Hiho! Bem, este é meu primeiro tópico aqui, vou postar aqui um texto que fiz, Leiam, e gostaria que opnissem na enquete que fiz, e se possivel comente e fale algumas dicas para me ajudar hehe. Sei que deve haver alguns erros de português, principalmente na parte de pontuação, e outras coisas, então podem corrigir e postar aqui para mim?
O texto é um história de ficção, só vou colocar o primeiro capítulo para ver se vocês gostam, e se for bom eu continuo, eu percebi que está meio "rápido" as coisas no texto, então gostaria de uma ajuda para minimizar isso.
Lobisoman: O apocalipse!
Primeiro capítulo
A muda
"25/10/07 Olá diário, mais um dia se passou, ontem fiz meus dezesseis anos, e depois disso comecei a me sentir estranho... Sabe, me sinto assim faz tempo, mas agora está mais forte! Lembro quando tinha onze anos, na escola, e um menino simplesmente tinha dado um tapinha no meu ombro, e simplesmente eu segurei o braço dele e torci, me disseram que eu estava com uma cara nervosa, mas eu não me senti nem um pouco nervoso, não sei por que isso aconteceu. Hoje, eu sentia que ia fazer algo do tipo com alguém, como foi no dia do meu aniversário, foi triste isso, tentei fazer com que ninguém me pega-se de supresa para não machucar ninguém... ai ai! Triste... espero que amanhã esteja melhor... Boa noite."
Essa foi a ultima vez, que Ricardo Lunarton escreveu em seu diário.
Dia 26 do mês 10 de 2007, bateu o sinal da escola, Ricardo tinha que voltar para casa, mas se sentia estranho hoje, mais cançado que o normal, queria chegar logo em casa, e comer e dormir, se possivel, assistir um pouco de TV, mas ele tinha que passar por uma rua que possuia pouca iluminação, era escura e tenebrosa, havia postes, mas, as luzes estavam queimadas, como sempre, Ricardo era acostumado em passar por ruas assim, era normal em seu bairro, mas não tão escuras como essas. Ricardo engole seco, e continua... Na metade do caminho, Ricardo houve alguma coisa, mas, felizmente, era apenas um gato de passagem. Ele suspirou, e pensou "Mas o que estou fazendo com tanto medo? Pff, não tem nada aqui!". Ele estava se enganando... Dois vultos aparecem da escuridão, e assim começa a discussão rápida e violenta:
- Vamos, passa o que cê tem ai moleque! Antes que eu lhe corte em dois com a minha faca!
- Vai logo! Precisa-mo ir rápido mano! Dá logo tudo que cê tem ai moleque! - Eram ladrões, Ricardo já foi assaltado, é algo normal para ele.
Mas simplesmente, um cheiro no ar, atrapalha Ricardo de pensar, um cheiro muito fedido, fedia a podre, mas muito pior, talvez pior que as meias dele, mas não importava, Ricardo disse em longo e bom tom:
- Vocês... Vocês fedem!
- O quê? Fio da mãe! Quer morrer?
- Parecem que sim não é mesmo? - Diz o segundo ladrão, que imediatamente derruba Ricardo no chão, passando lhe um rasteira.
No chão, os dois ladrões começam a chuta-lo sem pensar, mas chuta-lo mesmo, como se Ricardo fosse uma bola de futebol! Mas algo dentro dele começou a rugir, e do rugido, saiu uma frase: "Humanos miseráveis! Como ousam me chutar! Eles vão ver, a se vão!". Ricardo começa a sentir aquela furia novamente, enquanto seu nariz e boca sangravam, e suas pernas e braços doiam defendendo os chutes dos ladrões, ele começou a se sentir estranho, furioso, só pensava em sangue e acabar com esses marginais que ousam lhe atormentar, então, começa, os pelos do seu corpo começam a crescer com um ritmo acelerado, e seu corpo começa a aumentar de tamanho, os ladrões se afastam, mas não fogem, ficam observado, curiosos, mas algo dentro deles está dizendo para fugirem, mas a curiosidade é mais forte. Ricardo começa a crescer, grunindo um rosnado, ele chega a um tamanho três metros, boca enorme, garras enormes, uma pelagem cor de prata linda e magnífica, ele era um meio-homem e meio-lobo, um lobisomem, quando os ladrões deram por si da criatura, já estavam fatiados pelas garras da fera, e ápos isso, ele da um grande uivo e cai no chão e começa a voltar o que era antes, mas, ele estava desacordado e ficou assim por volta de uma hora e meia, quando acordou, olhando do chão, viu um homem, de capa, e com uma bainha com uma espada, ele tinha cabelos crisalhos, e havia cicatrizes em seu corpo, sua capa tinha alguns enfeites feitos de joias, e sua roupa era simples, mas aparentemente caras, com um pé apoiado no corpo de uns do ladrões, ele diz:
- Olá irmão!
