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Tópico: Entrave Continetal

  1. #1
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    Padrão Entrave Continetal

    Bem gente, essa é uma história sobre um guerra que envolveu todo o continente tibiano. Aki estão somente os dois primeiros capítulos. Se gostarem, postem q escreverei a continuação.
    Abrass... =]

    Capítulo 1
    Do início da guerra.


    Era a hora do despertar. A aurora tibiana se apresentava, anunciando a chegada de mais um dia de labuta e mistério na capital tibiana. Thais sofria um cerco de 35 dias, e havia escassez de alimentos e armas na cidade. O povo estava no limite de sua resistência física e as tropas do Rei, desmoralizadas; a esperança de sobreviver estava quase no fim.
    A guerra empreendida pela Rainha de Carlin contra os domínios do Rei Tibianus estava causando grandes prejuízos ao Império. Lutando com bravura e grande habilidade, As Forças do Noroeste estavam queimando fazendas, saqueando depósitos, explorando florestas até então inabitadas e bloqueando rotas de comércio. Com essas táticas, a Rainha tentava vencer as tropas do Rei pelo cansaço e pela fome.
    A Rainha tentava adquirir terras até então pertencentes à Tibianus, para obter o poder sobre a maioria do continente. A campanha estava sendo bem-sucedida, e as alianças de Carlin estavam se fortalecendo. Os minotauros e os orcs haviam se aliado à Rainha, com a promessa de obterem seus antigos domínios ao redor de Thais. Foi com a ajuda desses novos aliados que suas tropas conseguiram subjugar Ab’Dendriel. Nem os habilidosos arqueiros élficos conseguiram se opor às sua hordas. Carlin agora voltava seus olhos ambiciosos para o sul, onde as forças do Rei Tibianus se concentravam: a capital Thais, e a menina-dos-olhos do Rei, a luxuosa Venore, residência de ricos e orgulhosos comerciantes; dominadas essas cidades, as conquistas de Port Hope e de Libert Bay estariam garantidas. Porém ainda havia uma pedra, ou melhor, uma montanha no caminho: Kazzordoon. Valorosos guerreiros, os anões estavam dispostos a combater até a morte para honrar a antiga aliança entre os anões e Tibianus. Essa aliança era a grande esperança dos habitantes do Império.
    Evitando um confronto direto com os anões, o que poderia custar muitas baixas humanas e perca de tempo, a Rainha de Carlin ordenou que seus generais usassem barcos para transporte das tropas e fizessem um cerco a Thais, o que deveria ocorrer o mais rápido possível. Assim, estaria aberto o clímax da guerra entre o Reino de Carlin e O Império do Rei Tibianus.










    Capítulo 2
    Do cerco à Thais

    Caesar havia acabado de acordar. Teve um sono rápido e inconstante: despertava a cada ruído que ouvia. Os tambores de Carlin podiam ser ouvidos em todas as direções. As hordas da Rainha haviam cercado a cidade ao norte e a oeste. Todas as tropas da cidade tinham se dirigido para as muralhas.
    Caesar era um jovem guarda da cidade; ainda não havia vivido 18 primaveras. Sempre sonhou lutar em defesa do nome de seu Rei, em busca de glória e fama; porém, não entrou para o exército real da forma como imaginava: ao invés de se alistar e receber treinamento, ele foi chamado às pressas, visto que os batedores do exército descobriram uma movimentação muito próxima, e então montaram-se tropa de emergência para proteger a cidade, enquanto os reforços das outras cidades não chegavam. Seu pai, Júlio, antes de morrer, o ensinara tudo que sabia sobre a arte de guerrear. Como herança, herdara uma espada de seu falecido pai, um escudo que era passado de geração em geração na sua família e uma armadura de anéis de ferro, forjada por habilidosos anões em Kazzordoon.
    As tropas foram informadas de que reforços vindos de Venore, Darashia e Ankramun estavam a caminho, graças às fortes alianças do Rei. Kazzordoon se comprometeu a defender a fronteira norte e enviar reforços para Libert Bay, Edron e Port Hope, a fim de manter as provisões dos exércitos. Algumas tropas de Thais foram enviadas a Fíbula, para que as fazendas fossem defendidas e o transporte dos mantimentos, garantido. Mesmo assim, a população não estava completamente convencida de segurança. Estranham que os exércitos de Carlin ainda não haviam pegado a cidade de assalto. Caesar conhecia bem essa apreensão. Sabia que algo ruim se aproximava. Ao longe, observava uma estranha movimentação no acampamento inimigo. “Estamos prevenidos”, pensou consigo mesmo, “nossos batedores estão espalhados por pontos estratégicos e, além do mais, mensageiros do Rei foram enviados a colônias élficas ao norte. A ajuda não tardará a chegar.”
    O envio de mensageiros do Rei a fugitivos da recém-tomada Ab’Dendriel tinha o objetivo de estabelecer um comum acordo com os elfos: em troca de proteção dos muros de Thais, arqueiros élficos seriam enviados como reforços para as tropas reais. Nesse momento, toda e qualquer ajuda eram muito bem-vinda.
    Chegou as ouvidos de Caesar que poderosos magos, que estavam sendo procurados pela Guarda Real, tinha se juntado às tropas inimigas. A magia negra e oculto que esses bruxos temidos pelo próprio Rei traziam um ar tenebroso e triste às tropas aos pés das muralhas. A inconstância do inimigo e a incerteza sobre seu própria futuro faziam Caesar sentir um leve calafrio. “Nada que a chama da batalha e o sangue quente do inimigo não resolva”, disse seu companheiro de patrulha.

