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Tópico: Invasores – Guerra ou Morte

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    No capítulo anterior...
    Nossos heróis recebem uma missão, várias criaturas misteriosas aparentam ter nascido.


    Capítulo 3 - Parte 1: Se beber não cace. Jamais dê as costas a uma invasão.


    Cada guerreiro segue para seu destino. Rhirius com sua longa veste azul-marinho anda calmamente até o local. Rwy anda com passos pesados como se estivesse pronto para enfrentar algo poderosíssimo. Kammy salta entre as casas tentando encontrando o ponto mais alto para poder ficar e alertar os amigos. Blood e Shiya andam calmamente até o local aproveitando para conversar, mas Blood se mostra visivelmente embriagado.

    - Bem Shiya.... – dizia com a voz alterada – você é um grande guerreiro... ou ao menos já foi.
    - Como é que é? – perguntava completamente confuso.
    - O que quero dizer é que os reis procuram grandes guerreiros – disse erguendo a mão para o alto e sorrindo.
    - Ah, já sei, bebeu demais... espere aí que vou pegar o anel...

    Dente todos da equipe, Shiya era o único que não bebia por ser menor de idade. Rhirius tomava apenas um gole enquanto Rwy e Blood sempre pediam mais, mas Blood era o único que não podia beber de maneira alguma (mas era sempre que mais tomava) onde se isso acontecesse ele ficava extremamente embriagado e sofreria de uma leve perda de memória rescente.

    - Shiya, você não entende? – disse Blood olhando para o amigo agora com uma voz séria e juntando as sobrancelhas – você Shiya, VOCÊ um dia... um dia... – hesitava como se ainda estivesse procurando a palavra que melhor descrevesse sua frase, Shiya então pega sua bolsa e começa a vasculhá-la a procura de algo.
    - Onde está... ah, achei o anel. – disse ignorando o amigo.
    - SHIYA! Não prestou a atenção no meu prólogo? – disse visivelmente sem saber o que falava – SHIYA! VOCÊ UM DIA SERÁ... será... – se coloca a frente do amigo, que logo para para não colidir com ele, e começa a sacudilo – o grande rei de kazaporlan!
    - É Kazordoon e não, não serei o rei de lá. O tempo de duração desse anel está para acabar então deixarei com você até que volte completamente ao normal

    Shiya então pega a mãe do amigo e coloca um grande anel branco no dedo de seu amigo, como se fosse um pedido de casamento, que fica visivelmente folgado e começa a brilhar. O anel então faz o amigo voltar ao que era antes de chegar ao bar e o anel logo quebra, mas o amigo continua como era.

    - O que aconteceu? – perguntava Blood completamente confuso.
    - Você disse que ia me dar dois mil ouro no dia que formos para kazordoon. – mentia para o amigo.
    - Eu disse? certeza Shiya? – perguntava novamente desconfiado.
    - Acha que eu iria mentir?
    - Tudo bem... vamos em frente.

    Chegando ao local, Shiya e Blood sobem encima da muralha, andam até o portão e sentam ali, na beirada da muralha enquanto aguardavam algo que não sabiam quando chegaria.

    - Como se sabe quando vai ter uma invasão de Goblins?
    - Está vendo aquelas pedras no chão? – disse Blood , com uma voz e expressão completamente diferente do que Shiya vira a pouco tempo atrás, apontando para um montante de pedras um pouco mais a frente – então, quando eles vão invadir, eles sempre deixam um aviso.
    - Ei garoto! – uma voz vinda atrás deles soa familiar para Shiya.
    - Trisha? – disse Shiya.
    - Shiiyaaaa a quanto tempo – respondia a linda mulher ruiva sorridente que agora escalava a muralha com um salto, como se fizesse isso todo dia, para ver o amigo. Ela estava visivelmente sonolenta mas ainda suportava a soneira para falar com o amigo.
    - A quanto tempo! – Shiya se levanta e abraça a amiga – o que faz aqui?
    - Ensino magias para cavaleiros, não é uma tarefa fácil mas... e você?
    - Estou com meus amigos protegendo a cidade da invasão
    - A sim... os goblins, bem, boa sorte, vou durmir, já tá tarde... tchau Shiya – suas últimas palavras foram pronunciadas com uma voz tão meiga que parecia ter cativado a todos, Shiya e Blood, do local. A bela moça então desce a muralha com um salto, se agachando com o impacto ao solo, se ergue e caminha um pouco e anda para debaixo da muralha, lá ela deita e rapidamente dorme.

