Muito bom, gostaria de saber escrever tmb. Continue por favor....
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Muito bom, gostaria de saber escrever tmb. Continue por favor....
e ae...sem continuacaum...a historia ta legal..continua ae plz ^^
Seas
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TaMo Ai Na aTiViDaDe xD
Capítulo V – "Adeus, Aldor!"
Por todos os lados eram atacados os exércitos de Varalondë.Um grande círculo se abrira em meio à batalha, os inimigos que ousavam atravessá-lo eram alvejados pelos arqueiros de Artamir.O quadro parecia se inverter: os inimigos estavam sem capitão, lutando individualmente, enquanto os homens recebiam ordens do príncipe para aumentar a ferocidade dos ataques, impedindo que os oponentes tripudiassem os corpos de Aldor e seu cavalo.
De fato, os homens ganhariam a batalha, se continuasse naquele ritmo, pois a cavalaria ainda se conservava incólume e o ataque surpresa de Artamir acabara com grande parte da retaguarda do inimigo, mas eles eram demasiadamente rápidos para acatar manobras defensivas e seus escudos raramente se quebravam.Os bárbaros em geral provaram pouco valor naquela batalha, porém seus feiticeiros passaram a ser temidos pelos cavaleiros de Varalondë.
Em meio à batalha, Artamir inclinou-se sobre o corpo do pai, ainda com vida.
-Pai!Perdoe-me! – disse aos prantos. – Cheguei tarde demais!
-Não – disse o rei, porém sua voz era baixa e parecia muito distante, sua face estava aberta em um sorriso leve, seus olhos, voltados para o filho, pareciam olhar para o interior de Artamir, como se estivessem conversando, porém sem emitir uma única palavra.Não se sabe ao certo por quanto tempo permaneceram naquela situação, até que o silêncio foi cortado pelo rei – Sinto que está chegando a hora de ir-me, mas antes quero lhe entregar algo. – disse retirando um embrulho que estava em seu cavalo, morto ao seu lado – Aqui está uma relíquia de nossos ancestrais: A Espada de Varalondë.
Artamir recebeu a espada em suas mãos.A lâmina de aço cuidadosamente polida reluzia contra o sol nascente, inscrições élficas estavam talhadas em sua lâmina:
- “Defensora da Terra”. – traduziu Aldor, notando que o filho não havia entendido – Essa lâmina contém a pureza, a coragem, a sabedoria e a perseverança de nosso povo.Não a usei nesta batalha pois a queria entregar-te sem manchas. – sua voz ia sumindo conforme falava, terminando em um sussurro quase inaudível.
-Não vá pai!Não me deixe!
-Seja forte, Artamir! – sussurrou ele – Agora vou me encontrar com nossos ancestrais.Eu os encararei com orgulho. – o rei fitava um ponto distante no céu – Veja! Galdor está vindo me buscar!Vejo seu escudo reluzindo. – voltou-se para o filho e apontou para a espada – Guarde-a!Use-a!Orgulhe-me meu filho!
Ouviu-se um grande estardalhaço.Haldir, braço direito de Aldor, chegara.
-Meu rei!Meu rei! – gritou enquanto chorava, segurando as mãos de Aldor – Perdoe-me por falhar em proteger-te!Uma horda separava-nos!Como pude...
-Não chore, mestre Haldir! – interrompeu-lhe o rei – Ainda não me fui, pois tenho algo a te dizer que nem a morte pode impedir: Proteja Artamir!Ele deve guiar seu povo para sudeste e lá confia-lo à guarda dos elfos.Peçam ajuda a Laurion, o rei élfico, e salvem nossa terra! – segurou as mãos de Artamir e Haldir, fechando os olhos – Adeus!Que a luz brilhe sobre vocês! – sua voz agora soou mais nítida, embora parecesse muito distante.Um clarão irrompeu os céus, anunciando a morte de Aldor, um dos mais bravos homens de sua estirpe.Mas o rei não morrera sozinho, todos os homens de sua guarda, com exceção de Haldir, haviam sucumbido no impulso desesperado de protegê-lo.
Artamir ergueu alto a espada e bradou a todos:
-Ele era seu rei!Honrem-no!
Todos os que haviam abandonado a batalha para ver seu rei caído ergueram seu corpo e carregaram para fora do campo de batalha, mas quase não havia mais conflitos: os inimigos corriam de volta para o caminho de onde vieram.Sem capitão, esperavam se reorganizar e atacá-los novamente com força total.
