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Tópico: O Filho do Diabo

  1. #1
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    Padrão O Filho do Diabo

    Aos leitores


    Após escrever histórias baseadas apenas no jogo “Tíbia”, eu parto para um “novo mundo”. Quanto à antiga história, “Tibianus” eu tenho um enredo, mas não gosto dele, e por enquanto, digo que está abandonado, aliás, há muito tempo. Esse projeto, que é Vallîbor, veio agora no meio das férias, mas escrevi muito aos poucos, devido à vários fatores, como filmes, animes, livros e ao fato do computador estar conectado à televisão.
    Nessa última semana, escrevi e escrevi e, na minha opinião, eu gostei.
    Agora, vamos ao assunto principal, o verdadeiro motivo de desperdiçar a atenção de vocês aqui.
    A história, que não se trata mais sobre “Tíbia”, passa-se na idade média. Poderia ter muito bem escolhido a época medieval de “nosso mundo” para passar a história, onde ela pode se encaixar, mas preferi um “mundo” aleatório, que não vem a ser de muita importância, mas posso afirmar que darei nomes para cidades e os povos terão culturas, com deuses a cultuar e várias crenças, muitas vezes baseadas na idade medieval de nossos povos.
    Mas escolho esse ambiente também porque tenho planos ambiciosos para essa história, que um dia gostaria de fazer virar livro, onde estará muito bem elaborado. Tenho uma idéia de quem será o personagem principal para quando fizer o livro, e vem a ser por dois motivos que não trago ele aqui. Por ainda ter muito a pesquisar sobre ele para encaixá-lo, e também por motivos de roubarem minha idéia.
    E prometo, que não desistirei desse projeto, pois tenho o enredo formado e posso dizer que gosto dele, ao menos que algo não dê certo em minha vida pessoal.

    Grato pela atenção,
    Hovelst

    Desejo uma boa leitura a todos e peço comentários.

    O Filho do Diabo


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    Última edição por Hovelst; 05-06-2008 às 18:50.

  2. #2
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    Prólogo

    ... Não brinque com os deuses, meu jovem...

    O alto Sol se escondia atrás das nuvens, nos campos, o capim surgia alto, e o vento uivava, derramando as gotas de chuvas que pendiam das folhas. O pio de uma coruja se misturava ao barulho da água batendo longe nas pedras. Nas macieiras, uma menina atacava paus e pedras nos pássaros que bicavam os frutos, espantando-os por um breve momento.

    – Vivien! – o grito ecoou no vale. – Venha pra casa!

    A menina se virou e olhou na direção de uma cabana de madeira com teto de palha, onde na porta, uma mulher de cabelos ruivos a chamava. A garota lembrava a mãe, com cabelos ruivos e um sorriso doce. Ela aproximou-se da filha e a abraçou carinhosamente, deixando-a beijar sua barriga inchada. Em algumas luas, uma estrela cairia do céu para viver sob a forma de um ser frágil e emotivo.

    Vivien se agachou, pegou um galho e começou a desenhar na terra quando uma carroça apontou na estrada. A garota se levantou, olhou atentamente para o veículo ao longe e correu loucamente pelo campo, gritando.

    A carroça puxada por um burro parou na frente da casa e a menina que havia subido, gritou afobada para a mãe:
    – Mamãe! – ela levantou os braços e mostrou um pequeno cão acinzentado que abanava o rabo. – Olha o que o papai me deu.

    Ela desceu da carroça e colocou com cuidado o cachorro no chão e desabou no chão, ficando a observá-lo enquanto ele cheirava tudo à volta. O cocheiro tirou as rédeas do burro para deixá-lo pastar e abraçou sua mulher. Ela ficou nas pontas dos pés e o beijou demoradamente. Ele libertou-se dos desejados lábios dela e voltou-se aos afazeres. Descarregou um saco de aveia, uma cesta de maçãs que começavam a apodrecer – que provavelmente não conseguiu vender ou trocar, que seriam usadas para fazer iscas –, uma velha roca e uma enxada enferrujada.

    O homem roçou sua barba com os dedos, encostando em uma antiga cicatriz que marcava seu rosto e disse desinteressado:
    – Arranjei com a velha parteira do lugar o seu parto. Ela disse que o parto deve acontecer na Lua crescente, o que será um bom presságio. Mas isso só ocorrerá daqui há algumas Luas, então, prepare logo a janta, pois estou faminto.

