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Tópico: A revolta dos deuses!

  1. #1
    Avatar de Manji, o Amaldiçoado
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    Padrão A revolta dos deuses!

    O velho sentado sobre pedra observava o céu. Aquela noite, com lindas estrelas, parecia não acabar... a quanto tempo estava alí? A brisa fria da noite batia em seu rosto. O tempo estava úmido, o gramado brilhava. Se pudesse, ficaria ali por toda a eternidade, observando aquele céu negro, que parecia penetrar em seus pensamentos. Mas a noite iria acabar, e aquela bela paisagem haveria de acabar...


    Mais uma jogada estratégica, e Pedro declara Cheque-mate a Sandra.
    - Maldição! Me vencestes mais uma vez... Definitivamente não sirvo para esses jogos estratégicos.
    - E isso é raro para uam arcana. Pensei que todos os sábios magos e druidas tivessem um jogo estratégico perfeito, proveniente de sua grande inteligência...
    - Não zombes de mim, Pedro! Sou uma iniciante, e hei de me preparar ainda... e você?! Que diabos um guerreiro perde seu tempo com jogos de raciocínio? Deveria estar preparando seu físico... suas habilidades... não perdendo tempo com joguinhos sem graça.
    - Ha! Não me venha com essa. Esta irritada por quê perdeu, pela oitava vez... consecutiva, hahahaha!
    - Bah!
    Ambos se levantam e começam a guardar as peças de xadrez em um baú, onde naturamelte se guardava quando alguém acabava seu jogo. Pedro era um rapaz forte, robusto, mas iniciante nas artes da batalha corpo-a-corpo. Conheceu Sandra ocasionalmente, quando esta chamava por socorro em uma caverna habitada por goblins, ainda na ilha de Rookgaard, a ilha dos iniciantes. Sandra sempre se interessou pelas artes mágicas, pela alquimia, seguindo o mesmo caminho que seu pai seguira. Seu pai morreu em uma guerra entre Orcs e Humanos, e até então, nunca mais fora visto. Algumas pessoas dizem que ele desistiu da vida de aventureiro, e resolveu não ser mais ressucitado, e dormir no sono eterno. Sandra era uma jovem muito bonita, de cabelos negros e olhos azuis. Não gostava de ser passada para trás, e odiava quando alguém desafiava sua inteligência, apenas tolerando as brincadeirinhas que Pedro costumava fazer. De fato, uma garota mimada. Pedro deixa o resto do trabalho para Sandra, saindo do salão de jogos de Carlin.
    - Que estranho. Ainda reina a noite...
    - Nossa! Pensei termos passado horas aqui. Esses seus jogos ridículos apenas me causam estresse! Vamos dormir, que é o melhor que fazemos. Estou cansada.
    - Eu também. <Uarhh> Vamos... Preciso estar bem relaxado para o treinamento de amanhã...



