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Resultados da Enquete: Qual sua religião?

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    1 0,53%
  • Muçulmano

    1 0,53%
  • Espírita

    10 5,29%
  • Budista

    4 2,12%
  • Magia Negra, Bruxaria, macumba......

    4 2,12%
  • Hindu

    0 0%
  • Indígena

    0 0%
  • Lúciferniano (os que cultuam Lúcifer como o Deus supremo)

    9 4,76%
  • Mórmon

    1 0,53%
  • Testemunha de jeová

    4 2,12%
  • Ateu (sem credo)

    54 28,57%
  • Acredita nun deus próprio

    11 5,82%
  • Agnóstico(nega o ateísmo e teísmo=quem crê)

    14 7,41%
  • Gnóstico(a crença na Salvação pelo Conhecimento)

    3 1,59%
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Resultados 91 a 100 de 843

Tópico: topic oficial de religiao e bem e mal.

  1. #91
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    Sempre falavam que os filósofos,astronomos,etc tal eram ateus, olhem o caso de Santo Agostinho:

    Após a sua conversão, Agostinho dedicou-se inteiramente ao estudo da Sagrada Escritura, da teologia revelada, e à redação de suas obras, entre as quais têm lugar de destaque as filosóficas. As obras de Agostinho que apresentam interesse filosófico são, sobretudo, os diálogos filosóficos: Contra os acadêmicos, Da vida beata, Os solilóquios, Sobre a imortalidade da alma, Sobre a quantidade da alma, Sobre o mestre, Sobre a música. Interessam também à filosofia os escritos contra os maniqueus: Sobre os costumes, Do livre arbítrio, Sobre as duas almas, Da natureza do bem.


    Dada, porém, a mentalidade agostiniana, em que a filosofia e a teologia andam juntas, compreende-se que interessam à filosofia também as obras teológicas e religiosas, especialmente: Da Verdadeira Religião, As Confissões, A Cidade de Deus, Da Trindade, Da Mentira.


    O Pensamento: A Gnosiologia


    Agostinho considera a filosofia praticamente, platonicamente, como solucionadora do problema da vida, ao qual só o cristianismo pode dar uma solução integral. Todo o seu interesse central está portanto, circunscrito aos problemas de Deus e da alma, visto serem os mais importantes e os mais imediatos para a solução integral do problema da vida.


    O problema gnosiológico é profundamente sentido por Agostinho, que o resolve, superando o ceticismo acadêmico mediante o iluminismo platônico. Inicialmente, ele conquista uma certeza: a certeza da própria existência espiritual; daí tira uma verdade superior, imutável, condição e origem de toda verdade particular. Embora desvalorizando, platonicamente, o conhecimento sensível em relação ao conhecimento intelectual, admite Agostinho que os sentidos, como o intelecto, são fontes de conhecimento. E como para a visão sensível além do olho e da coisa, é necessária a luz física, do mesmo modo, para o conhecimento intelectual, seria necessária uma luz espiritual. Esta vem de Deus, é a Verdade de Deus, o Verbo de Deus, para o qual são transferidas as idéias platônicas. No Verbo de Deus existem as verdades eternas, as idéias, as espécies, os princípios formais das coisas, e são os modelos dos seres criados; e conhecemos as verdades eternas e as idéias das coisas reais por meio da luz intelectual a nós participada pelo Verbo de Deus. Como se vê, é a transformação do inatismo, da reminiscência platônica, em sentido teísta e cristão. Permanece, porém, a característica fundamental, que distingue a gnosiologia platônica da aristotélica e tomista, pois, segundo a gnosiologia platônica-agostiniana, não bastam, para que se realize o conhecimento intelectual humano, as forças naturais do espírito, mas é mister uma particular e direta iluminação de Deus.

    A Metafísica


    Em relação com esta gnosiologia, e dependente dela, a existência de Deus é provada, fundamentalmente, a priori, enquanto no espírito humano haveria uma presença particular de Deus. Ao lado desta prova a priori, não nega Agostinho as provas a posteriori da existência de Deus, em especial a que se afirma sobre a mudança e a imperfeição de todas as coisas. Quanto à natureza de Deus, Agostinho possui uma noção exata, ortodoxa, cristã: Deus é poder racional infinito, eterno, imutável, simples, espírito, pessoa, consciência, o que era excluído pelo platonismo. Deus é ainda ser, saber, amor. Quanto, enfim, às relações com o mundo, Deus é concebido exatamente como livre criador. No pensamento clássico grego, tínhamos um dualismo metafísico; no pensamento cristão - agostiniano - temos ainda um dualismo, porém moral, pelo pecado dos espíritos livres, insurgidos orgulhosamente contra Deus e, portanto, preferindo o mundo a Deus. No cristianismo, o mal é, metafisicamente, negação, privação; moralmente, porém, tem uma realidade na vontade má, aberrante de Deus. O problema que Agostinho tratou, em especial, é o das relações entre Deus e o tempo. Deus não é no tempo, o qual é uma criatura de Deus: o tempo começa com a criação. Antes da criação não há tempo, dependendo o tempo da existência de coisas que vem-a-ser e são, portanto, criadas.


