Eu hein...
Que nomes xaropes de se pronunciar. Aonde você arranja tanta frescura?
Há alguns erros que o Dark apontou que eu concordo e outros que discordo.
Rapidamente, ele apanhou uma caneta e um bloquinho e anotou cada letra pronunciada pela aquela voz, que transparecia sério nervoso.
Aqui é necessário um "e" entre os dois adjetivos e também a mudança de "nervoso", para nervosa, de modo a ter concordância.
Levoux olhou para seu distintivo com o emblema da policia civil da França e pensou na sua vida. Nas vontades incontroláveis, nos dias que tentava esquecer tudo que já passara. E haviam sido muitos e muitos dias.
Tirando o erro em "da França, o resto está normal. O Sr. Psycho que está arranjando sarna pra se coçar.
Aquele homem de meia-idade de aparência mórbida, jamais passaria por um policial.
Concordo. Uma coisa que eu sempre tento evitar, é a repetição de "quês" e de's em um mesmo parágrafo.
Você deve sempre tentar evitá-los. Dê uma revisada, principalmente no maldito "que". Coloque no Word localizar essa palavra, e veja todos os parágrafos em que estes se repetem e tente modificá-los...
Eu dei muita risada nesse capítulo, principalmente pelo cara de nome "mais escroto que tem", o Sr. D...
Puta hipocrisia.
Mas a última parte foi bem interessante. Me deixou curioso. Apesar de ser óbvio que Gavou não vai morrer agora.
O prólogo não passou de uma apresentação de personagens. Apesar de eu saber da resenha da história (se é que eu posso chamar aquilo de resenha), ainda quero saber o porquê do nome "O homem e o sabre".
Obs: E provavelmente, semana que vem, consigo postar alguma coisa. Farei uma série de sátiras à igreja.
Hovelst