Beleza, aqui vai mais uma tentativa
Prólogo
Estava em casa dormindo quando um amigo meu me acorda. Tinha com ele mais duas pessoas desconhecidas, uma carregava um grande martelo do trovão, e o outro um grande e belo machado. Vivo em uma casa simples, de madeira na cidade de Eliandriel. Meu amigo veio com seu arco de guerra, belo e dourado, mas estavam todos armados para uma guerra parecia, e meu amigo estava com um mapa na mão. Ele pediu para eu vestir minha capa, pegar meu cajado, suprimentos, grimório, corda, pá, e esse tipo de coisa. Ele me disse que havia descoberto uma mina de ouro, com tesouros inestimáveis nele, mas a mina estava aparentemente em construção. Eu havia minhas dúvidas sobre o que havia lá, mas não estava com medo... Então meu amigo arqueiro, com o nome de Duk me apresentou seus amigos. O que carregava o martelo era Fenrir, o paladino, e o que carregava o grande machado era Conck, o guerreiro. Então me apresentei, Tauren, o mago!
Capítulo 1
Estávamos quase na mina quando encontramos um meio orc. Imediatamente o paladino falou para ele - "Viemos em paz!".
O meio orc pareceu entender a mensagem e nos guiou para dentro da mina, mas o paladino, que falou com ele parecia não gostar da idéia de ser guiado por um meio orc. Já o arqueiro não ligava. Dentro da mina, fomos decendo sem o orc, e encontramos uma caverna com lagos subterrâneos. Era tudo escuro, mas era um lugar vasto, então montamos um acampamento ao lado do lago, já que havíamos caminhado por horas. Ali o suprimento de água era garantido. Acendemos uma fogueira, e vimos que o lugar era belo, com estalagmites e estalactites por tudo, mas não cobrindo o chão, possibilitando-nos de caminhar. O lugar era meio azulado, e deu para reparar que haviam outros acampamentos na região. Escutávamos barulhos de goteiras e de conversas em outros acampamentos em linguagem estranha, e era impossível entender, mesmo o paladino que era especialista em linguagens, pois o eco ali era grande demais.
Resolvemos dar uma olhada, deixamos o paladino cuidando do acampamento. Quando chegamos haviam 3 orcs dentro, que vieram direto atacar. O guerreiro pulou na frente e colocou seu escudo em defesa total, enquanto eu conjurava uma magia de mísseis mágicos e o arqueiro mirava em outro orc. O Arqueiro acerta em cheio a cabeça do Orc, e eu atiro meus mísseis mágicos, acertando os dois orcs restantes. Saqueamos os acampamentos e encontramos comida e poções(duas para cura e uma para mágica). Voltamos para o acampamento e o paladino está escondido atráz de seu escudo, com dois orcs batendo no escudo. Um paladino tem muita defesa, então aguentou até o guerreiro cortar a cabeça de um deles fora, e o orc começar a estrangulá-lo.
Continua...
Se vocês gostarem eu continuo amanhã.
Capítulo 2
O guerreiro estava sendo estrangulado, então o arqueiro começou a tremer. As tentativas de grito do guerreiro desconcentrava o mago, que não conseguia conjurar suas magias. A vida do guerreiro está nas mãos do paladino... Ele tenta golpear o orc, mas não tem muita força, e continua tentando. O guerreiro fecha os olhos, e o orc solta ele. O arqueiro cai e começa a chorar, e o paladino golpeia o orc mais uma vez, desta vez o Orc se machuca e fica furioso. O mago dá uma cajadada no orc, que o derruba. O guerreiro parece estar morto, mas o paladino confirma que o guerreiro está vivo, mas apenas inconciente. Eles não arriscam dormir.
O guerreiro acorda no outro dia sem saber o que aconteceu, e pergunta. Depois que seus companheiros explicam o guerreiro fica nervoso, mas não perde a cabeça. Então senta e come algo. Depois de uma refeição eles voltam a procurar por tesouros, mas não acham nada. Continuam andando pelas masmorras, e voltam a aparecer quartos. O guerreiro chuta a porta de um dos quartos e existe um ogre nele. Alguns pilares servem de proteção para o arqueiro, que rola para trás de um, e o paladino logo começa a bater no ogre que entra em estado de fúria. O paladino fica apenas se defendendo e tomando alguns golpes, mas ele tem cura, e sabe se virar. O arqueiro começa a atirar e acerta a cabeça do ogre. Quando ia pular de felicidade, o ogre simplismente arranca a flecha e olha para o arqueiro, um olhar furioso. Ele solta um urro. Começam a aparecer orcs e mais orcs dentro da sala, e todos eles se encolhem em um canto, um piso diferente que tem um pentagrama com sangue nas linhas. Eles estão cercados, dentro de um quarto velho, empoeirado, por muitos orcs nojentos, de cor marrom, e um ogre muito grande, furioso.
Continua
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