    Abre os olhos. Ainda noite? Como suspeitava... não conseguia dormir bem desde sua última batalha contra Jakorh, o minotauro caolho. O chifrudo o tinha ferido muito! Era diferente dos outros minotauros desprezíveis. Tinha uma força descomunal, e sua pele parecia ser feita de rocha. Felmon dormia sobre a grama, usando uma rocha como travesseiro, próximo a cidade de Carlin. Sempre fora confiante. Não temia ser roubado enquanto dormia em locais onde provavelmte até mesmo um assassinato de um rei seria despercebido. Amava sua espada mágica flamejante como se fosse seu irmão. A espada era bem interessante: um cabo feito de rocha vulcânica, com uma esmeralda vermelha no centro, e, quando ativada, liberava constantemente uma pequena rajada de fogo, em forma de uma lâmina. Um golpe dessa arma e o gemido de dor da vítima seria bem agudo. Felmon se levanta, esticando seu corpo para afugentar a preguiça que o assolava.
    - Fui amaldiçoado, ou é a primeira vez que durmo menos de 5 horas? - se perguntava Felmon baixinho - Aproveitarei ainda a noite para tomar uma boa bebida na taverna de Dane.
    Depois de algum passos, escuta um ruído. Sem demora, ativa sua espada, que libera as chamas mágicas.
    - Huahahaha! Nem mermo tua espada nos vai vencer, desgraçado! Quem mata um membro de nossa raça, merece nada mais que a morrrter! [Nota do autor: ele fala do mesmo modo que você está lendo]
    - Pelo modo de falar, só pode ser um algum minotauro amiguinho de Jakorh. Sumam daqui, antes que minha espada arranque essa espinha de sua cabeça...
    - Eu ser Bandarth, irmão segundo de Jakorh, e trouxe meus irmão pra te matar! E isso que está na minha cabeça é minha honra!
    - Haha... tua honra, han? Com lisença...
    Felmon ignora os minotauros tolos, que já tinha saído de seus esconderijos. Contava cinco, fora Bandarth. Dando-lhe as costas, anda tranqüilamente a caminho de Carlin. Seria humilhantes demais deixar que Felmon fizesse tal atitudade e ainda saísse sem antes uma batalha. Bandarth ordena o ataque, e prepara seu ataque. O primeiro minotauro corre mirando seus poderosos chifres às costas de Felmon, liberando a característica fumacinha pelas narinas. Felmon espera a aproximação do minotauro o suficiente para rodar sua espada na hora certa, e decepar a cabeça do infeliz. Bandarth fica surpreso com tamanha velocidade que Felmon utiliza para suspreender seu irmão, e mata-lo. Dois minotauros tentam uma imobilização, agarrando cada um, um braço de Felmon. Este usa de sua habilidade para livrar-se, e, passando por debaixo das pernas (patas?) de outro, retira uma runa explosiva da bolsa. Antes que pudesse ativa-la, Bandarth chuta sua mão, fazendo a runa explosiva voar alguns metros, explodindo logo em seguida. Aproveitando da destração de Felmon, Bandarth segura-o pelos ombros, e cabeceia-o. Felmon sente uma enorme tontura, mas calcula perfeita seu chute, acertando a genital do monstro. Bandorth não pôde esconder a dor, e fica a se contorcer no chão. Outro minotauro oportunamente utiliza de seus ombros largos para golpear, mas Felmon pula para trás, e perfura o peito do oportunista, tombando morto no chão.
    - Covarde! Como ousa utilizar um golpe tão baixo como esse... <Urrh>
    - Pensei que covardia fosse seis guerreiros contra apenas um...
    Antes de terminar sua contra-frase, Felmon é golpeado nas costas, apenas tendo o impácto amortecido pela mochila que carregava. Porém, sua bolsa de runas explosivas cai. Um tolo minotauro aproveita aquela situação, e arrisca utilizar as próprias runas de Felmon contra ele.
    - Estúpido! Você n...
    A ignorânica relativa ao baixo conhecimento mágico do minotauro faz com que ele ative a runa explosiva precipitadamente, explodindo-a junto às outras. A explosão causada é enorme, não escapando um ser vivo naquela área. Felmon sente seu corpo queimar, até apenas sentir o ardor de uma queimandura quando em contato com algo. Se levanta sofridamente, observando aqueles seis corpos pretos, tamanha forçã da explosão. Que merda! Tinha perdido sua bolsa de runas explosivas, e haviam custado tão caro! Vasculhando sua bolsa, não encontra o que esperava. Onde diabos havia deixado sua bolsa de runas curativas? Um sorriso é solto. Estava lutando contra aqueles malditos sem nenhuma runa curativa? Precisava chegar ao templo de Carlin.


    Pedro e Sandra já estavam próximos a casa, quando avistam um homem com queimaduras graves por todo o corpo. Ele batia violentamente na porta do templo, irritado.
    - Ou moleques! Cadê o clérigo desse templo?
    - Muleques? - indaga Sandra - Tenha mais respeito idiota!
    - Camla Sandra. Ele parece ser forte... Olhe os equipamentos dele. - sussura Pedro.
    - Que importa? Tenho certeza que neste estado ele não agüenta um míssel mágico!
    - Me mata e juro que volto pra te levar pro inferno! - Ameaça Felmon - Clérigo dorminhoco! Abre este maldito templo que a dor que sinto não pode esperar! Se não abrir logo, terei que usar métodos mais...
    Uma portinhola se abre, revelando um rosto velho encapuzado. Era o clérigo.
    - Não estou mais curando! Por favor, retire-se daqui antes que acorde toda a vizinhaça.
    - Mas que clérigo é esse? Não está vendo meu estado? E não venha perguntar sobre minhas runas curativas, pois elas estão na cidade dos elfos, e meu corpo já estará completamente tostado daqui pra lá!
    - Não foi eu que mandei você arrumar confusões por aí. Desculpe, mas não posso fazer nada.
    - Espere um pouco. Acho que você não está entendendo sua função... você é um clérigo, maldição! Pelos deuses, cure-me o suficiente para minha caminha até Ab'dendriel seja sem riscos!
    - Você não entende... desculpe.
    - Nem eu! - intrometeu Pedro - Que mal há de curar este guerreiro?
    Sem resposta, o clérigo fecha a portinhola, e deixa os três acompanhados do silêncio. Felmon observa os dois jovens iniciantes, e propoe.
    - Ei, garotos. Se vocês me levarem com vivo até Ab'dendriel, recompeso vocês.
    - Mas não! Somo moleques, e não poderemos...
    - Não escute ela! Iremos com você, portanto que prometa que nos recompensará caso levemos você até a cidade dos elfos vivo. Será nossa oportunidade de ver os elfos!
    - Eu prometo.
    Assim, o trio parte a caminho de Ab'dendriel. Que os deuses acompanhem esses três indefesos, se assim eles desejarem...

