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Tópico: Provectus Lupus

  1. #11
    Eu não floodo. Você sim Avatar de Dard Drak
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    Gostei, tem Tíbia no meio mas o enredo e as descrições, até agora, são diferente de muitas que aparecem por aqui...

    Alguns erros de digitação, outros de grafia, mas nada de mais...

    Dard*

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  2. #12
    Avatar de Kaoh
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    Gostei de ver. Bom, fiquei meio confuso com certas reações do personagem e de sua personalidade, mas creio eu que era bem isto que estava tentando provocar.

    Alguns erros bobos de grafia, apenas.

    A descrição é única e seu estilo também, muito original. Isso já é metade do caminho andado amigo.

    Estou ancioso para o próximo capítulo.

    Sem mais;
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    Asha Thrazi!

  3. #13
    Avatar de Draconian
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    Olá, meu nome é Draconian, como pode ver, e sejá bem vindo a sessão Roleplaying!

    Gostei muito, adorei o teu jeito de escrever!

    Gostei do jeito em que tu fujiu das obrigações do tibia, como a ilha de RookGaard, e tal...

    Bem, vou citar alguns errinhos bobos aqui, para que voce possa arrumar já que ninguem mais citou.

    O castelo por dentro era tão maravilhoso como um oásis, alguns metros a minha frente havia uma fonte natural, o castelo, ao que parece fica em cima de um oásis.
    Aqui, tu repetiu apenas duas vezes a palavra oassis em um curto periodo de tempo, mas já ficou chato de se ler, tente substituir uma destas palavras.

    Foi assim que cheguei aqui, agora já é noite...
    Agora percebo que estava errado...
    aqui o erro foi o mesmo, repetiu a palavra agora em um curto periodo de tempo, veja se não fica bem melhor de se ler assim "Foi assim que cheguei aqui, parece que já é noite.
    Agora percebo que estava errado..."

    mas tinham muito força
    Como pode ver aqui, voce usou a palavra muito, para a força, uma está no masculino, e a outra mais para o feminino, o certo seria "muita força" mas eu creio que foi um simplez erro de digitação.

    Bom, por enquanto é só, estou adorando a tua historia e agardo anciosamente por mais capitulos.

    Sem mais, Draco

  4. #14
    Avatar de Sanguinatis
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    Bem, esse é o capitulo 2, a primeira parte, a segunda, posto daqui a pouco, eu acho que não fui bem descrevendo a batalha, mas a idéia principal foi tentar, pelo menos, passar o clima do ambiente, assim vocês conseguem imaginar, e pra ficar mais legal, eu colokei umas imagens, tem uma no final q eh meio loca, mas acho q ñ pega nada XD

    Ta ai, postem dizendo se gostaram ou não, criticando ou elogiando

    ______________________________
    Capitulo 2 – O novo gênesis


    Alguem bateu fortemente na porta, quando eu abri, havia um pedaço de papel preso à uma adaga fincada na porta, no papel estava escrito que todo homem que pudesse manejar uma espada lutasse para defender Darashia. Quem diria que Darashia dependeria dos pobres mercadores e caçadores de antílopes que mal conseguiam engravidar suas esposas. Eu peguei a adaga e aproveitei para cortar o meu cabelo o mais curto possível, além disso tirei essa maldita barba. Eu ouvia o barulho das pessoas saindo de casa, a voz do medo só pode ser ouvida antes da morte, e acho que eles já sabiam que iriam ouvi-la.
    Eu amarrei as botas o mais forte que pude, guardei a adaga no cinto e peguei o meu machado.
    Acho que estou pronto para o pesadelo, é melhor que ele esteja pronto para mim também.


    Dia 2 mês 5 ano 100

    A noite esta fria novamente, eu estou vivo. Acho que hoje me dei conta de o quanto estamos todos atolados no medo.

    A batalha de ontem foi tão cruel quanto eu imaginava, eu ainda me lembro...

    Ao descer pela escadas, reparei nas pessoas que se aglutinavam nos depósitos de armas onde haviam algumas espadas e escudos, o soldado entregava as armas com tanta facilidade ao que parece ele já sabia que a maioria dos homens não faria uso delas, no alto da torre de vigia feita de madeira um homem gritou avisando que eles chegariam em menos de 10 minutos. Haviam ali cerca de 100 homens tão fracos quanto a luz da lua, os melhores guerreiros estavam todos se preparando no grande centro no meio da cidade.