    Também a psicologia agostiniana harmonizou-se com o seu platonismo cristão. Por certo, o corpo não é mau por natureza, porquanto a matéria não pode ser essencialmente má, sendo criada por Deus, que fez boas todas as coisas. Mas a união do corpo com a alma é, de certo modo, extrínseca, acidental: alma e corpo não formam aquela unidade metafísica, substancial, como na concepção aristotélico-tomista, em virtude da doutrina da forma e da matéria. A alma nasce com o indivíduo humano e, absolutamente, é uma específica criatura divina, como todas as demais. Entretanto, Agostinho fica indeciso entre o criacionismo e o traducionismo, isto é, se a alma é criada diretamente por Deus, ou provém da alma dos pais. Certo é que a alma é imortal, pela sua simplicidade. Agostinho, pois, distingue, platonicamente, a alma em vegetativa, sensitiva e intelectiva, mas afirma que elas são fundidas em uma substância humana. A inteligência é divina em intelecto intuitivo e razão discursiva; e é atribuída a primazia à vontade. No homem a vontade é amor, no animal é instinto, nos seres inferiores cego apetite.


    Quanto à cosmologia, pouco temos a dizer. Como já mais acima se salientou, a natureza não entra nos interesses filosóficos de Agostinho, preso pelos problemas éticos, religiosos, Deus e a alma. Mencionaremos a sua famosa doutrina dos germes específicos dos seres - rationes seminales. Deus, a princípio, criou alguns seres já completamente realizados; de outros criou as causas que, mais tarde, desenvolvendo-se, deram origem às existências dos seres específicos. Esta concepção nada tem que ver com o moderno evolucionismo, como alguns erroneamente pensaram, porquanto Agostinho admite a imutabilidade das espécies, negada pelo moderno evolucionismo.


    A Moral


    Evidentemente, a moral agostiniana é teísta e cristã e, logo, transcendente e ascética. Nota característica da sua moral é o voluntarismo, a saber, a primazia do prático, da ação - própria do pensamento latino - , contrariamente ao primado do teorético, do conhecimento - próprio do pensamento grego. A vontade não é determinada pelo intelecto, mas precede-o. Não obstante, Agostinho tem também atitudes teoréticas como, por exemplo, quando afirma que Deus, fim último das criaturas, é possuído por um ato de inteligência. A virtude não é uma ordem de razão, hábito conforme à razão, como dizia Aristóteles, mas uma ordem do amor.


    Entretanto a vontade é livre, e pode querer o mal, pois é um ser limitado, podendo agir desordenadamente, imoralmente, contra a vontade de Deus. E deve-se considerar não causa eficiente, mas deficiente da sua ação viciosa, porquanto o mal não tem realidade metafísica. O pecado, pois, tem em si mesmo imanente a pena da sua desordem, porquanto a criatura, não podendo lesar a Deus, prejudica a si mesma, determinando a dilaceração da sua natureza. A fórmula agostiniana em torno da liberdade em Adão - antes do pecado original - é: poder não pecar; depois do pecado original é: não poder não pecar; nos bem-aventurados será: não poder pecar. A vontade humana, portanto, já é impotente sem a graça. O problema da graça - que tanto preocupa Agostinho - tem, além de um interesse teológico, também um interesse filosófico, porquanto se trata de conciliar a causalidade absoluta de Deus com o livre arbítrio do homem. Como é sabido, Agostinho, para salvar o primeiro elemento, tende a descurar o segundo.


    Quanto à família, Agostinho, como Paulo apóstolo, considera o celibato superior ao matrimônio; se o mundo terminasse por causa do celibato, ele alegrar-se-ia, como da passagem do tempo para a eternidade. Quanto à política, ele tem uma concepção negativa da função estatal; se não houvesse pecado e os homens fossem todos justos, o Estado seria inútil. Consoante Agostinho, a propriedade seria de direito positivo, e não natural. Nem a escravidão é de direito natural, mas conseqüência do pecado original, que perturbou a natureza humana, individual e social. Ela não pode ser superada naturalmente, racionalmente, porquanto a natureza humana já é corrompida; pode ser superada sobrenaturalmente, asceticamente, mediante a conformação cristã de quem é escravo e a caridade de quem é amo.


