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Tópico: Tempo - Ilusão que Algema

  1. #1
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    Arrow Tempo - Ilusão que Algema

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    Tempo - Ilusão que Algema Prólogo - Neste post mesmo...
    Tempo - Ilusão que Algema - Capítulo 1 - Neste post abaixo do prólogo
    Tempo - Ilusão que Algema - Capítulo 2 - Neste Link



    ***********

    Vou tentar manter um ritmo considerável para a postagem dos capítulos. Críticas sempre são bem-vindas, desde que sejam construtivas.


    Tempo – Ilusão que Algema - Prólogo


    Há muito tempo se falou do tempo, porém imprecisamente. Produto fundamental para o diário viver. Tentam medi-lo através das mais diversas maneiras, apesar de não terem muito êxito.

    Desde os primórdios o homem usa diversas maneiras para ter o tempo como um apoio, usando relógios de sol, ampulhetas, relógios de pêndulo, etc.

    O que era para ser apenas um apoio tornou-se a coluna principal do diário viver do homem moderno. Hoje o homem vive para o tempo, que se tornou o sustentáculo principal dos compromissos e tarefas diárias mundanas.

    E se viveu assim por muito tempo... Porém, isso está prestes a terminar. O tempo é uma ilusão que algema, e quem conseguir romper estas correntes transcenderá a necessidade de se ter uma vida condicionada ao tempo – em outras palavras, garantiria uma vida eterna.



    ***


    Tempo – Ilusão que Algema - Capítulo 1 - Relógios


    Amanhece. Os relógios de São Paulo, grande e movimentada metrópole, marcavam 6:00. O dia começa.

    Muitas pessoas se vestem com pressa, nem tomam o café direito e saem com seus barulhentos carros para o serviço. Outros, não têm pressa. Dentre estes, está Omar.

    As engrenagens funcionam impecavelmente. Ponteiros se movem conjuntamente e aparentemente em harmonia. A cada segundo, vários pensamentos. A cada olhada no relógio, uma projeção para o futuro.

    A casa de Omar não é luxuosa, apenas “mais uma”. Não foi construída há muito tempo, tem um humilde quintal acinzentado e paredes verdes. No interior da casa, ao abrir a porta depara-se com uma aconchegante sala de estar, com dois sofás brancos, feitos com o tecido mais caro do mercado. Uma mesa de madeira fina no meio da sala, e uma televisão que ninguém vê, localizada num rack com discos do Roberto Carlos.

    Um tapete protege o possível atrito entre a mesa e o chão, e uma janela de forma quadrada ilumina o local durante o dia. Passando pelo umbral, à direita está a cozinha. Lugar de reflexões e de muitas xícaras de café que Omar toma, diariamente. Um singelo relógio de cuco produz o único barulho existente dentro da cozinha. O azulejo riscado já não faz diferença, ninguém nunca reparou.

    As paredes da casa, em geral têm a cor branca, com exceção do quarto, que é adornado por uma parede azul celeste, além de uma cama de solteiro, uma escrivaninha com alguns relógios desmontados e outro tapete, ao lado da cama. Uma janela com cortinas brancas semitransparentes ilumina o local.

    Ao sair do quarto depara-se com um grande relógio de pêndulo, muito antigo. Seu som ecoa por toda a casa e seu contínuo movimento chega a deixar qualquer um que não esteja acostumado, louco.

    Omar não tem pressa. Na mesa, tomando seu café rotineiro, dá uma rápida lida no jornal e vê as manchetes do mundo. Já acostumado com tal tarefa, não se dá ao luxo de se impressionar com as cenas de morte e de terror estampadas na folha de papel. Simplesmente as olha com indiferença e vira a página.

    75 batidas por minuto. Nada de anormal ou estranho, apenas mais uma notícia de seqüestro. Uma xícara de café e... Próxima página.

    Omar termina de escovar os dentes e já está pronto para mais um dia de serviço. Dá um longo suspiro, pega as chaves e sai de casa. Liga o carro, e em meio ao som de Pink Floyd vai em direção à fábrica... De relógios.

    (continua)

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    Última edição por Favaru; 26-10-2007 às 14:08.

  2. #2
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    Well, well, well,

    O que temos aqui?A volta do Favaru?Interessante!

