Olá. Me interessei nas suas críticas em algumas histórias, e como essa sessão está quase morrendo, fiz o esforço de vir aqui e ler uma história de Tíbia, que sinceramente , eu odeio. Me surpreendi; ficou muito melhor do que eu esperava, então irei me internar.
Cuidado. Eu comecei este parágrafo e já estava louco pra terminá-lo; você meteu em um parágrafo minúsculo inúmeras informações e cidades, mas de um modo desorganizado. Eu me esqueci, logo após passar deste parágrafo, de cada cidade. Tente deixar mais espaço entre a descrição de uma cidade e outra, e os nomes confundem por estarem embaralhados e realmente serem confusos.
Menos importante que Rookgaard, cidade Idral, ficava nas margens da Baia de Pelkos, que se abre para o oceano à leste. E, as margens do imenso rio Baranduin, que corta a ilha ao meio, ficava a vila pescadora Rickdill. Na fronteira com as terras desconhecidas, ao norte, Rubliem era mais um velho acampamento militar do que propriamente dito uma cidade. Thais tinha parado sua colonização ali, pois as terras bravias de além não eram exploradas. O antigo posto de vigia tinha crescido e, ao redor, comerciantes, famílias dos soldados e fazendeiros buscando terras tinham se assentado.
Curioso o uso do ' tosco '. A descrições ficaram bem boas, e eu imaginei claramente esta cena.Tinha como arma um machado, que hoje em dia acho tosco, mas na época, era para mim a melhor arma do mundo. O cabo era de mogno e a lâmina de ferro. Eu tinha feito ranhuras no cabo, para me proteger e me dar sorte na batalha. Como era ingênuo! Minha armadura consistia em um colete de couro bastante remendado e um pedaço de madeira redondo que eu chamava de escudo.
Então, foi isso. Continue escrevendo, lerei. Lerei com mais vontade se você se desprender de todo os elementos de tíbia, mas isso seria pedir demais :triste:
Ah, e sobre os comentários; realmente, a seção está quase morta, então nem adianta esperar por eles em abundância, ainda menos se forem capítulos longos.







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