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Tópico: A Linhagem dos Luins

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  1. #1
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    Citação Postado originalmente por Lord of Knights Ver Post
    Nota: Lord of fowls, ta devendo ainda umas visitinhas no meu roleplay ne? xD
    Eu tô lá:riso:
    Só que tô lendo beeeeeeeeeem devagarinho
    Pode deixar que cedo ou tarde eu vou estar comentando lá, ok? :thumb:

    Abraços

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  2. #2
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    Padrão Livro 1 - Capítulo I

    Er... leitores do Martelo dos Dwarfs:
    Não fiquem tristonhos... não deixarei parado naquele ponto. Só que deu bloqueio para aquela estória e abriu minha mente para essa. Portanto lá vai:

    Livro 1

    Capítulo I

    Andar pelas ruas movimentadas de Tir’Rafer era uma coisa bem complicada. Primeiro que aquela pequena cidade portuária era também uma feira. Ouvia-se mercadores gritando ofertas absurdas como:
    - Bananas! Quem quer bananas? Compre dois cachos e ganhe apenas um!
    Eram pessoas sem nenhuma cultura os mercadores de rua. Alguns altos mercadores não vendiam comida nem especiarias, e sim armaduras para guerreiros que ancoravam nos portos Norte e Sul.
    Um garoto maltrapilho saía de um desses navios. Veio de Vânia dentro de uma caixa onde ficava os mantimentos do navio. O cheiro vindo do porão do navio era forte. Ninguém podia vê-lo ou sua mão seria cortada como ladrão.
    Pegou um dos últimos queijos que tinha dentro da caixa em que viajou e colocou no seu bolso furado. Sua roupa era rasgada. Feita com a mais alta seda vermelha. Sua bermuda era verde musgo e cheirava a queijo.
    Andou levemente pelo porão e subiu a escada que levava ao convés. Ele subiu rápido por causa dos rangidos que o denunciava.
    Ao chegar no convés cheirou o ar. O cheiro de maresia era ótimo para o garoto que ficou uma semana só cheirando queijo. Olhou para o céu azul e sem nuvens como sempre era em Tir’Rafer. Um guerreiro de cabeleira preta, roupa preta e calça azul escuro carregava uma espada embaiada e um escudo nas costas. Ele carregava um saco na costas que tilintava. Com certeza havia as armaduras dele ali.
    O garoto andou normalmente atrás do guerreiro fingindo realmente estar naquela embarcação. Então ele sentiu um mão pesada em seu ombro. Olhou para a mão cabeluda em seu ombro e a mordeu sem mesmo olhar quem era. Alguém gritou de dor dizendo:
    - Muleque, ladrão!
    O guerreiro olhou para trás e viu o capitão do navio segurando a mão ensangüentada.
    - Volta aqui, seu capeta! – gritou o capitão
    O guerreiro correu atrás do garoto que ia para a borda do convés. O menino se agarrou a borda e olhou para o mar verde e cheio de peixes mortos. Olhou para trás e viu o guerreiro e o capitão correndo para ele.
    Nem adiantava pensar. Saltou pela borda do navio com as pernas juntas e prendeu a respiração. Ele afundou na água gelada por mais ou menos cinco segundos, e então começou a agitar as pernas e submergir. Olhou em volta e sentiu que havia uma alga em seu cabelo ruivo sujo. Agarrou ela e soltou na água.
    Agora que estava ali o garoto não sabia o que fazer. Estava boiando no mar de uma cidade que ele só havia vindo uma vez. Quando fugiu de Vânia parecia uma boa idéia, mas agora ele estava perdido.

