ABRAÃO EXISTE SIM, e a fonte que tirei é confiável, wikipedia, não é exatamente como está na biblia pq ela fantasia um pouco
Registos históricos da história de Abraão:
Recentemente algumas descobertas arqueologias comprovaram a veracidade da história/lenda de Abraão. Alguns registos escritos na antiga linguagem suméria contam a história de Abraão como um rico e poderoso líder que habitou as terras da Mesopotâmia, e que teve como amigo o sábio Rei de Salém – Melquisedeque (Gen.14:12)
[editar] Ovídeo:
Segundo estes registos, um tal de Ovídeo era um pregador/profeta fenício que pregava em Ur dos Caldeus a mensagem de um Deus único, aprendidas nos reinos do sábio Melquisedeque. Foi Ovídeo que instigou Abraão a viajar para as terras de Salém, a fim de integrar o grupo de estudiosos do Reino.
[editar] Viagem para Haran:
Abraão anuiu nesta jornada em direção a Salém, mas foi o seu irmão Nahor, que não tinha conhecimento dos ensinamentos de Melquisedeque, que os persuadiu a ficar em Haran.
[editar] Morte de Tera (Taré)
Foram algumas “luas” após a morte de Tera (Taré), o pai de Abraão que o Rei de Salém enviou um mensageiro a Abraão com o fim de o convidar a fazer parte do seu núcleo de estudantes/sacerdotes no seu reino. O mensageiro que foi encarregado da mensagem chamava-se Jaram e o convite era extensivo a Naor também.
[editar] A partida para Salem:
Nahor optou por ficar, construindo naquele lugar uma poderosa fortificação que acabou por ficar com o seu nome, e Abraão partiu com o seu sobrinho de nome Ló.
Ao chegar a Salém, foi próximo da cidade que resolveram estabelecer o seu acampamento e edificar guarnições nas colinas adjacentes, de forma a protegerem-se contra os furtivos ataques dos hititas, dos filisteus e dos assírios que habitavam as terras do norte, que privilegiavam estas zonas da Palestina nos seus ataques e saques. As visitas a Salém passaram a ser uma rotina para estes dois personagens e o reflexo dos ensinamentos do sábio Rei de Salém foi notório nos seus ensinamentos.
[editar] A seca e a viagem para o Egipto:
Algum tempo depois, houve uma seca nesta região, o que obrigou este líder Abraão e o seu sobrinho a caminharem pelo vale do Nilo com o seu acampamento. Foi nessa permanência no Egipto que Abraão se encontrou com um parente próximo que ocupava o trono do Egipto de então, e registra-se que ele acompanhou duas expedições militares de muito êxito ao serviço deste rei egípcio. Na última parte da sua estada no Egipto, Abraão e Sara, sua esposa, viveram no palácio real do Egipto. Quando Abraão decidiu deixar as terras do Nilo, o Rei lhe deu a sua parte nos despojos de guerra das suas expedições militares.
[editar] Regresso a Salém:
Abraão, provavelmente, tinha interesse em se tornar um grande líder na Palestina - almejava até ser um poderoso rei naquelas terras. O seu retorno a Salém só poderia ter este objetivo. O seu sobrinho Ló tinha uma personalidade diferente e inclinava-se mais para assuntos materiais ligados a negócios diversos, sendo esse o motivo pelo qual ambos se separaram, indo Ló para Sodoma e dedicando-se ao comércio e à criação de animais.
Melquisedeque recebeu muito bem Abraão de volta a Salém e o apoio a sua liderança foi registrado até na Bíblia, no livro de Gênesis. Abraão tornou-se carismático entre esse povo e um líder conquistador.
[editar] A Aliança de Abraão:
Os registros falam de uma aliança entre o Rei Melquisedeque e Abraão que diz: “Olha agora para os céus e conta as estrelas, se fores capaz; pois assim tão numerosa a tua semente será”.
Na Bíblia, as palavras são quase as mesmas, a diferença é que ela diz que essa aliança é feita entre Deus e Abraão.
Tal aliança era um reconhecimento de Melquisedeque da soberania de Abraão e a cedência do seu trono a este líder e à sua descendência, uma vez que este rei não tinha descendentes para o substituir. Esta referência também é referida na Bíblia no capítulo 7 de Hebreus, onde se refere à falta de descendência deste personagem sábio de Salém.
[editar] Nascimento de Isaque:
Abraão só foi circuncidado depois do nascimento de Isaque, e foi numa cerimónia pública e solene que este “pai de muitos” apresentou o seu filho em Salém como o seu primogênito.
