Ah! Foi um baita clichê o mensageiro morrer logo depois de entregar o recado.
O fato do texto inteiro ser o relato de um reles soldado (pelo menos na época retratada no primeiro capítulo) poderia tornar tudo bastante vago e desinteressante, mas você conduziu muito bem e prendeu minha atenção.
Mas nem tudo são flores... Mais uma vez, a falta de "coerência tibiana" incomodou bastante. Essa inconsistência de informações torna o texto desagradavelmente imprevisível. Idral, Rublien, Vale da Névoa? Eu, como jogador (aposentado) de Tibia e essencialmente rooker, fiquei bastante desanimado com esse aspecto.
A "parede de escudos" tem estilo, apesar de ter ficado bastante conhecida - e comentada - depois de 300. Entretanto, essa tática não combina em nada com o ambiente do Tibia. Seria muito mais - trabalhoso e - interessante analisar táticas utilizadas no próprio jogo e tentar passar essas informações para o papel, criando uma versão literária do que costuma acontecer nas indefectíveis arapucas tibianas.
Eu adoro quando um roleplay acaba remetendo aos meus áureos tempos de jogatina. Mas nesse caso, se não fossem as palavras "Rookgaard" e "Banor", provavelmente nem lembraria que essa história é (teoricamente) tibiana. Seu roleplay é legal e tudo mais, mas isso - nem de longe - é Tibia.
Publicidade:
Jogue Tibia sem mensalidades!
Taleon Online - Otserv apoiado pelo TibiaBR.
https://taleon.online







Curtir: 





Responder com Citação