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Tópico: Ruína

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  1. #1
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    Padrão Ruína

    O texto a seguir é um tanto quanto... descompromissado. Explicarei um pouco melhor nas linhas a seguir, acho. A partir do próximo parágrafo, é equivalente a um Prefácio, e já o encarem como parte da história.

    Índice:
    Prefácio - Abaixo
    Capítulo 1

    Prefácio

    Escrevi com nomes brasileiros, já que assim agrado a mais pessoas – e também fiz um teste, ora. Apesar da estranheza inicial, houve a estranheza inicial. E só. Continuo estranhando os nomes – simplesmente Luís tem uma personalidade forte demais para que minha cabeça programada para idolatrar as grandes potências consiga aceitar como não sendo americano. Nome que pus, aliás, depois de descartar Acce ou Ayx.

    O que tentei escrever foi... horror. Simplesmente horror. Claro que com algum fundo de nexo. Porém, as coisas resolveram sair um pouco do prumo.
    De algumas partes, parece que criei certo humor irreverente e surreal – uma espécie de Pânico: o clima de morte continua, mas o modo que a história é contada – ou assim me parece - é quase cômico.

    Não sei se vai haver uma segunda parte, (ou ainda uma terceira, quarta, quinta...) de modo que enquanto escrevo ainda nem terminei a primeira – aliás, só escrevi o início.

    Mas, sem mais delongas, o meu doce, doce texto. Que, se não causar náuseas, repulsa ou tampouco agrado ou risos, foi uma falha minha como escritor. E eu espero realmente ter acertado nessa.


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    Última edição por Scholles; 06-09-2014 às 13:28.

  2. #2
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    Capítulo 1

    Tragou longamente do cachimbo. Soltou uma baforada de fumaça e esperou até que os outros tivessem fumado uma última vez. Bateu com o anel do anelar três vezes na mesa até que obtesse silêncio total.

    - Não... – começou um homem também sentado na gigantesca mesa redonda, arregalando os olhos.

    Um homem, de pé, vestindo preto, fez um rápido movimento segundos antes da morte do infeliz. Ouviu-se o baque quando a cabeça sangrenta bateu na mesa. Um homem da mesma idade que o detentor do cachimbo – não tão jovem para ir para escola, tampouco velho o suficiente para estar no asilo – demonstrou tremenda força ao pegar o recém-defunto pelas axilas e o transportar até a porta preta ao fim da sala. Estivera esperando, acocorado no chão.

    Todos permaneciam sentados, fora os dois que agora sumiam pela saída e o homem da bata preta. Tal bata cobria quase seu corpo inteiro, fora as mãos e grande parte do rosto, principalmente o nariz, que se salientava esbranquiçado na imensidão negra.

    Luís – o nome do homem do cachimbo (que coincidentemente colocava o objeto na boca e fumava naquele momento) – sentiu o gosto amargo de tabaco misturado com vitória e frieza descer-lhe o estômago.

    De um pulo, um homem com cara fechada e óculos retangulares – Henrique - levantou-se. Trajava um terno preto, levemente manchado de sangue. Sentava-se na metade da mesa – no mínimo dez metros de distância de Luís, que acompanhava o evento sentado na ponta.

    - Isso é um ultraje! Não admito que isso aconteça! – gritou, indignado. O homem de preto fez menção de pegar a pistola, mas logo Luís respondeu:

    - Pare, mercenário. Não é a hora. – dirigiu um olhar fulminante ao homem de terno, esbaforido, que o encarava com o punho fechado. – Não vejo o motivo para tamanha histeria. Se eu me demorasse mais dois segundos, você não estaria vivo. Então, mostre-me um pouco de gratidão, seu inútil.

    - VOCÊ NÃO TEM IDEIA DO QUE EU SOU CAPAZ! VOU SUJAR SEU NOME PARA SEMPRE! ESCUTE-ME...