    Ela o ouviu atentamente, mas não disse nada por um tempo, mas ficou apenas olhando para sua filha que acariciava o cachorro. Por fim, balbuciou um obrigado e entrou. O homem sorriu e percebeu que sua filha o puxava.

    – Papai – ela olhava para ele, curiosa – Mamãe me disse que um dia, antes de vocês se amarem, você era um cavaleiro. – ela fez uma careta. – Mas acho que ela só falou pra me impressionar.

    Ele a pegou no colo e deu um beijo em seu rosto, ignorando a fala da filha. Ela estava crescendo, já tinha sete verões de idade e cada vez mais se parecia com a mãe com os belos cabelos ruivos e o sorriso ingênuo.

    – Pai?

    Ele a colocou no chão e sentou-se numa pedra.

    – Um dia, há muito tempo atrás e em uma terra muito distante, uma vez, fui chamado para ir à guerra, carregando apenas uma foice.

    – Então eu não sou uma lady? – perguntou Vivien desapontada.

    – Quem te disse que não pode ser uma lady?– retrucou ele sorridente. – Você é uma lady. A minha lady.

    Lady Vivien? – a garota se virou para a porta da casa de onde a mãe os olhava. – A comida a espera no salão.

    O homem ficou a observar a filha se levantar, agarrar a bainha do vestido esfarrapado e atravessar a porta, com uma pose que imitava as mulheres da corte. Seus olhos se voltaram para o céu, perdendo-se na imensidão azul.

    Há quanto tempo não lembrava que já fora à guerra, lutar por seu rei? Que vira centenas de homens morrerem e que matara ali homens levando lanças e espadas com uma simples foice?

    Um grito veio de dentro da casa. A menina apareceu na porta, com as lágrimas dançando no seu rosto e gritou em meio aos espasmos. Ele levantou-se e caminhou até a menina, agachou-se e amparou a filha.

    – Fale com mais calma, ou não entendo.

    – A mamãe caiu no chão e tá saindo um líquido dela. – falou ela.

    Ele caminhou até a mulher, segurou sua mão e a deixou apertar enquanto gritava. Sua saia estava encharcada, seu rosto sofria e os gritos assustavam a criança. Xingou, entendo finalmente o que acontecia com a esposa, estava parindo.

    O homem saiu correndo com a mulher nos braços quando parou e gritou para a filha:
    – Pegue uma cesta e encha-a de maçãs e sente-se na carroça.

    Ele colocou a mulher sobre a carroça, puxou o burro, e colocou os arreios no animal. A menina sentou-se no chão da carroça e olhou brevemente para a mãe e depois perguntou:
    – Para que essas maçãs?

    Ele se virou e escolheu uma fruta meio verde. Deu uma mordida e respondeu:
    – Para jogar fora é que não são.

    ***

    A viagem à aldeia se prolongou até o crepúsculo. As tochas que estavam presas em suportes de ferro nas paredes, começavam a serem acesas, iluminando as ruas movimentadas. Uma mulher encapuzada saiu do bar acompanhada por um homem que tentava desamarrar a corda que lhe servia de cinto, caminhando para a escuridão, enquanto crianças corriam pela rua, as estalagens eram fechadas e os lavradores voltavam.

    No portão da cidade, dois homens seguravam garfos enferrujados ao invés de lanças.O burro continuou a andar e os guardas olharam por cima do veículo, vendo a mulher de pernas abertas e bufando. A carroça seguiu até o fim das casas e virou por uma estrada de chão batido até chegar em uma velha cabana de pedras – mal colocadas – com o teto revestido com palha de centeio. O homem desceu e bateu na porta. Ele pensou ter ouvido uma voz rouca e áspera xingar. Uma mulher baixa abriu a porta segurando um toco de vela na mão, enquanto se apoiava numa bengala. Seu cabelo era grisalho, seu rosto era enrugado e seus olhos estavam cansados.

    – O que o traz aqui, meu jovem? – perguntou ela de mau humor. O homem se perturbou com a visão daquela boca sem dentes. – Se tiver me acordado à toa, jovem, minha bengala fará minha justiça. – rosnou ela, mostrando uma bengala.

    – Meu filho está nascendo.

    – Seu filho nascerá nesta lua? – perguntou ela, olhando como se estivesse com pena dele.

    – E por que ele não poderia nascer? – falou o jovem espantado.