    Quando me lembrei dos 3 homens que vinham pelo leste, já era tarde demais, corri para lá, mas eles já não estavam mais a caminho, tinham desaparecido. A hora se aproximava quando soaram uma especie de trombeta da torre de vigia e pediram para todos se juntarem e defender a cidade, ao meu redor haviam garotos e velhos, os velhos que tinham alguma noção do perigo ficavam atrás da primeira linha, já os inexperientes jovens se agrupavam a frente de todos, alguns querende provar para si mesmos que eram dignos de defender o reino outros apenas eram idiotas o suficiente para achar que iriam sobreviver.

    Aos poucos eles foram chegando, como Darashia não tem muros, não era esperado nenhum tipo de ataque com maquinas ou dispositivos maiores. Eu me situei na segunda linha de ataque, já conseguíamos ver o destino chegando, as criaturas caminhavam lentamente e todos agrupadas, o que era muito estranho pois até onde eu achava que sabia, mortos-vivos não se comunicam. Foi quando me dei conta que eles eram controlados por alguma força.

    O momento decisivo chegara, eles estavam a menos de 20 metros, foi quando avançamos. A primeira linha ia fazendo seu caminho por entre as criaturas mais fracas que mal conseguiam atacar. Ao meu lado estavam um garoto forte fisicamente mas que tremia muito, ele vestia uma armadura de prata e usava uma espada cerrada, do meu outro lado havia um garoto com uma espada simples e com um escudo feito de casco de tartaruga, ele rezava e pedia para que Daraman o ajudasse. Eu perguntei pra ele se algum dia Daraman havia aparecido na frente dele, ele olhou pra mim, balançou a cabeça negativamente em relação a minha ironia, e disse que esperava um milagre. Por que esperar? Os milagres estavam vindo em nossa direção. A linha de frente se dissipou em meio as criaturas, foi quando eu avistei minha primeira presa, cambaleava e vestia trapos verdes, havia sangue em sua boca, devia ser sangue humano.

    A festa havia começado, pareciam ser feitos de manteiga, ataquei-a com um ataque horizontal, a criatura foi dividida em duas, porem seu tronco ainda se mexia, me lembro que pisei na cabeça e os pedaços do cérebro sujaram toda minha calça, e assim os mais fracos foram caindo, não só do lado deles como do nosso, algumas criaturas conseguiram invadir a cidade, as criaturas se abriram e atacavam a cidade pelos flancos, a batalha foi árdua, porém conseguimos vencer a primeira leva.

    Mas não havia acabado, estava só começando. Me lembro de ter ouvido um barulho saindo de um celeiro perto da entrada da cidade, um grito agudo, com muita dor. Corri para lá, fiz meu caminho por entre os corpos e vi o que esperei a noite toda para ver. Duas bestas sem carne, eram apenas ossos, pareciam dois lagartos, jogavam os restos do corpo de uma mulher de um lado para outro. A brincadeira começara ali, me lembro de ter sorrido, finalmente adversarios que valessem a pena!

    Quando o primeiro me avistou, pulou em cima de mim, eu o bloquei com o meu machado, quando o seu amigo viu que o ataque não tinha surtido efeito, ele cuspiu um gás tão horrível quanto aquela noite, eu estava ficando zonzo, se os dois me atacasses simultaneamente eu provavelmente morreria. Um deles pulou visando meu pescoço, eu me joguei para o lado e ele errou o ataque, o segundo ao tentar pular escorregou no sangue da mulher e não conseguiu me acertar. Vendo um deles no chão eu não tive piedade ergui o machado e o mandei para o inferno com um único golpe na cabeça, os pedaços dos ossos voaram pelo ar.

