hyna você vai para o Norte e eu para o Sul. Depois de uma hora voltamos para frente da Igreja, espero que Filippo e Bruce não causem problemas. – Coordena Havid.
Filippo e Bruce passam uma hora na igreja, mas não acham nada.
Hyna vasculha o lado Norte e ligeira mente mais nobre, nada de Thomas ou outros magos, alguns soldados, mas ela botou eles para dormir usando vasos ou batendo suas cabeças na parede, Havid na porção Sul não tem tanta facilidade como os outros, encontra algumas das mesmas criaturas que o atacaram na praia, mas eram apenas umas seis que depois de praticamente picotar com sua reluzente, jogou os pedaços numa lareira, Havid tentando ser discreto, não percebe que o dono da taverna o observa, este tira um amuleto roxo do bolso e fala algo junto a ele, Havid volta para a frente da igreja.
Todos se reúnem e todos como o mesmo olhar de desanimo por não achar nada, uns mais cansados do que outros, mas felizes por que nada aconteceu com nenhum deles, quando eles escutam:
- Eles estão lá Thomas! – Diz o dono da Taverna
- Obrigado inútil, seu sangue me será útil! – Thomas voando a umas dezenas de metros do chão, levantando o dono da Taverna, e depois fechando sua mão e depois abrindo...
O corpo do taverneiro explode de uma bola de sangue. Que fica flutuando no ar ao lado de Thomas.
- Vou te acabar com você Thomas! – grita Havid.
- Pode gritar quanto quiser estou com uma magia protetora, nada me atingirá! É melhor vocês se esconderem vai chover muito por aqui! – Satiriza Thomas – Ei Padrinho não era pra você ter morrido? – Thomas provoca Filippo
Os três magos tentam atingi-lo com algumas de suas magias, mas nada acontece!
- Não disse? Nada me afeta, Principalmente agora que não estou fazendo o tempo ficar parado! Hauhauhaah apreciem meu amiguinho que estou trazendo! – Complementa Thomas – Lembram-se deste amuleto?
Thomas tira de seu terno o amuleto que Christopher deu à Hyna, ele começa a girar o amuleto por cima de sua cabeça, a bola de sangue acompanha o movimento do amuleto, depois de um tempo as nuvens começam a girar, sempre no sentido anti-horário, junto com o amuleto, assim que as nuvens começam a girar, todos os guerreiros que estão formando os circulos da tribo de Patas começam a girar no sentido contrario!
- Começou Patas, se concentre! – Alerta Garras.
Depois de uns cinco minutos o bola de sangue sobe e atinge as nuvens, os quatro na porta da Igreja não conseguem mexer nem ao menos um músculo só conseguem ver o que está acontecendo.
Quando a bola de sangue atinge as nuvens todas ficam vermelhas e começam a de aglomerar em um ponto bem acima de Thomas, quando grandes quantidades de nuvens estão aglomeradas, uma luz vermelha sai do centro do vórtice. Um portal se abre e algo parecido como uma enorme unha alarga o portal!
- Contemplem e temam Galammenon! – Ri Thomas, parando de girar o amuleto guardando-o em seu terno.
Algo enorme vermelho começa a sair lentamente do portal.
- Meu deus o quê é isso? – Pergunta Bruce
- Vejam tem escamas vermelhas! – Exclama Hyna
- Ehrg? È um demônio blergggh! – Fala Filippo
- Não! Não é um demônio Felippo! - Corrige Havid
- Então o que é? – Pergunta Hyna
- Oh não! É um enorme e vermelho DRAGÃO!!!!!!!


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espero que tenham gostado jah vou começar a escrever a parte dois!
por favor comentem aki! blz? vlw!