    Foi interrompido pela sua própria voz que falhou e abafou-se quando sua calça emplastou-se do líquido rubro. O mercenário não prestou explicações ao chefe – e nem precisou, pois ele permanecera em silêncio até que voltou a discursar:

    - Posso dialogar por muito e muito tempo. Mas estou aqui para coisas mais interessantes... Temos horas, talvez dias. Se eu ocupasse horas falando, não haveria o porque de ter encontrado vocês – pigarreou por cima do que talvez seria uma risada fraca, em algum tempo distante em que o ódio não já fizesse parte de seus pensamentos e ações.

    - Isso é ridículo! – começou um magro executivo, levantando-se e com a mala em mãos – Não temos ideia do que vocês estão fazendo e estamos apenas esperando por nossas mortes. Há horas! E ainda, essa fumaça...

    - Tem algo contra essa fumaça? Eu adorei-a. Achei que seria o único a trazer o fumo. Mas concordo, a sala está um pouco neblinosa demais para meu gosto.

    Estupefato, o homem da maleta tentou responder, mas não sabia exatamente o que falar. Sentou-se, cabisbaixo.

    Da porta preta, o velho que transportara o corpo voltava. Luís gritou, para que ele pudesse escutar, do outro lado do recinto, para levar o homem ferido. Henrique parecia estar muito mal, com uma careta de dor e as duas mãos frouxas tentando apertar a coxa ferida.

    O faxineiro de corpos (como seria chamado pelo chefe) fazia seu trabalho enquanto os homens sentados à mesa cochichavam. Não ousavam sair muito do tom, pois sabiam muito bem o que acontecia quando falavam o que não deviam. Estavam entre cinquenta pessoas; todos estariam impacientes pelo que viria se não estivessem mais preocupados com sua vida. Não sabiam o que fazer: Corria entre eles o desejo de se levantar e avançar contra o assassino, além do chefe. Mas ninguém queria ser o primeiro a se levantar. Pura questão de coragem.

    E, quando um se levantou, bravamente gritando “ATACAR!”, uma lâmina gigantesca projetou-se da sua cadeira e cortou-o ao meio.

    Sete ou oito pessoas se sobressaltaram pois estavam demasiado perto do ex-vivo. Poucos demonstraram reação maior do que nojo ou medo. Houve um segundo tiro e uma mulher gorda caía no chão com um taser em mãos. “Ameaça” falou com voz rouca o homem de preto.

    Luís tossiu e repousou o cachimbo:

    - Alguém quer jogar pôquer? – gritou em meio ao silêncio aterrorrizado.

  3. #3
    Avatar de Mago Teseu
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    uhul 1º post.

    Cara, gosto muito de seu estilo de texto. Espero que finalmente consiga acabar uma história. Pode ter certeza que vou acompanhar. Histórias de terror não aparecem muito por aqui, mas eu gosto muito.


    P.S: Próximo?

  4. #4
    Avatar de zack746
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    Eu pensei se deveria mesmo postar um comentário, por duas ou três vezes sai desta historia para ler as outras, porém a vontade foi maior.

    Desta forma então venho comentar algumas coisas...

    Primeiramente tenho uma concepção doentia de sua pessoa. Afinal o escritor escreve mais o menos o que ele vê ao redor e transforma isso em algo talvez mais chamativo, no entanto este seu "fetiche", se assim posso dizer, para com historias de mortes, horror, bizarrices e todo tipo de esdrúxulo é algo realmente preocupante. Talvez seja bom que você converse com um psicologo e mostre estas historias...

    ^^

    Sei que a maioria vai achar uma piadinha, mas o que eu realmente quis dizer e que você poderia investir em novas aréas da escrita, afinal estamos falando do mundo infinito em que vivemos. Lembrando: Isto é um comentário. De preferência escreva o que der vontade!

    Eu não gostei muito do primeiro capitulo, se mantivesse os nomes em inglês talvez caissem em gosto maior, sei que parece contraditorio, no entanto talvez seja pra você aprender que quem escreve é você não os criticos! Sinceramente nunca vi um escritor decente se importar com criticos...