    Era hora de cuidar do meu amigo restante, quando ele pulou, consegui desviar e acerta-lo lateralmente com o gomo do machado, não foi o suficiente para quebrar algum osso, porém ele estava caído, ao ver aquele ser desprotegido e de certa forma o maldito sabia que iria partir, não tive piedade, levantei o machado para dar o ultimo golpe porém uma bola de energia negra se formou no cabo do machado e ele foi partido em 2, que força era aquela, parecia uma rocha, só alguem muito poderoso poderia ter feito aquilo. Pela janela pude ver um homem vestido de negro. Ele logo desviou a atenção e foi se preocupar com os cavaleiros de Darashia que o cercaram. Era um daqueles homens que eu vi antes disso tudo começar, talvez ele estivesse controlando as criaturas que ali estavam. De volta aos meus assuntos com meu amigo, era eu contra ele, predador contra predador.

    Ele, mais uma vez, pulou em minha direção, foi quando eu consegui colocarr minhas mão em sua boca, ambos rolamos no chão, lentamente fui controlando sua boca e consegui abrir-lá. O sangue dos meus dedos começou a escorrer, com a mão direita agarrei a parte de cima de sua boca e com a esquerda a parte inferior. O nosso duelo começara ali, eu olhava em seus olhos e não via o medo de morrer e acho que ele sentia o mesmo por mim, usei toda minha força, ele era forte, mas eu também fui, até que ele cedeu, e como uma explosão eu pude sentir o estalo de todos os ossos que compunham o cranio da besta serem rasgados e partidos ao meio.

    Após essa pequena batalha, eu ouvi alguem pedindo ajuda, no meio do feno havia um garoto preso dentro de um barril. Ele me agradeceu e perguntou onde estava sua mãe, logo que percebeu que o corpo estraçalhado dela, entrou em desespero, eu pedi para que ele ficasse ali enquanto o sol não nascesse e que me esperasse, eu voltaria para busca-lo.

    Quando consegui olhar em volta vi o homem de negro do lado de fora, ele estava falando algumas palavras e parece que não percebia o que ocorria à sua volta. No celeiro, já desgastado e sem nenhum animal havia uma escada que levava ao telhado, sem arma eu não teria chances contra ele, por isso teria que jogar sujo, agarrei um dos ossos pontudos das bestas e subi no telhado, quando estava em uma posição melhor, me joguei em cima dele. Ele ficou com o peito na areia, mesmo assim, ele continuava falando sem parar, eu estava jogado em cima de suas costas, foi quando apunhalei ele com o osso, porém, ele não parou de falar, talvez estivesse em algum estado magico.

    Eu me levantei e quando percebi que teria que faze-lo parar, pisei em sua cabeça o mais forte que pude, mesmo contra a areia, sua mandibula continuava a se mover, olhei ao meu redor. Perto do estabulo havia uma pedra, do tamanho de um elmo, eu rastejei até ela, ela não pesava muito, seria o suficiente, ele continuava falando palavras que eu não entendia, foi quando com as duas mãos segurando a pedra, eu acertei a cabeça dele. Ele caiu, tremeu muito e por fim morreu.

    Alguns vampiros tentavam entrar no castelo, porém quando a porta abriu, uma onda azul brotou e como se fosse a luz do sol, desintegrou os vampiros. De dentro do castelo saíram 4 guerreiros, um velho senhor, vestido com uma armadura verde que brilhava e de longe parecia ser feita de escamas, carregava uma cimitarra, seu olhar era tão indiferente que me espantou, seus cabelos brancos e curtos eram a mostra de que naquele homem havia muita sabedoria. Eu respeito os velhos, e respeito muito mais os velhos guerreiros, pra mim eles são como lobos velhos, um lobo velho pode perder a visão, pode perder o pelo, pode perder toda a sua jovialidade e velocidade, porém, ele nunca perde o instinto e o faro, ele sempre sabe o que e como fazer as coisas. Logo depois do velho, uma mulher muito grande apareceu, ele carregava um martelo enorme, e usava uma armadura feita de ouro, ela mais parecia um homem grande, com seu grande cabelo ruivo que balançava constantemente enquanto ela corria. O próximo a sair foi um arqueiro, seu modo de andar indicava que era furtivo como o vento, mas o que mais me espantou não foi o seu olhar frio, ele conseguia atirar mais de uma flecha por vez, e ria muito, era muito confiante se julgado pelo seu porte. Foi então que um homenzinho franzino saiu, ele carregava uma varinha que expelia fogo, e usava óculos, com ele, saíram duas criaturas que pareciam bolas de fogo. Parecia que eram os melhores guerreiros de Darashia.