    O Mal


    Agostinho foi profundamente impressionado pelo problema do mal - de que dá uma vasta e viva fenomenologia. Foi também longamente desviado pela solução dualista dos maniqueus, que lhe impediu o conhecimento do justo conceito de Deus e da possibilidade da vida moral. A solução deste problema por ele achada foi a sua libertação e a sua grande descoberta filosófico-teológica, e marca uma diferença fundamental entre o pensamento grego e o pensamento cristão. Antes de tudo, nega a realidade metafísica do mal. O mal não é ser, mas privação de ser, como a obscuridade é ausência de luz. Tal privação é imprescindível em todo ser que não seja Deus, enquanto criado, limitado. Destarte é explicado o assim chamado mal metafísico, que não é verdadeiro mal, porquanto não tira aos seres o lhes é devido por natureza. Quanto ao mal físico, que atinge também a perfeição natural dos seres, Agostinho procura justificá-lo mediante um velho argumento, digamos assim, estético: o contraste dos seres contribuiria para a harmonia do conjunto. Mas é esta a parte menos afortunada da doutrina agostiniana do mal.


    Quanto ao mal moral, finalmente existe realmente a má vontade que livremente faz o mal; ela, porém, não é causa eficiente, mas deficiente, sendo o mal não-ser. Este não-ser pode unicamente provir do homem, livre e limitado, e não de Deus, que é puro ser e produz unicamente o ser. O mal moral entrou no mundo humano pelo pecado original e atual; por isso, a humanidade foi punida com o sofrimento, físico e moral, além de o ter sido com a perda dos dons gratuitos de Deus. Como se vê, o mal físico tem, deste modo, uma outra explicação mais profunda. Remediou este mal moral a redenção de Cristo, Homem-Deus, que restituiu à humanidade os dons sobrenaturais e a possibilidade do bem moral; mas deixou permanecer o sofrimento, conseqüência do pecado, como meio de purificação e expiação. E a explicação última de tudo isso - do mal moral e de suas conseqüências - estaria no fato de que é mais glorioso para Deus tirar o bem do mal, do que não permitir o mal. Resumindo a doutrina agostiniana a respeito do mal, diremos: o mal é, fundamentalmente, privação de bem (de ser); este bem pode ser não devido (mal metafísico) ou devido (mal físico e moral) a uma determinada natureza; se o bem é devido nasce o verdadeiro problema do mal; a solução deste problema é estética para o mal físico, moral (pecado original e Redenção) para o mal moral (e físico).


    A História


    Como é notório, Agostinho trata do problema da história na Cidade de Deus, e resolve-o ainda com os conceitos de criação, de pecado original e de Redenção. A Cidade de Deus representa, talvez, o maior monumento da antigüidade cristã e, certamente, a obra prima de Agostinho. Nesta obra é contida a metafísica original do cristianismo, que é uma visão orgânica e inteligível da história humana. O conceito de criação é indispensável para o conceito de providência, que é o governo divino do mundo; este conceito de providência é, por sua vez, necessário, a fim de que a história seja suscetível de racionalidade. O conceito de providência era impossível no pensamento clássico, por causa do basilar dualismo metafísico. Entretanto, para entender realmente, plenamente, o plano da história, é mister a Redenção, graças aos quais é explicado o enigma da existência do mal no mundo e a sua função. Cristo tornara-se o centro sobrenatural da história: o seu reino, a cidade de Deus, é representada pelo povo de Israel antes da sua vinda sobre a terra, e pela Igreja depois de seu advento. Contra este cidade se ergue a cidade terrena, mundana, satânica, que será absolutamente separada e eternamente punida nos fins dos tempos.