- Quê! - Imediatamente ele se levanta, e observa o senhor que acaba de ver, ele pensa "do que me chamou de irmão?
- Hehe, que bom, que bom que eu estava por perto, seria ruim se "eles" viessem primeiro!
- Como? Quem são "eles"? O resto da gangue?
- Não, se fossem, eu nem teria comentado, é algo muito pior, você deve vir comigo, tome, vista essas roupas! - o homem entrega a Ricardos umas roupas, e ele reparou agora que estava pelado.
- Sei que você deve estar confuso, sempre é confuso, poucos, ou nenhum entende na hora o que se passou, mas embreve, você saberá, e descobrirá seu grande destino, irmão! - diz o homem, que, por questão havia uns olhos azuis escuros, que ao olhar profundamente se via um lobo dentro deles.
- Tá, Tá, que história é essa de irmão? Nem te conheço!
- Hehe, calma, calma, nós todos somos filhos de uma grande mãe, Gaia, respeite ela sempre e nunca a traia!
- Não, eu sou filho de Cristina, não conheço essa Gaia, mas posso de ajudar a acha-lá! - diz o Ricardo, mas, o homem leva vagarosamente a mão a teste, e pensa: "Gaia me ajude!".
- Bem, onde começo, são tantas coisas para dizer em tão pouco tempo, bem, não vamos ficar parados, vamos ao solo sagrado, lá poderemos conversar em volta de uma fogueira e tudo será resolvido!
- Eu não vou em solo sagrado coisa nenhuma! Tenho que ir em casa, minha mãe me espera!
- Por que não disse logo, bem, vamos para sua casa, mas creio que não vai gosta...
- O quê Fizeram algo com minha mãe? Responda!
- Claro que não! Mas Gaia fez! Ela sempre faz, quando um Garou passa pela primeira muda, todos os conhecidos dele o esquecem! Toda relação sua com a humanidade acabou, prova? Vá até sua casa, e veja por si só, mas é mais prefirível uma foto caso possua uma, não podemos perder tempo! - Ricardo tira uma foto da carteira, que havia sua mãe e ele, e quando olhou ela havia desaparecido!
- É truque, haha, pensam que podem me enganar mas não podem! E sou mais esperto!
- Está bem, já que insiste tanto, vamos até lá! Aproveito e no caminho explico algumas coisas...
Ricardo começa a voltar para casa, e o homem vai junto...
- Bem, digamos que eu seja o que você diz, o que tem mais? - Diz Ricardo com um tom curioso.
- Haha, sabia, bem, bem, é mais fácil você perguntar, não sou bom para começar as coisas...
- Humm está bem, por que existem lobisoman no mundo?
- Primeiro não nós chame de "lobisomem" e sim de Garous, é mais preferível, e respondendo sua pergunta: A muito tempo mesmo, um dos três avatares do mundo acabou sendo corrompido, e virou mau puro, e...
- Avatar? Que avatar? - diz Ricardo cortando o homem.
- Calma! Uma por vez! Bem, onde estava?... Áááá, bem o que virou mau puro se chama Wyrm, por alguma razão estranha, ela foi corrompido pela Weaver, que é o avatar das cidades, ela praticamente é tudo na cidade, a Wyrm não fazia parte disso, mas acabou fazendo graças á Weaver, com isso, a Wyrm ficou parte das cidades, a parte ruim, os assaultos, seguestros, comidas industrializadas, ganancia, em fim, tudo. Bem, lutamos contra a Wyrm, pelo menos, derrotamos os seus maiores soldados, como vampiros e criaturas medonhas.
