Esta duvida esta no ar a muito tempo. Mas eu quero saber a opinião do fórum.
Fonte: http://globoesporte.globo.com/ESP/No...0-8068,00.htmlLuxemburgo prioriza as estrelas
Sempre bem vestido, Luxemburgo adora trabalhar com jogadores consagrados. É inegável o talento da dupla para armar as suas equipes taticamente. Mas Luxemburgo detesta trabalhar com times baratos e sem estrelas. Sempre que vai para determinado clube, o atual comandante alviverde exige a contratação de craques ou atletas de ótimo nível técnico. Nada de bom, bonito e barato.
Já Muricy encara qualquer desafio. Seja com jogadores consagrados ou jovens valores revelados pelas categorias de base, que ainda têm muito a provar em um clube grande. Ele arma a equipe de acordo com o elenco que tem em mãos, não tem um esquema tático predileto, embora venha utilizando com freqüência os três zagueiros, mas não lamenta perder atletas para a Europa. Indiferente ao grupo, com ou sem estrelas, a sua equipe jamais deixará de ser competitiva.
Palestras motivacionais
Sempre de boné, Muricy não gosta de palestra motivacionais e de auto-ajuda. Luxemburgo adora fazer os jogadores chorarem ou ficarem emocionados em suas preleções. Ele usa e abusa das palestras motivacionais, com dicas que busca nos livros de auto-ajuda, e trabalha com psicólogos ligados ao esporte. Com freqüência o treinador mostra para os jogadores os seus familiares pedindo vitórias, falando de suas vidas, das dificuldades, e mostrando o que mudaria em suas carreiras a conquista de um título. Mas também ressalta a parte tática, com um programa de computador que criou há anos.
- As preleções do Vanderlei Luxemburgo são excelentes. Ele sabe como mexer com o lado emocional dos jogadores e sempre traz uma novidade – afirma Antônio Mello, o preparador físico do Palmeiras e o seu fiel escudeiro em todos os clubes.
Muricy tem horror a palestras motivacionais. Ele afirma que quando o time ganha, o treinador vem a público para se vangloriar de suas preleções e conta segredos para ganharem páginas de jornais e espaço na internet, além de serem valorizados nas emissoras de rádio e televisão. Mas nas derrotas esses técnicos se escondem e não contam que fizeram um trabalho nos bastidores, mas que acabou não dando certo porque o adversário jogou melhor.
- Quem ganha sempre valoriza a palestra motivacional e a imprensa vai atrás dele, talvez esquecendo que no outro lado fizeram o mesmo trabalho, palestra semelhantes, mas, por ter perdido o jogo, ninguém dá valor. O vencedor é o maioral, o estrategista e o rei das preleções. O perdedor não fez nada de útil – ironiza Muricy.
O treinador do São Paulo é um especialista em táticas. Muricy admite que nos tempos livres fica sempre grudado na televisão acompanhando o futebol em qualquer lugar do mundo. Ele garante que conhece tudo, sabe tudo, e ninguém consegue surpreendê-lo com alguma novidade. Chega a ser chato de tanto se vangloriar e criticar os jornalistas que fazem perguntas difíceis.
- É a minha profissão. Eu tenho a obrigação de estar por dentro de tudo. Nas minhas preleções, eu mostro todos os detalhes do adversário. Qual jogador dribla para o lado direito, qual é canhoto, quais são os pontos fracos e fortes de cada um e qual a melhor maneira para sairmos de campo com a vitória. Ninguém vai a campo sem saber o que precisa fazer – enfatiza Muricy.
Qual dos dois técnicos é melhor? Luxemburgo ou Muricy?
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