O tempo era escasso para Artamir, os inimigos poderiam voltar a qualquer momento.Reuniu o que restou de seus exércitos e bateu em retirada para a cidade.Lá designou uma guarda de cinqüenta homens para levar de navio o corpo de Aldor até a floresta élfica, enquanto ele reunia seu povo e ordenava a evacuação imediata de Varalondë.Seu propósito era de embarcar o povo nos navios que seguiriam o navio fúnebre do rei, mas ele e seu exército deveriam seguir até a cidade élfica por terra, passando pelas províncias para avisa-las da invasão e reunindo o maior número de soldados dispostos a ajudá-los que conseguissem.Depois, pediriam ajuda ao rei élfico e a Thenborn, o senhor de Rogan, uma das principais províncias do reino de Cala-Nore. Este era seu plano até dizê-lo a Lord Lothar.
-Não, – reprovou ele – não encontrarás nenhum aliado ou homem capaz de lutar.Os vinte e seis mil que eu trouxe de Kazhûd foram tudo que consegui. – apontou para sudeste – Disse a todos os senhores das províncias que fossem para as montanhas do leste e lá se refugiassem.Mas carregaram toda a força que restara com eles.Se quiseres mais soldados terás de caminhar pelas montanhas e encontrá-los.
-Assim farei!Partirei daqui por terra com apenas uma pequena guarda, dez homens no máximo!Tu, Lord Lothar, deverás conduzir o que restou de nossas forças à minha frente!Deves chegar ao reino élfico e lá enterrar meu pai! – Artamir se calou por um momento, mas prosseguiu – Mas não esperes por mim!Após chegar o solstício de verão, deves conduzir as tropas até Rogan, onde estarei esperando com as tropas que conseguir reunir.Antes que partas, escreverei uma mensagem a Laurion. – disse, puxando um pergaminho e uma pena, e ali escrevendo uma mensagem rapidamente.
Depois, Artamir designou os capitães e nomeou Lord Lothar regente de Varalondë:
-Tenho apenas vinte anos, e segundo a lei um rei deve ter, no mínimo, vinte e um anos. – dissera ele ao novo regente – Confio a ti o reinado dessa terra, não me decepcione.
Em seguida, Artamir mandou que esvaziassem a cidade.Escolheu sete homens de sua confiança e partiu de Varalondë.
E no msn ...
Protoman: o importante eh que o sacul tem fotos de japa pelado no pc
Joe Joe: do joe (Kinzivelt) ?
Kinzivelt: é
Kinzivelt: muito suspeito isso
mt bom ^^ continua ker ler mais xDD ps: c possivel me manda mp qnd posta o novo cap..nun ntru mt aki nu forum =PpP
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TaMo Ai Na aTiViDaDe xD
Manero mano, qnd continuar avisa denovo pls.
Posso fazer propaganda?![]()
Capítulo VI – Procurando Reforços
Finalmente, Artamir partira em sua jornada com o objetivo de reunir os exércitos dos refugiados.Levara sete companheiros consigo, que formavam sua guarda: Haldir, o capitão de seu pai, que carregava uma espada de lâmina negra, um escudo ovalado de madeira e couro e um alto elmo no formato de uma cabeça de lobo; Widfara, que era de Rogan, levava consigo uma grande mochila, um machado pequeno e um escudo, também pequeno; Míriel, sua irmã, carregava um arco curto e uma aljava, sua vestimenta sobre um pônei mal-tratado.Era loira como o irmão, alta, mais alta que qualquer mulher daquele reino, e muito bela, capaz de encantar qualquer homem; Gamling, que andava sempre atento, baixo, com sua longa barba até a barriga, que lhe caia por sobre o cinto, seus olhos verdes perscrutando e sua voz grossa soltando resmungões enquanto puxava seu longo cachimbo.Carregava consigo um escudo e uma lança; Tyannor , que chegara logo após a morte do rei.Do reino élfico ele vinha e elfo ele era, com suas orelhas pontudas, seus olhos de um azul claríssimo, capazes de enxergar mais longe do que qualquer humano enxergaria, sua pele clara como a neve que cai no inverno.Vinha provido de um arco curto, uma aljava, e uma espada de dois gumes presa ao cinto; Islefr, um anão que chegara um dia antes da batalha e trouxera três guarnições de soldados-anões, dos quais a maioria pereceu na batalha.Sua altura não passava de um metro e meio, tinha uma longa barba vermelha e era musculoso, carregando um grande machado nas mãos e outro preso ao cinto, seus olhos eram de um castanho profundo.Islefr transparecia a experiência de uma vida de lutas; e Hálig, o druida.Sua chegada fora uma surpresa.Hálig era um antigo amigo do rei e lamentou muito a sua morte.Era velho, com cabelos e barba longos e brancos, que reluziam ao sol, adquirindo uma tonalidade prateada, seus olhos cinzentos eram profundos e decididos.Carregava vários sacos presos ao cinto e uma pequena faca, além de uma bolsa de couro que trazia presa ao ombro.