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  2. #2
    Avatar de Jotinha
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    Padrão Hmmm...

    Lol...

    Bem legal sua história... Tente pular uma linha entre um parágrafo e outro, isso irá ajudar seus leitores!

    Pessoalmente não acredito que uma guerra no continente tibiano iria ser tão rápida assim. As duas grandes potências do continente principal se equiparam. Mas você fundamentou bem sua história e seus motivos, tudo bem possível...

    Vou aguardar novos capítulos...

    []'s

    Jotinha

    19:31 GM Ryrik Danubia [2]: Good bye everyone, thanks for all of the great memories :-)

  3. #3
    Avatar de Imperial Knight
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    Padrão Capítulo 3

    A fio de espada


    Caesar foi acordado por um alto brado de um tambor. O acampamento inimigo parecia estar em festa.

    -O que está acontecendo? – indagou ele a um dos guardas do portão oeste, que pareciam bastante aflitos.

    -Port Hope caiu. Agora a Rainha Eloise conta também com o apoio dos piratas. Esse é o motivo de tamanho alvoroço nos acampamentos adiante.

    “Estamos perdidos”, refletiu Caesar. “Todos sabem que os habitantes de Port Hope desejavam a independência à tempos, mas daí a se aliar ao nosso inimigo já é demais.” “ O Rei precisa enviar tropas para afugentar daqui esses exércitos. Uma cidade fraca e faminta não resistirá por muito tempo, “ disse ele a Vopjidor, guarda real, que há algum tempo mantinha uma expressão séria e preocupada. “Esperar o inimigo não adiantará em nada.” Caesar estava certo, porém não era esse o pensamento do Rei.

    Ao 37° dia de cerco, as tropas da Rainha Eloise, composta por humanos, orcs e minotauros resolveram assaltar a cidade. As hordas de Carlin vieram com aríetes pesados e revestidos de couro bovino, uma primitiva precaução contra o óleo fervente que era jogado por guardas das torres. A decisão do Rei foi de abrir os portões e mandar o exército combater fora dos muros da cidade. Incoerente decisão. Longe da proteção das muralhas, as tropas da cidade levaram uma surra do inimigo. Muitas perdas humanas e a morte do capitão da brigada do portão oeste foram as conseqüências do ato impensado de Sua Majestade. Os que sobreviveram foram salvos por suas habilidades individuais de batalha. E Caesar foi um desses. Lutando bravamente, salvou a si e a outros três companheiros de um minotauro que vinha brandindo seu machado como um louco. Rapidamente, Caesar o se esquivou do primeiro golpe e, com a agilidade do vento, decepou o braço que empunhava o machado e perna direita do monstro, causando sua morte em poucos instantes. Sua armadura anelada estava rubra de sangue inimigo, e ele estava eufórico até que os seus companheiros iniciaram uma retirada desesperada em direção ao portão. Ainda nessa fuga, muitos foram mortos ou feridos gravemente. Assim que o que sobrou da tropa de combate adentrou os domínios da cidade, as forças inimigas foram repelidas pelos arqueiros reais, prostrados encima dos muros da cidade.