    – A lua é minguante. Não é um bom presságio. – resmungou a velha apontando para o céu. – Além do mais, Kohra está irado hoje.

    Um clarão iluminou o céu.

    – Não acredito em presságios. – rosnou o homem, parecendo seguro, mas seu o olhar denunciava que era o contrário.

    – Não brinque com os deuses, meu jovem. – preveniu a mulher, dando um sorriso malicioso. – A ira dos deuses pode fazer com que a criança nasça aleijada ou mesmo morta.

    – Talvez – grunhiu o homem, desamarrando um saco do cinto. – Mas prefiro pagar para ter certeza.

    Deu-o para a anciã que o abriu e olhou as moedas de bronze, sentiu o peso e assentiu com a cabeça, dando um sorriso amarelo. Mal sabia ela que havia apenas um minguado de moedas por cima, enquanto embaixo pedrinhas formavam aquele formidável pagamento.

    A velha pediu para o homem colocar sua esposa sobre palha. Ele percebeu que aquele lugar era infestado de pulgas e piolhos e aquilo seria péssimo para o recém-nascido, mas não reclamou, era a única que poderia encontrar no vale. A parteira se afastou e voltou após algum tempo com uma toalha nos ombros e carregando uma bacia cheia d’água que colocou no chão. Molhou a toalha e colocou sobre a testa da mulher.

    – Agora, deixe a pequenina aqui – disse ela, apontando para a menina. – e saia daqui.

    – Para que precisa de minha filha? – perguntou o homem, perplexo pela parteira ter necessidade da sua filha.

    A mulher não respondeu. Empurrara-o com a bengala e fechara a porta bruscamente. Pensou no que há sete verões a mulher lhe dissera quando voltavam para o vale.

    – Nenhum homem jamais pode participar de um parto. Uma fogueira é acesa para esquentar a grávida, mas principalmente, para que a fumaça produzida, afugente os demônios. Algumas ervas também são jogadas na fogueira para purificar o ambiente. Ainda há outras coisas, mas que não observei...”.

    Ele foi até a carroça e sentou-se. Trouxe a cesta para o seu lado e agarrou uma maçã. Deu uma mordida e esperou.

    Esperou até ouvir o chorar de um bebê. A porta se abriu e sua filha apontava para o céu, mostrando aos deuses, uma pequena criança ensangüentada. O céu se iluminou e os deuses fizeram-se ouvidos.

    E a chuva caiu.
    Última edição por Hovelst; 11-02-2008 às 16:55.

  3. #3
    Avatar de Emanoel
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    Eu achei bom. É uma pena saber que o seu tópico está destinado a ter poucas mensagens, devido ao comprimento dos capítulos e a densidade da história.

    Um prólogo sempre deixa os leitores ansiosos. E nunca temos muito o que falar... Posso dizer que gostei do modo como você escreveu e que o texto fluiu bem.

    Algumas pequenas coisas me desagradaram, como "sete verões de idade". Acho meio desnecessário, e até clichê, apelar para esse "estilo". Por algum motivo, me lembra Tolkien e todas as passagens que eu gostaria de cortar dos seus livros. Não sei explicar direito o porque de me incomodar com essas "substituições" por termos incomuns. Eu até gosto de sinónimos que geralmente não são usados, mas não curto esses que, de alguma maneira, me lembram as histórias antigas sobre um mundo medieval fantasioso. Desculpe a dificuldade em me expressar.

    Não pude deixar de lembrar do anime Death Note, devido ao enfoque nas maçãs e o papo sobre os deuses. Se você já assistiu ou ouviu falar, provavelmente vai entender.

    E também achei meio estranho o homem se preocupar com comida, sendo que a sua mulher estava sangrando e precisando urgentemente de ajuda. Mesmo sabendo que eles iriam encarar uma longa viagem, ainda me pareceu impróprio pensar nisso.

    Entretanto, nada que tire o brilho da história.

    Postei para prestigiar mesmo. Vê se não desiste, precisamos de alguns bons tópicos ativos, para aumentar o nível dessa seção.
    Última edição por Emanoel; 06-02-2008 às 00:51.

