que isso aqui mosso o garotin fala grego ^^Postado originalmente por Dark Psycho
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que isso aqui mosso o garotin fala grego ^^Postado originalmente por Dark Psycho
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Um dia um homem me falou que a vida é um simples prazer em estar vivo! A partir deste dia aprendi a viver
leiam the best
O BRUXO E O FEITICEIRO
http://i9.tinypic.com/4uawxhi.jpg
Ataquem me pedras, com toda a força do teu coração eu lhes peço, pois com elas construirei meu novo caminho
Tipo... só nesse cap q eu admiti q tava meio xoxo... heuheuheuhPostado originalmente por Dark Psycho
Mas essa era a personalidade do cara, depois vai ter uma explicação pela atitude maluca dele... e ela, simplesmente perguntou. Até poderia ter colocado o nome do cara depois, mas o trabalho ja tá feito, deixa como está.
E leia os outros caps, tão realmente melhores. O relacionamento tb tá.![]()
o0 devid neste caso aqui e voz afinal o ex n e um turbilhao de vozes em um só e nen vem da disculpa que é pelas varias falas por que todas elas são de uma pessoa só ^^Postado originalmente por Pernalonga
Um dia um homem me falou que a vida é um simples prazer em estar vivo! A partir deste dia aprendi a viver
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O BRUXO E O FEITICEIRO
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Ataquem me pedras, com toda a força do teu coração eu lhes peço, pois com elas construirei meu novo caminho




O mesmo tom triste do anime, até vontade de chorar dá ='(
...
Sem pressa para postar, contanto que não seja que nem eu ou outros que levam até dois meses para colocar novo capítulo...
Dard*![]()
Eita... vontade de chorar é? o.oPostado originalmente por Dard Drak
xDD
Caps vão sair no maximo em uma semana. Mas pode atrasar um pouquinho mais >.<
c tem razão ^^... corrigido.o0 devid neste caso aqui e voz afinal o ex n e um turbilhao de vozes em um só e nen vem da disculpa que é pelas varias falas por que todas elas são de uma pessoa só ^^
adoro quando tenho razão nos seus rp's iuaiouaoiuaoia
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Postando pro tópico não morrer e para avisar que o capítulo sai hoje mesmo.
xD
boa notícia afinal estou esperando o0 capitulo faz tempo né ^^
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Read and, if you like, coment...
Cap. 7 – Aquele que pratica homicídios.
“Duas horas... mais que o suficiente.”, conclui ao olhar para os ponteiros de seu relógio de pulso.
Encostado em sua nave - um veículo preto de cinco metros de comprimento, contados do bico fino e quadrado às duas turbinas redondas, e com dois metros de altura; cabine centralizada perto da extremidade anterior; e duas grandes asas diagonais armadas com mísseis, metralhadoras e canhões de plasma - ele admira o grande mar de areia que ondula e desfaz com as lufadas do vento quente e forte.
O sobretudo azul parece mais uma estufa do que uma simples peça de seu uniforme e sua cabeça vermelha cozinha com o excesso de fios vermelhos que, de tão bem tratados, refletem parte da avassaladora luz solar. Ao tirar o binóculo do bolso frontal de seu casaco, ele desencosta-se da nave e dá alguns passos à frente, levando o objeto aos olhos. O zoom que este proporciona viaja por grande parte do deserto e possibilita a visualização da cadeia que se esconde na distância. O Complexo de Prisões Venusiana é composto por três pavilhões paralelos, cada qual com uma estrutura circular no centro, e sua área é cercada por grades e torres de segurança. Apesar da aparência forte, o sistema carcerário usado é um dos mais ultrapassados e falhos de todo o universo habitado, uma oportunidade única para o assassino Red Dragon.
“Fácil.”. Uma feição alegre surge em seu rosto quando ele recoloca o binóculo no bolso. Suas mãos suadas desabotoam agilmente os botões do casaco, que cai como um morto na areia quente, levantam as mangas compridas da camisa social negra escondida debaixo do sobretudo; retira, desembrulhando-o e colocando-o na boca, um pirulito que estava no bolso de sua calça e engatilha as duas pistolas USP, guardando-as em seguida no seu coldre peitoral.
- Machine Operation Navigation of Outer Space deactived. Manual Control activated. – a voz metálica sai do painel de sua nave indicando o desligamento do sistema MONO, que ajuda o piloto em sua navegação, e o acionamento do controle manual.
“Tá na hora...”, pensa o rapaz com um sorriso maroto no rosto, fazendo o palito do pirulito dançar entre seus dentes e apertando as mãos nos dois manches de navegação.
* * *
“Droga de lugar que não acontece nada!”, pragueja em pensamento o policial. Sua camisa de mangas longas e a calça comprida são ideais para o deserto, protegendo-o da força dos raios solares que afligem o lugar, porém, as manchas de suor por todo seu tronco e pernas provam que é só disso que a roupa protege.
Sentado na grade da varanda do topo da torre de segurança, ele refresca seu couro cabeludo retirando o chapéu redondo e olha para o limpo azul do céu. Com a vista apertada e ofuscada pela luz solar, ele admira por algum tempo um dos satélites naturais que rodeiam Vênus mas, logo se distrai com um pequenino ponto negro que circula pelo céu.