    Analisando friamente a história, o padrão está bem superior ao que você costumava escrever, meu velho.O tema me parece interessante e a narrativa, apesar de comum e simplista, não entedia, mesmo com seu ritmo lento.

    De resto, não tenho muito a falar ainda.Creio que uma trama ainda virá, embora o que é mostrado parece promissor, principalmente pela maneira que é abordado.Só uma dica leve, procure criar algumas emoções em sua descrição, sem descambar pro melodrama.Ajuda a dar verossimilhança ao personagem.

    Sapere Audi,
    Virgo Shaka

    PS: É bom lhe ter de volta, mano velho

    Simplesmente Futuro: O Futuro Como Você Nunca Imaginou Antes

    Entre Por Sua Própria Conta e Risco...

  3. #3
    Avatar de Emanoel
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    Gostei. Texto harmonioso, bem escrito e detalhado.

    Eu fiquei esperando algo surpreendente para o final, mas não aconteceu "nada" e isso me decepcionou um pouco. Não tirou o brilho da história, mas eu senti falta de um final instigante.

    Esperando os próximos capítulos.

    Citação Postado originalmente por Favaru Ver Post
    Há muito tempo falou-se do tempo, porém imprecisamente.
    Falou-se? Ainda se fala do tempo, todo o tempo. Ficou meio estranha essa frase.

  4. #4
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    Citação Postado originalmente por Emanoel Ver Post
    Gostei. Texto harmonioso, bem escrito e detalhado.

    Eu fiquei esperando algo surpreendente para o final, mas não aconteceu "nada" e isso me decepcionou um pouco. Não tirou o brilho da história, mas eu senti falta de um final instigante.

    Esperando os próximos capítulos.



    Falou-se? Ainda se fala do tempo, todo o tempo. Ficou meio estranha essa frase.

    Obrigado pelo elogio, e, sobre o final do capítulo, era pra ser mais um prólogo, mas tudo bem.

    Há muito tempo se falou do próprio tempo, porém imprecisamente. E ainda hoje não há precisão no tempo. Foi essa a mensagem que eu quis transmitir nesta frase, utilizando um jogo de palavras com a palavra "tempo".

    Obrigado pelas críticas

  5. #5

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    @Emanuel:
    Pelo contrário, foi justamente no final do capítulo que veio a parte significativa. A meu ver, é basicamente só a frase final que trouxe algo de surpreendente.
    --------
    O resto é pura descrição, que apenas reforça a idéia passada pelo trecho "Outros, não têm pressa. Dentre estes, está Omar.", dando à casa um aspecto "calmo" (e nesse caso eu uso aspas porque adjetivos desse tipo não fazem sentido pra objetos, mas obviamente a descrição da casa teve o mesmo uso que uma possível descrição da personalidade do personagem teria, então...).

    Nesse sentido essa descrição com quase nenhuma ação é compreensível, mas fica a pergunta: Foi só por isso ou o autor vai aproveitar que já descreveu a casa toda no início pra não tocar mais no assunto, ou tocar de leve?

    O que quero dizer é que uma vez que todo o ambiente domiciliar dele já foi exposto, tu perdeu a oportunidade de ir colocando essas informações aos poucos, conforme o personagem explora a casa... E isso poderia ser útil. Agora se tu quiser mudar alguma coisa na casa para acomodar alguma ação, se tiver uma idéia nova sobre a personalidade do personagem e quiser refletir esse novo aspecto no ambiente, vai estar preso à descrição que tu fez logo no primeiro capítulo. Entende? Tu limitou as tuas próprias possibilidades.
    (E esse primeiro capítulo está mais com cara de prólogo, e o prólogo está com cara de introdução.) (Pode ser erro meu, as palavras podem até ser adequadas, mas espero que você entenda a mensagem.)


    Bem, texto pequeno, pouca ação, não tem porque falar muito mais do que isso por enquanto.



    Próximo Capítulo?


    A.E. Melgraon I




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    Última edição por Melgraon I; 24-10-2007 às 22:26.

  6. #6
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    Fala favo, na paz?

    Antes de qualquer coisa, se eu for hipócrita aqui, é por falta de experiencia minha, ás vezes eu faço isso e nem sei.

    Bom, eu acho que a história foi o meio termo. Não teve aquela emoção, ou aquela ação, fraga?
    E também não teve as palavras sábias que te fazem refletir. Não dizendo que foi sem ação, ou dizendo que foi sem emoção.
    Só acho que podia escolher um foco e prioriza-lo, ou se conseguir fazer isso com os dois, beleza.

