Finalmente pude ler seu texto. Well Wicht,
Erros, comentários depois.
Erros referentes ao cap. 9
"Que seu espirito evolua meu amigo-irmão."
Well...Faltou acento em espírito.
árvores tem acento.
– O-que é... O que é...Aquilo...– Grifft não acreditava no que seus olhos viam ao topo da cachoeira. Um enorme dragão jazia adormecido. – É o dragão de água, hydra é seu nome, as lendas eram verdadeiras, até que enfim matarei minha cede de sangue.
Cede? Não é sede?
Compará-las
Grifft se viu lançado a muitos metro de distancia
Dois erros. Se é a muitos, metro tem que ser no plural, metros. Distância tem acento.
Erros referentes ao cap.10
– Tire estas suas mãos de
min – o medo do inexplicável presente em todo ser humano se manifestou no coração de Grifft, se chocando com o
espirito de batalha e a curiosidade. – Quem é você?
Nem vou falar os erros. Descubra por si só.
– O que é você? Tenho nojo de coisas como tu. Aparta-te de min!
De novo aqui. Mim é com "m".
– haha! Você é um nada, um lixo, a escoria do que muitos dizem ser sociedade.
Letra maiúscula em começo de frase. Escória tem acento.
– Eu vi você matando muitas delas, com a ultima, na batalha com outro humano que morava com você nesta planície.
Última tem acento.
– Bela explicação! Parabéns. – O espirito batia um tentáculo no outro produzindo o som de palmas.
Espírito tem acento, já falei.
– Ilusão? Hum...Pois bem. já que conheces magias e acha que sabe a vocação de todas, tenho uma proposta melhor.
Novamente você cometeu outro erro bobo. Começo de frase, letra o quê? Responda, tempo....
– Quero que aprenda a cantar com o espírito
Espírito novamente.
– Acompanhe a Hydra, em sua canção, ao por do sol.
Por do sol não é assim. É assim: Pôr-do-sol.
Sinceramente. Vou dar uma dura em você. Para começo de conversa, você está tendo erros bobos. Todos nós temos, então, não há a necessidade de preocupação com isso.
Mas será que li tudo isso só pra falar essa merda?
Não, agora começa a verdadeira critica.
Primeiramente, achei esse capítulo 10 uma coisa sem fundamento. Uma vez, um homem chamado Wakka Hill me falou:
Essas conversas são sem sentido, não há necessidades para isso, é apenas uma maneira de você encher seu texto com abobrinhas para então algo acontecer. Estas poderão ser:
• O aparecimento de um amigo do mocinho que acabará com o vilão (Grande Wakka, sempre me dando dicas)
• Ou se não, o que você pôs no seu texto, uma conversa, onde o discípulo é um cabeça dura, mas no final se redime.
A segunda opção é a mais correta. Porém, será mesmo que o mestre aceitaria as coisas depois de ser xingado? Será que Grifft, tendo seu orgulho manchado, aceitaria tal como mestre? Será que ele mudaria de opinião tão rapidamente?
E repito o que já disse. Você está levando a história para um lado Tibiano demais. Vocações, será que isso existiria? Não seria melhor outra explicação?
Sua história, uma típica história tibiana, o herói sai de Rookgaard, terá muitos problemas, mas no final sempre vence. Não discuta nesse ponto, apenas ouça calado. Eu sei que você vai querer encher a paciência, mas não é a pura verdade? Você diz que não, mas será mesmo? O herói irá morrer no final? O mal vai vencer o bem?
Eu estava observando a discussão do Dark Pyscho com você, Wicht. Eu concordo com tudo o que ele disse. No momento, que descobri que quem corrigia era o Pernalonga, eu apenas pensei comigo:
"É por isso que essa história hoje, está mais conceituada. Está mais bem escrita, não está mais aquele lixo de antigamente."
Eu até pensei em falar, mas fique guardando essa critica, mas agora, o Dark falou, então apenas estourei, mais porque eu perdi os créditos :riso::riso:, mas eu já havia tocado nesse assunto, na hora que vi seu capítulo, vi tão bem escrito, o primeiro que o Pernalonga corrigiu. Eu me perguntei, puts, o cara falou que ia melhorar e melhorou mesmo, não?
Mas logo após isso, descobri que o Pernalonga fazia um trabalhinho.
Será que você não vê que assim você não evolui nada, apenas dá o enredo, escreve um monte de merda e dá para um reles escritor corrigir? Será mesmo que seus textos se igualam ao do Pernalonga? Será que você não percebe que o texto não é mais seu, e sim do Pernalonga? Será mesmo que você merece tal reconhecimento por um texto tão bem escrito se ele não é seu?
Reflita sobre essas perguntas. Não seja curto e grosso com quem te critica, ouça calado, apenas reflita. Responda se necessário, mas não com grosseria como muitas vezes você já fez. Tente aproveitar as criticas da melhor maneira possível, e não rebatê-las desperado.
Se eu tivesse alguém como Dark Pyscho, que em todo santo capítulo se dá o trabalho de criticar, mostrar os podres da história, eu apenas ouviria, feliz. Mas você não o faz. Apenas vê ele como um qualquer, não vê a sorte grande que tirou. Quem me dera.
Bem, não sei se tenho o direito de te criticar, mas eu o fiz.
Hovelst