Eu tenho algumas do outro forum que sou cadastrado, mas elas são de ridiculas a completamente estupidas...mas lá vai:
Baby-Sitter
Um casal sai para jantar e deixa a babá sozinha na casa tomando conta de seus dois filhos. É uma casa grande, de dois andares, afastada de qualquer outra moradia. A garota põe as crianças na cama e vai assistir televisão. Já é tarde, ela está sozinha, não há nenhum barulho na casa além da TV, quando toca o telefone... Quem estaria ligando àquela hora? Seriam os pais das crianças para saber como tudo estava? Ela decide atender, mas do outro lado, após instantes de um silêncio aterrador, ela houve uma gargalhada histérica e a frase "Estou aqui em cima com as crianças, seria melhor você subir". A babá bate o telefone e aumenta o volume da televisão. Passado o susto inicial, ela se convence que aquilo não passara de um trote, algum amigo fazendo uma brincadeira de mau gosto. Volta a prestar atenção na TV e tenta esquecer o susto. O telefone toca novamente e tudo se repete, a inconfundível gargalhada, seguida da mesma frase. Dessa vez ela fica realmente
assustada, se era uma brincadeira já tinha passado do limite. Decide então ligar para a companhia telefônica, o operador diz que informará a polícia e pede para que, caso ela receba nova ligação, tente se manter na linha por algum tempo, para que a ligação possa ser localizada.
Ela fica esperando, já não consegue mais assistir a televisão, o silêncio da casa agora passa a incomodá-la... quem estaria fazendo aquilo? Se fosse um amigo já teria se identificado.. E os pais das crianças, por que não chegavam logo e acabavam com aquele sofrimento? Nisso toca o telefone e tudo se repete, mas dessa vez ela tenta manter a ligação por mais tempo... em vão, parecia que ele sabia de algo e logo desligou. Já em desespero ela desliga o telefone, que toca logo em seguida... ela não quer atender, não agüenta mais aquela tortura... mesmo assim tira o fone do gancho, mas agora é o operador da companhia telefônica que grita "Saia da casa, ele está na extensão..." Nisso a babá ouve passos na escada... era ele... tinha que sair dali... não ia dar tempo, ele ia pegá-la... só restava correr, sair da casa o mais rápido possível... do lado de fora é contida por um homem, era um policial, que tenta acalmá-la.
Os policiais invadem a casa, chegando lá, se deparam com um homem armado com uma grande faca. Ele entrara na casa por uma janela aberta no andar superior, já havia matado as duas crianças e se preparava para atacar a babá quando esta saiu da casa.
LUZES
Essa lenda tem duas versões: na primeira delas, uma estudante universitária foi para seu quarto, no dormitório, buscar livros e anotações para estudar. Como sua colega de quarto já estava deitada, decidiu pegar suas coisas e estudar em outro local. Para não incomodá-la, não acendeu as luzes. Mais tarde, quando retornou a seu quarto, encontrou sua colega morta na cama e um recado escrito com batom, que dizia "Você não está contente de não ter acendido a luz".
Na segunda versão, uma senhora está sozinha em seu apartamento. Seu cachorro se acomoda no tapete ao lado da cama, quando a dona vai dormir. No meio da noite, estranhos barulhos a acordam, ela fica assustada, mas estica o braço, procurando pelo cachorro, e tem sua mão lambida. De certa forma isto a tranqüiliza, ela volta a dormir. Na manhã seguinte encontra o cachorro pendurado no chuveiro e, onde ele deveria estar dormindo, um recado dizendo "Seres humanos também podem lamber bastante".
TRANSATLANTICO
Transportando tropas em outubro de 1942, o transatlântico Queen Mary ziguezagueava para despistar os submarinos inimigos quando colidiu com um cruzador da escolta.
