Bah...

Eu acho que você está se embasando demais em Bernard Cornwell...

Não sei porque, eu sempre enxergo o estilo narrativo dele. Paredes de escudos, e um trecho em específico me lembraram demais o dito cujo.

Na parede, cada homem põe seu escudo de forma que proteja seu companheiro da esquerda, assim, cada homem dependia do companheiro a direita para viver. Os soldados de trás empurravam os da frente e desferiam golpes por cima dos ombros, além de protegerem com os escudos os soldados da frente. A camaradagem se elevava ao máximo, antes da batalha. Homens faziam pactos de irmandade, afiavam as armas febrilmente ou rezavam.
Isso me lembrou muito coisas escritas nas Crônicas de Artur.

Mas não vou ficar batendo muito na mesma tecla. A única coisa que vou falar é: Não imite ele, ou os méritos por uma grande história não serão todos seus. Você está se baseando demais, tanto no estilo de narrador em primeira pessoa e características presentes nos livros de Bernard Cornwell.

De uma forma geral, o capítulo está bom, e se mostra a uma grande distância de Tibia.

Hovelst