Ai, ai, ai quantas histórias! Vou agora mostrar o que se passa na cabeça do jovem Nier.
"O dia realmente não foi bom para mim hoje, ao acordar percebo que Venore não é sempre uma cidade festiva, ou seria meus olhos que enganavam-me? Certamente não, dizia a anciã que respondia as perguntas que fazia a mim mesmo. Ela continuando sem ao menos ser chamada prosseguiu rapidamente antes que eu pudesse interpelar para que parasse:
Um grupo de homens chegou a cidade, ninguém ousa sair de casa... Entre eles a um Monge acusado de trair os princípios e viver de Necromancia, um mercenário que faz valer o própio nome, e alguns outros... Incluindo um elfo!
Oras, o que aquela metida teria contra os elfos, pensei afagando minhas orelhas pontudas. Deixando aqueles pensamentos de lado, pensei rapidamente fazendo a felicidade transbordar de mim, eram meus homens! Mas como aquele senhora saberia? Metida? Concerteza, porém uma linguaruda? Aquela pobre druida anciã não tinha cara de ser.
Em um rápido pulo me levantei e pus-me a procurar o grupo, entretanto na porta de meu quarto ela puxou meu braço e indagou:
Não ouviu o que disse? Não é seguro, o Diário de Thais afirma com segurança que não podemos sair nas ruas!
E então me livrando com um safanão e saindo pela porta deixei escapar uma exclamação qualquer que não me recordo agora. Eu nunca havia ouvido falar do tal Diário de Thais, só que parecia-me que naquelas cidade todos o conheciam muito bem, ou seria apenas coincidência as ruas estarem desertas?? Perguntei-me irônicamente; ou seria ainda que o grupo de homens suspeitos haviam começado uma matança e da cidade sobrara apenas eu e a pobre druida anciã? Naquele momento minhas pernas tremeram, só que consegui me livrar de tais pensamentos ao passar de alguns minutos. Não era para menos, os sons que eu houvia agora faziam-me ter pensamentos mais aterrorizantes ainda, em todo caso continuei com passo firme para o depósito a fin de retirar a mercadoria. Em questão de uma ou duas horas, não sei dizer com clareza infezlimente, alcançei o depósito deserto naquela hora e peguei a carga sem dar muito valor às belas pedras de mármore que cobriam o imenso salão com detalhes singelos de pedras preciosas que não identifiquei o nome. Não devia ser tão difícil encontrar meia-dúzia de homens como a estranha velha da estalaria havia dito, mas não seriam 8 homens como o mercador de Fibula disse? Pensei.
Em todo caso não havia caminhado o que caminhei para simplesmente não completar minha missão. Achar os destinatários? Não houve tarefa mais fácil, era só seguir os gritos que faziam-me tremer as pernas. Em todo caso, mesmo o resto do meu corpo sendo contrário a decisão de ir até os homens que esperavam a carga, caminhei com estranha rapidez e em menos de uma hora chegara a um beco. Beco onde se encontravam vários homens, entre eles um conhecido mercenário de rosto sombrio e um Monge traidor dos própios princípios acusado de Necromancia. Ali estavam meus homens! Eu deveria apenas dar alguns passos e dar o que era deles, não precisaria ficar nem mais um segundo naquele circo de horrores, e porque não ficar mais um tempo em Venore? Apenas 8 dias haviam se passado... Naquele momento um dos homens que eu ainda não reconhecera me encarava com um ar de desdém, foi com a figura daquele homem que meu desespero começou:
Dos destinatários, ali se encontravam apenas dois, os mesmos dois que eu já tinha reconhecido. Mas, e os outros?
Pryn Nier,
Andarilho e contador de histórias"
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