  4. #4
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    Hovelst! Essa sessão estava precisando de mais histórias boas assim.
    Meu queixo caiu no texto introdutório antes da história, principalmente porque você descreveu uma coisa que eu mesmo ia descrever em outra história ( não postada aqui )
    Achei um pouco estranho o uso de tacava e paus, palavras comuns mas pouco usadas em histórias, talvez a segunda com relação a malícia :icon058:
    Gostei muito. Também achei a palavra veículo desapropriada. Não que uma carroça não seja um veículo, mas qual a primeira coisa que te vem a cabeça com a palavra veículo? Um carro, normalmente.
    Estou lendo. Previsão para o próximo capítulo?

  5. #5
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    Li e não decidi se gostei ou não.

    A historia e a escrita estão boas, não tenho nada para criticar.

    Não sei se gostei da historia, com os próximos capítulos eu vou realmente saber se gostei.

    Mas a história está boa, mantenha o padrão nos próximos capítulos e continue com a história.




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  6. #6
    Avatar de Pernalonga
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    Eu sei e você sabe que pode escrever melhor em relação a gramática, né? Não vou revisar e mostrar os erros porque você faz isso muito bem, mas tem repetições de palavras desnecessárias e algumas pontuações que quebram o ritmo da leitura... Nada assustador, coisas que eu sei que você corrige numa boa
    Sobre o texto: está bom sim, gostei... Mas eu odeio pegar história no fórum no começo, eu fico super curioso para saber sobre o que é o enredo e não tem o que ler >.<...

    Uma coisa que eu tenho que falar, quando a bolsa de uma mulher estoura, eu não tenho certeza, mas não é sangue que sai; geralmente, quando sai sangue, é quando a mulher está para abortar o filho, pelo menos foi o que eu imaginei na hora que você descreveu a mulher suja de sangue.

    PS: Vou te parabenizar pela iniciativa, a seção ta morrendo e você, pelo menos você , ta agindo pra ela meio que sobreviver... Não prometo nada, mas pretendo trazer uma nova história também, com parceria do Wk~... Vamo ver se a seção continua viva...
    E vê se não desanima

  7. #7
    Banido Avatar de Hovelst
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    Agradeço a todos que postaram aqui. Comentários são muito importantes para manter um escritor motivado a continuar. E gostaria de mais deles. Vou tentar avançar no capítulo nesse fim de semana, que semana que vem começam a ter simulados e vai ficar difícil escrever, mas sempre que arranjar horas extras ou terminar o estudo antes do tempo, eu escrevo, e tentarei, na medida do possível ficar ativo na seção.

    Citação Postado originalmente por EleMenTals
    Previsão para o próximo capítulo?
    Não faço previsões, devido ao fato da questão "tempo" e pelo fato de sempre atrasar o capítulo.

    Agora, vamos comentar os comentários das pessoas.

    Citação Postado originalmente por Emanoel
    Eu achei bom. É uma pena saber que o seu tópico está destinado a ter poucas mensagens, devido ao comprimento dos capítulos e a densidade da história.
    E também, devido à mentalidade brasileira, que poderia gostar de ler.
    Na realidade, sem as brincadeiras, devido ao fato da seção estar morrendo.

    Citação Postado originalmente por Emanoel
    Algumas pequenas coisas me desagradaram, como "sete verões de idade". Acho meio desnecessário, e até clichê, apelar para esse "estilo". Por algum motivo, me lembra Tolkien e todas as passagens que eu gostaria de cortar dos seus livros.
    Discordo muito disso, principalmente de você citar Tolkien.
    Na realidade, ele expressa termos de idade, como "anos" mesmo. Então, não poderia ser clichê, pelo menos do Tolkien.
    Alguns poucos escritores apelam para esse modo, então, não podem me acusar de clichê, não sei explicar que tipo de tal, mas tentando me expressar, daqueles que você simplesmente pega uma coisa de um livro e joga semelhante no roleplay. É tipo o clichê, por que diabos duendes tem orelha pontudas?
    Simples, surgiu um mito de que era assim.

    E quando não existia a palavra anos? Porque essa palavra foi introduzida com o Império Romano, e aqui, existe algo parecido e pretendo introduzir algum novo vocábulo por causa da influência desse povo quando chegar nessa altura da história.
    Eles se expressavam desse modo, "verões de idade", por não terem outra palavra. Por não haver um calendário, que seguisse anos. São vários motivos que posso usar, pelo fato, de ser um mundo aleatório.
    Tudo isso, para explicar que, deixarei do jeito que está.