    Um sino então começa a tocar do ponto mais alto de Carlin onde Kammy deveria estar, o pequeno som com pequenas vibrações atingem os sinos que Blood e Shiya usavam em uma fita vermelha amarada a ele e presa no pescoço, ambos já sabiam o que era: algo foi avistado. Eles retiram o colar do pescoço e amarram no pulso, as vibrações continuam batendo levemente nos sininhos que fazem um leve som que mal a pessoa que está usando consegue ouvir.
    Algo então atingi a cabeça de Shiya, quando ele se vira com a mão no lugar que foi atingido avista várias craturinhas pequenas seguindo até eles.

    - Vamos descer Shiya, você não veio comigo atoa, os goblins que invadem a área norte são mais destemidos a invadir a cidade, mas não se preocupe, eles são fraquíssimos.

    Shiya apenas confirma com a cabeça o que foi dito pelo amigo.
    Ao oeste, Rhirius segura uma de suas mãos e apenas aguarda a chegada das criaturinhas já avistadas, ficando a frente do portão oeste. Ao avistar elas, ele levanta as suas mãos e as espalma e as junta, como se estivesse rezando.

    - Sinto muito goblins, mas não posso deixar invadirem Carlin desta maneira... – disse com uma voz leve e calma.

    As criaturas correm até ele mas antes de chegarem, uma delas, a que estava mais próxima a entrada, congela. Então todas que chegam na mesma linha imaginaria feita por Rhirius também se congelam. Todas aquelas outras que esbarram ou chegam perto dessas também são congelados. Logo todas elas formam uma montanha de goblins congelados.
    Ao leste, Rwy olha para as criaturas com um olhar frio, como se elas fossem seus maiores inimigos. Ele retira seu machado, com a forma de uma uma criatura negra com a boca aberta e antes das criaturas chegarem ele atingi seu machado no portão fazendo-o descer e tranca-lo do lado de fora com os goblins

    - Vamos ver do que são capazes. – disse apoiando seu machado nos ombros.

    Quando as pequenas criaturas verdes chegam, ele movimenta seu machado e seu corpo atingi elas de um lado para o outro matando assim com apenas um golpe cada uma das criaturas, que não paravam se aparecer mais e mais. Vendo que demoraria muito matá-las, ele se afasta encostando no portão, vira de lado seu machado e o atingi com toda a força no chão. A terra começa a tremer e ondulações aparecem a sua frente empurrando os pequenos goblins e sendo arremessados para longe e atingim o solo com força onde muitas morrem.
    Blood retira sua espada e atingi as criaturas também as matando com um golpe. Shiya fica logo atrás para se alguma escapar e entrar em Carlin, ele as mata. Mas nada disso acontece por um longo tempo. Blood manora sua espada com velocidade indo de um canto da muralha até o outro matando todos os goblins que aparecem. Shiya então retira sua espada das costas depois de um bom tempo para se previnir pois agora os pequenos goblins, armados com pedaços de pau e algumas pedras, começam a arremssas essas pedras no amigo e com isso distrai-lo e abrir passagem para entrar, mas são mortos por Shiya, a invasão logo acaba.

