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Tópico: Cowboy Bebop - Fan Fic.

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  1. #1
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    Outro capítulo pequeno... Mas não deixa de ser importante para a história .
    Proximo cap. haverá mais ação e etc. Tá ficando legal a história.

    Outra coisa... agora os caps vão demorar um pouquinho para sair pq ja se igualaram ao meu ritmo de escrita (Todos os caps escritos ja foram postados...).



    Cap. 6 – O Cachorro Preto.

    Nave Bebop. 15 meses e 28 dias atrás.


    Sentada no sofá amarelo, Faye Valentine está saboreando seu cigarro enquanto relembra a insanidade que havia presenciado. “Pena que tive que matá-los, como todas as outras onze mulheres que já matei...”, a voz de Extreme Danger ainda ressoa claramente pelos seus neurônios, “'Sorte no amor, azar no jogo’... ‘azar no jogo, sorte...’”...

    - Faye. – a voz grossa de Jet Black entra pela sala e penetra na cabeça dela, emergindo-a repentinamente de seus pensamentos. – O...O jantar fica pronto em breve. – anuncia com incerteza, deixando claro que foi a única coisa que conseguiu inventar para começar uma conversa.

    - Você nem estava na cozinha... – afirma sem voltar seu olhar para ele e com a voz dificultada pelo cigarro pendurado em seus lábios.

    - É. – confirma encabulado.

    - Me diz. O tal do Extreme valia aquela grana toda? – interpela Valentine visivelmente curiosa.

    - Ele matou mulheres importantes... A ISSP o queria de qualquer jeito.

    - ISSP... – fala Faye em voz baixa com um sorriso espalhafatoso na cara. – E você... Ainda pensa em voltar a investigar para a Inter Solar System Police?! – pergunta de forma pejorativa.

    Não há respostas... O silêncio típico que se segue entre eles vem faminto e engole todo o ambiente, calando a conversa e deixando-o num desconforto estrangulador, coisa que não acontecia normalmente. Procurando as palavras certas em sua cabeça para começar um assunto, Jet não a percebe levantar e ir a porta em que ele estava, só notando-a quando ela acaba com o ambiente taciturno entre eles.

    - Você está estranho Jet, está tudo bem? – pergunta de forma desinteressada enquanto caminha sensualmente em sua direção.

    - Estou um pouc... Ou melhor, vou ficar be... Digo, estou bem!

    Um leve e singelo sorriso surge no rosto de Valentine ao ouvir a atrapalhada resposta. Ela então, dá uma ultima tragada no cigarro, aproxima seu corpo perigosamente ao dele, colando os troncos sem o uso das mãos, e o encara de baixo. Jet não meche um músculo enquanto se perde no calmo mar verde dos olhos dela. A respiração contida em seus pulmões acaba com qualquer tentativa de fala, sufocando-o naqueles poucos e lentos segundos. Seus lábios, involuntariamente, acercam-se aos dela e o que era para ser um simples beijo, vira fumaça.

    Ao acabar de soltar toda a nicotina em forma de vapor no rosto de Jet, ela deixa escapar uma provocante risadinha infantil e, enquanto esgueira-se entre ele e a porta para sair da sala, passa sua mão leve e provocante pela barba dele.

    - Você vai embora de novo? – pergunta Black vendo-a se distanciar no corredor e, ao perceber que não teria respostas, insiste. – Porque você sempre vai? – seu tom de voz saiu desinteressado. – Porque você não fica aqui... Comigo? – indaga de forma não mais imparcial e sim, curiosa e até um pouco melancólica.

    Ela pára de caminhar e vira-se para ele com um largo sorriso de alegria no rosto.

    - Porque eu gosto de ser a única pessoa que você morde mas larga... Não é Black Dog? – pergunta retoricamente mantendo a alegria no rosto e, em seguida, retoma seu caminho pelo corredor.

    As lembranças que o velho apelido carrega vem à tona.

    - Se não é o nosso Black Dog! – indaga com alegria um dos muitos policiais que estão à mesa.

    - Ele conseguiu denovo?! Prendeu o cara? – um outro pergunta fingindo de desentendido.

    - É claro! Ele é o nosso velho cachorro preto! Quando morde um bandido, nunca mais larga!! – grita com alegria levantando o copo com café, seguido de todos os outros, formando um grande brinde.

    Jet, que assiste à cena a alguns poucos metros de distancia, levanta seu copo com uma bebida laranja e abre um sorriso simpático para o grupo de policiais.


    “É, você é a única que esse ex-policial larga...”, responde em pensamento com um pequeno sorriso no rosto.

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    Última edição por Pernalonga; 05-05-2008 às 21:33.