    Agostinho distingue em três grandes seções a história antes de Cristo. A primeira concerne à história das duas cidades, após o pecado original, até que ficaram confundidas em um único caos humano, e chega até a Abraão, época em que começou a separação. Na Segunda descreve Agostinho a história da cidade de Deus, recolhida e configurada em Israel, de Abraão até Cristo. A terceira retoma, em separado, a narrativa do ponto em que começa a história da Cidade de Deus separada, isto é, desde Abraão, para tratar paralela e separadamente da Cidade do mundo, que culmina no império romano. Esta história, pois, fragmentária e dividida, onde parece que Satanás e o mal têm o seu reino, representa, no fundo, uma unidade e um progresso. É o progresso para Cristo, sempre mais claramente, conscientemente e divinamente esperado e profetizado em Israel; e profetizado também, a seu modo, pelos povos pagãos, que, consciente ou inconscientemente, lhe preparavam diretamente o caminho. Depois de Cristo cessa a divisão política entre as duas cidades; elas se confundem como nos primeiros tempos da humanidade, com a diferença, porém, de que já não é mais união caótica, mas configurada na unidade da Igreja. Esta não é limitada por nenhuma divisão política, mas supera todas as sociedades políticas na universal unidade dos homens e na unidade dos homens com Deus. A Igreja, pois, é acessível, invisivelmente, também às almas de boa vontade que, exteriormente, dela não podem participar. A Igreja transcende, ainda, os confins do mundo terreno, além do qual está a pátria verdadeira. Entretanto, visto que todos, predestinados e ímpios, se encontram empiricamente confundidos na Igreja - ainda que só na unidade dialética das duas cidades, para o triunfo da Cidade de Deus - a divisão definitiva, eterna, absoluta, justíssima, realizar-se-á nos fins dos tempos, depois da morte, depois do juízo universal, no paraíso e no inferno. É uma grande visão unitária da história, não é uma visão filosófica, mas teológica: é uma teologia, não uma filosofia da história.

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    O mal não é ser, mas privação de ser, como a obscuridade é ausência de luz. Tal privação é imprescindível em todo ser que não seja Deus, enquanto criado, limitado, o mal é, fundamentalmente, privação de bem.

    "Ad majorem Dei gloriam"
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  2. #92

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    Citação Postado originalmente por angel of the nightmare
    ai, tem 3000 outros Deuses? eu acho que todas as religiões, mesmo aquelas com mais de 1 Deus, fazem citações a um Deus pai todo poderoso, quer exemplo?
    Zeus; na grecia, etc
    Algumas religiões politeístas, como o hinduísmo, acreditam que mais de uma entidade criou o universo (Brahma, Shiva e Vishnu) e muitas outras tomam conta de nós na Terra. E agora?



    Citação Postado originalmente por angel of nightmare
    existem 7 dimensões:
    1º e 2º não tenho noção do que seja Oo
    Sim, são mesmo sete.

    Mas cada pessoa pode ver no máximo três.

    Eu, como ateu, vejo altura, largura, profundidade e tempo (que vale como meia dimensão, já que não é possível recuar, apenas avançar).

    Já os crentes enxergam o universo distorcido. Vêem espíritos, demônios e ateus hereges por todas as partes. São três dimensões e meia diferentes para eles. Somam sete.



    Citação Postado originalmente por angel of nightmare
    as infra-dimensões são regidas por apenas, -.- apenas, 864 leis
    864... Oito vezes 108. Plágio do número cabalístico oriental ou de Lost?



    Citação Postado originalmente por Tio'Pepa
    como alguem disse anteriormente Deus nos deu um livre arbitrio para fazermos oque bem intendemos, o dilúvio foi isso, já existia o livre arbítrio mas as pessoas eram muito ruins então Deus os castigou, mas depois jurou que não iria mais castigar severamente, por issso ele marcou isso com o arco-iris sempre que Deus vê o arco-iris ele selembrara da promessa, eu vi umas informação de geólogos, cientistas, arqueologos que acreditam no diluvio e acharam provas conviinssentes, se eu achar eu posto.
    Então poste. Não enrola. Tô cansado de escutar pregações sem consistência científica. A arca de Noé nunca existiu, os indícios que aparecem a respeito dela são todos refutáveis. Se fores postar alguma tentativa de prova, pegue alguma fonte neutra, por favor.

    Como é que todos os bichos, mesmo que da região da Mesopotâmia, que passam das centenas de milhares, couberam na arca de Noé?
    Como é que os peixes de água doce sobreviveram?
    Se o dilúvio foi local e os dinossauros morreram por não entrarem na arca, o que dizer dos dinos que morreram nas Américas?
    Como é que uma família árabe pode dar origem às quatro principais etnias humanas em apenas 4 000 anos? Lembrando que arianos moram na quente e ensolarada África do Sul há 500 anos e as suas pigmentações cutâneas pouco escureceram.
    Se o petróleo surgiu do dilúvio, como Noé usou betume (originário do petróleo) para construir a arca?
    Se o dilúvio foi responsável pelos cânions, como se formou o maior cãnion do sistema solar, em Marte? Houve dilúvio lá também?



