Como vai galera, quanto tempo! Nossa demorei pra acabar esse capítulo, malz. Espero que gostem, e já vou começar a fazer o capítulo 5. Não esqueçam de comentar, blz?
CAPÍTULO 4- Refletindo.
Yash girava sua espada com a ponta apoiada no chão pensando no duelo. Ainda sentado no banco estava parado olhando fixo para o movimento da espada. O brilho da mesma refletia aquele salão cheio de sangue e completamente devastado pela morte....
Kobern-Comandante, tu estas bem?
Yash-Ow! Pelos Deuses, não sei onde estava com a cabeça! Fiquei parado aqui...
Kobern-Não precisa se explicar Comandante, sei o que ocorreu! Vim aqui lhe pedir autorização para que o acampamento possa ser montado, pois os soldados já estão cansados.
Yash-Claro, claro! Mas e a guarda noturna? Precisamos montar uma...
Kobern-Fique tranqüilo Yash, eu mesmo me encarreguei de preparalá! Apenas descanse que você está precisando, meu velho amigo!
Yash-Muito obrigado, aproveite para descansar também! Porque teremos uma longa jornada pela manhã e pelo resto dos dias...Ahh! Não se esqueça de montar uma barraca especial para as anãs e também não permita que elas sejam violadas pelos soldados.
Kobern-Como eu lhe disse, relaxe! Já pensei em tudo. Agora irei ajudar os homens...Boa noite, Yash.
Yash-Boa noite Kobern, e mais uma vez obrigado!
Kobern Extravius, era o conselheiro de Yash. Sempre lhe acompanhava em qualquer circunstância. Um elfo pequeno, já de idade avançada, porém com o físico jovem, magro e ágil, muito sábio e dominador da arte das magias. Druida, era capitão dos curandeiros do exército e também era um grande mago, mas prefiria curar do que matar. Grande Kobern!
Os soldados rapidamente montaram o acampamento que se dividia no salão e no térreo do castelo. As guardas foram organizadas, cada, em: 10 guardiões ( homens de espada e lança ), 5 arqueiros e 5 druidas. Haviam 10 guardas montadas, vigiando a extensão do que era um castelo. Em turnos de 1 hora elas se revezavam com outros guerreiros. Além das guardas, havia uma força especial composta por: 8 arqueiros, 1 mago e 1 druida. Essa força não se revezava e ficava na torre central do castelo, vigiando a entrada norte.
Muitos guerreiros aproveitavam para descansar, porém comida e vinho não faltava para os mais ''dispostos''. As anãs tiveram uma tenda especial, vigiada por dois magos de confiança. Elas recebiam comida a vontade e bebida também. Apesar disso preferiram dormir, depois que o medo passou, pois na manhã seguinte teriam uma longa viagem para enfrentar.
Yash estava muito triste e sabia que aquela seria sua última guerra...Pela primeira vez teve desgosto de matar pessoas. Sua vida havia mudado depois do duelo, porém não adiantava, ele teria que continuar lutando até o final dela se quisesse sobreviver. Andou até a mesa de secos e molhados, pegou uma caneca de madeira rústica, abriu o gigante tonel de vinho e deixou que o fluído roxo completasse a caneca. Depois procurou uma mesa vazia e se sentou.
Logo em seguida chega Trotsky, com sua caneca cheia também, e senta do lado de Nova. Ele arrisca uma pergunta:
Trotsky-Fiquei pensando naquilo em que você me disse, e estou intrigado! Por que a guerra só começou?
Yash da um longo gole do vinho, bate a caneca na mesa e olha para o céu. Da outro gole, porém rápido, e responde fitando Trotsky:
Yash-Olhe para você Trostsky: um elfo corajoso, mediano, magro, cabelo curto, olhos claros, de pele queimada pelo sol que nos aquece, pouco marcado por cicatrizes e cheio de vitalidade. Honesto, fiel e com um pouco de orgulho.
Trotsky-Esqueceu do bonito! - Yash leva um sorriso a boca, dando para ver seus dentes brancos e gargalha junto de Trotsky.
Yash-Ai, ai! Com um grande senso de humor também! Mas pense no seguinte. O que faria se um reino elfo fosse subjugado pelos anões e você fosse o rei de outro?
Trotsky fica vermelho de raiva, só de pensar, bate no peito e diz:
Trotsky-Guerriaria com os anões até o fim!
Yash-O que aconteceu hoje? A mesma coisa, certo? Porém com uma gravidade maior! Nós matamos o rei de Folkes na frente da família real, que não pôde fazer nada! E os outros reinos anões ficaram sabendo do fato.
Trotsky-Tens razão! Como sou tolo para não enxergar um fato desses! E mais grave ainda, eles iram chamar outras raças para entrar na guerra! És o fim!!!
Yash-Temos mais 2 reinos de elfos para o reforço. Já os anões estão em 3 reinos e ainda contam com algumas outras raças e mercenários.
Trotsky-Acreditas que temos chances?
Yash geme de dor e deixa a caneca de vinho cair no chão após desmaiar. Sua perna estava quebrada e o seu tórax cortado. O rei anão deixara suas marcas em Nova.
Trotsky corre para acudi-lo e grita por Kobern. Este chega rápido e pergunta:
Kobern-Por mil diabos, o que houve para gritares? Não vê que os soldados estão dormindo?
Trotsky-Mas nosso comandante pode dormir para sempre se não lhe curares!
Kobern-Oh! Desculpe-me, mas não sabia que ele havia desmaiado. Rápido, coloque-o na mesa!
Trotsky levanta Yash e o deita na mesa de madeira fina, coberta por uma toalha dourada com dois machados cruzados no centro de um brasão.
Kobern-Não é nada grave, apenas a perna que me preocupas! Não sei se até amanhã ele terá condições de andar.
Trotsky-Mas é melhor tentarmos.
Kobern encosta sua mão na perna de Nova. A perna de Nova começa a brilhar após algumas palavras pronunciadas e o osso vai se reconstituindo. Agora Kobern passa seu dedo no tórax de Yash e rapidamente cicatriza o corte.
Kobern-Coloque ele na tenda, é necessário o descanso. Pela manhã retornarei para chamar-vos para levar as anãs, então aproveite para descansar também.
Trotsky-Como quiseres, boa noite.
Kobern-Boa noite!
Bom, tomara que tenham gostado! Esse capítulo ficou meio sem ação mais nem tudo é violência xD. Abraços para todos e não deixem de comentar!
PS: Duality, li seu rp e achei muito bom o link dele tá na minha assinatura, abraço!
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Responder com Citação
) que os masculinos tem, e são tão valentes quanto os mesmos... Horrível, não?!
com isso!
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