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Tópico: Calendário Mortal

  1. #1
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    Calendário Mortal

    Capítulo 1

    O professor de historia Thomas Gibbins sentiu a faca penetrando em sua barriga, depois sentiu o sangue quente escorrendo.

    O assassino fixou seu olhar no ferimento do homem a sua frente, aproveitando cada segundo do sofrimento da vitima. Depois abriu a camisa da vitima e com movimentos de médico escreveu uma frase no peito do professor, Thomas sentiu um queimar no peito e perdeu a consciência.

    -Não queria que fosse tão rápido – a voz fria do assassino ecoou pelo quarto – Devia ter aproveitado mais.

    E como quem não tivesse feito nada ele foi embora.

    ***
    Dan acordou no meio da noite com o toque do telefone, abriu seus olhos devagar, irritado com o telefone, antes de atender olhou a hora no relógio de cabeceira, grandes números verdes marcavam duas e dezessete da manhã. Ainda cansado ele atendeu ao telefone.

    - Alo? – Sua voz cansada parecia ecoar na linha.

    - Senhor Vorhees?

    Não eram muitos que chamavam Dan pelo sobrenome, a ultima vez que alguém o chamou assim foi seu professor de historia.

    - Senhor Vorhees gostaria de sua ajuda em particular – a voz retornou a falar sem ouvir a resposta de Dan.

    - Que tipo de ajuda?

    - Bem creio que o senhor tenha que vir aqui para entender a situação.

    - Antes de qualquer coisa, quem é você?

    Mas a outra pessoa já havia desligado. Dan pensou que era algum tipo de trote de algum colega de faculdade e voltou para a cama, fechou os olhos e tentou esquecer a ligação.
    Depois de alguns minutos Dan acordou com algum toque que ele nem conhecia, olhou de novo o relógio que agora marcava duas e quarenta e oito da manhã. Novamente o toque. ‘’De onde vem esse maldito toque?’’ Dan se levantou e consultou seu celular, o toque veio pela terceira vez. Cozinha! Dan correu até a cozinha e atendeu o interfone, a única coisa que ele ainda não havia checado. Mal ele colocou o interfone no ouvido ouviu a voz do porteiro.

    - Senhor Dan, tem um motorista aqui.

    Dan pensou um minuto e respondeu:

    - Já estou indo.

    Dan voltou para o quarto vestiu uma calça jeans que achou jogada no chão, colocou uma camisa pegou suas coisas e saiu sem saber o que o esperava.

    -Boa noite senhor.

    Dan olhou para o motorista a sua frente, vestido como motorista de filmes a frente de uma Mercedes antiga. Com um aceno de cabeça para o motorista ele entrou no carro e desejou dormir no banco de trás daquele carro. O motorista entrou e sem dizer nada começou a dirigir, ai que Dan percebeu que não sabia onde estava indo, mas estava cansado demais para perguntar no momento.

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    Última edição por Konata; 15-01-2008 às 09:15.

  2. #2
    Avatar de Scholles
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    Eu não consigo imaginar a aparência de Dan, por falta de detalhes. ''vestido como motorista de filmes '' Ah, para!
    Ele queria que Dan fosse lá conversar com ele, mas nem ao menos falou aonde era.

    E quanto ao miguxo de cima, prefere ajudar ou ganhar um post?

  3. #3

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    O capítulo ficou interessante. Realmente, faltou um pouco de descrição a mais, mas não foi um grande problema, porque a atenção do leitor ficou concentrada no mistério.

    A história me interessou, e a maneira como tu colocou o "Cozinha!" no texto, parecendo um trecho do pensamento do personagem, foi bem espontâneo (e se é espontâneo, é bom.).

    Eu não concordo com o Elementals quando ele reclama que o homem misterioso não falou aonde era. Achei que essa informação pela metade foi essencial para criar um clima de dúvida e curiosidade que instiga o leitor a querer ler o próximo capítulo. Você fez bem.