    Citação Postado originalmente por Tio'Pepa
    VAMOS FAZER UMA APOSTA, QUE QUANDO MORRERMOS, E SE NOS ENCONTRARMOS EM OUTRO PLANO SEI LÁ, VC VAI DEIXAR EU DA UM CHUTE NA TUA BUNDA, OK, SE VC GANHAR SÓ VAMOS ESTAR DE BAIXO DA TERRA, ESPERO QUE ACEITE.
    Ok, está apostado. Mas se tiveres certo não nos encontraremos. Irei para o Inferno e você para o paraíso. :triste:



    Citação Postado originalmente por Tio'Pepa
    Bom eu nunca disse que Deus criou o arcp-iris, ou eu disse?
    Quem criou o arco-íris para você? Bob Esponja?
    :eek:




  3. #93
    Avatar de angel of the nightmare
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    Citação Postado originalmente por Locke Chere Cole
    Algumas religiões politeístas, como o hinduísmo, acreditam que mais de uma entidade criou o universo (Brahma, Shiva e Vishnu) e muitas outras tomam conta de nós na Terra. E agora?





    Sim, são mesmo sete.

    Mas cada pessoa pode ver no máximo três.

    Eu, como ateu, vejo altura, largura, profundidade e tempo (que vale como meia dimensão, já que não é possível recuar, apenas avançar).

    Já os crentes enxergam o universo distorcido. Vêem espíritos, demônios e ateus hereges por todas as partes. São três dimensões e meia diferentes para eles. Somam sete.





    864... Oito vezes 108. Plágio do número cabalístico oriental ou de Lost?





    Então poste. Não enrola. Tô cansado de escutar pregações sem consistência científica. A arca de Noé nunca existiu, os indícios que aparecem a respeito dela são todos refutáveis. Se fores postar alguma tentativa de prova, pegue alguma fonte neutra, por favor.

    Como é que todos os bichos, mesmo que da região da Mesopotâmia, que passam das centenas de milhares, couberam na arca de Noé?
    Como é que os peixes de água doce sobreviveram?
    Se o dilúvio foi local e os dinossauros morreram por não entrarem na arca, o que dizer dos dinos que morreram nas Américas?
    Como é que uma família árabe pode dar origem às quatro principais etnias humanas em apenas 4 000 anos? Lembrando que arianos moram na quente e ensolarada África do Sul há 500 anos e as suas pigmentações cutâneas pouco escureceram.
    Se o petróleo surgiu do dilúvio, como Noé usou betume (originário do petróleo) para construir a arca?
    Se o dilúvio foi responsável pelos cânions, como se formou o maior cãnion do sistema solar, em Marte? Houve dilúvio lá também?





    Ok, está apostado. Mas se tiveres certo não nos encontraremos. Irei para o Inferno e você para o paraíso. :triste:





    Quem criou o arco-íris para você? Bob Esponja?
    :eek:



    oi, não é plagio nenhum....
    sabe o que é ego né?
    pronto, com isso você fica arrogante, intolerante, preconceituoso, raivoso etc, e foge da missão cabivel somente à você...

    agora, imagine um unico meio de destrui-lo... através do processo de involução onde passa por essas "infra-dimensões" ai...
    agora imagina... 864 leis cara... é, o inferno é isso... mas não tem diabo nem nada


    meu amigo que gosta dessas merdas leu pra mim uma coisa shaman mais ou menos assim:
    o inferno é regido por 4 "principes"
    lucife, satan, levitan e belivat (esse ultimo não sei como se escreve =P)


    -.- o conceito de inferno muda muito, mas uma coisa é certa, existe um lugar pra você destruir o ego e pode voltar e tentar denovo... e a pena é dura =P


    PS:. pega o exemplo de tibia... de onde vieram 3 entidades que criaram a terra? de um unico grande Deus =P

    dai me pergunta, de onde veio Deus?
    não sei, algo alem de minha compreenção, e se vier dizendo que agente fica repetindo isso toda hora, tente entender então...
    Can you build a civilization that will stand
    the test of time?

  4. #94
    Avatar de Tio'Pepa
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    podemons se encontrar na morte, antes de ir pro inferno ou céu, vamos pro purgatório onde somos todos julgados.

    Já desse a lida esperta nu texto do Santo Agostinho, é bem complexo mas umas partes tenho que realçar:

    Filosofia praticamente, platonicamente, como solucionadora do problema da vida, ao qual só o cristianismo pode dar uma solução integral. Todo o seu interesse central está portanto, circunscrito aos problemas de Deus e da alma, visto serem os mais importantes e os mais imediatos para a solução integral do problema da vida.[/COLOR]

    Em relação com esta gnosiologia, e dependente dela, a existência de Deus é provada, fundamentalmente,enquanto no espírito humano haveria uma presença particular de Deus. Ao lado desta prova, não nega Agostinho as provas da existência de Deus, em especial a que se afirma sobre a mudança e a imperfeição de todas as coisas. Quanto à natureza de Deus, Agostinho possui uma noção exata, ortodoxa, cristã: Deus é poder racional infinito, eterno, imutável, simples, espírito, pessoa, consciência, o que era excluído pelo platonismo. Deus é ainda ser, saber, amor. Quanto, enfim, às relações com o mundo, Deus é concebido exatamente como livre criador.