    Sobre o título, me provocou, é uma das realidades de hoje.

    E realmente, concordo com o melgra, tem mais cara de prólogo. E outra coisa que eu concordo com o melgra, que você descreveu tudo de uma vez um espaço que vai ser usado mais vezes na história. Eu, por exemplo, me embaralhei todo na descrição.

    É só. Eu tentei falar tudo o que achei de ruim pra você melhorar. Desculpe se fui hipócrita.
    Aguardo o (continua) ;D

    HAw;

  7. #7
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    Citação Postado originalmente por Melgraon I
    Foi só por isso ou o autor vai aproveitar que já descreveu a casa toda no início pra não tocar mais no assunto, ou tocar de leve?
    É isso mesmo.. Não vou tocar muito a fundo o assunto da casa, e como o capítulo ficaria curto demais tendo somente a parte em que ele toma seu cafezinho achei que uma descrição da casa seria legal.

    E entendi a mensagem sim, obrigado pelo toque. Realmente não vou utilizar muuito da casa, apenas alguns pontos que não coloquei ainda na descrição e alguns já expostos.

    Citação Postado originalmente por Haw~
    Fala favo, na paz?

    Antes de qualquer coisa, se eu for hipócrita aqui, é por falta de experiencia minha, ás vezes eu faço isso e nem sei.

    Bom, eu acho que a história foi o meio termo. Não teve aquela emoção, ou aquela ação, fraga?
    E também não teve as palavras sábias que te fazem refletir. Não dizendo que foi sem ação, ou dizendo que foi sem emoção.
    Só acho que podia escolher um foco e prioriza-lo, ou se conseguir fazer isso com os dois, beleza.
    Fala Haw.. Na paz...

    Sim, não teve muita emoção mesmo, mas foi porque está no primeiro capítulo. Era pra tudo ser um prólogo, mas decidi fazer como o primeiro capítulo, só para mostrar a concatenação entre Omar e seus relógios com o tempo.

    O resto respondi aí em cima /\

    Obrigado pelas dicas de todos e estarei melhorando.. Pretendo postar o capítulo assim que tiver tempo

  8. #8
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    Padrão Hmmm...

    Lol...

    Realmente, sem a descrição da casa a história ficaria muito curta, além do mais a descrição é o que conduz o ritmo lento da história.

    Vou ficar no aguardo...

    []'s

    Jotinha

    19:31 GM Ryrik Danubia [2]: Good bye everyone, thanks for all of the great memories :-)

  9. #9
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    Capítulo 2 chegou. Leiam com cautela e me digam quaisquer errinhos, críticas são sempre bem-vindas.




    Tempo – Ilusão que Algema – Capítulo 2 – A Rotina Quebrada


    89 batidas por minuto. O trânsito já não era surpresa para Omar, que não escutava as buzinas e gritos dos outros motoristas, graças à música de Pink Floyd, ao fundo.

    Ele era calmo, porém indiferente. Não se mobilizava tão facilmente, e essa frieza o ajudou na escala da fábrica. Sua pele branca combinava com o terno Armani. E seus óculos, sempre impecáveis, eram fundamentais na manutenção dos relógios e para ler. Sua visão fora muito prejudicada pelas madrugadas a fio que Omar se dispunha a concertar e fabricar novos relógios.

    Seu olhar sem cor apenas refletia a vontade estática de permanecer em repouso. Quando Omar ouvia suas músicas eles chegavam a ganhar cor, e a ânsia de desfrutar o novo o invadia completamente... E durava até desligar o som.

    Chegando ao prédio onde trabalhava, estacionou o carro e saiu calmamente. Olhares o seguiam até ele chegar na recepção, onde sem emoção cumprimentou a moça que todo dia, com um sorriso, lhe dava boas vindas.

    À medida que o elevador subia, ele ajeitava a gravata e segurava firmemente sua maleta na mão esquerda.

    Décimo oitavo andar. Destino: Diretoria.

    - Senhor Omar, o fornecedor da Corin ligou. Ele gostaria de falar com o senhor à respeito do preço das Arruelas Lisas de Celcon, para as engrenagens dos relógios. Ele disse que ligaria novamente à tarde.