    Só o nome do personagem que pareceu meio caricato. Vorhees? Ele é irmão do Jason?
    E por que a vítima tinha que ser um professor de história?!? Tu não tem nada contra professores de história, certo!? (Hehe)

    Outro ponto que me agradou foi que tu descreveu o aspecto emocional dos personagens (cansaço, irritação, etc), o que dá um tom realista às ações. Invista nisso.

    E sobre o flooder aí de cima, é só ignorar.


    Próximo Capítulo?


    A.E. Melgraon I
    Última edição por Melgraon I; 10-01-2008 às 00:39.

  4. #4
    Avatar de Emanoel
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    O enredo interessou, mas os constantes erros de gramática desanimaram um pouco. Você tem uma aptidão incrível para esquecer vírgulas e acentos, além de repetir palavras desnecessariamente.

    Também senti falta da descrição de personagens e cenários. Eu imaginei a história inteira ocorrendo em ambientes vazios e com homens sem rosto.

    Nada que revisão e planejamento não consertem. Cuide com isso, que você vai longe!

  5. #5
    Avatar de Konata
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    Capítulo 2


    O carro parou com um freio brusco que jogou Dan para frente fazendo-o bater a cabeça no painel do carro.

    - O senhor está bem?

    -Sim, sim – Tudo a sua frente girava lentamente – Chegamos?

    - Sim senhor.

    - E onde estamos?

    - É só entrar – e sem dar nenhuma resposta o motorista entrou no carro e foi embora.

    Dan olhou para o prédio a sua frente, de longe uma grande obra arquitetônica, um prédio de cerca de seis andares, completamente cinza, com uma porta de ser cerca de três metros de altura toda de vidro com grandes letras prateadas dizendo ‘’Museu de história nacional’’.

    - Boa noite – um homem saiu do museu, tinha pouco cabelo e parecia abalado – Siga-me, por favor.

    - Espera! – Dan disse mais alto do que pretendia – Quem é você?

    - Teremos tempo para apresentações mais tarde senhor Vorhees.

    - Não... Já estou cansado, eu fui acordado no meio da madrugada, um motorista me trouxe até um museu e agora você aparece, eu tenho o direito de saber quem é você!

    - Bem, você veio por vontade própria, ninguém te obrigou a entrar no carro – e dizendo isso o homem voltou a entrar no museu.

    ‘’Ninguém te obrigou a entrar no carro’’ as palavras soavam na mente de Dan, ainda cansado e atordoado com a situação, ‘’Bem se eu entrar eu vou ficar sabendo o que está acontecendo, e tenho certeza que meus rins vão estar em segurança’’ e entrou no museu.

    Dentro do museu era difícil de ver algo, estava tudo escuro e sem a luz do dia para fazer uma iluminação qualquer Dan só cogitou a existência de móveis na sala quando acabou tropeçando em uma mesa de centro que ele poderia garantir não fazer sentido estar ali.

    - Cuidado com os moveis.

    Dan não conseguiu deixar de sentir certo sarcasmo na voz do homem.

    - Agora pode me dizer quem é você... E se não for muito incomodo, acender umas luzes?

    Por algum instante tudo ficou silencioso, então um abajur se acendeu no canto da sala.
    - Agora que tal o senhor falar quem é? – Dan olhou ao redor da sala, com exceção do abajur e da mesa que Dan tropeçou não havia mais nada na sala, as quatro paredes brancas tinham marcas de quadros que haviam sido retirados recentemente e de alguns móveis que já não estavam lá.

    O homem sorriu amigavelmente focando seus olhos negros em Dan, que ainda passava os olhos pela sala procurando alguma coisa em especial.

    - Meu nome é Jorge Wilson – Jorge retirou seu casaco, sobretudo e jogou na mesa de centro.

    - Jorge Wilson?

    Jorge assentiu com um movimento de cabeça e começou a perambular pela sala, passou por Dan umas quatro vezes e parou bem em frente à Dan. Os olhos negros cansados de Jorge fitaram os olhos verdes de Dan e por alguns segundos ele ficaram numa espécie de batalha de olhares sem sentido, Dan notou que Jorge tinha uma cara igual a ele, de quem foi acordado no meio da noite e arrastado para um museu.