    De qualquer forma, talvez no futuro tudo isto dê um significado maior a sua historia. O importante e ambientar tudo num mundo brasileiro mesmo. Mesmo assim ficou meio utopico o encaixe do nome com o ambiente e as pessoas (personagens) ao redor.

    Vou continuar lendo. Não gostei até o momento.

    Até~
    Última edição por zack746; 06-05-2009 às 16:51.

  5. #5
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    É como o Zack falou. Acho que você deveria criar os nomes de acordo com sua vontade. Nome é uma coisa dificil de criar, eu sei (todos sabemos (acho)).
    Acho que Luiz não caiu bem para um chefão. Ele me pareceu mais o Dr. Evil do Austin Powers...

    Por enquanto tá legal. Ainda não dá para se saber como vai ser a história e nem de que é a história, mas tá bom.

    Boa sorte e espero que consiga terminar essa história². Ainda achava que você ia continuar o GRIM. :triste:

    ..:: Lorofous ::..




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  6. #6
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    tbm concordo com os de cima, nomes brasileiros são feios numa história (sem querer ofender ninguém). Sei lá, não cai bem.

  7. #7
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    Citação Postado originalmente por Mago Teseu Ver Post
    uhul 1º post.

    Cara, gosto muito de seu estilo de texto. Espero que finalmente consiga acabar uma história. Pode ter certeza que vou acompanhar. Histórias de terror não aparecem muito por aqui, mas eu gosto muito.


    P.S: Próximo?
    Valeu :)

    Citação Postado originalmente por zack746 Ver Post

    Sei que a maioria vai achar uma piadinha, mas o que eu realmente quis dizer e que você poderia investir em novas aréas da escrita, afinal estamos falando do mundo infinito em que vivemos. Lembrando: Isto é um comentário. De preferência escreva o que der vontade!
    Eu escrevo principalmente terror, mas não é necessário uma procura profunda nos meus tópicos para achar crônicas de humor também =P
    Eu não gostei muito do primeiro capitulo, se mantivesse os nomes em inglês talvez caissem em gosto maior, sei que parece contraditorio, no entanto talvez seja pra você aprender que quem escreve é você não os criticos! Sinceramente nunca vi um escritor decente se importar com criticos...
    Como o Hovelst falou, é preciso escrever sobre o Brasil. É dificílimo, se não impossível, achar um escritor brasileiro famoso que escreva livros sempre nos EUA.

    Muito obrigado pelo comentário.

    Citação Postado originalmente por Lorofous Ver Post
    É como o Zack falou. Acho que você deveria criar os nomes de acordo com sua vontade. Nome é uma coisa dificil de criar, eu sei (todos sabemos (acho)).
    Acho que Luiz não caiu bem para um chefão. Ele me pareceu mais o Dr. Evil do Austin Powers... :P

    Por enquanto tá legal. Ainda não dá para se saber como vai ser a história e nem de que é a história, mas tá bom.

    Boa sorte e espero que consiga terminar essa história². Ainda achava que você ia continuar o GRIM. :triste:
    Basicamente respondi acima, portanto vou para o último parágrafo.
    Quem sabe eu continuo GRIM, ando com uma vontade repentina. Tenho prioridades, como Ruína e Julgamento Insano, portanto se eu começar a escrever, vai ser quando terminar Ruína, que planejei para ter uns 4~6 capítulos.

    Vou quotar o Hovelst por partes, aí vai.
    E mais uma coisa, esses nomes simplesmente não podem existir. Porque, puta que pariu, mas eu me matava se tivesse um nome desses. Simplesmente surreal. Nomes estrangeiros não fogem tanto do padrão. Existem Charles, John, Ann, Richard, Paul. Esses, são nomes comuns para padrões "estrangeiros", não Ayx, que simplesmente parece impronunciável.
    Fica mais para um codinome. E, aliás, em inglês poderia ser falado facilmente como Eiquis ou parecido.