    De volta a batalha, eu procurei em volta por algum tipo de arma, e não muito longe, havia um corpo de um nobre rapaz que carregava uma espada que era grande, não como eu gostaria, mas serviria para alguma coisa, pelo jeito ela havia sido forjada por algum ciclope, era até que pesada se levado em consideração as outras armas que estavam sendo usadas. Eu caminhava para o castelo, talvez um dos guerreiros pudesse me ajudar com o garoto no celeiro, eu olhava aquele massacre, casas eram invadidas e os moradores eram comidos pelas bestas restantes. Quando me aproximava, ouvi um barulho, quando olhei para cima, um vampiro desceu como uma flecha, me agarrou e mordeu meu pescoço, se não bastasse isso, outro vampiro vestido de preto, com olhos vermelhos e sangue na boca pulou em cima de mim, eles conseguiram me desarmar, aquele seria meu fim, se o velho não aparecesse e com maestria cortasse a cabeça de um deles, foi a brecha que eu tive para dar uma cabeçada no vampiro que tentava me enforcar, ele deu alguns passos. Com meu olhos fixos nos dele, eu me agachei, com as mãos tentava achar a espada sem tirar os olhos dele, quando percebi que tocava a espada, ele avançou, levantei-a o mais rápido que pude, ela ficou na altura da barriga do vampiro, eu pude sentir sua barriga sendo aberta, o barulho da pele sendo cortada, porém o demonio ainda estava vivo, ele conseguiu dar alguns passos para trás e sair da lamina. Quando ele preparava o ataque, o velho descepou sua cabeça.

    O velho se apresentou, disse que seu nome era Clan, essa era sua ultima batalha, depois de servir o rei por mais de 30 anos, ele voltaria a trabalhar como ferreiro, por isso não queria perder tempo. Ele era rabugento, mas como já disse, eu o respeitava. Ele me guiou até os outros guerreiros, e me apresentou. O arqueiro se chamava Pietro, havia criado uma técnica que o permitia atirar mais de um flecha por vez, a mulher-trasgo se chamava Thalla, ela era uma nômade, viveu nos desertos a vida toda, e o mago era seu irmão, Kurmin, era um mestre nas artes arcanas, era realmente estranho ver alguem que poderia pensar no meio a tanto desespero.

    Eles me explicaram que o ataque já era esperado, Necropharus, um necromante já havia deixado claro que iria tomar Darashia, ele veio junto com 2 outros necromantes. Eu disse que havia abatido 1 deles.

    O velho mandou os 3 procurarem o necromante, enquanto eu e ele iriamos buscar Necropharus. Seguimos caminhos diferentes, eu e o velho fomos para a parte leste da cidade, e os outros para o centro da cidade. Não andamos muito, e já conseguiamos ver Necropharus, era um velho com um olhar penetrante, seus olhos negros já eram um pressagio que ele era misterioso e poderoso, nos corremos em sua direção, porém alguma coisa agarrou o pé do velho, Necropharus, usando sua magia havia criado outros daqueles seres nojentos, o velho conseguiu escapar, mas, outros surgiram e o agarraram.

    Enquanto eu corria em sua direção, ele não mostrava nenhum tipo de reação, quando cheguei a uma distancia minima ele pronuciou alguma palavras, algo como “exori mort” e uma espécie de pressão foi criada em meu estomago. Eu cai e ele não parou de fazer aquilo, eu estava em péssimo estado, sentia meus ossos estalarem cada vez que ele falava. Perdendo os sentidos, ele retirou a espada de minha mão, e como se fosse algum tipo de mago barato, levitou meu corpo, ele agarrou a espada me ofereceu como sacríficio a algum tipo de ser chamado Urgith, alguma coisa do tipo, porém, o sangue dentro de mim ferveu, eu sabia que não era hora de morrer, eu sou melhor, eu não iria parar ali, me lembrei da adaga que carregava, eu passei a mão no sinto e a agarrei, quando Necropharus fechou os olhos, eu fiz com que ele não precisasse mais de um deles, eu o apunhalei no olho, ele começou a gritar, e largou a espada. Em desespero, ele tentou se acalmar, ele ia falar alguma coisa como “exevo gran mas...” eu agarrei a espada no chão, não haveria tempo de levantar por isso, eu fiz ele sofrer, com um golpe horizontal eu cortei suas pernas e ele não terminou a frase que me mandaria para o inferno. Ele não estava morto, eu observei ele se arrastando, o sangue escorria de suas pernas, ele me perguntou se eu era algum tipo de monstro, me olhou como o garoto do celeiro havia me olhado, então eu disse-lhe que não sou nenhum monstro, eu sou Sanguinatis.. Ele andou mais alguns metros, mas não aguentou.