    - Obrigado.

    A secretária de Omar tinha um trabalho muito duro. Ela sempre procurava manter um agradável sorriso, pois a falta deste fora motivo de demissão das secretárias anteriores.

    Ao passar por entre os corredores foi logo para sua sala de diretor da fábrica. Conquistara este cargo com muito esforço, se mostrando muito mais competente do que os outros aspirantes ao cargo.

    Sua sala era muito bem adornada. Um ventilador de teto refrescava o local.

    A mesa de Omar era bem organizada. Quatro gavetas, duas em cada lado, continham o básico que era preciso para o diretor da fábrica. Atrás da poltrona dele havia uma grande janela, que se estendia de parede a parede. Sobre a mesa, um laptop, algumas pastas com as principais filiais e distribuidoras de peças e os punhos abertos de Omar. O sol iluminava agradavelmente o local.

    As gavetas da esquerda continham vários utensílios, além da papelada. Omar freqüentemente as verificava, o que não fazia com as gavetas da direita.

    8:07 da manhã. O dia mal começara, porém ainda havia muito trabalho.

    ***


    A lua provia a única iluminação vinda dos céus, além das estrelas que enfeitavam o panorama celeste.

    21:18. Omar já guardara tudo e se preparava para sair da empresa. Despediu-se da secretária e já a autorizou a encerrar o expediente.

    Pegou o elevador e enquanto ia descendo, Omar dava uma rápida olhada no relógio. A fábrica já estava quase fechando.

    Novamente, um típico “Boa noite” ao segurança e passos acelerados em direção a seu carro. Desta vez, Led Zeppelin ao fundo.

    Checou sua maleta, o porta-luvas, e já estava pronto para voltar. Franzia a testa, e seus cinqüenta e dois anos estampados no rosto demonstravam certa inquietude. Já não via mais cabelo quando olhava para o espelho, somente sua careca reluzente.

    ***


    Enquanto isso, na casa de Omar, os relógios pulsavam em sincronismo.

    O cuco do relógio saíra para cantar, porém eram 21:42.

    ***


    Sua casa se aproximava. Omar desligou o som, abriu o portão, e entrando lentamente em casa, estacionou o carro.

    104 batidas por minuto. Omar, em meio a passos largos saiu do carro e abriu a porta de casa. Uma pequena gota de suor escorria por seu rosto.

    Ao acender a luz, os olhos de Omar tremeram. Largou sua maleta imediatamente pelo choque e observou com cautela: Os ponteiros dos relógios de sua casa se moviam no sentido anti-horário.

    (continua)
    Última edição por Favaru; 25-10-2007 às 22:23.

  10. #10

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    Mais um capítulo introdutório, com descrição de detalhes que não têm muito a ver com o enredo (detalhes desnecessários para o andamento da história) e ações idem. Então, ainda não tem muito que falar.

    Porém, no trecho final, que parece dar finalmente início à trama, a reação do personagem ficou confusa.

    A não ser que tivesse mais alguma coisa na casa (algo macabro, de preferência) além dos ponteiros girando ao contrário (um detalhe que provavelmente passaria em branco para uma pessoa que têm relógios na sua rotina diára, o dia inteiro, e que tem essa vida há anos), não vi razão para tanto espanto a ponto de deixar cair a maleta pelo choque e "tremer os olhos". A reação mais lógica, ainda mais para um homem técnico em relógios, que não mostrou até esse ponto nenhum sinal de crença no sobrenatural ou tendência a se impressionar facilmente, seria tentar analisar a situação, ir até os objetos com estranheza (mas não espanto) e tentar corrigir algum possível defeito de funcionamento. (Pelo menos eu estranhei, pois seria a atitude que eu tomaria se chegasse em casa cansado depois de um dia de trabalho [e portanto, nada alerta ao ambiente], sem prestar atenção em detalhes por causa da rotina, e visse os relógios indo no sentido anti-horário.)

    Procure por à prova as ações dos teus personagens usando da lógica e vendo "de fora" o texto quando elas forem mais significativas. Assim elas se tornarão mais verossímeis, e o texto mais real.

    (E talvez ficasse melhor colocar um " : " depois da palavra "cautela" no final, já que a frase que encerra o texto é uma continuidade, um resultado dessa anterior.)


    Próximo Capítulo?


    A.E. Melgraon I

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