    Mas uma coisa é certa, por mais que hoje alguém idolatra as culturas estrangeiras, é porque nunca viveu por lá, para perceber que eles são mais frios do que qualquer pessoa e que tem um hábito completamente diferente.

    Eu só acho que há a necessidade de as pessoas começarem a valorizar a cultura e parar de falar tanto mal sobre o Brasil.
    Ah, mas vai dizer que não deve ser muuuuito melhor arranjar um Civic, um Fusion ou similar por um preço ainda menor do que um Corsa?

    Anyways, ty pela presença, cara.

  8. #8
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    Capítulo 2

    -Hora do recreio! – gritou com raiva seu Juvenal, limpando o sangue das mãos enquanto abria a porta branca, logo atrás de Luís. Estava tendo um dia ruim. Carregar mortos dava um cansaço.

    Por alguns segundos, houve o silêncio. Porém, um jovem meio hippie, com as calças jeans justas e uma camiseta do Bob Marley se levantou com um baseado em mãos. Seu andar descompromissado até a porta branca, volta e meia cambaleando e cantando um verso contínuo de “Nóis trupica mas num cai” incentivou os executivos a se levantarem.

    A porta é branca, murmuraram uns com os outros, então é para lá que devemos ir, e não para a porta preta.

    O chefe caminhava até a porta preta, sem parar para checar se estava tudo bem. Seus olhos de águia e, principalmente, seu mercenário com a pistola faziam todos ficarem bem comportados.

    Girou a maçaneta e entrou no aposento. Revalaram-se camas com lençóis extremamente brancos organizadas no recinto com luzes fortes e sem um teto – semelhante à uma estufa, o teto era um belo vidro arredondado, quase encostando o céu, com arcos pintados de ouro servindo como vigas.

    A seu ver, era uma pena que os lençóis brancos se encontrassem em sua maioria sujas de sangue no momento.

    Henrique tirava um cochilo em uma das camas, visivelmente feliz. De resto, pareciam um monte de dorminhocos, mas era apenas preciso chegar mais perto para descobrir que não passavam de defuntos.

    Havia um corredor distanciado, no canto, que levava à sua salinha. Em menos de cinco minutos, já se sentava na poltrona reclinável de seu escritório, lendo alguns relatórios.
    Naquele momento, o hippie dava um tapinha na sombra da árvore e os executivos conversavam. Alguns olhavam com espanto cúbiculos de ferro estarem cobertos com couro cru. Mas, principalmente, era uma surpresa a todos – fora o menino paz e amor, que nada percebia além de que estava em uma viajem grande – que estivessem em um jardim e ninguém houvesse morrido há mais de vinte minutos.

    Assim, as três misteriosas jaulas gigantescas cobertas mostraram sua utilidade: três homens grandes, usando roupas cheias de espinhos e com maças em mãos saíram de lá.

    O pânico foi generalizado: Os cinquenta – aliás, pareciam sessenta ou mais, agora – começaram a correr e tentar fugir da fúria dos gladiadores. E os guerreiros seguravam as correntes gigantescas das maças e, girando-nas enquanto corriam, e volta e meia as pontas enguiçavam em um outro infeliz.

    Logo, um deles perdeu a cabeça. Literalmente: A arma primeiro prendeu no meio da sua cara, que deformou-se. Caiu no barro, e logo após o gladiador começou a bater freneticamente no pescoço com o cabo da arma até decapitá-lo.

    Depois, um ficou com a maça enterrada nas costas e começou a gritar, petrificado pela dor. Caiu sobre os joelhos e levou um chute logo abaixo da nuca para possibilitar a retirada do porrete, com um puxão, do seu corpo.

    E, assim que um terceiro morreu de infarto e o gladiador pegou uma pedra e bateu na sua cabeça até que ficasse irreconhecível, um sinal avisou para os homens que o recreio já tinha acabado.