    As criaturas que seguravam o velho desapareceram, agora só precisavamos eliminar o outro necromante. O velho não parava de reclamar, ele me perguntou se existia alguma diferença entre eu e uma daquelas criaturas, eu disse à ele que existiam duas, eu sou o maior e o pior. Ele balançou a cabeça em desprezo.

    Na cidade, os outros guerreiros arrastavam o corpo do ultimo necromante, a cidade estava salva, os monstros foram sendo mortos. Eu agradeci aos guerreiros, disse que sem a ajuda deles eu teria algum problema, eles disseram que falariam com o rei sobre meu respeito, eu sentia neles algo diferente, como se nossos caminhos fossem se cruzar novamente,

    Eu voltei ao celeiro, o garoto me disse que sua tia morava perto, eu o levei até a casa dela, ele me disse que iria vingar sua mãe, não me preocupei com isso, na verdade eu não sei porque me preocupei com ele, ela falava muito. Precisava curar meus ferimentos, por isso me apressei de volta ao meu quarto, enquanto andava observava os corpos no chão, todos nós, vivos e mortos, sujos pelo mesmo sangue.

    Ao chegar em casa, a noite ainda estava escura e profunda. Mas não estava mais frio, meu corpo estava quente, o sangue circulava, a vontade de matar voltou, eu queria mais sangue, mesmo sabendo que meu corpo não aguentaria. Por uma hora, eu tentei descansar, fazer algo que me alivia-se. Foi quando alguém bateu a minha porta, eu estava sujo, não havia me lavado, fedia como um porco, ao abrir a porta, eu vi uma mulher, sua pele era parda como a dos leões que vivem no deserto de Darashia, ela vestia uma roupa azul, seu cabelo era negro, passava alguns centímetros do pescoço, seus olhos me lembravam o por do sol, misteriosa como o que existe depois do horizonte, ela disse que seu nome era Noa, ela tinha o perfume, um cheiro que as Deusas devem ter, ela me disse para toma-la. Eu não perdi um segundo imaginando como essa mulher havia parado ali ou como um perdedor como eu poderia ter uma sorte dessas.



    Tem sangue nas minhas mãos, nos meus braços, martelando dentro da minha cabeça e me empurrando pra frente... Me dizendo que eu nunca vou me cansar.
    ____________

    Então, esse capitulo vai terminar mostrando como é a realidade do meu RP.
    Desculpem pelos erros, o capitulo fico mto grande, e não devo ter corrigido td, qqr coisa é só postar q eu arrumo.

    Até mais
    Última edição por Sanguinatis; 09-01-2007 às 01:10.

  5. #15
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    Aqui termina o capitulo 2, eu to morrendo de sono, por isso não deu tempo de corrigir, espero que gostem. e se puderem me apontar os erros eu ficaria muito grato, é menos esforço XD

    __________________________

    Capitulo 2 - Conclusão

    Pela manhã, ela já não estava mais ao meu lado. Estaria eu louco?

    Talvez toda aquela matança tivesse me feito mal, eu não ando muito bem. Eu não conseguia ficar confinado ali dentro, por isso sai. Eu precisava comer alguma coisa, por isso fui até uma barraca ao sul de Darashia, estava comendo um pedaço grande de carne de antílope quando Clan sentou do meu lado, ele me chamou para ir até a sua casa, que ficava um pouco afastada de Darashia, ela ficava na base de uma montanha. Caminhamos por cerca de meia hora.