[editar] Relação com os povos vizinhos:
Os povos vizinhos de Salém reverenciavam e respeitavam o Rei sábio Melquisedeque, mas de certa forma temiam o grande líder militar Abraão. Melquisedeque tentou persuadir Abraão a evitar algumas batalhas de conquista mas em vão, o jovem de espírito conquistador era muito ambicioso, e logo as suas batalhas e conquistas tornaram-se conhecidas em toda aquela região, fazendo de Abraão um líder muito respeitado.
Foi a guerra de Sidim, que dividiu estes dois personagens temporariamente. E foi numa tentativa de persuadir Abraão que o Rei de Salém, Melquisedeque, partiu ao seu encontro, encontrando-o apenas no seu já triunfante regresso.
Após a batalha de Sidim, este líder manteve-se fiel ao seu monarca e tornou-se dirigente militar de mais onze tribos vizinhas de onde todos pagavam tributos – o chamado dízimo.
Abraão fracassou algumas tentativas de estabelecer alianças diplomáticas com o soberano de Sodoma, mas ao conseguir o resultado foi uma aliança militar estratégica entre o Rei de Sodoma e outros povos de Hebrom.
Abraão tinha mesmo intenção de formar um estado poderoso em toda a Canã, e foi o sábio rei de Salém que convenceu e persuadiu o Abraão a abandonar a sua tentativa de formar um reino material e tornar-se aquilo que hoje o seu nome é significado – o Pai da Fé. Para persuadi-lo utilizou a sua aliança, a promessa do seu reino, e tornou-o como sua própria descendência.
[editar] Tornado Rei
Com o desaparecimento de Melquisedeque, Abraão modificou muito a sua forma de agir. Mesmo alguns historiadores defendem a ideia que era um outro Abraão que ocupou o seu lugar. Mas poderá ter sido apenas a tristeza pelo desaparecimento de Melquisedeque. Não há registo da morte de Melquisedeque e mesmo o apóstolo Paulo faz menção a esse facto na bíblia na carta aos Hebreus (cap.7)
Abraão tornou-se mais inactivo e temeroso. Tanto que ao chegar a Gerar, Abimeleque tomou-lhe a sua esposa Sara. Mas este período de aparente covardia foi curto. E logo Abraão compreendeu a herança proposta pelo seu antecessor no trono e começou a proclamar uma mensagem de um Deus único entre os povos filisteus e mesmo entre os súbditos de Abimeleque.
[editar] Explicação contextual:
O ensinamento de Melquisedeque foi de grande importância para aquilo que a religião nos tem transmitido hoje sobre Abraão, mas, os registros da altura pareceram impossíveis e fantásticos para os sacerdotes dos hebreus posteriores. Muitos tiveram capacidade e alguma compreensão, mas quase tudo foi perdido pelo menos até a época em que os registros do Antigo Testamento foram revisados em massa na Babilónia.
O que o Antigo Testamento registra como conversas entre Abraão e Deus, a história regista como acontecido entre Abraão e Melquisedeque. Posteriormente, os escribas encararam o termo Melquisedeque como sinónimo de Deus. Os registros de tantos contactos de Abraão e Sara com “o anjo do Senhor” referem-se às suas numerosas entrevistas com Melquisedeque.
As narrativas dos escritos religiosos hebraicos sobre Isaac, Jacob e José são algo mais confiáveis do que aquelas sobre Abraão, embora elas contenham muitos pontos divergentes do que é factual, nomeadamente com outras referências históricas…
Os registos referem que todas as propriedades de Abraão foram para o seu filho Isaac, o filho de Sara que tinha o status de esposa. Quetura não foi esposa de Abraão, mas sim uma concubina. Agar foi esposa de Abraão após a morte de Sara.
Mais tarde, durante o cativeiro dos hebreus na babilónia, alguns registos históricos foram alterados por estes de forma a servirem as suas conveniências religiosas. O ego nacional dos judeus ficou tremendamente deprimido durante este cativeiro. Na sua reacção contra a inferioridade nacional, eles oscilaram para o outro extremo do egotismo nacional e racial e, nisso, distorceram e perverteram as suas tradições para exaltar-se, colocando a si próprios acima de todas as raças, como povo de Deus. E assim, eles cuidadosamente refizeram todos os registros com o propósito de colocar Abraão e os seus outros líderes nacionais muito acima de todas as outras pessoas, não exceptuando o próprio Melquisedeque. Os escribas hebreus destruíram, pois, todos os anais que puderam encontrar dessas épocas memoráveis, preservando apenas a narrativa do encontro de Abraão e Melquisedeque depois da batalha de Sidim, encontro que fazia reflectir uma grande honra sobre Abraão
ele não existe, é uma fábula?