  2. #2
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    vo le la no meus serviço mais sei que fiko bom ta valendu biba e nen falo nada do qwue eu comentei devid seu pizada
    Um dia um homem me falou que a vida é um simples prazer em estar vivo! A partir deste dia aprendi a viver
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  3. #3
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    Wink

    Citação Postado originalmente por Pernalonga

    Sentada no sofá amarelo, Faye Valentine está saboreando seu cigarro enquanto relembra a insanidade que havia presenciado. “Pena que tive que mata-los, como todas as outras onze mulheres que já matei...”, as vozes de Extreme Danger ainda ressoam claramente pelos seus neurônios, .
    o0 devid neste caso aqui e voz afinal o ex n e um turbilhao de vozes em um só e nen vem da disculpa que é pelas varias falas por que todas elas são de uma pessoa só ^^
    Um dia um homem me falou que a vida é um simples prazer em estar vivo! A partir deste dia aprendi a viver
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  4. #4
    Eu não floodo. Você sim Avatar de Dard Drak
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    O mesmo tom triste do anime, até vontade de chorar dá ='(

    ...

    Sem pressa para postar, contanto que não seja que nem eu ou outros que levam até dois meses para colocar novo capítulo ...

    Dard*

  5. #5
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    Citação Postado originalmente por Dard Drak
    O mesmo tom triste do anime, até vontade de chorar dá ='(

    ...

    Sem pressa para postar, contanto que não seja que nem eu ou outros que levam até dois meses para colocar novo capítulo ...

    Dard*
    Eita... vontade de chorar é? o.o
    xDD
    Caps vão sair no maximo em uma semana. Mas pode atrasar um pouquinho mais >.<


    o0 devid neste caso aqui e voz afinal o ex n e um turbilhao de vozes em um só e nen vem da disculpa que é pelas varias falas por que todas elas são de uma pessoa só ^^
    c tem razão ^^... corrigido.




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  6. #6
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    adoro quando tenho raz&#227;o nos seus rp's iuaiouaoiuaoia
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  7. #7
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    Postando pro t&#243;pico n&#227;o morrer e para avisar que o cap&#237;tulo sai hoje mesmo.
    xD

  8. #8
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    boa not&#237;cia afinal estou esperando o0 capitulo faz tempo n&#233; ^^
    Um dia um homem me falou que a vida é um simples prazer em estar vivo! A partir deste dia aprendi a viver
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  9. #9
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    Cap. 7 – Aquele que pratica homicídios.

    “Duas horas... mais que o suficiente.”, conclui ao olhar para os ponteiros de seu relógio de pulso.

    Encostado em sua nave - um veículo preto de cinco metros de comprimento, contados do bico fino e quadrado às duas turbinas redondas, e com dois metros de altura; cabine centralizada perto da extremidade anterior; e duas grandes asas diagonais armadas com mísseis, metralhadoras e canhões de plasma - ele admira o grande mar de areia que ondula e desfaz com as lufadas do vento quente e forte.

    O sobretudo azul parece mais uma estufa do que uma simples peça de seu uniforme e sua cabeça vermelha cozinha com o excesso de fios vermelhos que, de tão bem tratados, refletem parte da avassaladora luz solar. Ao tirar o binóculo do bolso frontal de seu casaco, ele desencosta-se da nave e dá alguns passos à frente, levando o objeto aos olhos. O zoom que este proporciona viaja por grande parte do deserto e possibilita a visualização da cadeia que se esconde na distância. O Complexo de Prisões Venusiana é composto por três pavilhões paralelos, cada qual com uma estrutura circular no centro, e sua área é cercada por grades e torres de segurança. Apesar da aparência forte, o sistema carcerário usado é um dos mais ultrapassados e falhos de todo o universo habitado, uma oportunidade única para o assassino Red Dragon.

    “Fácil.”. Uma feição alegre surge em seu rosto quando ele recoloca o binóculo no bolso. Suas mãos suadas desabotoam agilmente os botões do casaco, que cai como um morto na areia quente, levantam as mangas compridas da camisa social negra escondida debaixo do sobretudo; retira, desembrulhando-o e colocando-o na boca, um pirulito que estava no bolso de sua calça e engatilha as duas pistolas USP, guardando-as em seguida no seu coldre peitoral.

    - Machine Operation Navigation of Outer Space deactived. Manual Control activated. – a voz metálica sai do painel de sua nave indicando o desligamento do sistema MONO, que ajuda o piloto em sua navegação, e o acionamento do controle manual.

    “Tá na hora...”, pensa o rapaz com um sorriso maroto no rosto, fazendo o palito do pirulito dançar entre seus dentes e apertando as mãos nos dois manches de navegação.

    * * *

    “Droga de lugar que não acontece nada!”, pragueja em pensamento o policial. Sua camisa de mangas longas e a calça comprida são ideais para o deserto, protegendo-o da força dos raios solares que afligem o lugar, porém, as manchas de suor por todo seu tronco e pernas provam que é só disso que a roupa protege.

    Sentado na grade da varanda do topo da torre de segurança, ele refresca seu couro cabeludo retirando o chapéu redondo e olha para o limpo azul do céu. Com a vista apertada e ofuscada pela luz solar, ele admira por algum tempo um dos satélites naturais que rodeiam Vênus mas, logo se distrai com um pequenino ponto negro que circula pelo céu.

