Vai fica foda, pq na tua c coloco q o pai do Titeri morreu... HUHUHUHU, mais o q eu pudeh faze q naum saia da tua historia eu vo faze, pode fica tranquilo
~EDIT~
pra não colocar post duplo, ta aki:
Este capitulo mostra a guerra em Kazzordoom vista pelos olhos de Londerm, O Elfo
Capitulo IX - A Segunda Batalha, A Segunda Armada, A Segunda Derrota
-E como me conhece?
-Eu sou o amigo de um amigo do seu pai.
-Explique-me melhor
-O seu éra amigo de confiança de um homem que não posso citar o nome. De alguma forma este homem ficou sabendo que você estava aqui, e por motivos pessoais não pode vir.
-E porque eu devo ter confiança no senhor?
-Pode confiar nele -Disse Alphonse - Ele não teve nada a ver com a guerra, isso eu lhe garanto. Até onde as noticias chegam você ainda lutou em kazzordoom, a favor dos alquimistas.
-É verdade, eu quase morri la. Acho que nesses momentos da vida, é necessario deixar a honra e o orgulho de lado, e tentar se salvar. Claro que eu lutei até o fim, quando a minha tropa ganhou a batalha na entrada, eu me separei, esperei alguns minutos até que encontrei uma tropa de anões, disse que era o unico sobrevivente, imediatamente eles me deram novas armas, e partiram ao ataque. A guerra foi dificil, eu não sabia o que fazer. Podia lutar ao lado dos anões e sair com vida, ou mata-los, e sair morto. Uma vez no exército eu ja não podia parar, eu saquei meu arco, e aquele pobre homem só teve o tempo de ouvir um zumbido antes da flecha atravessar o seu pescoço. Depois eu atirei outra no braço de um alquimista, ele perdeu as suas habilidades, e recebeu uma lamina pesada nas costas; o machado de um anão.
A guerra estava muito fácil, as pequenas tropas de alquimistas avançavam com vontade, mas eram destruidos pelos pesados machados dos anões, as grandes espadas dos humanos, ou os nossos leves arcos. As vezes apareciam algumas árvores, matando os defensores. Na terceira batalha com a tropa de anões, perdemos, o alquimista soltou o teto que se despedaçou caindo como um desmoronamento. Como queria matar poucos, eu estava sempre no fundo do exército, e fui um dos poucos sobreviventes. Por um pequeno buraco era possível ve-los rindo, eu peguei um pouco de óleo que tinha na mochila, usado para recarregar as lâmpadas, atirei-o nos homens e enseguida desferi uma flecha explosiva. Eles morreram.
Um dos anões usou uma runa de grande explosão, e abriu passagem. Avançamos. Neste momento eu aproveitei, saquei uma flecha e a atirei com precisão na cabeça de um dos seres.
-Eu sabia que não podiamos confiar nos elfos - Disse um deles, mas eu ainda não havia acabado, desferi uma flecha explosiva em outro, que tambem morreu. Eram poucos os que não morreram pelo desmoronamento, e como eu tinha a vantagem de atacar a distancia, eu fugia e atirava. Com suas pequenas pernas eles não iam muito rápido. Havia ganhado, peguei todas as runas deles, e abri uma passagem. Como estavamos acima do nível do mar, eu me deparei com um precipicio. Você deve saber que a cidade de Kazzordoom esta abaixo e acima do nível do mar. Eu estava bem acima, o precipicio descansava a minha frente, provavelmente contente pois ia engolir mais um. Eu não tinha escolha, se eu ficasse na montanha, teria de lutar em uma guerra da qual sou contra, resolvi então pular, eu pulei. Era uma queda macia, o vento batando nos olhos, o meu longo cabelo sendo lançado para trás. Eu poderia ter ficado e morrido na guerra, mas não queria matar mais ninguem, os alquimistas iam perder a batalha, mas não queria contrubuir. A apenas alguns metros do chão, parece que alguem me havia visto. É o que você está pensando, esse alguem era o seu pai, ele estava fugindo de seu exército, não queria lutar tambem. Tinha alguns conhecimentos da alquimia, e os utilizou, criou uma vasta floresta para amortecer a minha queda, não foi o suficiente, as árvores ajudaram um pouco, ajudaram a me manter com vida, eu não sentia quase nada, meu braço quebrado, eu não me importava, as flechas da minha aljava que haviam atravessado a minha armadura e ferido as minhas costas, não sentia nada. Eu estava um pouco louco. O mesmo homem que havia transmutado aquela floresta, usou muitas runas de cura em mim, em seguida me segurou em seus braços e me levou a minha cidade. Passamos por um outro caminho ao leste, encontramos um dragão, mas não foi páreo para ele, em seguida chegamo em Abdendriel, e eu fui curado.Depois disso volei a minha vida normal, seu pai escondeu tudo o que sabia, sobre alquimistas, e graças aos mais sábios ele sofreu de amnésia, mas é reversivel, basta ele querer, ele sabe que sofreu de amnésia, que foi um alquimista, mas apenas isso, ele não se lembra de mim, apenas do meu amigo, que lhe rende visitas anualmente.
-Eu odeio essa guerra, tenho vontade de destruir todos os que nela participaram.
-Calma, você não vai conseguir sozinho. Mas antes de pensar em seu futuro, vamos pensar no presente, vamos ao continente, vou lhe levar a minha cidade, onde vai aprender as técnicas de mago, se quiser pode pesquisar um pouco sobre alquimistas, mas mantenha discreção. -E assim partiram, a ultima visão das ilhas de treinamento era Alphonse balançando o braço.
-Sabe Titeri - Disse Londerm - Eu sempre rendia visitas a Alphonse, e eu nunca vi essa expressão em seu rosto, ele estava feliz, feliz em poder treinar mais um. Talvez ele não tenha lhe contado, mas quando utilizou o deslocamento em massa, foi obrigado a matar todos os aprendizes, todas as crianças, ele não queria, mas era necessario.
E continuaram navegando calados, mas muita coisa se passava na mente dos dois, uma dupla que poderia ter feito muito sucesso nos tempos de guerra: Titeri, o alquimista discreto, e Londerm, o elfo. Mas estes não eram tempos de guerra, eram tempos de paz, e ninguem estava marchando rapido para ajudar a outra tropa a alguns dias de viagem. A paz dominava o Tibia, tão quanto os estudos dominariam Titeri