    - Acabou? – perguntava Shiya.
    - Bem, vamos aguardar, Rhirius vai vir aqui para congelar todos e nos teremos que quebrar para que ao amanhecer eles derretam, sabe, para não sujar a entrada de Carlin com sangue. – mas de repente, o sino novamente começa a tocar. Kammy apertava seu sino do mais alto ponto de Carlin produzindo assim o som que ressoava com os outros.
    - Está ouvindo Blood?
    - Sim Shiya, acredito que Kammy tenha avistado mais goblins... – antes que pudesse falar alguma coisa, Shiya o interrompe.
    - Ou Orcs...

    Shiya aponta para o norte e Blood o acompanha com o olhar. A sombra de uma criatura muito parecida com uma pessoa um pouco mais alta e corcunda caminha até eles de longe, então logo mais e mais criaturas aparecem, eles logo percebem que eram orcs que se preparavam para a invasão

    - Pobres orcs... – disse Rhirius, quebrando a muralha de gelo de goblins formada a sua frente apenas com um toque.
    - Cuidado amigos... – murmurava Kammy.
    - Vamos ver do que são capazes orcs! – dizia Rwy animado.
    - Vamos orcs.. finalmente uma invasão de vocês... sempre aguardei esse dia – disse Blodo fixando o olhar na tropa a sua frente.
    - Vamos Shiya... – murmurava para si mesmo – você treinou tanto para isso...


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    Última edição por Whes; 30-12-2010 às 19:14.

  2. #2

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    Cara muito bom, criatividade 10.........Continue assim q no futuro isso pode sair de uma brinkadeira e c tornar um trabalho lucrativo XD..abrass

    By :Azus Soulseeker :rolleyes:

    PS:Tomare Q Nosso Progeto Seja Bem Sucedido...

  3. #3
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    Capítulo 3 – Parte 2: Se beber não caçe. Jamais dê as costas a uma invasão.



    Vários orcs caminhavam em direção aos portões de Carlin em ritmo violento. Shiya estava com medo, Blood preocupado, Rwy não dava atenção as temidas criaturas, Rhirius resava pelas almas que iria de retirar, Kammy, encima de seu pilar, observava todo o movimento atentamente o movimento.
    Kammy se apoiou imóvel nos pequenos tijolos mal colocados. Sempre sem camisa e com calça e bota, mostrando seu abdômen bem defenido que onde passa sempre chama mais atenção das mulheres que os companheiros, e com o longo cabelo bem preso para não atrapalhar na hora da batalha.
    O paladino ouviu um som de algo girando em sua direção, sua audição sempre foi mais apurada que dos seus amigos por isso era difícil atingi-lo pricipalmente pela sua velocidade fora do normal. Ele conseguiu identificar, com um olhar certeiro, uma clava, muito parecida como a do orc que mataram antes de chegar em Carlin só que maior, voava furiosamente em sua direção. Kammy retira cinco shurikens avermelhadas, mais conhecidas nessa terra como Estrelas Assassinas, e as atirou na clava e saltou para a casa mais próxima aterrisando suavemente apoiando em sua perna direita, a clava cortou a ponta do pilar e depois se parte em pedaços aterrisando com violência no chão.

    - Malditos Chefes... – disse em voz baixa.

    Rhirius aguarda os orc chegarem. Quando se aproximam sofrem o mesmo destino dos goblins, exatamente igual. Os orcs são congelados e quando um encosta no outro também é fazendo um efeito dominó em seus próprios companheiros e logo todos estão derrotados com extrema facilidade. Um orc gigante, duas vezes maior que os outros e que Rhirius, se aproximou e ao perceber que também seria congelado, pegou uma clava de um dos orcs e quebrou todo o gelo a frente jogando membros congelados para todos os lados.
    Se aproximou com violência, colocando seu rosto horrendo perto de Rhirius e bufou.