    ***
    Enquanto isso do outro lado da cidade o Assassino tomava calmamente uma taça de vinho, suas grandes mãos percorreram seu bolso, dali ele retirou um pequeno livro, com uma capa de couro preto onde se lia em grandes letras brancas ‘’Agenda 2008’’, ele abriu a agenda e checou o dia vinte e três de janeiro, a pagina estava em branco com apenas uma linha preenchida onde se lia ‘’Thomas Gibbins’’, com uma caneta vermelha ele fez um risco sobre o nome. Depois largou a agenda, pegou um pedaço de papel amassado e um telefone, leu o numero e discou, esperou alguns segundos e ouviu uma voz feminina do outro lado da linha, ‘’Serviço de acompanhante Laço Dourado, em que posso ajudar?’’, com uma voz grossa ele simplesmente disse ‘’ Rua Alfred Bonwinner, dois quatro sete. O de sempre’’, e sem nenhuma resposta do outro lado da linha ele desligou.




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    Última edição por Konata; 10-01-2008 às 15:47.

  6. #6
    Avatar de Draconian
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    Realmente gostei, ficou com um clima bom de suspense, e sua escrita não ficou pobre...

    A unica coisa que realmente dixou a desejar foi a descrição dos personagens... Já se passaram dois capitulos (minusculos diga-se de passagem) e não sem quem é dan.
    Citação Postado originalmente por konata
    Dan olhou para o motorista a sua frente, vestido como motorista de filmes a frente de uma Mercedes antiga
    Por favor, e se eu nunca tivesse visto um motorista de filmes, como ia saber? Por favor, não faça mais isso certo?

    outra coisa, seu rp passou muito rapido, uma hora ele tava no carro, a outra ele já conhecia o cara e estava dentro do museu... Faça ações mais demoradas, até ajuda a aumentar o tamanho dos capitulos.

    Incrementando as descrições, não fazendo mais o que fez com o motorista e demorando mais mais as ações vai ficar realmente bom.

    Sem mais, Draco.

  7. #7

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    Você escreveu que "sem dar nenhuma resposta o motorista entrou no carro e foi embora.", mas esqueceu de colocar na história a parte em que ambos saem do carro. Afinal, uma pessoa que não saiu também não pode entrar novamente.
    Tenha calma.

    E isso também vale para a postagem dos capítulos... Se você postar um texto por dia, logo ficará sem ter o que postar, e o tópico será deixado de lado. Além do mais, vale a pena você dar uma boa lida nos comentários, dar um tempo pro teu texto amadurecer, retocando e adicionando partes novas ao que tu já escreveu e tendo idéias novas para o que ainda está por vir. Revise mais de uma vez o que tu escreveu procurando erros e maneiras de melhorar a estrutura de frases, do enredo, etc. Não tenha pressa.


    Próximo Capítulo?


    A.E. Melgraon I

  8. #8
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    - Teremos tempo para apresentações mais tarde, senhor Vorhees.
    Dentro do museu era difícil de ver algo, estava tudo escuro e sem a luz do dia para fazer uma iluminação qualquer. Dan só cogitou
    Dan umas quatro vezes e parou bem em frente à Dan. Os olhos negros cansados de Jorge fitaram os olhos verdes de Dan, e por alguns segundos ele
    Evite usar ' umas ' ao invés de ' em média ' ou algo assim

  9. #9
    Avatar de Konata
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    Capítulo 3



    Nesse momento Jorge guiava Dan por um corredor precariamente iluminado com velas, dando certa aparência de abandono ao lugar.

    - É um corredor bem grande.

    As palavras de Jorge serviram como tortura para um Dan ainda cansado por mal ter dormido na noite.

    Dan aproveitando o caminho começou a repassar a conversa que acabara de ter mentalmente. No meio da sala mal iluminada Jorge se sentou no chão, o que deu a Dan a desconfortável ilusão de conversar com uma criança de cinco anos com cara de velha, e então ele começou a falar.

    - Senhor Vorhees, lhe chamei aqui para que você possa me ajudar, sabe, não queria pedir uma ajuda externa, mas devido as circunstancias fui praticamente forçado a lhe chamar.