    Sua casa era bem feita, bem ao lado havia uma gruta, ele devia extrair o minério lá de dentro. Ele me perguntou o motivo pelo qual eu estava em Darashia, um guerreiro como eu poderia estar pilhando com os piratas, foi o que ele disse. Eu o expliquei como fui parar ali, disse-lhe que não sabia meu nome, por isso me auto-proclamei Sanguinatis. Clan me pediu um minuto e foi para a cozinha. Quando andei pela sua casa percebi que ele tinha muitos livros, sua casa muito bem cuidada e conservada parecia ter sido construída a muito tempo atrás. Havia um papel no chão que parecia ser um jornal, ele datava como o primeiro dia do ano de 1350, eu fiquei pasmo, não sabia o porque da data, foi quando Clan entrou na biblioteca e reclamou por eu estar vendo o que não era de minha conta, eu pedi explicações, e tão espantado como eu, ele me perguntou se eu não sabia o que era o “Dia dos 7”. Eu não fazia a mínima ideia, então ele me explicou que desde aquele acontecimento, voltamos ao ano 0.

    Vou transcrever aqui, o que ele me disse.

    Há muito tempo atrás quando Goshnar foi morto, sua filha, Fermuba havia se refugiado em Carlin. Fermuba estava gravida, mas não sabia onde estava o pai de seu filho. Os anos se passaram e essa história foi esquecida.
    Tibia havia mudado, a Baia da Liberdade havia sido construída, os princípios basicos de vida estava se apagando. Os guerreiros que um dia lutavam por esperança, alegria, compaixão e liberdade, lutavam por fins mesquinhos, não havia mais honra, apenas a impaciência, não havia tempo para os amigos, a fama era mais importante.
    Com esse destino traçado pelos Deuses, um ser que havia sido trancado a muito tempo respirava com fervor novamente, Ferumbras estava tramando algo, algo poderoso estava vivo, e ele pertenceria à Ferumbras.
    Em Carlin, Fermuda se perguntava onde estaria o pai de seu filho, que acabara de fazer 16 anos e era um mago que nem se quer havia visitado a ilha onde os jovens guerreiros ganham experiencia, já usava magias fora do comum e estava pronto para entrar na academia magica de Edron, foi ai que Ferumbras sentiu o seu poder.

    Tharn, o filho de Fermubda, havia sido criado quando numa noite tempestuosa, enquanto Goshnar dormia, um homen invadiu o quarto de Fermuda, era um homem lindo, com uma voz maravilhosa e olhar puro. Fermuda se apaixonou por ele naquele instante.

    Porém Fermuba não imaginava que aquele homem era na verdade um demônio, conhecido por Bazir, um dos 7 demônios mais cruéis. Ele era o senhor das mentiras. O homem nunca mais voltou a aparecer depois daquela noite.

    17 anos se passaram desde então. Quando Tharn começou a ouvir uma voz que o chamava, a voz lhe ofereceu poder além do compreendimento humano. Tharn havia sido tentado por Ferumbras, Tharn conseguiu se teleportar para o exílio de Ferumbras, rompendo a barreira criado pela Academia de Magia de Edron.

    Juntos, eles viram 7 imagens de demônios diferente, entre eles Bazir, o pai de Tharn. Os 7 mais cruéis queriam voltar para o mundo dos vivos. Tharn, com a ajuda de Ferumbras começou a fazer o encantamento, levaria 1 semana para que os 7 retornassem, um retornaria a cada dia.

    A Academia de Magia de Edron, já sabia que isso aconteceria, por isso, mandou um aviso para todos os guerreiros de Tibia, desde os mais fracos até o mais fortes. Todos se reuniram nas Planíces de Havoc para o grande combate.

    Os humanos foram os primeiros a chegar, Dulokz, Eternal Oblivion, Setzer, estavam todos lá. O céu ficou negro. Já podia ser ouvido o grito de Infernatil, ele seria o primeiro a rever os humanos. Quando alcançou a superficie, Infernatil fez das planíces um Inferno, os humanos foram aos poucos sendo consumidos pelas chamas. Covardemente os humanos fugiram, se apenas 1 era tão forte, como seriam os 7 juntos?