Começaram a marchar rápido, cada qual em seu cavalo, com exceção de Islefr, que ia na garupa de Gamling.Ao se aproximarem da floresta diminuíram a velocidade, pois o inimigo se encontrava acampado entre seu o braço norte e seu braço sul.Esperavam passar desapercebidos pelo local, e por isso começaram a adentrar sorrateiramente na mata.Porém, no terceiro dia de cavalgada, foram descobertos e os exércitos inteiros puseram-se a persegui-los.Míriel e Tyannor disparavam com seus arcos, mas raramente acertavam algum inimigo, pois a trilha que seguiam era disforme e cheia de curvas, e logo desistiram de acertá-los.Não conseguiam fugir, e muito menos despista-los.O medo começou a se apoderar de seus corações.
-Se continuarem nos seguindo descobrirão para onde estamos indo e nos atacarão! – disse Artamir – Gostaria que tivéssemos outro vulcão para consumi-los!Seria de grande ajuda!
-És inteligente, mestre Artamir! – disse Islefr, quase caindo da sela – Acabo de ter um estalo divino!O vulcão de que falas ainda existe!Falo porque venho de lá!Meus ancestrais escavaram fundo na rocha e aprenderam a canalizar a lava.Lá eles construíram túneis que levam a diversos lugares, inclusive às montanhas.
-E onde fica tal lugar? – indagou Haldir – Podemos chegar vivos até ele?
-Fica perto daqui, – respondeu – ao Sul de Kazhûd.Lá nós os despistaremos, e creio que eles irão evitar a lava.
Continuaram rumando em direção ao sul através do vale de Tarador, até atingirem as terras mais baixas.Lá passaram por Kazhûd, que se encontrava deserta, só alcançando seu objetivo ao final do segundo dia de fuga contínua.Ao parar de marchar os cavalos estavam tão exaustos que eles foram obrigados a soltá-los, com exceção do pônei de Míriel, que não fora montado por ninguém, e prosseguirem caminhando.
O local estava deserto.Segundo Islerf, seu povo provavelmente teria alcançado as montanhas através dos túneis.
-O túnel que procuramos começa em uma câmara, perto de minha casa. – disse o anão, fazendo um gesto vago enquanto adentravam em um grande salão – Lá existe uma passagem de lava que alimenta a forja do rei.Essa passagem está fechada e só pode ser aberta por uma alavanca de prata.Não toquem nela!Quando a lava acumula no duto e eles ficam demasiado cheios, precisa-se aliviá-los.Caso contrário, se a alavanca for puxada, a comporta se abrirá, inundando o local com lava.
Chegaram na dita câmara, seguindo instruções de Islefr.Passaram para seu canto esquerdo e viram a alavanca prateada, se afastando dela.Chegaram ao fim da câmara, onde havia uma grande estátua de pedra de um anão com um machado.
-Esta é a porta! – exclamou o anão, mas mal tocara a maçaneta escondida no cinto da estátua quando começaram a ouvir vozes distantes.
Desembainharam as espadas, Míriel saltou para junto de seu pônei, puxando seu arco.Islerf foi até a entrada da câmara, colocando o pescoço para fora para espiar, mas logo voltou com um pulo para trás.Flechas cortaram o ar, cruzando o salão e se quebrando contra a alavanca, que se moveu levemente.Gamling e Haldir correram até ela para montar guarda.
Tyannor saltou para perto de Islefr, fechando com o corpo a pesada porta de madeira por onde haviam entrado.Em seguida, colocaram calços na porta para que se tornasse mais difícil de se derrubá-la.
Vozes de orcs vinham de fora. Ouvia-se também um língua desconhecida sendo falada.
-Nos alcançaram!Vamos rápido! – gritou Artamir.
Mas, repentinamente, houve um grande estardalhaço e estilhaços de vidro voaram por todo o salão.De uma janela quebrada vieram vários orcs, seguidos por um gigantesco Troll.
Última edição por Thodias; 24-09-2005 às 18:41.
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Kinzivelt: é
Kinzivelt: muito suspeito isso
ta bom tio, só uma coisa, do cap 5 foi pro 4???
xD aprenda numeros romanos seu inutil
ORDEM DOS TK'S
Claro, todos os RPs vão do capítulo 5 pro 6 ... eu pensei em inovar e voltar pro 4, depois eu ia pro 7 ... afinal, o 6 é um numero tão feio xD.Postado originalmente por Sacul
Zuera, eu nem tinha reparado q tinha posto errado mesmo, uhauhauhahu.Já editei lá.