    ***

    - Ora, ora... interessante esta aqui, hein? – disse Altar
    - É né... peguei-a na rua hoje. Estava mendigando. – disse o que apelidavam de “Nojentinho” – Não acreditei quando vi esse corpo.
    - Quantos anos?
    - Quinze.
    - Não me surpreende. – disse Altar enquanto examinava a garota.
    - E então? – perguntou Nojentinho
    - Acho que vou levar...
    Nojentinho agarrou a garota pela mão e levou até uma mesa. Acorrentou-a, que permanecia calada, e foi até a lareira.
    - O que vai fazer? – perguntou Altar
    - Oras... Marcá-la com o símbolo da casa.
    - Não. Quero sem marcas. – disse Altar acariciando as costas nuas da garota
    - Mas... Como vou saber que vai devolver? – perguntou Nojentinho
    - Não vou. – disse começando a descer pelo corpo da garota que começou a agitar a respiração
    - Como assim?
    - Vou ficar com ela. Quanto quer para me vender ela permanentemente? – disse chegando ao sexo da garota e pressionando. Ela ofegou.
    - Ahn... de... Quarenta... Quarenta moedas... – disse Nojentinho começando a ficar incomodado com o que Altar estava fazendo. A garota apertou os lábios até ficarem brancos.
    - Muito bem. – Altar tirou a mão da garota, que soltou um suspiro de alivio, e retirou um saco de moedas de seu bolso. Nojentinho pegou e passou os dedos no nariz
    - Posso saber seus planos para ela?
    - Primeiro vou testá-la – disse com um olhar sádico – Depois disso veremos se nosso “principezinho” aceita ela.
    - Principezinho?
    - Adeus... Nojentinho! Fique com os deuses.
    Dito isso sacou uma faca e cravou na testa dele tão rápido que ele não teve tempo de pensar: “Ahn?”

    ***

    - Aquele capeta! – gritou o capitão do navio
    - Deixe para lá – disse o guerreiro
    - DEIXAR? – gritou o capitão – Ele viajou de Vânia até aqui suprindo de meu queijo e você quer que eu deixe?
    - Eu pago. – disse estendendo uma bolsa com moedas.
    Sem esperar resposta do capitão, pulou no navio e perguntou a alguém:
    - Por favor... onde fica a base da Ordem?
    - Da Ordem? Nossa... fica láááá perto do porto Sul. Se passar pela Fonte dos Mercadores, você andou de mais.
    - Obrigado.
    Então Araell se encaminhou até a base da Ordem.
    Última edição por Lorofous; 23-12-2009 às 19:21.


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  3. #3
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    Até gostei mas sinto que está um pouquinho 'bagunçado'. Estou perdido quanto à utilização constante dos três pontos [...] e também com a separação [***]. Você divulgou diversos personagens, está evoluindo-os mas a história parece confusa. Confesso que sua narrativa é atraente, apesar de alguns erros como a falta da letra S como foi possivel observar no Capítulo 1 (pelo que vi). Estou esperando por mais capítulos.

    O que realmente gostei foi da narrativa e da utilização de imagens, que, na minha opinião, está preenchendo muito bem a história.

    Até.

    Locked~~
    Última edição por Locked; 22-11-2009 às 01:51.

  4. #4
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    Hello folks!
    Não sei quando começei essa história. Acho que foi no inicio desse ano ou no final do ano passado. Só sei que me afeiçoei por todos os personagens dessa saga. E finalmente cheguei ao final do Livro 1. Sobre o Livro 2, eu falo após o capítulo.
    Enjoy it! (H)