O enorme navio de 84 mil toneladas cortou ao meio o "Curaçao" de apenas 4.200 toneladas, lançando cerca de trezentos marujos nas águas geladas... pobres infelizes. Mais de quarenta anos depois, quando o navio já estava ancorado como atração turística em Long Beach (Califórnia). O Carpinteiro Jonh Smith relatou ter ouvido vozes e barulho de água, enquanto trabalhava no porão do navio, na proa. Exatamente a parte que passara através do cruzador cortando-o ao meio. Segundo Smith, ele desconhecia o acidente, ocorrido durante a guerra, ao ouvir os barulhos pela primeira vez.
Aos desconfiados que estejam lendo isto. Willian G. Roll, o famoso parapsicólogo, examinou o navio em 1988. No compartimento da proa ele ouviu vozes que não pode explicar. Um gravador que tivera deixado a noite, captou vozes e um estranho "ruído de água corrente". Roll não comparou tal efeito a tragédia, mas até hoje o caso continua insolúvel e as vozes e os "ruidos" continuam a assombrar o estranho navio.
A Sombra Ruiva
A Irlanda é cheia de lendas sobre a banshee, criatura lacrimosa cujas visitas anunciam mortes. Seu nome, em Celta, é bansidhe - fada - embora muitos digam seja um espírito, ora bondoso ora malévolo. Essas aparições estão ligadas por lendas centenárias às grandes casas da Irlanda, cujos infortúnios ficam registrados nos gritos lamuriantes ou nas risadas demoníacas do espírito.
Existem vários relatos corroborando essas lendas, mas talvez o mais impressionante ocorreu no século XVII na Irlanda, na residência dos O'Brien. Certa noite, Lady Ann Honora O'Brien foi acordada por uma voz suave. Olhou pela janela e viu uma mulher que parecia flutuar bem em frente à vidraça. O corpo do fantasma se perdia na bruma, mas seu rosto, delineado pela Lua, estava claro - pálida, de olhos verdes, linda e uma farta cabeleira ruiva. A aparição gemeu três vezes, suspirou e sumiu.
Aquela imagem fascinou e amedrontou a jovem Ann, mas pensando que fosse apenas um sonho, dormiu novamente. Na manhã seguinte, Lady Ann encontrou sua família em prantos... seu irmão mais jovem havia morrido durante a noite. Sem saber o que fazer, a jovem contou aos pais sobre a visão que tivera na noite anterior. Aquilo não alarmou ninguém, pois os mais velhos sabiam que sempre que um O'Brien morria, uma jovem ruiva que morrera no castelo e fora enterrada no jardim - logo abaixo da janela de Lady Ann - aparecia para um membro da família e chorava pelo parente morto.
Surpresa no Banco Traseiro
Uma mulher acabou de fazer suas compras num shopping próximo à sua casa, já era tarde quando se dirigiu para o carro, num estacionamento praticamente vazio. Abriu a porta e, quando ia pôr as compras no banco traseiro, teve uma surpresa... uma velha senhora estava sentada lá... "O quê a senhora faz aqui?!" exclamou num misto de surpresa e medo... a senhora explicou que tinha perdido o último ônibus e, como estava muito cansada, precisava de um lugar para sentar-se... ela suplicou por uma carona... "Leve-me até em casa ou, pelo menos, deixe-me próximo a uma parada de ônibus". Mas havia algo de suspeito naquela senhora, então a mulher disse que havia esquecido a carteira na loja e já voltaria, saiu rápido do carro e foi falar com os seguranças. O chefe de segurança voltou para o carro com a moça, mas chegando lá descobriram que não se tratava de uma senhora, mas sim um homem disfarçado e, em sua bolsa, descobriram um pequeno e afiado punhal.
Existem outras versões para essa lenda, em uma delas não é uma senhora no banco traseiro, mas um homem de terno que ajuda a mulher a trocar o pneu, supostamente furado. Depois do favor ele tenta convencê-la a dar-lhe uma carona para o outro lado do estacionamento, onde estaria seu carro. Nessa também a mulher desconfia e busca os seguranças que, quando chegam no carro, constatam que o pneu não estava furado, mas havia sido esvaziado por alguém e, no banco traseiro, encontram uma corda manchada de sangue e uma faca afiada...