- Existem vampiros?
- Claro! De onde vocês acham que tiraram Bácula?
- Drácula... - Corrigi Ricardo
- Isso!
- Então é só eu andar por ai com alho e cruzes que vou eliminando Wyrm?
- Bem, não... As crenças humanas estragaram tudinho, terá que mudar seu conceito de Garou e vampiros, bem vampiros não são afetados por cruzes, nem por alho, uma estaca no coração não os mata, só os paraliza, mas não é importante, nossas garras e mandíbulas são tão uteis que nem precisamos disso...
- Pode ser, mas só poderemos usar nossa, quero dizer, sua forma, lobisoman quando está com a lua cheia como hoje, não é?
- Errado meu caro! Podemos nos transformar quando nos querermos, mas também podemos ser forçados a se transformar, como aconteceu com você, o Frenesi, a fúria suprema de um Garou tomou você, ela estava preste a explodir, só foi aqueles bandidos ter te atacado que ela explodiu e você aniquilou com eles...
- Hmmm, então, bem, quem são "eles" que você mencionou?
- Bem eles seriam os...
- Chegamos na minha casa - interrompe Ricardo
- Bem, vai lá, depois te explico.
- Como se fosse explicar.
Ricardo começa a entrar na em sua casa, todo alegre, por ter si livrado daquele maluco, agora poderia ir dormir finalmente, mas quando chegou no corredor do seu quarto...
- Ahhh, quem é você! Caia fora agora mesmo! - disse a "mãe" de Ricardo.
- Não mãe! Sou eu! Ricardo!
- O que? Eu não conheço! Saia! Você deve ter entrado na casa errada! - Ela pega uma vassoura e vai empurrando Ricardo para fora. Ricardo assustado, não faz nada, só se vai... Quando chegou lá fora, a "mãe" de Ricardo tranca o portão e volta para sua casa...
- Então? Vamos? - Diz o homem com convicção.
- O que? Quando? Pera ai! Se dopou minha mãe não é? Só pode!
- Aiai, bem, não queria fazer isso aqui, mas tudo bem, está escuro... - O homem começa com uma cara séria, a se transformar, seus pelos, também prateados começam a aumentar e criar uma pelagem magnifíca, ele começa a crescer e crescer, passa de uma forma quase humano, mas muito peluda, e depois começa a criar garras e sua focinho começa a aparecer. Ele se transformou, no que se chamam de homem-lobo.
- Viu? Simples! Acredita agora? Se você for humano deveria ter começado a gritar e sair correndo, mas não, seu instinto sabe! Sabe que não é para ter medo, sabe que você também pode se transformar, como eu e também entende o que digo!. - Diz o homem na maior tranqüilidade.
- O que diz?
- Sim, quando nos transforma-mos não conseguimos mais falar a lingua humano só falamos a nossa lingua que sabemos naturalmente, é preciso um esforço a mais para falar português.
- Está bem, me "convenceu", bem então vamos para esse tal de "solo sagrado"...
- Está bem, meu caro, mas vamos pegar atalho? É prefirível, não gosto de gritos, meus ouvidos são sensíveis...
- Atalho? Onde?
- Simples, bem venha, ali! Vamos até aquela loja de roupas...
- Se vai fazer o que lá? - Interrompe Ricardo
- Não, não preciso dessas roupas feias de humanos, a única coisa que precisamos é da vidraça! Venha!
- Está bem, está bem...
- Bem, agora olhe profundamente no seu reflexo, bem nos olhos, olhe o profundo dos seus olhos, não olhe para minha cara! Olhe seus olhos, vamos é fácil! - Ricardo começa a olhar, meio pensando "que que isso vai adiantar?", mas seu corpo começa a ficar leve e estranho, quando percebe está em outro lugar, um lugar parecido com aquele onde estava, mas os predios e lojas tinham teias de aranhas metálicas, e havia aranhas tecendo mais em alguns cantos.
- Que lugar é esse? - Pergunta Ricardo.