    No cristianismo, o mal é, metafisicamente, negação, privação; moralmente, porém, tem uma realidade na vontade má, aberrante de Deus. O problema que Agostinho tratou, em especial, é o das relações entre Deus e o tempo. Deus não é no tempo, o qual é uma criatura de Deus: o tempo começa com a criação. Antes da criação não há tempo, dependendo o tempo da existência de coisas que vem-a-ser e são, portanto, criadas.

    No Verbo de Deus existem as verdades eternas, as idéias, as espécies, os princípios formais das coisas, e são os modelos dos seres criados; e conhecemos as verdades eternas e as idéias das coisas reais por meio da luz intelectual a nós participada pelo Verbo de Deus. Como se vê, é a transformação do inatismo, da reminiscência platônica, em sentido teísta e cristão.


    Mas a união do corpo com a alma é, de certo modo, extrínseca, acidental: alma e corpo não formam aquela unidade metafísica, substancial
    .


    COLOR="Green"]A alma nasce com o indivíduo humano e, absolutamente, é uma específica criatura divina, como todas as demais. Entretanto, Agostinho fica indeciso entre o criacionismo e o traducionismo, isto é, se a alma é criada diretamente por Deus, ou provém da alma dos pais. Certo é que a alma é imortal, pela sua simplicidade. Agostinho, pois, distingue, platonicamente, a alma em vegetativa, sensitiva e intelectiva, mas afirma que elas são fundidas em uma substância humana. A inteligência é divina em intelecto intuitivo e razão discursiva; e é atribuída a primazia à vontade. No homem a vontade é amor, no animal é instinto, nos seres inferiores cego apetite.[/COLOR][/COLOR]

    Entretanto a vontade é livre, e pode querer o mal, pois é um ser limitado, podendo agir desordenadamente, imoralmente, contra a vontade de Deus. E deve-se considerar não causa eficiente, mas deficiente da sua ação viciosa, porquanto o mal não tem realidade metafísica.[/COLOR]


    Convenhamos, que Deus é um espírito que só se manifesta dentro das pessoas, sem fenome físico, sem a ciência poder explicar, ai ficaria dificil que acredita contra os que não acreditam.

    Por acaso só acreditamos no que vemos?
    Ninguém acredita no que não vê?
    Alguem le conta uma história mas vc não vê a situação, então por isso não acreditaria?
    Alguem le conta sobre Deus, você não pode ver Deus, por isso nunca vai poder acreditar? E se ele existir?
    Deus, pode ser comparado como um sentimento, Deus pode ser só a conciência, um sentimento que te leva a praticar o bem, mas como ninguém o vê ninguem acredita, eis a questão.:confused:
    Última edição por Tio'Pepa; 22-12-2006 às 13:35.
    O mal não é ser, mas privação de ser, como a obscuridade é ausência de luz. Tal privação é imprescindível em todo ser que não seja Deus, enquanto criado, limitado, o mal é, fundamentalmente, privação de bem.

    "Ad majorem Dei gloriam"
    "Gloria in excelsis Deo"
    ''Et delectabar per singulos dies, ludens coram eo in omnitempore, ludens in orbe terrarum''


    http://img142.imageshack.us/img142/6...ericaviee9.jpg

    http://img526.imageshack.us/img526/4...mricaivys3.jpg

  5. #95
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    Citação Postado originalmente por angel of the nightmare
    ele tem resposabilidades, mas ele é justo e nos deu livre arbitrio pra fazer o que nos der na telha -.-, dai depois agente resolve as contas da parada com bah vo falar tudo que sei não se não to fudido com vocês -.-
    Onde que o Deus Bíblico é justo? Ainda não vi nenhuma justiça nele. A não ser que você esteja inventando o seu Deus.

    Citação Postado originalmente por angel of the nightmare
    é isso que to falando... sempre existiu "um so Deus"!!!
    Nem preciso argumentar que você está errado, todas as religiões falam por si só.

    Citação Postado originalmente por angel of the nightmare
    PS:. -.- não existe inferno...
    inferno é so uma metáfora =P quer que eu lhes diga o que realmente há?
    pois bem
    Ok.. Analisaremos os seus argumentos então...

    Citação Postado originalmente por angel of the nightmare
    existem 7 dimensões:
    1º e 2º não tenho noção do que seja Oo
    Existe a dimensão 0, que é um ponto, 1D é uma reta, 2D é um plano.



