Bem, antes de qualquer coisa fiz esse novo tópico porque minha outra história não deu muito certo. Então peguei essa idéia cuspida, reciclei e agora vem uma história nova, mais explicações veja aqui :
Sila Ascralius - O Caçador de Anões (versão velha)
Comece a história :
Silavi Ascralius – O Caçador de Anões. Cap. I
Esperava o grupo de anões, pacientemente, em cima de uma árvore no meio das sombras. Eu estava na Ponte dos Anões, aquela que liga a parte Norte do Continente ao Sul. A árvore era velha, devia ter mais de 300 anos. Mas não era grande. Claro que ela não era grande. Ela era uma árvore anã. Sua casca, dura como ferro podia agüentar um Exército inteiro de anões atacando ela durante milênios...
Falando em Exército, um pequeno grupo de soldados estava passando por ali. Suas barbas ruivas eram sujas, algumas com um pedaço cortado fora, outras tão longas que chegavam aos pés sujos e fedidos. Seus dentes eram podres e o hálito era fétido, se eles comessem mais uma cebola, poderiam acabar com todos os dragões da pequena torre que existe perto de Venore.
O mais alto deles não chegava nem a metade do meu corpo. Tão pequenos...
O grupo estava abaixo de mim. Preparei meu machado, forjado pelos orcs da Rocha de Ulderek, e minha pequena, mas mortal, foice. Peguei uma das pedras da minha mochila e amarrei numa ponta da corda. Na outra fiz um laço. Passei a corda por cima do galho mais alto (e isso não passava de 3 metros do chão) e segurei o laço. Pulei e cheguei atrás de um dos anões. Sem ele perceber, botei a corda no seu pescoço. Subi na árvore e empurrei a pedra. O anão estranhou aquele barulho da corda subindo. TUM! A corda se esticou completamente e o anão começou a subir. Estava sendo enforcado. Ele agonizava ali, botou as mãos na corda para tentar se salvar, ele gemia.
- Tambet! – gritou um dos anões ali presentes.
- Cortem a corda!
Alguns tentavam, com a besta, acertar a corda com dardos. Outros arremessavam seus próprios machados, mas foi tudo em vão. Tambet estava com os olhos esbugalhados e, com o tempo que já se passou, soltava pequenos gritos roucos. Ele começou a chorar:
- DURIN! PROTEJA-ME DA MORTE DOLOROSA. DEIXA-ME MORRER AGORA, SEM DOR, POIS ESTOU COM MEDO! PERDOA-ME DE QUALQUER PECADO QUE EU FIZ! DEIXE-ME MORRER AGORA!
Nisso, as nuvens, que cobriam a Lua naquela noite cheia de estrelas, se dissiparam. E um barulho mínimo pode ser ouvido. Esse barulho foi aumentando e agora se podia ver nitidamente, alguma coisa estava vindo pra cá...
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Responder com Citação


você escreve bem cara
comenta no meu roleplay tbm:

