Ufa, consegui voltar ao meu querido PC, e está ai , o primeiro capítulo da nova nov...OPS!!! da nova mentira que estou contando.
uga buga to doidão de tanto dormir ( fiquei 34 horas direto acordado e depois dormir até agora , nem sei que horas são )
Capítulo I
Surgindo das Ferragens
Ano 3497dC
As duas da manhã, em um bar da Cidadela Central estão reunidas varias pessoas, com mantos longos e escuros, que se revelam os líderes dos clãs. Eles planejavam a união de seus clãs para alcançar a queda do parlamento. Mas o destino derrama lágrimas de sangue sobre esse encontro. Um traidor revelara sobre o encontro, e a GR armara uma emboscada.
Eis que morrem os líderes dos Clãs
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Um mês depois
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Com os clãs desmantelados, não há nada que o parlamento possa temer. Ou ao menos é isso que o líder parlamentar pensara.
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Em algum canto da cidade um homem com vestes negras anda calmamente pelo mercado enquanto mercadores gritam e abusam da paciência alheia. Ele se dirige a um beco e ao mendigo no fim desta viela.
- Olá, Vidente, o senhor já deve saber o que aconteceu com o Clã das Sombras, não?
- Sim meu filho. - Fala o velho mendigo com sua voz rouca – Os clãs não mais existem, mas ainda não estamos fadados ao Renascer. Em breve seremos salvos, se esses anti-heróis não falharem.
- Quem são eles, velho? – pergunta o homem levantando a voz.
- Já se enervando garoto? Pois se acalme e vá, eu também não sei quem são.
Quando o homem ia se virar o mendigo o lembra:
-E o meu pagamento?
Uma sacola de moedas cai entre as cobertas do mendigo.
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Uma jovem está amarrada em uma cadeira e vários homens estão a sua volta, quando ela se da conta da realidade, vê que aquele quarto em que estava presa se encontra em um banho de sangue, e que as cordas que a prendiam haviam sido cortadas. Ela vê uma linda mulher indo em direção a porta.
-Espere! Qual seu nome? Quem é Você?
-Acho que isso não importa muito, mas meu nome é Lilian Satraminus, filha do líder do Clã Saratti.
-Clã saratti?- fala a garota, expressando desconhecer tais palavras
Lílian parte pela porta deixando a garota livre de seus agressores.
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Uma bela garota aparentando treze anos, com cabelos ruivos e olhos verdes, vestida com um manto bege escuro, escreve em vários pergaminhos. Mas ela não toca na caneta, esta se move sozinha enquanto as mãos da moça se encontram procurando por alguma coisa na estante.
-Achei! – Exclama a menina enquanto segurava em suas mãos um livro velho, com letras douradas em sua capa negra.
O livro tinha sua capa em couro preto, seu título “Física Avançada & Quântica – Hipóteses de anti-gravidade e anti-matéria.” em letras douradas circundadas por prata. Ela abre o livro enquanto a caneta tomba sobre a mesa.
-Não da para escrever e ler ao mesmo tempo. É uma pena.
*****
Tudo se encontraria na escuridão se não fosse pela luz que passava pelas frestas de uma porta de correr. Ouve-se neste cômodo alguns sons de ossos quebrando e deslocamentos de ar monstruosos. A porta se abre, a luz invade o quarto revelando um homem vendado, em postura de luta e vários outros desmaiados no chão.
-Me desculpe interromper seu treino. – Dizia o homem que entrava pela porta, um velho monge que aparentava bastante sabedoria.
-Você pode me interromper quando quiser Senhor Gautama, meu segundo pai. – Falava sorrindo o jovem retirava sua venda, mas ainda deixando seu rosto coberto em grande parte pelo capuz de seu sobretudo.
-Obrigado mestre Sureon, mesmo com a queda do clã KenTae eu continuarei a segui-lo. Mas venho lhe dizer que seu treinamento nas artes do clã não está completa.
-Mas como assim? – Pergunta o jovem com tom surpreso enquanto se senta em posição de lótus.
-Seu pai lhe ensinou o básico, o intermediário, o avançado e lhe deu conhecimento suficiente para criar seu próprio estilo, mas com a queda do clã, não houve tempo de lhe passar a verdade por trás do KenTae. Peço-lhe que recupere esse conhecimento e reconstrua o clã.
-Não há como eu recuperar esse segredo, eu nem sei quem o conhece.
-Apenas o líder do clã o conhece.
-Mas meu pai está morto, não há como eu descobrir esse segredo do nada.
-Seu pai fora precavido, ele escreveu o segredo, mas o pergaminho foi roubado pela GR.
-Eu não posso contra os homens da GR, eles tem bestas e espadas, eu nem uma faca sei usar.
- Você tem poder o suficiente sim. Você mata um urso com as mãos nuas, urso que mata vários militares antes de ser morto. Já que você é mais inteligente que esse animal, não deverá ter problemas em combater algumas dezenas. Agora Darion Sureon, levante e persiga a herença da sua família.
-Sim senhor.
O jovem Darion se levanta e sai do cômodo em que se encontrava, ele está em um templo no coração da floresta, ninguém iria até ali, mas ele teria que sair dali.
*****
Em algum lugar no subterrâneo
-Está na hora de “vingarmos” nosso mestre. – Sussurra um homem pálido de cabelos brancos e olhos escuros.
-Vamos ter que matar algumas centenas de militares, nada mais divertido. Falo brincando, vou fazer vingança, mas isso não me impede de ter diversão – Fala o mesmo homem com sua voz alterada.
-Sim, mas devemos ter cuidado com aqueles que querem nossa cabeça. – Grita com sua voz novamente alterada.
-Vamos logo, o vidente nos disse onde devíamos ir para cumprir nosso destino. – Sussurra novamente o homem.
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74 horas depois
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Batidas na porta a fazem colocar seu livro sobre a mesa, várias agulhas de tricô começam a flutuar.
-Quem é? – Grita a bela menina ruiva.
-É apenas um mendigo vidente e alguns amigos. – responde a voz rouca.
Enquanto a porta se abre, as agulhas se arrumam em um canto.
-Por favor, se apresentem! – Ordena o velho mendigo
-Lilian Satraminus, filha do líder do clã Saratti.
-Julio Maasary, filho do líder do clã das Sombras.
-Não prescisam saber meu nome. – Fala o indivíduo de sobretudo com um capuz cobrindo a maior parte do corpo.
-Pois o meu prescisam, Amanda Magnus, neta do líder do clã Misdrea.
Após as apresentações e o mendigo falar o nome de Darion contra a vontade dele, o vidente revela:
-Você agora vão trabalhar para mim, ao mesmo tempo que buscam aquilo que querem, seguirão minhas ordens.
-Vai começar sem nós titio?- Sussurra um homem de roupas de couro e cabelos brancos que entrara o ambiente sem ser percebido.
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Críticas são bem vindas ( estranho o Dard e o Wakka ainda num ter aparecido )