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Tópico: O batalha de Svargrond!

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    Avatar de Zanner Gold Knight
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    Capítulo 2 - A tarefa Real


    Zanner não cabia em si de tanta ansiedade. Uma carta do rei! O que ela podia dizer? Milhares de pensamentos invadiam sua cabeça, quase deixando-o louco. Ele queria esperar seus pais chegarem em casa, mas logo percebeu que não conseguiria. Tentou se acalmar analisando o envelope. Era um envelope real, da primeira ordem. O evelope era alvo com detalhes em dourado. A bela letra do remetente pertencia ao relator do Reino. o Selo era vermelho, com uma coroa desenhada em dourado, um detalhe na coroa era a letra T, de Thais ou Tibianus, possivelmente.

    Zanner não conseguia mais se segurar, seu coração estava disparado. Ele sentia os golpes de seu coração contra sua costela, e respirava quase ofegante.

    Finalmente, decidiu abrir o envelope.

    Subiu as escadas e entrou em um belo quarto, com cabeças de ciclopes e minotauros nas paredes, mesas de marfim importadas de Tiquanda marcavam o centro do cômodo. E, ao lado de sua cama, um gaveteirinho de madeira nobre.

    Ele abriu a gaveta. Dentro dela apareciam tinteiros, cartas velhas de seus tios, pedrinhas preciosas (pequenos rubis e ametistas), alguns equipamentos supérfuluos.

    Zanner remexeu um pouco no interior da gaveta e encontrou um abridor de cartas. Assemelhava-se a uma faca, porém não possuía lâmina afiada. Era de ouro e possuía uma inscrição “Zanner, para abrir seu destino”; ele havia ganhado esse item de sua tia Bendy. Ela havia ganhado do seu pai, em seu décimo quarto aniversário. Na oportunidade, não havia inscrição alguma nele. Depois de anos, ela deu a seu sobrinho, mas antes, mandou que gravassem tal mensagem. Não foi em qualquer lugar. Levou a Kazordoon para que a mensagem fosse inscrita no abridor de cartas.

    Zanner desceu as escadas com o objeto na mão e sentou-se na cadeira de marfim, em frente à mesa.

    “É agora”, pensou ele.

    Enquanto isso, o rei Elfo escrevia uma carta, e a assinava ele próprio. O conteúdo da carta era uma mensagem de reprovação ao rei e uma declaração de guerra.

    “Ajudou-nos no passado, mas não pode interferir no nosso futuro. Dentro desta maravilhosa fortaleza, a palavra final é minha. Eu comando os elfos que aqui moram. Eu construí esse refúgio. Eu gostaria que você, Tibianus, não desse mais palpites.
    Entendo suas intenções. Vai querer tomar a fortaleza? Pois bem! Não conseguirá! A partir de agora está declarada a guerra entre a Fortaleza dos Elfos e a cidade de Thais.
    Já tenho os melhores guardas possíveis nas entradas da fortaleza, não temo nem um pouco suas tropas.

    A partir de agora, a guerra está declarada.

    Saúde para você, Tibianus.


    Atenciosamente,


    Incus
    Senhor da Fortaleza dos Elfos, e em breve de todo o reino.”


    Sem saber disso Zanner abria sua carta animadamente. O ruído ao passar o abridor de cartas pelo envelope foi “agudo e glorioso”, no pensamento do jovem.

    Zanner era um guerreiro jovem, porém muito poderoso. Tinha aprendido com um dos melhores. Seu pai era um guerreiro incrível. Vencera batalhas lendárias, combateu em invasões de criaturas perigosíssimas, alcançara o tesouro de Annihilator. Tendo aprendido com ele, Zanner era muito bom. Podia combater sozinho Lordes Dragões, aranhas gigantes, Hydras.

    O Rei Tibianus era sábio, e sabia bem disso.

    A carta era escrita em papel real, também, igualmente alvo e com detalhes dourados, a letra não era igual a do envelope. Zanner suspeitava que fosse do próprio Rei, o que aumentou mais ainda sua empolgação.

    Ele começou a ler:

    “Bom dia, guerreiro Zanner.

    O Reinado passa por um tempo difícil. Acontecimentos estranhos se passam em Svargrond, e refletem em todo o território de Tibia.

    Ninguém pode entregar cartas em Svargrond, a cidade está extremamente bem protegida, espécies muito ameaçadoras guardam todas as fronteiras. Dizem que, dentro das fronteiras, estão inimigos de poder inimaginável.

    A situação é que o exército de Svargrond foi dispensado. Inteiro. Ele subistituiu seu exército por criaturas, não se sabe por que, ao certo. E não se sabe também, como ele convenceu criaturas tão poderosas a obedecer suas ordens!

    Com essa dispensa do exército, os soldados saíram de lá, e se espalharam por todo o Reino. Thais, Ab'dendriel, Kazordoon e outras cidades abrigaram os soldados... Todos menos um, de passado obscuro. Kranzek. Ele era um excelente combatente, e guardião de Thais. Ele expulsou o exército de elfos de Thais, durante uma invasão. Matou seu líder, e as tropas desestabilizadas, se foram.