    A grande maioria teria ficado nos jardins, para ter alguma possibilidade de vida. Mas um irado zelador veio para o jardim e começou a empurrá-los de volta para a porta preta. Poucos realmente foram empurrados; a visão de Luís escorado na parede do jardim de grama verde e terra manchada de sangue com o cachimbo os incentivou a voltar. Era um homem simpático, afinal de contas. Mas principalmente porque o homem da pistola estava ao seu lado, pronto para atirar em quem ficasse.

    O clima era de tensão. Um homem com um jaleco branco sentou-se perto de Luís e lhe demonstrou um sorriso amarelo, sem graça, quase como se encarasse um cachorro.

    - Calminha... – falou ele, estendendo a mão. Ouviu-se um estalo e ele estava caído no chão, deslizando. Um taco de beisebol havia acertado em cheio seu nariz, que agora deixava um rastro de ranho e sangue por trinta centímetros até chegar no desnorteado caído.

    - Bom trabalho, Juvenal. Mas deixe que os cães cuidem dele.

    Dois pitbulls saíram rosnando da porta preta, enraivecidos, os pelos amarronzados e curtos esvoaçando na pressa.

    Os latidos esganiçados seguiram-se a uma série de fatos sangrentos dos quais o que merece maior destaque é que um dos cachorros aparentemente confundiu as tripas do defunto com uma mangueira e saiu puxando pela sala.

    ----------------
    Como deve ter dado pra ver, puxou mais para o lado humorístico, sem querer.


  9. #9
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    Primeiro te aconselho a ir num psicanalista.

    E realmente está um pouco díficil de entender a história.

    Citação Postado originalmente por EleMenTals Ver Post
    amor, que nada percebia além de que estava em uma viajem grande
    erro detected (único)

    LoL

  10. #10
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    Olha, cara.

    A sua questão de comprar carros mais baratos só se deve ao fato da taxa de imposto ser menor lá, afinal, o Brasil tem a maior taxa de impostos, nada menos nada mais do que 40% do preço final do produto. É uma puta sacanagem e isso cega muito sobre o país, mas o custo de vida por aqui é bem melhor do que por lá, onde custa muito mais pra viver com o mesmo.

    Quanto ao seu texto, ainda continuo a achar bem complexo. Tudo muito surreal e simplesmente sem explicação. Estou lendo o texto à procura de explicações, mas nunca as encontrei. E esse é o maior problema do texto. Ele está bem escrito, mas não se tira nenhum entendimento dele.

    Qual o sentido de todos esses acontecimentos? A única coisa que dá para captar é que Luís é um lunático, e que as pessoas de lá estão inibidas diante dele e ao invés de enfrentá-lo, confrontam a morte em carne e pessoa.

    Não vejo nenhum problema nos acontecimentos afinal tudo, ao final, teria que ficar compreensível, mas sabe-se lá o que tu tem reservado. A única coisa que tu deveria fazer é colocar algum relato de explicação, que não cheguei a ver no capítulo 1.
    Tudo acontece do nada e simplesmente eles estão lá porque eles estão. Deveria ser acrescentado alguma coisa nesse sentido, como a explicação de que eles estão lá, como se esperassem pra fechar algum grande negócio ou qualquer coisa relacionada à isso, senão, qual seria o sentido desse texto? Eu vi um trecho onde apareciam as palavras "executivos", mas não me recordo de nada nesse estilo no capítulo 1. Talvez foi eu que não vi...

    De qualquer forma, é um texto, que eu chamaria de... Estranho.

    E mais uma coisa, tu mistura humor com terror e não vejo problema algum, mas o humor do teu texto é muito explícito, é aquela coisa que você percebe na hora e bem, isso na minha opinião, é apenas inexperiência, mas como tu tá realmente investindo em escrever, tu tem que aprender a deixar ironias no texto, não aquelas que tu percebe na hora, mas simplesmente piadas inteligentes que poucos percebem.
    Quando tu conseguir fazer isso, certamente, tu já poderia começar a ser chamado de escritor.

    No mais, tu deveria parar de ler Stephen King... Não está te fazendo muito bem.

    Abraços.

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