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  2. #2
    Avatar de Curiox Morozesk
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    Muito massa ae! Vai fundo!

  3. #3

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    caraca fico loko ta show xD
    Aonde as almas negras se encontram a pervecidade canta.... Seja feita a morte dos puros... Traga a destruição aos fortes.... aonde a dor reina Alma negra Reaplandecerá... Onde sangue jorra como água é onde vais me encontrar....
    http://img.photobucket.com/albums/v3...natura-gif.gif
    By: Enzo

  4. #4
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    mto loka


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  5. #5
    Avatar de Derfel Emmel
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    Massa. Eu já tinha lido as aventuras de Beldar, e agora vou ler a continuação. E o velho? Não vai sair de Rookgard?
    Abraço.

    Tem update no RP, passa la depois.




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    Meu RP : DERFEL, o amaldiçoado

  6. #6
    Avatar de Valena Eter
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    Amei!!!!!

  7. #7
    Avatar de Manji, o Amaldiçoado
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    Padrão Parte II

    Sandra e Pedro viam logo atrás de Felmon. Ele andava apressado, com sua espada mágica flamejante nas mãos. Pedro observava aquela espada com curiosidade. Se tivesse uma...
    - Ei, Pedro. Acho que este homem não é de confiança... - Cochichava Sandra.
    - Como você mesmo disse, ele está em péssimas condições. Não pode fazer nada contra nós...
    - Não farei nada com vocês. Não vejo motivo para aniquilar dois jovens ingênuos...
    Ambos se impressionam com tamanha capacidade auditiva que aquele homem estranho possuía. Caminhavam por um vasto campo, passando ao lado da montanha habitada por Cyclops.
    - Tomem cuidado. Os cyclops daqui costumam assaltar desprevenidos como vocês. Esta noite está uma maravilha para eles.
    - Vocês parece ser bem experiente. Tens quantos anos de experiência, como aventureiro.
    - Não lembro. Depois do enorme clarão que tomou conta de toda Tibia, lembro de poucas coisas na minha vida.
    - Enorme clarão?! Já ouvi uma história sobre esse enorme clarão...
    - Até hoje pretendo saber o que diabos foi aquilo. Desde aquele clarão, o mundo não tem sido o mesmo. Faz alguns anos.
    - Ei, Pedro. Não acha melhor contarmos a história que o velho Kaite contou à gente? - Cochichou Sandra, ainda mais baixo que da outra vez.
    - Não sei. Kaite pediu para guardarmos segredo...
    - Quem é Kaite?
    Pedro cai para trás, tamanho susto.
    - Caramba! Preciso de quantos quilômetros de distância de você para que não escutes?
    - Quem é esse velho?
    - Sinto muito, não podemos falar disso... - Recrutou Sandra.
    Felmon não insiste. Passados alguns minutos de caminha, e silêncio, Felmon sobe em uma rocha grande, esperando ter uma visão privilégiada de seu percurso. Não estavam longe. O topo do castelo de Elven Bane já podia ser visto. Felmon attiva sua espada, e pede para os dois jovens ficarem atentos. Naquela área, Orcs e elfos corrompidos costumavam emboscar desprevenidos. Um fato curioso que Pedro observara era que as chamas da espada não queimavam as gramas, mesmo em contato. Pedro não contém a curiosidade.
    - Por quê as chamas de tua espada não queimam as graminhas? Parece que o fogo se recusa a queimá-las.
    - Esta espada feri apenas as criaturas que eu desejar.
    Terminado de falar, num rodopio, Felmon mira a cabeça de Sandra, e golpea-a. Apesar de ter sido um golpe que certamente a deceparia, nada ocorreu. As chamas abriram um caminho, como que não quisessem feri-la.
    - Acho que não precisa mais de provas...
    - Eu não gostei disso! - comenta Sandra.
    Não demorou muito para começarem a escutar grunidos de orcs furiosos, vindos do castelo de Elven Bane. Contornando as árvores, Felmon, guiando os dois jovens, procurava andar pelas áreas de menos risco. Sentia que os orcs estavam pertos. Qualquer barulho poderia ser fatal. E foi... Sandra sente uma pequena coceira na perna direita. Não conteu o grito ao ver uma aranha prestes a picá-la. Felmon vira sua cabeça lentamente para Sandra, demonstrando raiva nos olhos.