    Porém, o filho do líder dos elfos na época, Incus, jurou se vingar de Kranzek. Incus reuniu todos os derrotados na batalha de Thais e os levou para perto de Venore. Lá, com minha permissão, construíram uma grande fortaleza. Ele prometeu que ficaria distante de Thais se obtivesse a permissão.

    Kranzek, depois de seu feito em Thais, foi convocado para servir Svargrond. Ocorreu que com essa dispensa recente ele ficou sem moradia. Foi procurar alojamento em Venore, mas errou o caminho e acabou na Fortaleza dos Elfos, comandada por Incus.

    Incus já ficou observando quando Krazek vinha de longe, e preparou suas tropas para matá-lo.

    Krazek cometeu o terrível engano de entrar na fortaleza. Os soldados de Incus mataram-no, realizando a vingança do atual líder elfo.

    Então, eu desaprovei a atitude de Incus, e lhe mandei uma carta. Um de meus homens que estavam vigiando a fortaleza viu o líder elfo escrever uma outra carta em resposta à minha, declarando guerra contra o Reino de Thais.

    Logo após meus homens tiveram de fugir, pois Incus postou criaturas nas entradas de sua fortaleza. Algumas aranhas gigantes, esqueletos demoníacos, muitos elfos magos e elfos arqueiros, e um dragão lorde; segundo relatos.

    Preciso de sua ajuda.

    Li uma carta sua, pedindo por um trabalho nobre, e eis a oportunidade.

    A missão é destruir a fortaleza de Incus. Nunca fui adepto da violência, mas acontece que é necessário! A guerra foi declarada, e não há volta. Além do mais esse elfo é um mentiroso. Jurou que faria o possível para manter a paz entre o Reino e sua fortaleza, mas fez exatamente o contrário.

    Destruindo a fortaleza, e aprisionando Incus, você será contratado por mim, Rei Tibianus, para ser Guardião de Tiquanda. Proteger a floresta, os habitantes ao redor dela. É um cargo de muita honra.

    Não se preocupe. Você não irá sozinho. Mais quatro grandes guerreiros de valor vão junto. Seu pai não vai, pois tem tido muito trabalho na ordem dos caçadores de demônios.

    Para esta missão, você receberá os melhores equipamentos disponíveis em todo o território de Tibia.

    Armadura mágica de platina, calça de couro de dragão, botas de ouro maciço, elmo de ouro maciço, escudo abençoado, a mágica espada longa e alguns anéis e amuletos.


    Enquanto isso, passava por Kazordoon um experiente mago chamado Kayus. O mago estava vestido com uma capa azul luminosa, calça de mesa característica, elmo de guerra, segurando um escudo azul, com uma mancha vermelha e uma vara semelhante a uma tocha, com fogo na ponta.

    Ele caminhava pelos vastos campos ao redor das Montanhas de Femor, eram enormes montanhas rochosas, bonitas de vista e perigosas para quem as adentrasse.

    Seguiu seu caminho em direção à cidade de Kazordoon. Precisava atravessá-la para chegar ao Reino de Thais. Iria atender a um chamado do Rei, para uma missão.

    Chegando mais perto de Kazordoon viu dragões postados nas entradas da cidade, alguns anões guardiões postados ali também.

    A cidade estava muito segura, e parecia que o Imperador dos Anões planejava alguma coisa.

    Kayus prosseguiu, e adentrou o complexo de Kazordoon por uma fenda entre duas grandes rochas. O lugar era grandioso, parecia até com o fundo do mar, com fendas de águas vivas.

    Ele não tinha a intenção de entrar na cidade, então pensava que nenhum dos guardiões iria atacá-lo, ele nem sequer cruzaria com os mesmos.

    Já havia quase terminado de atravessar a fenda, quando surgiu algo a sua frente.

    Em um vôo razante um dragão verde, com aspecto maligno, e olhos vermelhos postou-se à sua frente.

    Preparou-se para utilizar de sua magia. Porém o dragão não perdeu tempo, e soltou uma forte rajada de fogo na direção de Kayus. A força do ar junto ao fogo era tanta que o mago, mesmo desviando do ataque foi jogado a alguns metros.

    Caiu sentado com os olhos no dragão, o mesmo avançava em sua direção, soltando fogo em labaredas destruídoras.

    Kayus correu colado à rocha e olhou as costas do dragão. Porém, a criatura foi mais rápida, e novamente uma labareda de fogo vinha em sua direção. Ele sentia o ar hiper-quente em volta dele e corria...

    O mago então, pronunciou palavras em latim, e soltou uma tempestade de energia no dragão. E o fez novamente. A tempestade de energia roxo-azulada descrevia um espiral no ar, até atacar o dragão, que em um baque surdo caiu ao chão, morto.

    Kayus analisou o dragão morto, e seguiu seu caminho em direção a Thais.



    Qual a origem do mago Kayus?

    Será ele tão poderoso para ser chamado para uma tarefa real?

    E Zanner, conseguirá vencer a batalha que se aproxima?


    Continuem acompanhando! Não percam o terceiro capítulo!

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    Última edição por Zanner Gold Knight; 03-01-2008 às 21:06.
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