    Citação Postado originalmente por angel of the nightmare
    3º é aonde vivemos, essa dimensão é regida por 48 leis

    4º é o mundo etérico, bah, aqui vivem civilizações inteiras, assim como paraisos biblicos, etc (os espiritas provavelmente devem achar que o umbral é aqui)

    5º mundo astral e mental; leis do tempo ja não regem essa dimensão.. é aqui onde nos encontramos quando dormimos =D (acha tudo fácil no sonho? que pode fazer tudo??? -.-) essa dimensão é regida por 24 leis do astral e 12 do mental!!!

    6º mundos "eletrônicos"... tudo antes de se realizar no nosso mundo, primeiro acontece aqui... dai os "clarividentes" vêem os fatos aqui, antes deles ocorrem!

    7º é o absoluto, regido por uma unica grande lei divina! algo superior ao bem e mal... harmonia eternal ou algo assim =PP
    Nada a comentar dessas aqui, não acredito em pseudociência. Dizer que a terra é governada por canetas assassinas é a mesma coisa do que afirmar tudo que você falo. Já que ambas não podem ser provadas.

    Dizer que existem dimensões é uma coisa, porém dizer que lá vive duendes e o coelhinho da páscoa é algo muito diferente.




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  6. #96
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    Bom, não vou entrar no mérito religioso já que toda e qualquer religião se da por via da crença. Ou você acredita ou você não acredita. E isso não faz a religião ser inferior a ciência ou vice-versa.
    A verdade é que não temos certeza de nada. Para mim a única certeza é Deus, que é o grande arquiteto de tudo que existe. A realidade e os fatos podem ser meros placebos de nossas convicções. Nada me garante que o modelo geocentrico é o certo e que uma grande conspiração resolveu rebaixar a Terra a "súdito" do Sol.
    O que eu quero dizer é que, aqueles que se dizem ateus, devem saber que o que eles sentem pode ser uma ilusão tão grande quanto a religião para eles. Mas acho que ninguém pode afirmar a existência de Deus e prova-la, pelo simples fato de que as provas podem ser algo sem sentido.

    1+1=2. Para nós isso faz sentido. Para um ET isso poderia ser um ser vivo ou uma obra de arte. E foi nesse pensamento que se consolidou os conceitos de bem e o mal. Parte dos conceitos de bem e mal vieram dos livros sagrados como os Vedas, o Corão e a Bíblia. Mas essas leis divinas são apregoadas de acordo com o local que você vive. Outras, foram criações nossas.

    E aí, você tem duas opções. Acreditar que os ditames transcedentais realmente são os corretos ou achar que fazer o bem é tão bom quanto fazer o mal. Afinal de contas, são ditames que carecem de provas e por carecerem de provas são da natureza de qualquer ser humano.

    Sou católico mas não concordo com algumas das postulações do catolicismo.


    "Ou quem sabe a Sonserina será a sua casa
    E ali fará seus verdadeiros amigos,
    Homens de astúcia que usam quaisquer meios
    Para atingir os fins que antes colimaram."

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  7. #97
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    Citação Postado originalmente por angel of the nightmare
    oi, não é plagio nenhum....
    sabe o que é ego né?
    pronto, com isso você fica arrogante, intolerante, preconceituoso, raivoso etc, e foge da missão cabivel somente à você...

    agora, imagine um unico meio de destrui-lo... através do processo de involução onde passa por essas "infra-dimensões" ai...
    agora imagina... 864 leis cara... é, o inferno é isso... mas não tem diabo nem nada


    meu amigo que gosta dessas merdas leu pra mim uma coisa shaman mais ou menos assim:
    o inferno é regido por 4 "principes"
    lucife, satan, levitan e belivat (esse ultimo não sei como se escreve =P)


    -.- o conceito de inferno muda muito, mas uma coisa é certa, existe um lugar pra você destruir o ego e pode voltar e tentar denovo... e a pena é dura =P