    Livro 1

    Capítulo VIII

    Araell abriu os olhos com dificuldade. A pancada na cabeça havia sido forte e quando olhou para seu braço viu uma tora de madeira quebrada encima dele.
    - Vamos, Phaustsus! – gritou o General Elratos aparecendo – A cidade está sendo atacada!
    Araell tentou dizer “eu tentei avisar”, mas o General já estava roxo e estava com muita dor para ficar contando vantagem. Puxou o braço e viu a tora rolar.
    Subiu a escada atrás do General, segurando-se no corrimão de madeira caso os degraus cedessem. Elratos gritou quando já estava no casebre:
    - Vou para a frente do castelo reunir os homens! Me encontre lá!
    Sim, general! – pensou tonto. Subiu o último degrau e cambaleou pelo casebre esbarrando nas prateleiras e derrubando algumas garrafas. Pegou uma e bebeu – Força na hora da luta...
    Contornou o castelo desembaiando a sua espada sem nome. Queria que ela tivesse um nome, pois todo grande guerreiro dá um nome à sua espada, que é sua fiel companheira. Poucos da Ordem ficaram apegados à uma espada a ponto de nomeá-la, mas Araell queria nomeá-la e gravar seu nome na lâmina e quem sabe um dia passá-la para seu filho...
    Chegando perto da praça, viu a fonte quebrada. A cidade deve estar se sentindo violada. Aquela fonte é a peça mais importante de toda Vânia. Nela estava esculpida Brandor Luin cravando sua espada em Lúcifer – representado por uma massa disforme e com chifres.
    Viu os soldados de Vânia lutando com suas espadas contra vários homens vestidos de branco e usando um turbante deixando só os olhos a mostra. Esses não lutavam, apenas se defendiam com cajados e tentavam abrir caminho em direção ao castelo guardado por mais alguns soldados. Araell foi se juntar a esses.
    Entrou no castelo e subiu a escada que levava a sala do trono.
    - Onde está Artorios? – perguntou para o guarda da saleta
    - Foi escolher a noiva. – respondeu o guarda – Ele está a salvo do combate lá fora. Nossos soldados são os melhores de toda a Nionda e Terras Próximas.
    - E o rei Andorwyran? Está a par da situação?
    - Não acreditamos que o rei precise se preocupar com uma situação que já está controlada.
    E ao terminar essa frase, Araell viu um homem vestido de branco passar direto por eles.
    - HAULT! – gritou o guarda – Você não pode entrar aí!
    O homem respondeu acertando o rosto do guarda que desmaiou. O homem entrou na sala do trono e Araell foi atrás.
    - Cuidade, majestade! – gritou pegando o ombro do homem de branco e puxando para trás.
    Ele se virou e Araell pode ver seus olhos brancos e luminosos. Uma coisa linda de se ver... Araell desmaiou.
    O homem de turbante virou-se para o rei Andorwyran que estava sendo abraçado por sua esposa Ajhani. O rei retribuía o abraço, mas mantinha seus olhos no homem.
    - Onde está o príncipe? – perguntou
    - Terá que me matar para me fazer trair meu próprio filho. – disse Andorwyran
    Ele parou de abraçar a rainha e assumiu uma pose ereta e empunhou sua espada que sempre segurava.
    - Não estamos aqui para brigar ou matar alguém. – disse o homem de branco levantando as mãos tentando acalmar o rei.
    - Então nunca me farão dizer onde está meu filho.
    Andorwyran correu na direção do homem empunhando sua espada encima de sua cabeça. Não parecia ser um velho de 89 anos e sim 29. Sua espada veio verticalmente na direção da cabeça do homem. Andorwyran atacava frenéticamente, mas o outro apenas se esquivava. Realmente estava ali em uma missão de captura sem deixar feridos. Ele tirou seu cajado de dentro da túnica e acertou o rei de Nionda embaixo do braço, quando este erguia a espada. Podia ter uma grande disposição, mas seus ossos já eram velhos. O rei se ajoelhou.
    - Me mate. Não vou abandonar meu filho.
    O homem se agachou perto do rei e olhou com seus olhos luminosos bem no fundo dos olhos negros dele. Andorwyran sentiu-se mais leve e que começava a pensar no filho escolhendo uma noiva.
    - Obrigado. – disse o homem de branco e saiu da sala indo para a câmara que Artorios estava.
    Desceu três lances de escada e viu um duende corcunda parado em frente a porta batendo e gritando:
    - Anda, Artorios! O que está fazendo aí? – então o duende se virou e viu o homem – Mas o que...? – então foi acertado pelo cajado e desmaiou
    Empurrou a porta com as duas mão e viu Artorios beijando uma garota linda de cabelos negros. Sem falar nada, agarrou Artorios e virou para olha-lo nos olhos.
    - EI! – gritou o garoto – Mas o que é isso?
    Olhando no fundo dos olhos do príncipe, vendo seu passado e todos os seus atos, o homem de turbante pensou consigo mesmo:
    É ele.
    Então pulou pela janela com Artorios desmaiado nos braços, ouvindo a garota gritando por ele. Ao cair, se comunicou com a mente com os outros homens e saiu andando pelos portões do castelo com Artorios no colo.[/FONT][/SIZE]

    [SIZE="5"][FONT="Book Antiqua"]Fim do Livro 1.
    Bom. Qualquer dúvida, pode ser postada aqui, mas só responderei as que não der muito spoil do final da saga.
    Esse livro, como podem ter lido, falou sobre Artorios Luin e seu romance com Prilore e agora, no final ele sendo raptado pelo Povo. Quem leu "O Martelo dos Dwarfs" do início ao fim, sabia que ele ia ser raptado uma hora ou outra.

    O Livro 2 será focado no filho de Artorios com Prilore: Fardons Luin. Rá, os curiosos que quiserem saber que Fardons Luin é esse, terão que ler até o fim esse livro, que terá muita ação.

    Espero que tenham gostado de tudo quem vem ocorrido durante esse livro e se não gostaram, comentem aqui que acertarei as contas com todos no Livro 2.

    ..:: Lorofous ::..
    Última edição por Lorofous; 21-05-2010 às 20:53.


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