Alguem já jogou ?
Eu queria saber se o jogo é realmente bom,eu to baixando.
Pelas SSs ele é foda,mas nem sempre é como parece.
Ai vai uma matéria sobre ele,no site (http://games.terra.com.br/analises/lotr_battle.htm) tem Screenshots e videos.
Battle for Middle-Earth não é baseado nos livros de J.R.R. Tolkien, mas na trilogia cinematográfica produzida e dirigida por Peter Jackson - da qual a Electronic Arts detém os direitos de adaptação. E justamente no primeiro final de ano sem filme de O Senhor dos Anéis, a empresa presenteou os fãs com a maior das imersões ao mundo da Terra-Média. Desnecessário dizer que aqueles que não viram os filmes (alguém?) irão encontrar menos atrativos no game - além de não entender alguns termos desta resenha.
O usuário tem a possibilidade de comandar dois exércitos do bem - Rohan e Gondor - e dois do mal - Isengard e Mordor - em duas campanhas, combates para um jogador contra um ou mais oponentes controlados pelo computador e disputas multiplayer para até oito jogadores, por rede ou Internet. O destaque, sobretudo para os fãs de O Senhor dos Anéis, é a campanha do bem, que transcorre pela história dos três filmes.
A campanha alterna conquistas de territórios, protagonizadas pelos exércitos de Rohan e Gondor, com eventos mostrados no cinema, como a incursão da Sociedade do Anel às minas de Moria, a batalha no Abismo de Elm (fantástica tanto no filme como no game), a invasão dos Ents em Isengard (também é necessário derrubar a barragem) e outros. Um "Palantir" localizado no canto inferior esquerdo da tela se encarrega de mostrar as próprias cenas dos filmes correspondentes ao evento.
Em Battle for Middle-Earth, é permitido até mesmo algumas "licenças poéticas", como fazer Gandalf derrotar Balrog ainda nas minas de Moria e salvar Boromir do orc vitaminado Lurtz. O legal é que praticamente todos os elementos da trilogia estão presentes no game: os heróis, de Frodo a Eowyn, os vilões, de Saruman aos Nazgul, e algumas unidades fantásticas, como os Mumakil, aqueles elefantões que aparecem a partir do segundo filme, As Duas Torres. Mas não pense que você poderá comandar o poderoso Sauron. Ele está presente somente como um poder, o "olho de Sauron", que pode revelar a posição das tropas inimigas.
As estruturas, a coleta de recursos e as atualizações são simplificadas, o que pode decepcionar aqueles jogadores que curtem passar mais tempo no desenvolvimento das suas civilizações. Em Battle for Middle-Earth, o negócio é ir para a pauleira, e com o maior número de tropas possível. Aqui, entram duas características importantes:
Na medida em que vai vencendo os oponentes, o seu exército vai acumulando pontos de comando, nada mais que o limite máximo de unidades que você pode ter sob suas ordens. Isso faz com que as batalhas, que começam com poucas unidades, vão sendo sucedidas por outras gigantescas, verdadeiramente épicas, bem como ocorre ao longo da trilogia cinematográfica. E o controle de dezenas - ou centenas - de soldados não é difícil, já que o usuário seleciona cinco unidades de cada vez - exceção para os heróis e para unidades maiores, como os Ents.
Outra característica importante de Battle for Middle-Earth são os diversos níveis de acumulo de experiência. Heróis, algumas unidades e até mesmo estruturas podem acumular "liderança", deixando as que estão nas proximidades mais poderosas. E todas as unidades - até mesmo os soldados mais "rasos" - acumulam experiência na medida em que derrubam seus inimigos. Por fim, o próprio jogador vai acumulando experiência e tendo acesso a poderes especiais, como a invocação do exército dos mortos (O Retorno do Rei) e o já citado Olho de Sauron. Isso justifica um pouco as missões paralelas com os exércitos de Rohan e Gondor. É importante ser bem-sucedido nessas fases, um tanto repetitivas, para obter liderança, experiência e poderes para as demais batalhas.
O visual das unidades e dos cenários ficou muito bom, sobretudo por sua fidelidade ao filme. E o mais incrível é que Battle for Middle-Earth não requer uma máquina topo de linha, já que o sistema gráfico é adaptado de Command & Conquer - Generals, lançado em 2003. Ainda assim, é possível configurar o game para explorar o máximo dos recursos do computador. O jogo, no entanto, roda somente no Windows 2000 e XP e requer absurdos 3,5 Gb de espaço disponível no disco rígido - são quatro CD-ROMs
De qualquer forma, se Peter Jackson conseguiu a adaptação definitiva da trilogia de Tolkien para os cinemas, a EA fez o mesmo para o mundo dos games.
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