- Aqui é a Umbra... Não! Não toque nas teias, não queremos ser pertubados por aranhas soldados certo? Elas são problemáticas... Bem, aqui é o mundo espiritual, onde tudos os espiritos puros vem, e também onde a Weaver controla as cidades, você vê essas teias e aranhas? É graças a elas que as cidades prosperam ou não
- Se estamos onde a Weaver tá, por que não a elimina-mos?
- Simples, ela não é nossa inimiga, bem, ela ataca as vezes, mas a Wyrm é bem pior, a Weaver pode ter corrompido a Wyrm, mas a Weaver não está causando mais problemas alem disso, depois dela ter corrompido a Wyrm, ela ficou quieta, em "seu canto"... Bem, o bom de estar aqui é poder conversar com espiritos, pegar atalhos, e não cruzar com pessoas ou outras coisas, aqui as coisas andam mais depressa, a Weaver está sempre a frente das cidades, um predio aqui será contruido bem mais tarde no mundo não-espiritual, o importante é não entrar mais profundo na Umbra, pois dizem ter coisas terriveis lá...
- Ai, agora que lembrei, você ia me falar quem são "eles"!
- "Eles"? Muito bem, são pobres garous corrompidos pela Wyrm...
- E isso é ruim?
- Claro! Bem, antigamente existia dezesseis tribos, hoje só existe treze, bem duas tribos foram completamente extinta, mas uma não foi exatamente, ela foi corrompida pela Wyrm e se tornou os Dançarino da Espiral Negra, são garou podres e feios, que tentam ou matar você ou levar para a tribo deles, e pode ter certeza, que se você for levado e não conseguir fugir ou você morre ou vira um deles! Seu uivo denunciou muito tive que vir correndo, e no caminhou achei dois deles, felizmente foi fácil, eram filhotes também.
- Filhotes?
- Sim, os mais velhos, ou de Posto maior vão te chamar de filhote e lembre-se, dá para perceber os de Posto maior por Cicatriz de Batalha, pelo seu tamanho e experiencia, então, quando souber o nome dele, se dirija com o sufixo rhya!
- Bem está bem.
- Bom, agora, gostaria que desenvolve-se um nome de honra, esquece seu nome original, agora terá um nome de verdade, pense em algo que descreva você em poucas palavras, meu nome é Presas-Morde-o-Vento, quando tiver-mos em um grupo que só eu tenha o inicio do no Presa, pode me chamar só de Presa mesmo hehe.
- Está bem, Presas-Morde-o-Vento-rhya, tenho que pensar em um nome... hmmm
- Que bom que aprendeu o sufixo, isso pode te ajudar a se enturmar, bem chegamos!
- Onde? Só vejo alguns predios aqui.
- Vê aquele espelho? Então, é nossa passagem de volta. - Ricardo vê um espelho, ele era cheio de decorações e estava bem sujo.
Ricardo começa a se concentrar para sair da Umbra e voltar para o mundo normal, estava mais dificil, ele se sentia cançado, mas conseguiu voltar respirando fortemente.
- Está bem? - Pergunta o Presas-Morde-o-Vento.
- Estou, arff, ótimo, arff...
- Hehe, andar na Umbra dá nisso, gasta muito poder espiritual, com o tempo se volta,venha e vislumbre o lugar!
Era uma floresta, uma linda floresta, havia um Clareira a frente com uma grande fogueira e algumas cabanas, lá havia pessoas, lobos e crinos, na mairo tranquilidade, Ricardo se sentiu bem em estar ali!
- Em que lugar estamos, arff? - Pergunta Ricardo.
- Estamos na floresta Amazônica, saimos de Manaus e chegamos aqui, bem no coração da floresta, não é incrivel?
- É, não levamos nem dez minutos!
- Na verdade levamos uma hora e meia, a noção de tempo na Umbra é distorcida, hehe, até mais, tenh o que procurar outros filhotes, vê se enturme e tome cuidado com o que você diz!
- Está bem!
- E lembre-se, você é um Presa de Prata, nossa tribo tem sangue dos mais poderosos herois, honre sua tribo!
- Vou tentar!
- Até mais! - O Presa vai embora, entrando rapidamente no espelho, Ricardo, que ainda não definiu se novo nome, engole seco, vai andando até chegar ao Caern.
Esse é o fim do primeiro capitulo.
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