Ele falou no MSN pra eu postar esse tópico. :o
:oPostado originalmente por Kirk Hammet Neto
Achei uma reportagem bem marotenha na net, e resolvi postar aqui pro pessoal discutir.
Quando eu li isso me senti revoltado... ¬.¬Postado originalmente por Guitarx.com.br
Solo de guitarra é coisa de velho?
Como eles sumiram dos atuais discos de rock, a resposta é sim
Agarrado em êxtase ao instrumento, o sujeito se contorce, faz caretas e dispara notas em alta velocidade. Ele é um guitar hero – ou gostaria de ser. Sua idade? Provavelmente, alguém que uma turma de adolescentes chamaria de "tio". Pois o herói da guitarra se tornou uma relíquia da cultura pop. Nos palcos, pouca gente ainda assume a pose – dinossauros como Jimmy Page, de 59 anos, ou Carlos Santana, de 55. Aqueles que ainda têm o personagem como modelo não são muito mais jovens. Uma pesquisa realizada pelo jornal inglês The Independent mostrou que, na Inglaterra, os maiores consumidores de guitarras são homens de meia-idade, prontos a gastar 15.000 reais num equipamento de primeira linha. É gente que já havia passado da infância em 1967, quando Jimi Hendrix fez um show antológico no Festival de Monterrey e fixou a imagem do virtuose incendiário. Enquanto isso, a garotada tem outros modelos em mente. Para muitos, é mais bacana e mais ousado operar um computador com batidas eletrônicas. E até aqueles fiéis ao ideal roqueiro concordam: solos de guitarra, nem pensar. O instrumento ainda pode ser a alma do rock. Mas de um outro jeito.
Uma prova cabal da decadência do estilo "soleiro" acaba de chegar às lojas no disco St. Anger, do grupo americano Metallica. O heavy metal – e suas várias subdivisões, que vão do "melódico" ao"nü" – é um dos poucos gêneros que ainda exibem alguma tolerância a músicos que, no meio do show, dão aquele passinho à frente anunciando que vão fazer um solo. Os dois guitarristas do Metallica, James Hetfield e Kirk Hammett, tornaram-se conhecidos por sua habilidade com o instrumento e pela disposição para exibi-la a qualquer deixa, em solos ultravelozes que pareciam romper a barreira do som. Não mais. Em St. Anger, eles optaram pelo barulho em estado bruto e deixaram de lado qualquer firula ou demonstração de virtuosismo. O que torna esse fato significativo é a influência exercida pelo Metallica. Surgido em 1981, o grupo vem se mantendo na vanguarda de seu gênero. Eles foram os criadores do estilo acelerado conhecido como trash ou speed. Foram também os primeiros representantes das novas vertentes do metal a alcançar o topo da parada americana, vendendo 15 milhões de cópias do álbumMetallica, em 1991. Trata-se de uma banda cujos passos são seguidos não apenas por fãs, mas também por outras bandas. E, se eles decretaram que a era do herói guitarrista acabou no metal, pode-se apostar que serão ouvidos.
Movimento semelhante ocorre em outras vertentes do rock. Dois dos nomes mais reverenciados do instrumento na atualidade são os americanos Tom Morello, do Audioslave, e John Frusciante, do Red Hot Chili Peppers. Ambos estão na faixa dos 30 anos e são fãs de Jimi Hendrix, mas não por seu virtuosismo. Morello aprendeu com Hendrix a encaixar efeitos e microfonias em suas canções. Frusciante admira o suingue do ídolo. "Eu passava dias inteiros ouvindo seus discos e tentando adaptar aquilo às canções do Red Hot", diz ele. Em vez de hipnotizarem uma platéia com cascatas de solos, os dois guitarristas tentam criar arranjos e efeitos empolgantes para as músicas de suas bandas. Alguns jovens músicos brasileiros vão pelo mesmo caminho. Marco Antônio Valentim Brito Júnior, o Marcão do grupo Charlie Brown Jr., é considerado um dos melhores guitarristas do rock nacional. Quando empunhou o instrumento pela primeira vez, sonhava em ser um guitar hero. Depois mudou de idéia. "Música cheia de solo é muito chata. E guitarrista que fica se contorcendo para chamar atenção é deprimente", sentencia ele. Por trás dessa atitude, parece esconder-se uma concepção mais pragmática e menos romântica do ato de tocar guitarra. O contrário do que pensa um instrumentista à moda antiga como Jimmy Page. "Fazer um bom solo tem algo a ver com fazer sexo. E deve-se tratar a guitarra com carinho", disse ele recentemente a VEJA.
Reportagem de: Sérgio Martins
Pode ser que o estilo musical de hoje em dia esteja mudando, mas sem solo de guitarra = sem rock bom.
LOL. Isso foi uma facada na cultura roqueira. Alguém manda o link de alguma apresentação do Edu Ardanuy ou do Kiko Loureiro pro cara que escreveu a reportagem. o/Marco Antônio Valentim Brito Júnior, o Marcão do grupo Charlie Brown Jr., é considerado um dos melhores guitarristas do rock nacional.
Pior é ele que se contorce e não faz metade do que Angus Young faz. LOL."Música cheia de solo é muito chata. E guitarrista que fica se contorcendo para chamar atenção é deprimente", sentencia ele.
Vamos carcar nossos instrumentos no meio de um solo agora. (Isso foi brincadeira o resto é sério)"Fazer um bom solo tem algo a ver com fazer sexo. E deve-se tratar a guitarra com carinho", disse ele recentemente a VEJA.
O que vocês acham disso? Solos de guitarra sumiram do "rock" música atual ou "rock" sem solo já é outro estilo?
Metal Up Your Ass![c=61]Zé "Kirk" Neto[/c] diz:
Bota antes do Metal Up Your Ass que a fonte é www.guitarx.com.br
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