bom, escrevi isso agora pouco e decidi postar, c vcs gostarem eu continuo, se não, bem, ele acaba por aki
Parte 1_Tranken, o bardo
Uma pergunta um tanto inteligente para se fazer, quem sou eu?
No meu caso sou Tranken, um bardo andarilho, no dia de hoje estou residindo num pequeno vilarejo chamado Grutzen, mas não ficarei aqui mais do que algumas semanas, estou tentando conhecer todo este mundo, porém ele é muito grande, demoraria para conhecer tudo.
Não tenho companheiros, a não ser meu fiel alaúde, ele é o meu ganha pão, com ele consigo todo meu dinheiro, tocando-o pelas ruas e em casos de risco ele se transforma em minha arma.
Sou uma pessoa pacífica, mas este mundo está lotado de seres perigosos e creio eu que se não soubesse lutar, estaria morto agora.
Minha história até aqui foi bastante tranqüila, nunca aconteceu nada de muito grave comigo, acho que sou uma pessoa de sorte.
Meu passado?
Bom, meu passado foi bastante normal, nasci à cerca de vinte e cinco invernos, falando nisso, em dois dias farei aniversário, mas não acho que isso seja importante, na minha infância sempre observava meus pais, minha mãe uma mercadora e meu pai um ferreiro, eu me lembro bem da vila onde nasci, ela era um pouco pequena, mas todos eram amigos, todos se conheciam e quase nunca tinha alguém de mal-humor, aliás, vou mandar uma carta aos meus pais amanhã, já estou com saudades deles.
Minha paixão por música foi herdada de meu tio, era um grande tocador de lira, me lembro que ele tinha um alaúde bem velho, ele não o tocava, preferia o som da lira, então um dia eu o pedi para me ensinar a tocar o instrumento, ele passou muitos meses da vida dele me ensinando a tocar, mas eu aprendi e ganhei o alaúde dele como presente, mas nisso, eu já havia alcançado a idade adulta, e decidi sair para explorar o mundo, mas antes disso, minha mãe me obrigou a aprender um pouco da arte do combate.
Aprendi rapidamente a manejar machados e clavas, então meus pais me disseram que eu já podia sair pelo mundo, até agora passei por muitas cidades, mas pelo que o meu mapa mostra ainda há muito a percorrer, então não posso descansar muito pois meu dinheiro e meus suprimentos durarão para mais dois anos apenas bom, acho que minha história até hoje se resumiu a isso.
Agora as estrelas estão lotando o céu, momento muito inspirador, seria ótimo compor uma canção agora, mas tenho que esperar, podem me ouvir, o povo daqui não gosta muito da minha música, eles preferem o soar dos tambores de guerra, coitados, não compreendem que na guerra não há vencedores pois os dois lados saem debilitados.
Não gostei muito deste vilarejo, aqui o povo se deita muito tarde não me permitindo compor, pois eles fazem muito barulho, e também cobrem as estrelas com a grande quantidade de fumaça que fazem.
Agora me pergunto, num vilarejo tão pequeno, por quê fazer quatro grandes fogueiras espalhadas ao invés de apenas uma na praça central?
Bom, vou sair daqui, quem sabe não encontro um local onde possa compor em paz, vi um bosque próximo ao vilarejo, creio que lá seja tranqüilo, vou até lá checar agora, lá o ar puro também me ajuda a pensar, e as árvores dão ótimos locais para eu me acomodar, bom, vou para o bosque, um local de paz em meio a toda a confusão deste vilarejo.
Agora estou aqui, sentado em um galho firme de uma grande árvore, bom, estou com meu alaúde em mãos, agora de uma nota tirarei uma longa canção, quem sabe ela dure a noite toda, isso somente saberei quando começar a tocar, vamos ver.
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