    - Quanta falta de educação a sua – disse virando seu rosto jogando seus belos cabelos negros para o lado – você tem um bafo horrível
    - Não gostou? – respondeu a criatura com uma voz muito rouca após se ouvir um barulho de vidro quebrando – problema é seu prepare-se para morrer! – berrou levantando a cava com ambas as mãos
    - Eu não faria isso se fosse você....
    - Não me faça rir!

    Ele então tenta atingir a poderosa clava em Rhirius mas seus braços congelam antes de tocar no druida.

    - Essas lutas estão patéticas... você já foi derrotado – disse em tom de desprezo – não percebeu que pisou em um braço de orc congelado? Suas pernas também foram congeladas se ainda não percebeu – a criatura olhava para ele sem entender o que aconteceu – foi experto em quebrar tudo com uma clava, mas esqueceu que ela também foi congelada e para mim seria fácil quebra-lá mesmo sem toca-lá. Você poderia ter pisoteado no chão já que é pesado me desequilibrando, poderia ter arremessado qualquer outra clava que estivesse no chão de seus companheiros, poderia ter se jogado encima de mim para me atingir, poderia...
    - TA BOM! – berrou irritado – VOCÊ VENCEU! Agora me mate logo
    - Por que vocês invadem as cidades?
    - Não é obvio? Queremos a nossa terra que é por direito!
    - Hum... e os goblins?
    - São uns inúteis! Pergunte para eles depois
    - Tudo bem, foi divertido conversar com você, sempre foi meu sonho, agora faltam apenas 56 sonhos a realizar
    - O último só falta ser dominar o mundo – disse com desprezo.
    - Não, é dominar todas as ilhas geladas – disse sorrindo e piscando o olho direito

    Rhirius então congelou a criatura por completo e encerra sua tarefa.
    Rwy olhou com um desdén régio. Os primeiros orcs com clavas que mediam mais de um metro se aproximaram. Rwy segura com força seu machado com ambas as mãos e, com um giro, corta vários orcs de uma só vez. Com vários movimentos ele cortou clavas, corpos e cabeças de orcs. Outros orcs atiraram lanças mas todas foram pegas, cortadas e quebradas por Rwy com seu braço e seu machado e depois avançou e os matou. Mais orcs com pequenas facas e com uma armadura potente se aproximataram, mas nem as facas atingiram o cavaleiros e nem a armadura conseguiu defender do poderoso golpe de Rwy.
    Um orc maior finalmente apareceu. Reparou os cadáveres dos seus amigos com desprezo. Armado com duas pequenas espadas bem afiadas.

    - Inúteis! Seus ridículos! Sabia que não conseguiriam! – disse com sua voz grossa e também rouca – Agora vocês aí no inferno aprendam como se luta.
    - Legal, vão me ver lutar – disse Rwy rindo.
    - Como ousa... ah, vai morrer mesmo não fará diferença.
    - Lutar contra você será... uma explêndida... PERCA DE TEMPO!

    O orc enfurecido lançou sua clava para cima e, com toda sua força, a jogou para baixo para atingir Rwy.

    - Que golpe ridículo...

    Rwy bloqueou a clava com seu poderoso machado.

    - É só o que tem? Não me fará nem suar...

    Rwy fez um giro de trezentos e sessenta graus com seu machado e atingiu o cabo da clava a fazendo quebrar. A criatura andou para traz sem acreditar, pisando e massacrando a cabeça de um orc falecido. Rwy então fez um movimento veloz e feroz com seu machado marcando um X no peito do orc que sangrou violentamente caindo no chão.

    - Ainda tem gente que nos contrata pois tem medo dessas criaturas... isso sim é ridículo. – disse apoiando novamente seu machado em suas costas, com a lâmina toda ensanguetada e vários corpos multilados a sua frente.
    - Blood... o que eu vou fazer? – perguntou Shiya apavorado e tremendo.
    - Shiya! Que pergunta. – respondeu com indiferença – fique do meu lado e me ajuda a matar os orcs, na estratégia que sempre treinamos. Eles são poderosos, corajosos, destemidos, temidos, muitos mais fortes que você, não tem medo de matar, são assassinos...
    - Tudo bem! – interrompeu gritando – já entendi! Eu não tenho medo... eu não tenho medo... – repetia várias vezes para ficar calmo, o que acabou adiantando.