    - Você é retardada? Assustou-se com esta mísera aranha!
    Pedro utiliza sua espada para partir a aranha em dois. Não demorou para escutarem as primeiras passadas furiosas dos orcs. Era tarde demais.
    - Corram! Rápido!
    - Mas e você? - Perguntou Pedro.
    - Não sou eu que uso fraudas. Corram, rápido!
    Sandra e Pedro correm em direção oposta ao barulho das passadas dos monstros. Felmon estava em posição de defesa, esperando os monstros. Não demoraram.
    - Mas vejam só. Foi este humano que deu aquele gritinho de viado! - Zombou um orc, que parecia ser o líder - Ataquem-o!
    - Veremos quem dará o gritinho de viado aqui.
    O primeiro orc avança. Com seu machado, tenta um golpe na cabeça de Felmon. Este utiliza de sua adaga para bloquear o ataque, e com sua espada flamejante na outra mão, parte o orc no meio na parte da cintura. Os monstros não se deixam impressionados, e partem juntos ao ataque. Felmon contava três orcs, um elfo, que de fato, apresentava constantes marcas de maus-tratos, e o orc aparetemente líder, com uma armadura avantajada. Um orc utiliza de sua lança que guardava nas costas e mira o ombro de Felmon. Mas este age mais rápido, e antes que a lança o acertasse, golpea-a, quebrando-a. O segundo orc consegue acertar a coxa de Felmon com seu sabre. <Porra!>. Para evitar ser flanqueado, pois era isso que os monstros planejavam, Felmon chuta o peito do orc de sabre, fazendo-o cair desengonçado. O orc líder, com sua espada curta, tenta um golpe na caixa toráxica, mas seu golpe não teve força o suficiente para atravessar a armadura de Felmon, e proporcionar algum dano. <Mata esse idiota!> <Pelo sangue de Bok!>. O elfo utiliza de seu arco, e acerta o ombro esquerdo de Felmon com sua flecha invenenada. <Morre!> <Arrgh!>. Felmon não se deixa vencido, e golpea a cabeça de outro orc que já preparava seu ataque, decepando-o. <Ataquem suas bichas!>. Felmon ainda sentia as queimaduras de seu corpo. Por um momento, se perguntou por quê diabos havia trazido os dois jovens com ele, se ele agora mesmo estava sozinho. Mais uma vez, o elfo arrisca um tiro, mas Felmon age esperto, e utiliza o corpo do orc que tinha levado o chute para escapar. <Elfo idiota! P*ta que p...>. Antes que terminasse seu xingamento, Felmon perfura seu peito, fazendo-o tombar inerte no chão. Só restavam três, agora. O orc líder procura um pouco de espaço, afastando-se. O elfo já preparava outra flecha. Felmon não desperdiça a chance, e ataca o último dos três orcs tolos, matando-o. Demonstrando mais medo, o orc líder foge em direção a um buraco. Antes que o elfo tentasse também a fuga, Felmon lança sua adaga, acertando a cabeça do infeliz, tombando morto. Não tinha tempo para correr atrás do orc fujão, e parte a procura dos dois jovens. Andava mancando, pois sua perna estava danificada. Que falta fazia suas runas curativas naquele momento... Após andar alguns metros, Felmon escuta o barulho de uma batalha. Os dois jovens! Sandra retira outra runa de sua bolsa, e dispara um míssel mágico contra um orc, matando-o. Pedro estava sendo esmagado por um orc extremamente forte, com seus poderosos braços. Sem demora, Felmon decepa dos braços do orc forte, livrando Pedro. Como um ato de vingança, Pedro perfura o abdômen do orc sem braços, matando-o.
    - Vejam o que me causaram! Merda!
    - Você pediu para nós fugirmos! Teríamos ajudo-o na batalha.
    - Agora é tarde. Precisamos chegar logo em Ab'dendriel, pois logo logo este local estará repleto de orcs!
    Não demorou muito para as advertências de Felmon se realizarem. Desta vez, o barulho dos passos dos monstros eram bem maior. Gritos sedentos por sangue invadiam o ar. Pedro e Sandra ajudavam Felmon a correr. Aquilo atrasa a fuga. Algumas dezenas de metros após correrem, avistam as belas muralhas de Ab'dendriel. Os orcs estavam perto. Iriam alcançá-los...
    - Atirem!
    Um grito de comando retumba no ar. O tom de voz deixava claro que era de um elfo. Várias flechas cobrem o céu, vindas de Ab'dendriel, acertando os orcs que perseguiam os três aventureiros. Finalmente, entram a salvo na cidade. Não tardou para os elfos aproximarem-se dos três, e tratarem de seus ferimentos. Apesar de não conhecerem os dois jovens, conheciam muito bem quem eles acompanhavam. Um elfo com vestimentas vermelhas aproxima-se. Era Lonarth Darkmoon, o elfo arcano.