    Citação Postado originalmente por Emanoel
    Não pude deixar de lembrar do anime Death Note, devido ao enfoque nas maçãs e o papo sobre os deuses.
    Já assiti. Na realidade, o enfoque nos deuses é necessário, devido aos povos antigos se ligarem em deuses.
    Já nas maçãs, acho que não consegui deixar explícito que ele estava faminto, mas não há nenhum enfoque nisso. Mesmo a mulher "dando a luz", ele estava com fome. A viagem seria longa e ele ficaria com fome? Ele poderia desmair.

    Citação Postado originalmente por EleMenTals
    Um carro, normalmente.
    Prefiro veículo devido às pessoas poderem associar a carroça com um "carro". E veículo, dá para mim, a sensação de manter a forma culta do texto.

    Citação Postado originalmente por Pernalonga
    eu não tenho certeza, mas não é sangue que sai;
    Sempre pensei que fosse sangue.
    Vou modificar essa parte.

    Nada assustador, coisas que eu sei que você corrige numa boa
    Eu postei uma versão cheia de errinhos e logo mais vou editar com uma "versão" mais revisada, onde corrigi vários erros, de repetição, pontuação,etc.

    E desta vez, enquanto existir pessoas lendo e comentando, vou continuar, pois estou muito animado com o enredo.
    Comentem, por favor.

    Hovelst
    Desculpem pelo texto...
    Última edição por Hovelst; 08-02-2008 às 15:41.

  8. #8
    Avatar de Rodrigo Klaus
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    Começo de roleplay legal, à despeito de um ou outro errinho ortográfico.

    Acho que faltou mais descrição, tanto das pessoas quanto do ambiente, além de profundidade psicológica - quais eram os sentimentos do pai em cada momento?

    No aguardo do resto...
    Created: Jun 27 2004, 16:44:08 CEST

  9. #9
    Banido Avatar de Hovelst
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    Citação Postado originalmente por Rodrigo Klaus
    Começo de roleplay legal, à despeito de um ou outro errinho ortográfico.

    Acho que faltou mais descrição, tanto das pessoas quanto do ambiente, além de profundidade psicológica - quais eram os sentimentos do pai em cada momento?
    A falta de descrição dos personagens foi proposital, por eu desejar que não haja muita, mas quanto ao ambiente, discordo e acho que foi descrito o necessário.


    A edição revisada foi postada no lugar do capítulo. Pode ser que haja ainda alguns erros que posso não ter visto, então, se puderem me apontar, ficarei grato.

    E quanto ao próximo capítulo, já escrevi uma parte dele, mas ainda vai demorar no mínimo umas duas semanas para postá-lo novamente.

    Hovelst

  10. #10

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    Ah, agora sim... Uma história tua que não é de Tibia, que eu vou poder ter gosto de ler. Hehe.

    Bem, o texto está bem feito. Faltou descrição do ambiente sim. Não lembro de ter imaginado nada além dos piolhos, da sala onde ocorreu o parto e dos objetos que estavam com as pessoas, como garfos enferrujados, a bolsa com o dinheiro, a maçã verde. Mas e o resto? Árvores? Casas, céu, burro, carroça?
    Tu colocou um punhado de "descrição introdutória" no começinho do prólogo e depois ignorou boa parte do resto.

    Um trecho que eu gostei:
    "Ele se virou e escolheu uma fruta meio verde. Deu uma mordida e respondeu:
    – Para jogar fora é que não são."
    Nessa parte (e em várias outras, devo dizer), o personagem ficou bem realista. O lance das maçãs foi bom pra história, deu um toque sutil, mas útil. Afinal, pessoas precisam comer, e é raro ver nas histórias daqui do fórum um escritor que se preocupe com esse tipo de detalhe... Parece tão óbvio o fato das pessoas terem necessidades naturais, que geralmente isso fica em segundo plano. (É só ler as obras do Tolkien pra ver como os textos que a gente costuma escrever ficam incompletos nesse sentido.)
    Histórias em que personagens saem em viagens sem levar comida e mantimentos, por exemplo, são comuns por aqui. E isso é um erro banal que pode ser facilmente evitado.

    Quanto ao que o Emanoel disse sobre Death note, não li nem assisti a série, então não vou dizer nada sobre o assunto.

    Um ponto bom: O capítulo era extenso, mas eu nem percebi. Só depois que li tudo é que me dei conta do fato. Isso é um bom sinal.



    Próximo Capítulo?


    A.E. Melgraon I

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