    As criaturas se aproximaram e as primeiras, que usavam uma espada não muito potente e um escudo de madeira, foram mortas com extrema facilidade. Lanças voavam frenéticamente querendo arrancar o coração do corpo deles, mas ambos os cavaleiros correram até os orcs e atingiram com suas espadas acabando com eles com um único golpe, então recuaram para perto do portão novamente.
    Mais orcs, agora como os que mataram antes de chegar a cidade, aparecerem. Três deles se aproximaram para perto de Shiya que tentou atingir com sua espada o orc do meio mas ele defendeu com a clava. O orc da direita tentou atingi-lo e Shiya saltou de cabeça para traz fazendo as clavas dos orc se chocarem matando o orc que encarou Shiya inicialmente.
    O orc da esquerda atingiu a clava na espada de Shiya que, desarmado, atingiu um chute nas mãos do orc que fez com que a clava caísesse. Shiya deu um giro e atingiu um chute no rosto do orc e mais uma joelhada nele. Shiya era um lutador da Artes Trishan, a arte marcial tibiana que foi feita pela cavaleira de Carlin Trisha. Apesar de muito útil ainda era pouca conhecida mas sempre haviam torneios dela pelo mundo onde Shiya e Kammy participavam.
    Shiya olhou para trás e viu Blood com problemas ao enfrentar vários orcs de uma vez só e então dá as cortas para correr para ajudar o amigo, mas se esquece dos orc e foi atingido de raspão por uma clava o que lhe fez desmaiar.
    Momentos depois, Shiya retorna a coinciência e se levanta. Com a cabeça sangrando, ele olhou para o redor e viu vários corpos multilados e apenas Blood em pé sangrando e machucado

    - Blood! – gritou.
    - SHIYA SEU NOOB! NÂO DÊ AS COSTAS A UMA INVASÂO! – gritou com raiva.
    - Você matou todos sozinhos?
    - Não, deixei o chefe para você – disse com indiferença.

    Mais um orc enorme se aproximava. Shiya retirou sua espada que havia fincado no chão e caminhou até o orc. A criatura, com duas espadas afiadíssimas, tentou atingi-lo com dois golpes rápidos mas Shiya usou seu tamanho reduzido para desviar e atingir a criatura nas pernas, passando para atrás dele e atingindo suas costas.
    Mas Shiya mais uma vez foi imprudente. Saltou para atingir a criatura novamente nas costas enquanto ela se virava, o que resultou em uma cotovelada, talvez sem intenção, no rosto do cavaleiro que caiu novamente no chão ferido.

    - Muleque tolo – disse o orc – agora morrerá!

    Mas antes que pudesse se mexer um som de corte fou ouvido, depois, o de algo sendo fincado, como uma foice em uma abóbora. O chefe caiu no chão com uma marca de espada nas costas e uma lança azul brilhante em sua nuca, atrás dele estava Blood, se apoiando na espada fincada no chão, e Kammy.

    - Você ainda tem muito o que aprender Shiya... – disse Blood arrependido.
    - Você é muito melhor sem uma espada... realmente – elogiou Kammy com desdén.

  4. #4
    Avatar de Lukas carvalho
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    Eu gosto Muito de suas histórias , Você Visa bem os detalhes , tenta ir um pouco além , Citar e aprofundar mais os detalhes , Tente fazer que nós leitores Nos imagine lá , é isso aê , Só não usa essa letra em negrito em tudo , Cansa a vista , Usa ela pras partes que você quer que tenham mais destaque , E o mundo é belo o tibia também , Boa sorte aí amigo :p (:
    Fecha com nóis que é sucesso ! #



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