    - Vejo que está arrumando encrencas mais uma vez, Felmon Laytir.
    - Dessa vez a culpa não foi minha. Foi dessa garo... Esquece.
    - Peço desculpas, Felmon. Não foi minha intenção...
    - Esquece o que aconteceu! Estamos todos bens, isso que importa.
    - Se estiverem com fome, podem avisar. - Convidou Lonarth.
    Os três são bem tratados pelos elfos curandeiros, tendo suas feridas curadas. Felmon, enfim, consegue sua bolsa de runas curativas. Arh! As queridas pedrinhas azuis! Após o banquete, são acomodados na sala de convidados do castelo. Sandra e Pedro dormem. Felmon e Lonarth consersavam na torre mais alto do castelo, tendo em vista o belo céu estrelado. Lonarth tinha conhecido Felmon quando ainda era criança. Lonarth sempre cuidou bem até sua adolescência, onde enfim, seguiu o rumo de guerreiro. Eram grandes amigos. Talvez uma das únicas pessoas que Felmon conseguia conversar educadamente.
    - Preciso contar-lhe uma coisa, Felmon Layti.
    - Fale, irmão.
    - Percebi que ultimamente o governante do reino dos elfos tem andando muito preocupado. Nosso povo é conhecido por perceber qualquer mudança na máfica sutil da Terra, devido nosso grande contato com a natureza.
    - Sim, sei.
    - Deves ter percebido que a noite hoje parece não ter fim. Isso é provavelmente o que atormanete a mente de nosso governnate.
    - Há algum grande mal por trás disso?
    - Sim, um grande um mal. De acordo com as lendas escritas por meus antepassados, os deuses criaram seus filhos com um limite de poder. Derâm-lhe o poder da criação, mas também da destruição. Pórem, haveria de existir um Gênesis.
    - Gênesis?
    - Sim. Gênesis seria aquela pessoa que conseguiria ultrapassar os limites de um mortal, o que está proibido pelas leis divinas. Quando esse escolhido descobrisse seu real poder, teria poder de devastação tão grande, que ameaçaria todas as outras criaturas existentes. Então, apenas uma escolha teria os deuses. A destruição de toda sua criação. O primeiro passo marcante seria a noite eterna...
    - Hmmm, quer me dizer que este escolhido, Gênesis, sei lá o quê, já deve ter descoberto seu real poder?
    - Exatamente. Mas ele seria aprisionado em algum local onde seu poder não podesse aumentar, e então começaria o que chamamos "Sämior Sandih".
    - Flagelo dos Deuses?
    - Isso. Temo que esta hora tenha chegado. A noite está muito demorada...
    Um elfo aparece no local.
    - Senhor, os anões de Kazordoon chegaram. Estão a sua espera e da do governante.
    - Atashi.
    - Atashi.
    - Anões? - interroga Felmon - O que anões estão fazendo em uma cidade de elfos?
    - Haverá um conselho. Tememos que a "Sämior Sandih" esteja próxima, se não já esteja ocorrendo. Os governantes mais poderosos de cada raça foi convocado. Estás convidado.






    Obrigado pelos comentários anteriores. Esperem a continuação.

  8. #8
    Avatar de Derfel Emmel
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    Boa.

    Lendo as tuas histórias me parece que estou lendo capitulos de um livro.
    DERFEL EMMEL, Knight of Rubera

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    Meu RP : DERFEL, o amaldiçoado

  9. #9
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    uhuhu, tah mto boa essa história, você conseguiu me deixar ansioso pelo próximo capítulo, e eu me impressionei com sua habilidadde p/ escrever, e olha que eu não me impressiono facil( oq eh aquilo, uma smile!!! uau, me impressionei. to brincando ) e quando que vai ser lançada a pt. 3??
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  10. #10

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    Citação Postado originalmente por Derfel Emmel
    Boa.

    Lendo as tuas histórias me parece que estou lendo capitulos de um livro.
    concordo muito boa li a historia de Beldar, as aventuras do guerreiro renascido!
    e agora to tendo o a honra de ler esta muito boa cara vc escreve muito bem

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