    - Que diabos de ave é ess... – sua voz congela no mesmo instante em que a mancha negra se fixa em um ponto e aumenta de tamanho consideravelmente a cada segundo. Então, quando seus olhos já doíam com a claridade e seu braço cansava ao fazer sombra em seu rosto, a figura negra se mostrou perfeita diante de seus olhos.

    Em uma queda fulminante, a nave corta o céu à frente da torre disparando dois mísseis contra um dos pavilhões e sobe novamente para a claridade do céu. Os olhos arregalados do guarda acompanham o rastro de fumaça que os mísseis deixam no ar e sua boca se escancara ao ver a explosão de fogo e destroços em um dos prédios do presídio. Desesperado e assustado, o homem se levanta da grade, empunha seu rifle e começa a procurar o veículo pelo céu. Seus braços acompanham incessantemente sua visão, que não para nem por um segundo, e, ao deparar com a rápida sombra que corta o ar, não acredita no que vê: a nave rodeava a área da prisão a uma altura mínima da areia e, em um instante, mudou sua rota, vindo direto ao seu encontro.

    - BOOM! – grita o rapaz que pilota loucamente, ao admirar o canhão de plasma cortar ao meio a torre e o guarda que jazia nela.

    Igual a um cavaleiro medieval que corta certeiro e mortal com sua espada, ele destrói as torres do presídio com tiros de metralhadoras e mísseis num movimento pendular imbatível que não perdura nem por dois minutos.

    “Agora... Só falta terminar com o trabalho.”, pensa depois de levar as oito torres de segurança e o prédio central abaixo.

    Um mergulho vertiginoso para a cadeia e a nave pára a poucos metros do chão flutuando graciosamente no ar, possibilitando a vista de dezenas de rostos alegres nas impenetráveis janelas de concreto e ferro de um dos pavilhões. Então, com maldade na face, o homem aperta um dos botões no painel de controle e admira o milagre da água para o vinho a sua frente... As feições de surpresa e felicidade tornam-se de pânico e horror ao verem o míssil se desprender de uma das asas e voar mortal em sua direção, abrindo um grande buraco na parede e levando a vida de muitos.

    Nenhum policial se encontrava no solo quando a nave negra pousa suavemente, porém, como precaução, o rapaz pula do veículo empunhando energicamente suas pistolas e, em seguida, começa a caminhar em direção a parede destruída.

    Com o pirulito preso entre seus dentes, ele passa pelos destroços e pelos poucos corpos mutilados à vista, adentrando em um longo corredor de lâmpadas apagadas, iluminado apenas pelos feixes de luz quadrados que entram pelas janelas das celas do lado esquerdo, atravessando-as e se depositando no chão. Os gritos de medo e de pedidos de ajuda que saem dos dois lados do corredor ecoam por toda sua extensão mas, não abalam o jovem, que mantém seus braços relaxados e seu ritmo de caminhada lento, prestando atenção somente nas placas que enumeram cada cela.

    Aos poucos seus olhos enxergam a parede que indica o fim do corredor e, colado a ela, um agente penitenciário se conserva estático, em pânico, segurando com força o cacetete preso em sua cintura.

    - Pare! – grita o policial. – Pare agora! Estou mandando!!

    A risada apavorante que vem como resposta corta qualquer instinto de sobrevivência do agente, fazendo-o tremer de medo. O semblante grande e musculoso do homem surge na escuridão com o braço esticado, encostando a ponta do cano da pistola na testa do guarda, congelando-o de imediato.

    - Porque está tudo desligado? – pergunta de forma seca.

    - As explosões... elas devem ter danificado o pavilhão central. – responde com o pânico da morte em sua voz.

    - E?

    - É lá que ficam os geradores...

    O policial engole em seco enquanto espera o homem continuar a falar. Este, por sua vez, olha para cela à direita deles: a ultima do corredor, a mais reforçada, sem janelas e de paredes de concreto, diferente de todas as outras que são de grades... A famosa solitária, mais conhecida como “71-B”.

    - Me dê o cartão. – ordena o homem ao virar o rosto de volta para o agente penitenciário.

    - Desculpe, senhor, o homem que está lá é perig...

    - Me dê a droga do cartão! – ordena com convicção e raiva na voz e no olhar.

    - Não posso! – o tom de voz saia cada vez mais desesperado.

    - Você está com o cartão ou não?! – o que eram palavras já estavam virando gritos e a cada segundo o braço prensava com mais força a pistola contra a testa do policial.

    - Sim, sim! Está comig... – Os gritos do homem são interrompidos pelo disparo da pistola. O estrondo é seguido de sangue, originário da cabeça que explode, pintando a parede cinza e criando uma pequena piscina abaixo do corpo. As mãos ágeis revistam os bolsos do defunto, achando o objeto procurado. “Maravilha!!”. Um grande sorriso de satisfação surge a caminho da porta de metal, e se alarga ainda mais quando o cartão verde a destranca. Em seguida, ele guarda uma das pistolas em seu coldre, retira o pirulito da boca e pergunta retoricamente ao abrir a porta com cuidado:

    - Posso entrar?
    Última edição por Pernalonga; 05-05-2008 às 21:35.



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