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Kinzivelt: muito suspeito isso
Postado originalmente por Sacul
Vc nem sabe da missa a metade ...se liga.
Ta massa o Rp.
Capítulo VII - A Batalha na Câmara
-Por Cala-Nore! – berrou Artamir erguendo a espada que Aldor lhe dera e saltando para cima dos orcs, tomado por um repentino surto de fúria.O arco de Tyannor cantava, Míriel matava vários orcs de trás de seu pônei, Islefr ferira o troll na perna, Widfara desferia golpes com seu machado derrubando os inimigos, Haldir e Gamling defendiam a alavanca do grande troll que tentava golpeá-la.
Logo, todos os orcs haviam sucumbido no salão, cerca de cinqüenta. Nenhum ousara chegar perto de Hálig, que permanecera parado durante toda batalha.Ninguém se ferira, com exceção de Haldir, mas fora de raspão e quase insignificante.
Porém, o grande troll continuava de pé.Em um movimento mais rápido que o habitual para uma criatura de sua natureza,arremessou Gamling,o fazendo cair com um baque surdo e não conseguir se levantar novamente.
A criatura levantou sua clava na direção de Haldir, mas de repente soltou um urro de dor.A clava caiu, rachando o chão.
Hálig enterrara sua faca nas costas do troll, e o ferimento, envenenado, ardia muito.O troll caiu para trás, sobre a faca, enterrando-a ainda mais fundo.Estava morto.
-Vamos. – disse Hálig calmamente, mal parecendo que tinha acabado de sair de uma batalha – Não temos tempo a perder. – foi em direção a Gamling e o levantou com ajuda de Haldir.
Mas logo o salão foi invadido novamente, dessa vez por bárbaros e feiticeiros.Hálig e Haldir foram pegos de surpresa, sendo obrigados a lutar com muitos inimigos ao mesmo tempo, mas Hálig provou que, apesar de sua aparência e idade, era muito forte e ágil também, matando vários inimigos com outra faca que trouxera guardada.Artamir derrubou vários oponentes com a Espada de Varalondë, indo depois guardar o corpo de Gamling, que estava ao lado da alavanca, sem condições de lutar e totalmente indefeso.Tyannor e Míriel derrubavam os inimigos com suas flechas.
Sem que ninguém percebesse, um feiticeiro cruzou o salão com uma aljava em suas mãos, indo na direção de Artamir, que lutava bravamente para que ninguém chegasse perto de Gamling.Dizendo palavras de maldição, o feiticeiro fez com que a aljava explodisse.Flechas voaram na direção de Artamir em uma velocidade espantosa.Ele fechou os olhos, como se estivesse se rendendo à morte, mas não sentiu nada perfurando seu corpo.Quando abriu os olhos novamente, viu Gamling parado na sua frente, seu corpo coberto por flechas.
-Gamling! – gritou Artamir, amparando seu salvador, que caia – Gamling!Está bem?!
-Vá. – respondeu com dificuldade – Tenho um plano.Vá!
-Não!Não se esforce...
-Ninguém é capaz de sobreviver a tantas flechadas, mestre Artamir.Eu irei morrer.Mas não irei sozinho.Levarei esses bastardos comigo. – Artamir parecia ter sido congelado – Vá! Eu vou puxar a alavanca.Apressem-se!Se houver muita demora poderei não resistir.
-És um homem honrado, mestre Gamling!Aprendi muito lutando a seu lado! – e se virando para o campo de batalha gritou – Vamos!Pela porta oculta pela estátua! Rápido!
O grupo foi se retirando, com Tyannor cobrindo sua retaguarda.Quando todos haviam entrado, Artamir fez uma reverencia a Gamling, fitando-o nos olhos por um momento, com um sentimento de eterna gratidão, e fechou a porta.
Por todos os lados Gamling via inimigos.Respirava com dificuldade, pois havia mais de quinze flechas espalhadas por seu corpo.A câmara se enchia cada vez mais de inimigos, e então, quando ela estava lotada, Gamling virou a alavanca com um último esforço, dando um chute em sua ponta.
O calor aumentou, a comporta explodiu e o salão se encheu de lava, consumindo a todos que estavam presentes.O fogo começou a tomar conta do corpo de Gamling, que não tentou resistir, apenas fechou os olhos e se entregou, com a consciência de que sua missão nesse mundo havia sido cumprida, e assim ele morreu, com um sorriso de paz estampado na face, e seu escudo e lança nunca mais foram vistos nesse mundo.
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