    Infernatil seguiu até a floresta de Tiquanda, onde inicou um grande incêndio. Porém ele percebeu que estava ficando fraco. Ferumbras o chamou para sua torre onde eles esperariam pelo retorno dos 7. No dia seguinte Pumin conseguiu alcançar a superficie, e se dirigiu até a torre de Ferumbras, e assim passaram-se mais 2 dias, e mais 2 demônios voltaram, Verminor e Tafariel.

    Tharn e Ferumbras descobriram um jeito de trazer Urgith a vida, eles tranformariam um dos sóis em um sol negro e negativo que quando completo serviria de portal. Porém isso só poderia ser feito quando todos os 7 estivessem na terra.

    Em Edron todos planejavam, os elfos, os humanos, os gênios, os faraós e os anões. Mesmo olhando para a aniquilação certa, os seres esquecerem de chamar os Orcs e as outras criaturas menos inteligentes. O ataque seria lançado no dia em que o pai de Tharn chegasse a superficie, todos os 4 estariam lá junto com Ferumbras e Tharn para celebrar a chegada do 5º.

    O dia chegou, Tibia estava morrendo, todas as tropas já estavam nas planícies esperando o momento da chegada. Quando olharam pra cima viram que um dos sóis estava com uma parte negra, e como num ecplise essa parte ficou a olhar tibia. O céu estava negro mais uma vez, no céu podiam se ver os 4 demonios chegando, Ferumbras e Tharn os acompanhavam.

    O ataque começara, humanos, elfos, gênios, faraós e anões combatiam os demonios enquanto Bazir voltava. Os olhos de Tharn se enchiam de lagrimas quando o inesperado aconteceu, milhares de orcs apareceram, sendo liderados por um Orc evoluido com capacidade de fala, era grande, forte, sua pele era verde, mas era clara como o dia, tinha cabelos negros e olhos vermelhos, ele carregava uma espada do seu tamanho, uma espada que fora feita com metal estraido da pedra da mente e da alma, os orcs suportam uma temperatura bem maior que os humanos, por isso eles conseguiam derreter esses metais. O seu nome era Uthgardt, ele era o messias dos Orcs, era tão inteligente que junto com os orcs shaman, conseguiu criar uma fenda no tempo e espaço, e foi assim que eles planejavam acabar com os demonios.

    Uthgardt tinha 2 companheiros humanos, uma linda mulher e um ancião que servia como seu escudeiro, ele atacou Tharn com sua espada que relfetia a magia de Tharn. A luta durou 1 dia, e quando Bazir conseguiu sair, os shamans abriram a fenda, porém Tharn conseguiu escapar, alguem precisaria empurra-lo para lá, e só um homem poderia fazer isso. Não um homem, um Orc, Uthgardt correu em sua direção e com sua espada refletiu a magia de Tharn que o cegou, sem saber onde estava,Uthgardt conseguiu agarra-lo e levar-lo até a fenda, os demonios tentavam atacar enquanto as outras criaturas se sacrificavam pelo Orc. Sem alternativa, Uthgardt ouviu a voz de um mago da Academia de Magia de Edron, que chorava e pedia para que ele acabasse com Tharn, Uthgardt pediu que o mago empurrasse os demonios para a fenda, que seria fechada pelo lado de dentro por ele mesmo, assim o conhecimento necessario para reabrir-la estaria com ele, e ninguem jamais, poderia trazer-los de volta a vida. Uthgardt agarrou Tharn e se jogou junto a ele. Todos os magos usaram sua magia e um grande tufão surgiu, ele empurrava ferumbras e os 5 demonios para dentro da fenda.

    Sem Tharn os demonios não conseguiram se manter fortes, então pouco a pouco todos foram absorvidos, e ferumbras também, sem forças para continuar lutando, ele preferiu a morte e se matou com uma explosão que levou consigo varios guerreiros que ali estavam.

    Sem Tharn os demonios não conseguiram se manter fortes, então pouco a pouco todos foram absorvidos, e ferumbras também, sem forças para continuar lutando, ele preferiu a morte e se matou com uma explosão que levou consigo varios guerreiros que ali estavam.