    - Como assim?

    Jorge apenas fez um gesto para deixar pra lá que mal podia se ver na sala, e então ele recomeçou a falar.

    - Nunca gostei de chamar detetives por ai para resolver casos, sabe, pegar bandidos é tarefa da policia. Mas não estamos aqui para falar sobre isso. Lembra-se de Thomas Gibbins?

    Dan nem precisou pensar muito, Thomas Gibbins era um nome que ele não esqueceria tão cedo. E com a voz fraca respondeu que sim.

    - Bem, ele foi assassinato – Jorge fez uma pausa para que Dan pudesse processar a noticia, mas ele notou que Dan queria ouvir mais alguma coisa antes de ficar triste – Recebemos uma denuncia anônima e viemos verificar, achamos seu corpo e uma cena do crime um tanto quanto familiar.

    Dan rapidamente pensou que Jorge queria dizer algo sobre um assassino em série e do fundo de sua memória tentou lembrar de todas as noticias de assassinato que conseguia, mas não se lembrou de nenhum assassino em série.

    - Bem, tão logo começamos a investigar, não achamos nada demais e logo fomos falar com a família dele.

    ‘’Tirando a neta de dez anos ele não tinha família’’. Essa era uma das únicas coisas que Dan sabia da vida pessoal do ex-professor.

    - Falamos com a neta dele e ela nos deu uma pagina de uma agenda, com o seu numero de telefone, tentamos falar com ela, mas ai ela começou a chorar, muito – Jorge fez uma pausa, queria definitivamente apagar a lembrança da garotinha que havia perdido tudo que tinha chorando – Investiguei rapidamente o numero e descobri que era o seu, fiquei um pouco surpreso, e imaginei por que ela havia dado tal folha para nós, na verdade essa era umas das perguntas que tenho para lhe fazer...

    - Podemos conversar sobre isso depois – a voz de Dan soou impaciente e fria.

    - Sim, sim, podemos ver isso depois... Mas antes tem uma pergunta que eu realmente quero te fazer, e não vou deixá-lo sair daqui antes que me responda.

    Dan fechou os olhos e com um pouco de mau humor disse:

    - Qual pergunta?

    Jorge abriu um sorriso que mostrou todos os seus dentes e sem querer fechar o sorriso perguntou:

    - É um detetive tão bom quanto dizem?

    Dan ficou calado por um momento, odiava perguntas assim, diferentes pessoas o classificavam de diferentes jeitos, as vezes diziam que ele era melhor do que realmente era, outras vezes falavam pior do que ele era.
    Então com um sorriso forçado ele disse:

    - Você acredita em Deus?

    Os dois homens na sala tiveram pensamentos diferentes, Jorge, um homem que teve uma criação estritamente religiosa, pensou ‘’Ele deve ser incrível’’. Dan que havia acabado de dizer a primeira coisa que lhe veio à cabeça pensou ‘’O que eu falei fez algum sentido?’’

    E por fim o som de uma porta se abrindo fez Dan voltar ao presente.

    - Chegamos.

    Da porta que se abriu veio uma luz tão forte que iluminou todo o corredor que eles haviam acabado de passar. ‘’Não parece que andamos tanto’’. E com passos tímidos Dan entrou na sala.

    Ela diferente de todas as salas que ele esteve anteriormente era incrivelmente bem iluminada, cerca de cinco lustres de cristal iluminavam fortemente a sala, nas paredes enfeites de ouro criavam um brilho hipinotizante, o chão de mármore branco brilhava até certo ponto. E no ponto que paravam de brilhar havia uma grande poça de sangue, dentro dos limites de um quadrado de cerca de cinco metros por cinco amarradas em quatro cones distribuídos pelos vértices do quadrado uma faixa amarela e preta pendia ‘’Policia. Cena do crime, não ultrapasse’’. E no centro do quadrado estava o corpo de Thomas Gibbins.

  10. #10

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    Curti cara
    Faz agente ficar imaginando oq vai acontecer...
    e não tem "rubis verdes" sahusahusahuhasuhasuhas
    continua ae
    abração t+

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