    PS:. pega o exemplo de tibia... de onde vieram 3 entidades que criaram a terra? de um unico grande Deus =P

    dai me pergunta, de onde veio Deus?
    não sei, algo alem de minha compreenção, e se vier dizendo que agente fica repetindo isso toda hora, tente entender então...
    acredito que o inferno é apenas uma ameaça aos que não entregam seus bens materiais pra igreja e discordam de sua idéias
    Deus(se existir)fez regras e uma variedade de materia inicial que foi transformando-se e evoluindo até possibilitar condições de vivermos neste planeta,assim como deve ter ocorrido em muitos outros,somos apenas mais um dentre trilhões de possiveis habitantes desta galaxia e um dentre uma quantidade extremamente maior de seres em todo o universo

    acredito que o "senhor" não planejou nada em relação a maioria das pessoas comuns,afinal de contas estas dai não possuem a menor chance ou oportunidade de fazer a diferença,de mudar a sociedade,somos apenas mais algum grupo de seres normais e isso torna injustificavél que tenhamos atenção especial

    eu,por exemplo,sei que não vai ter porra nenhuma de estranho,anromal,especial ou diferente em minha vida,que sempre estarei na mesma rotina lixo que praticamente toda a classe média vive,e o pior de tudo é que não tenho nenhuma chance de mudar isso tudo,não posso sair da rotina,não posso instalar o comunismo ou destruir a tecnologia
    por que o suposto existente ou não Deus iria criar um plano em minha vida?
    legions--->Stratovarius


  8. #98
    Avatar de angel of the nightmare
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    é.. realmente não há o que dizer =P
    tanto eu posso falar pra você que elefantes vivem em plutão, como eu posso lhes mostrar o que foi dito...

    acho que cabe a cada um de nos saber o que é verdadeiro e o que não é...


    outra, sempre existiu "um so Deus", quando falei isso, quis dizer que sempre houve um pai de tudo, "tudo" nunca foi filho do... "nada"

    o que leva a crer que Deus existe..

    Deus é tão justo cara, que lhe deu uma chance de viver... não lhe parece justo o suficiente? se você se refere as pessoas nas ruas, o governo fudendo todo mundo, bah, isso ja é por nossa conta, pra provar mais uma vez que somos totalmente imperfeitos

    PS:. cada um pode achar que Deus é do jeito que você quiser, deade que creia que há so um Deus...

    -.- se eu estivesse brincando de criar Deuses, eu estaria fazendo estatuas de madeira ou pedra..!



    se você prefere acreditar em sua logica imperfeita... tudo bem =D terás mais chance (eu acho)...
    Can you build a civilization that will stand
    the test of time?

  9. #99
    Avatar de Carl Frederich Gauss
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    Citação Postado originalmente por angel of the nightmare
    é.. realmente não há o que dizer =P
    tanto eu posso falar pra você que elefantes vivem em plutão, como eu posso lhes mostrar o que foi dito...

    acho que cabe a cada um de nos saber o que é verdadeiro e o que não é...


    outra, sempre existiu "um so Deus", quando falei isso, quis dizer que sempre houve um pai de tudo, "tudo" nunca foi filho do... "nada"

    o que leva a crer que Deus existe..

    Deus é tão justo cara, que lhe deu uma chance de viver... não lhe parece justo o suficiente? se você se refere as pessoas nas ruas, o governo fudendo todo mundo, bah, isso ja é por nossa conta, pra provar mais uma vez que somos totalmente imperfeitos

    PS:. cada um pode achar que Deus é do jeito que você quiser, deade que creia que há so um Deus...

    -.- se eu estivesse brincando de criar Deuses, eu estaria fazendo estatuas de madeira ou pedra..!



    se você prefere acreditar em sua logica imperfeita... tudo bem =D terás mais chance (eu acho)...
    prefiro deixar de acreditar na possibilidade de saber se existe ou não Deus,e então viver pensando em meus atos,aceitando meus limites e sem me enganar pensando que sou ajudado por forças que desconheço,por que sei que não sou e me enganar seria cruel

    mas de qualquer forma,Deus pode existir ou não,é mais provavel que exista,mas mesmo existindo eu acredito que este Deus(que pode existir ou não)não interfere em nossas vidas,não as modifica,simplesmente as ignora e ainda,portanto devemos ignora-lo,simples não?
    nos somos humanos e Deus é Deus

    eu não gosto da existência que foi me dada de "presente" portanto não acho justo,mas se a pessoa gosta de si mesma e pensa positivamente é mais provável que esta pessoa aceite uma figura de Deus

    mas de qualquer forma,é melhor abrir a mente pra todas as possibilidades,se o ser humano pode incendiar predios e diminuir temperaturas em um ambiente apenas com o uso da mente,provavelmente podemos chegar a respostas se refletirmos sobre a existência
    legions--->Stratovarius


  10. #100
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    o único meio de ter certeza é quando morrermos.

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    O mal não é ser, mas privação de ser, como a obscuridade é ausência de luz. Tal privação é imprescindível em todo ser que não seja Deus, enquanto criado, limitado, o mal é, fundamentalmente, privação de bem.

    "Ad majorem Dei gloriam"
    "Gloria in excelsis Deo"
    ''Et delectabar per singulos dies, ludens coram eo in omnitempore, ludens in orbe terrarum''


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