- Que diabos de ave é ess... – sua voz congela no mesmo instante em que a mancha negra se fixa em um ponto e aumenta de tamanho consideravelmente a cada segundo. Então, quando seus olhos já doíam com a claridade e seu braço cansava ao fazer sombra em seu rosto, a figura negra se mostrou perfeita diante de seus olhos.
Em uma queda fulminante, a nave corta o céu à frente da torre disparando dois mísseis contra um dos pavilhões e sobe novamente para a claridade do céu. Os olhos arregalados do guarda acompanham o rastro de fumaça que os mísseis deixam no ar e sua boca se escancara ao ver a explosão de fogo e destroços em um dos prédios do presídio. Desesperado e assustado, o homem se levanta da grade, empunha seu rifle e começa a procurar o veículo pelo céu. Seus braços acompanham incessantemente sua visão, que não para nem por um segundo, e, ao deparar com a rápida sombra que corta o ar, não acredita no que vê: a nave rodeava a área da prisão a uma altura mínima da areia e, em um instante, mudou sua rota, vindo direto ao seu encontro.
- BOOM! – grita o rapaz que pilota loucamente, ao admirar o canhão de plasma cortar ao meio a torre e o guarda que jazia nela.
Igual a um cavaleiro medieval que corta certeiro e mortal com sua espada, ele destrói as torres do presídio com tiros de metralhadoras e mísseis num movimento pendular imbatível que não perdura nem por dois minutos.
“Agora... Só falta terminar com o trabalho.”, pensa depois de levar as oito torres de segurança e o prédio central abaixo.
Um mergulho vertiginoso para a cadeia e a nave pára a poucos metros do chão flutuando graciosamente no ar, possibilitando a vista de dezenas de rostos alegres nas impenetráveis janelas de concreto e ferro de um dos pavilhões. Então, com maldade na face, o homem aperta um dos botões no painel de controle e admira o milagre da água para o vinho a sua frente... As feições de surpresa e felicidade tornam-se de pânico e horror ao verem o míssil se desprender de uma das asas e voar mortal em sua direção, abrindo um grande buraco na parede e levando a vida de muitos.
Nenhum policial se encontrava no solo quando a nave negra pousa suavemente, porém, como precaução, o rapaz pula do veículo empunhando energicamente suas pistolas e, em seguida, começa a caminhar em direção a parede destruída.
Com o pirulito preso entre seus dentes, ele passa pelos destroços e pelos poucos corpos mutilados à vista, adentrando em um longo corredor de lâmpadas apagadas, iluminado apenas pelos feixes de luz quadrados que entram pelas janelas das celas do lado esquerdo, atravessando-as e se depositando no chão. Os gritos de medo e de pedidos de ajuda que saem dos dois lados do corredor ecoam por toda sua extensão mas, não abalam o jovem, que mantém seus braços relaxados e seu ritmo de caminhada lento, prestando atenção somente nas placas que enumeram cada cela.
Aos poucos seus olhos enxergam a parede que indica o fim do corredor e, colado a ela, um agente penitenciário se conserva estático, em pânico, segurando com força o cacetete preso em sua cintura.
- Pare! – grita o policial. – Pare agora! Estou mandando!!
A risada apavorante que vem como resposta corta qualquer instinto de sobrevivência do agente, fazendo-o tremer de medo. O semblante grande e musculoso do homem surge na escuridão com o braço esticado, encostando a ponta do cano da pistola na testa do guarda, congelando-o de imediato.
- Porque está tudo desligado? – pergunta de forma seca.
- As explosões... elas devem ter danificado o pavilhão central. – responde com o pânico da morte em sua voz.
- E?
- É lá que ficam os geradores...
O policial engole em seco enquanto espera o homem continuar a falar. Este, por sua vez, olha para cela à direita deles: a ultima do corredor, a mais reforçada, sem janelas e de paredes de concreto, diferente de todas as outras que são de grades... A famosa solitária, mais conhecida como “71-B”.
- Me dê o cartão. – ordena o homem ao virar o rosto de volta para o agente penitenciário.
- Desculpe, senhor, o homem que está lá é perig...
- Me dê a droga do cartão! – ordena com convicção e raiva na voz e no olhar.
- Não posso! – o tom de voz saia cada vez mais desesperado.
- Você está com o cartão ou não?! – o que eram palavras já estavam virando gritos e a cada segundo o braço prensava com mais força a pistola contra a testa do policial.
- Sim, sim! Está comig... – Os gritos do homem são interrompidos pelo disparo da pistola. O estrondo é seguido de sangue, originário da cabeça que explode, pintando a parede cinza e criando uma pequena piscina abaixo do corpo. As mãos ágeis revistam os bolsos do defunto, achando o objeto procurado. “Maravilha!!”. Um grande sorriso de satisfação surge a caminho da porta de metal, e se alarga ainda mais quando o cartão verde a destranca. Em seguida, ele guarda uma das pistolas em seu coldre, retira o pirulito da boca e pergunta retoricamente ao abrir a porta com cuidado:
- Posso entrar?
Última edição por Pernalonga; 05-05-2008 às 21:35.
o/ otimo simplesmente a sua cara né
previsões para proximo capitulo????
eu espero o proximo capitulo com ansiedade ^^
Um dia um homem me falou que a vida é um simples prazer em estar vivo! A partir deste dia aprendi a viver
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Ataquem me pedras, com toda a força do teu coração eu lhes peço, pois com elas construirei meu novo caminho