Hail! =]
O que me parece que será revelado ao longo da história é extremamente previsível.
:eek:?
O passado da personagem, que envolve uma família desconhecida.
hmmm, errado! =]
Um amor descoberto - à primeira vista? -
Talvez...
onde ele tentará conquistá-la a todo custo...
nem a pau :p
Bom... Lá vai cap. 1
Capítulo 1
Enquanto os raios do sol, vindos da janela lateral começavam a iluminar o quarto, as sombras pareciam lutar pelos seus últimos minutos de existência. Em uma dança que comoveria o mais atento dos olhos, as sombras estavam sendo tomadas pelos raios de luz, tornado-se, nada.
Sem nem imaginar, o estranho e belo fenômeno que acontecia em seu quarto, Alex abria os olhos, despertando de seu “não novo sonho”.
- Por que eu nunca sonho com algo diferente? – Indagava a si mesmo, sem saber porquê sonhava com aquilo todas as noites.
- Bah! Quem importa? Um novo dia começou. Quem sabe eu não mudo minha vida de uma vez?
Lenvantou-se da cama, com um andar um pouco sonolento, mas um sorriso no rosto. Pretendia comprar alguma fazenda na região, ou morar naquela vila mesmo, quem sabe? O que importava para ele era ter uma pacata e feliz vida com a mulher que amava.
Mergulhara a cabeça na pia, cheia de água. Seu ritual para despertar a cada manhã. Vestiu-se, com sua roupa costumeira, uma camisa e calças brancas, suas botas, e a jaqueta azul. Se é que aquilo pode ser chamado de jaqueta, era mais um tipo de armadura recheada de couro, usada por guerreiros comuns, e também era comum, que cidadãos usassem aqueles tipos de roupa.
Passara pela espada “bastarda”, presente de seu avô, pensou em pega-la, mas, pra quê? Enquanto colocava a bandana, ajeitava os cabelos castanhos que teimavam em ficar entre a bandana e a testa.
Os olhos azuis passaram sobre a mesa, com um cesto de frutas, mas ele não pensou em comer. Quando abriu a porta, havia um garotinho, dormindo encostado a ela.
- Psiu! Pequeno Brian! – falou Alex tentando acordar o garoto.
-Hãn? – Coçando os olhos, e vendo quem o acordava, o garoto pareceu acordar de um pulo. – Senhor Alex! Eu...
- Já disse para não chamar-me de “senhor”. – Interrompeu Alex.
- Desculpe senhor! Err... Quer dizer, Alex!
Com um sorriso gentil no rosto, Alex perguntou ao garoto: - O que te traz aqui tão cedo? Deveria estar dormindo não?
- É que meu vô pediu pra avisar que ele quer falar com você! É urgente.
- O que será que o senhor Yuto quer falar comigo? Ele não te disse?
- Não... – respondeu o garoto um pouco antes de soltar um enorme bocejo.
- Hmm. Tudo bem. Pode ir para casa. Durma um pouco. – falou Alex, ainda sem tirar o sorriso gentil da face.
- Ok! – Falou o garoto antes de sair correndo em direção à pequena casa ao norte da vila.
Alex espreguiçou seu corpo, não tão magro, antes de começar sua caminhada em direção à pequena “montanha” em que o Yuto costumava meditar. Caminhando pela estrada de terra batida da vila, Alex encontrou um cão que corria desesperadamente de uma garotinha. - Talvez a pequena Elisa queira dar banho em seu cachorro, a essa hora da manhã, novamente. – Pensou. Sendo mais solidário com o animal do que com a garota, Alex deixou com que o cão passasse por ele, sem segura-lo, como fizera uma semana atrás.
Enquanto a pequena corria atrás de seu cachorro, Alex começava a subir o pequeno monte, onde estaria o senhor Yuto. Ele ignorava porque os outros residentes da vila chamavam aquela estranha formação de terra de monte. Mas não desrespeitava a opinião deles. Aquilo para ele, era mais como um monte de terra que fora sobreposta propositalmente, mas não ocorreu de forma humana. De um jeito ou de outro, era melhor deixar pra lá.
Quando abrira a boca para falar com o mestre Yuto, foi interrompido.
- Sente-se, meu jovem! E aprecie um pouco desta bela paisagem!- Convidava o velho Yuto, batendo a palma de sua mão, no chão a seu lado, como indicando o lugar de Alex sentar-se.
O velho Yuto aparentava um corpo saudável, apesar dos muitos anos de idade, sua túnica verde, estava impecável, como sempre, sua barba e bigode eram de uma perfeição incrível, parecia mais um jovem do que um velho sentado àquela maneira, a sua postura era ereta, e seu olhar fixo, nas nuvens que se moviam lentamente, enquanto os raios da luz do sol se levantavam cada vez mais no horizonte.
- Alex, o que tenho para te contar, é algo muito sério. – o tom de sua voz, demonstrava um pouco de medo, mas também, a segurança de que estava fazendo o correto.
- Senta, e escuta com atenção. – o tom da voz do velho mudara, agora era um tom determinado, e forte o suficiente, para que Alex sentasse, e ouvisse cada palavra, como se fosse a última coisa que ouviria daquela boca.
- Eu escondi isso, por muito tempo. Deveria ter contado isso, no instante em que você chegou a esta vila. Sendo neto de quem és...
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Sayonara!
EDIT: depois de ler o capítulo melhor, eu percebi que ele ficou estranho...Faltou descrição de minha parte. Mas não vou muda-lo.
Espero que não faça mal.
Arigatô...
Edit 2: Vi o o comentário do melg~ agora
Bom, realmente eu dei o meu olhar "crítico" ao prólogo, mas não achei, nada que soasse "errado" do que eu queria. Eu realmente nem pensei na existência do clichê da beleza. mas... Tá aí, isso não vai mudar a hístória, ainda não descrevi bem os personagens... (tambem não consegui descrevê-los neste capítulo. E até bateu vergonha depois que eu o postei... Mas, não vou mudá-lo. Tentarei fazer o proximo capítulo mais atraente...)<promise>
acho q não tenho nada mais pra falar. Tou indo terminar uma metrificação poética, que eu já devia ter feito e tô errolando. :p
mais uma vez, grato.