Capítulo 1:
Taverna ou bar?
Noite de inverno. Uma espessa neblina cobria toda a cidade de Londres. As ruas e becos estavam cinzentos e sem-vida. Uma leve chuva descia dos céus lavando as latrinas.
Tudo estava calmo, quieto, escuro. Já deveriam ser três da madrugada, quando uma moto passou velozmente pela avenida principal.
Era uma moto branca com detalhes em preto. Ao qual se destacava o desenho de uma foice dos dois lados.
Seu piloto estava encapuzado e usava um casaco de lã negro. Ele poderia ser comparado aos mendigos famintos, tamanha era sua magreza.
O zunir da moto ecoava pelas ruas e vez ou outra um cidadão acendia as luzes do quarto olhava para fora e tornava a apagar as luzes.
O casaco do indivíduo estava encharcado. Ele vinha de uma viagem do interior da Inglaterra e passara por uma longa estrada de barro. Suas calças jeans estavam enlameadas e fedidas.
Depois de algum tempo indo pela estrada principal ele virou a esquerda numa ruela mal-iluminada.
Alguns mendigos dormiam em cima de jornais. Enquanto outros reviravam grandes lixeiras em busca de alimento.
Dejetos fecais e de alimentos orgânicos estavam espalhados pela ruela e exalava um odor fétido.
Não havia portas naquela rua. Apenas os altos muros dos prédios formando uma enorme fortaleza de concreto.
Um bêbado sibilava com uma garrafa de vodka em suas mãos. Aquilo significava que ele estava perto de seu destino.
Passados dois minutos já podia-se ouvir uma música alta e pessoas gritando. Uma janela estava aberta e as luzes acesas. Aquilo cheirava a confusão. O indivíduo estacionou sua moto perto e “desmontou”. Suas chaves caíram em um pequeno monte de bolo alimentar.
-O que eu não tenho que passar nesta vida? Suspirou e se agachou para pegar suas chaves.
Revelou mãos cobertas por luvas quando abaixou-se. Limpou a chave num anúncio de política, que estava colado numa parede. Daí, entrou no recinto.
Aquele não era um bar comum. Lá fora você imagianria um local bagunçado, com biscates dançando e homens bebendo até cair. Mas não passava de ilusão. Um aconchegante calor era emanado de uma grande lareira. Uma grande mesa redonda extendia-se por quase todo o perímetro do “bar”. Nela estavam sentados homens de cabelos grandes e que trajavam roupas inusitadas: uma armadura coberta por um manto branco com um cruz vermelha como no símbolo dos cavaleiros cruzados.
Um deles ergueou a sobrancelha para ver quem havia entrado e tornou a conversar com seus companheiros.
De um balcão lustrado, saiu um velho homem corcunda. Estava com um avental sujo e uma túnica verde. Em seu pescoço estava pendurada uma cruz.
-Senha, por favor. Ganiu.
-Mort. Respondeu o encapuzado.
-Muito bem, sente-se que vamos começar a reunião.
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HeuHEUEHUE
resolvi começar outro RP. Não tava gostando de medieval e fiz um "moderno". espero que gostem. Tentei colocar o melhor vocabulário que pude.
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