    Caesar sentia-se desanimado e fraco. Muitos de seus amigos caíram diante do inimigo, e seu capitão havia sido assassinado. Encostado junto ao muro no qual os feridos recebiam cuidados dos sábios druidas, Caesar adormeceu. Porém, sem muita demora, foi acordado por um dos guardas do castelo, que o vinha chamar em nome do Rei. Ao chegar ao palácio de seu soberano, Caesar logo recebeu uma túnica limpa e botas de couro. Mesmo espantado com os presentes, continuou a seguir o guia que o levava à Câmara Real. Não tardou e deu de cara com um preocupado Rei Tibianus. Fez a referência apropriada e então ouviu da boca do rei a proposta que mudaria sua vida; ao ouvi-la, para não cair, sentou em uma das confortáveis poltronas de pêlo de urso.

    O rei, ao ver seu jovem soldado com expressão confusa, disse :

    -Por quê o espanto, rapaz? Deveria saber que sua atuação na batalha de ontem foi notável. Sua valentia o fez um forte candidato ao posto de Capitão. Por acaso não sabe que seu antigo superior caiu por terra perante as hordas inimigas?

    -Sim senhor, sei do ocorrido. E garanto-lhe que é uma honra servir ao meu Rei. Conforme seu desejo, assumirei o comando das tropas.

    -Com um sorriso satisfeito na face, Tibianus liberou seu mais novo capitão. Mal sabia ele que o destino da guerra estaria nas mãos de seu jovem oficial.

  4. #4
    Avatar de tio porkz
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    Gostei da historia.
    So não me entra na cabeça a ideia de um monte de mulher sitiando Thais,O reino de Thais é foda de mais,cidade de Thais é a maior potencia militar,Venore a maior potencia economica,e Carlin é um monte de mulher barbara que acabarm de conseguir a independencia,demoraria muito para elas começarem uma guerra(demoraria mais ainda para ganhar ).
    Mesmo assim ta rox aguardo novos capitulos
    Beigos

  5. #5
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    Padrão Capítulo 4

    Nasce um Capitão


    Caesar sabia que aquela guerra colocava em risco a soberania de Thais, e sabia também que o principal motivo ao qual ela estava sendo levada a cabo era a prepotência e o preconceito do Rei Tibianus. Não poucos já ouviram da boca dele que mulheres nunca seriam capazes de lidar com a administração de um reino; também já tinha dito que camponeses ignorantes e iletrados não tinham a dignidade e os conhecimentos necessários para cuidar de suas próprias terras: por isso tratava de forma tão impiedosa os habitantes de Port Hope, e sempre que os piratas das redondezas iniciavam algum motim, logo o rei autorizava o massacre desses revolucionários por guerreiros tibianos, que vinham de todas as partes do continente em busca das riquezas que aquela região oferecia.

    A cada instante chegavam notícias desencontradas. O jovem capitão ainda não aprendera a como lidar com tamanha desorganização. Em tempos de guerra, os serviços de correios não funcionava corretamente, várias regiões estavam sofrendo sanções comerciais e Thais, sitiada como estava, não podia receber provisões vindas do oeste, já que aquela direção estava bloqueada pelo exército inimigo. O que aliava a pressão sentida por Caesar era a certeza de reforços chegariam: os enviados pelo Faraó de Ankrahmun já haviam chegado e tinham sido redirecionados para Fíbula. Batedores venorianos chegaram na cidade no manhã daquele dia e disseram ao rei que suas tropas chegariam em dois dias. “Chegarão em dois dias... Pelo contrário, não chegarão!” pensou Caesar. Chamou um dos batedores. Sentaram-se ao redor de uma mesa no Guilda dos Cavaleiros (quartel-general das tropas que combatiam corpo-a-corpo), puxou uma mapa da capital para junto de si e demonstrou ao batedor a mensagem que ele iria transmitir ao capitão das tropas venorianas.

    - Veja, Soux, e preste bem atenção sobre o que você irá dizer ao seu capitão.

    O primeiro contra-ataque estava sendo armado ali. Sobre toda a cidade pairava a incerteza do destino desse entrave continental.




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