    Um ultimo grito foi ouvido, foi o grito de Tharn que jurou vingança contra todos.

    Clan me explicou que após essa batalha, as coisas ficaram diferentes. Algumas cidades haviam sido praticamente destruídas pelas mudanças que ocorreram, a Baia da Liberdade tinha sido totalmente destruída, e levaram 50 anos para reconstruir-la, mas mesmo assim, o clima é agora cinzento e chuvoso, por isso Percy fez o que podia para trazer de volta a beleza para aquela terra e trouxe com seu próprio dinheiro algumas prostituas de Edron, as melhores de Tibia. A cidade foi então apelidada de Baia da Libertinagem. Foi assim que Percy abriu seu caminho para o trono, já que Tibianus III não tinha filhos.

    Carlin continuava movimentada, Venore foi destruida por ser a cidade mais próxima das planícies, e foi reconstruida novamente, agora dando enfase ao cultivo de plantas exóticas do pantano. Thais, assim como Carlin pouco sofreu. O porto da esperança junto com a Baia da Libedade foram as regiões que mais sofreram danos, os Demonios alteraram bruscamente o clima, e os macacos tomaram a cidade, grande parte da floresta de Tiquanda que fora queimada, agora dava lugar a um grande centro de extração de minério. Grandes mudanças ocorreram, Clan ainda me disse que apesar de tudo ter voltado ao normal, os animais estavam mudados, os trasgos eram criaturas muito mais crueis e aterrorizantes. Ele me intrigou quando me disse que durante uma semana, parte de um dos sóis, volta a olhar Tibia, e as noites duram mais que o normal, as criaturas aproveitam para atacar as cidades nessas épocas. Desde então, os teleportes não funcionavam mais, o Oraculo já não enxergava a alma das pessoas, dando assim o titulo de druida, paladino, mago ou cavaleiro para qualquer um. Os magos que eram grande maioria, hoje estão escassos, os druidas sofrem pois as florestas estão desaparecendo, cavaleiros continuam a lutar pela fama, e paladinos viraram assassinos de aluguel.



    Eu me interessei sobre o tal Uthgardt, gostaria de enfrenta-lo. Clan me disse que ele tinha uma marca na parte de trás do pescoço, uma marca única que sangrava quando demônios estavam por perto, me disse também que a espada que ele usou era um protótipo, a verdadeira espada, estava num memorial feito pelos orcs após sua morte.
    Quem sabe um dia, eu teria aquela espada gigante.

    Eu o agradeci pelas informações, ele me disse que amanhã haveria uma cerimonia para comemorar a morte de Necropharus, e que eu seria condecorado com uma medalha. Talvez eu ganhasse algum ouro.

    No caminho de volta, pensei em Noa, quem seria aquela mulher? Porque apareceu daquele jeito, fui me perguntando, tentando achar alguma pista. Cheguei a conclusão que talvez eu estava muito louco mesmo, e quando achava que estava no nível máximo de loucura, eu senti algo vindo das montanhas, eu caminhei até elas, elas eram ao sul de minha casa, eu subi um pouco, e no meio do mar, em cima de um rochedo, eu vi. Era incrível.





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  6. #16
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    Ótimos capitulos!

    Estou ficando mais curioso a cada novo capitulo, esta realmente muito boa

    Erro,s eu não os encontrei, talvez pelo simples fato de eu não querer os encontrar, ou pode ser por causa de minha tremenda dor de cabeça =S

    Bem, gostei do capitulo, minha dor de cabeça não me permite dizer mais nada, depois eu posto ou edito aqui criticas contrutivas para ti

    Sem mais, Draconian

  7. #17
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    Apesar de ter dado informações de forma não tão bem organizada, o enredo em si ficou muito bom. Gostei da história de Ferumbras, do garoto e dois seven, ficou interessante.

    Gosto também do protagonista, apesar de as vezes ele ter um pouco de desvio de personalidade.

    Não sou bom para colaborar em relação a erros ortográficos, eu leio rápido e acabo passando por cima deles sem perceber.

    Para mim o que basta é o enredo e a personalidade do autor, e essa história está muito bem nestes quesitos.

    Sem mais;
    Asha Thrazi!
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