Bom galera, conforme eu disse, se me desse vontade eu continuava, agora deu uma vontade de escreve e continuei o capitulo que eu tinha começado.
ta certo que tem uns errinhos de portugues, mas... espero que gostem
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Capitulo 6 - A guilda real de carlin
Acordei, estava em uma cama, o aposento era amplo, havia quadros nas paredes, um criado-mudo do lado da minha cama onde estava minha mochila, havia também outras três camas no aposento, estava claro que eu tinha desmaiado e fui levado para algum lugar no qual eu não conhecia.
- Será que estou muito ferido? - perguntei me.
Comecei a me apalpar para ver se sentia dor, mas a única coisa que senti foi um cansaço incômodo.
TOC TOC. Bateram na porta.
- Luckaz, você está acordado? - perguntou alguém, a voz era inconfundivelmente de Ned, o guarda do templo.
- Estou, quem é?
- É o Ned. Seus amigos pediram para eu vir chamá-lo para ir comer algo no bar do Frodo - respondeu gentilmente o homem.
- Ok, já estou indo. - respondi. - Hey Ned - gritei derrepente - você sabe onde estão meus equipamentos?
- Ah! Sim, sim, sim, estão com seus amigos, achei que eles deveriam levar por “medidas de segurança”.
- Muito Obrigado - agradeci.
Coloquei minha mochila desci as escadas, me deparei com a rua principal, cheia, mais cheia do que estava nos últimos dias. Talvez, porque eles sabiam que os quatro novos guerreiros eram fortes e podiam lutar contra os vândalos que ali rondavam.
Cheguei ao bar do frodo um lugar amplo, com um balcão, umas vinte mesas, quatro cadeiras para cada mesa, frodo estava do lado do balcão e seu assistente atendendo algumas pessoas que estavam ali. Encontrei meus amigos conversando com alguns guerreiros da corte.
-
Luckaz, que susto nos deu! - falou Lisadr. - Assim que você saiu da arena, Numu curou-o, mas mesmo assim o rei pediu que sua filha fosse cuidar de você. Ela saiu não faz muito do seu quarto, passou por nos, em direção ao castelo, estava apressada.
- Deixe-o respirar Lisadr, ele enfrentou muito bem aquele cavaleiro - disse Ray, fiquei surpreso, pois era raro ele elogiar alguém. - Sente-se e coma algo.
- Rayzeeck, pense no que o rei manda dizer, quem sabe você e seus amigos queiram também - disse o cavaleiro da corte.
- Você sabe, não temos tempo para isso, temos de nos prepara fisicamente para tornarmos Supremos, não temos tempo para criar uma...
- Segredo, por favor! - Interrompeu-o o guerreiro. - Isso é de extremo sigilo, não pode se dar ao luxo de ficar espalhando para a cidade inteira!
- Ta bem, ta bem, mas você sabe a resposta, e é não! - disse Ray aumentando a voz.
- Está bem, comunicarei ao rei seu desagrado pelo o plano dele de melhorar a segurança da cidade. - disse o cavaleiro saindo do bar com uma cara de triste.
- O que ele estava querendo? - perguntei.
- Queria que nos entrássemos para guilda real de carlin e combater os vândalos da cidade. - Disse Ray com desagrado. - Imagine só, nos que nem somos daqui entrar para uma guilda real da cidade para cuidar dela? Cidade na qual há vândalos por todo o lado, onde há assassinos e coisas muito mais horrendas. Cuidar de uma cidade que fede a peixe, uma cidade que... - E parou de falar com os olhos cheio de lagrimas.
Eu realmente não sabia do que ele estava falando, estávamos na cidade a menos três luas e ele já sabia tanto da cidade.
- Ray, o que aconteceu com o seu irmão mesmo? - Perguntou Lisadr. - Ele não havia sido morto em uma guerra para defender uma cidade?
- Sim, e... E... E foi esta cidade que ele protegeu durante cinco anos, e o que ele recebeu do rei? Uma ordem de morte, na forca! - Explodiu Ray. - Defendendo esta cidade só por que ele matou um vândalo que coincidentemente era sobrinho do rei, o rei da ordem de prisão para ele e uma semana depois o sentenciou a forca! - disse Ray, começando a chorar. - EU ODEIO CARLIN!
CATABUM! Uma explosão medonha aconteceu no lado de fora do bar, onde estava uma linda fonte de água agora só havia fumaça. Coloquei meu equipamento rapidamente e fomos para as portas do bar ver o que estava acontecendo.
- Rayzeeck, você nunca mais insultara esta cidade na qual você está! - disse uma voz que vinha da fumaça.
- Você nunca mais virá para Carlin, escoltaremos vocês até a saída, se recusarem temos um documento do rei Tibus para prender-los. - Disse outra voz, mais grossa do que a anterior, vinda da fumaça onde agora começava a se dissipar.
A fumaça finalmente se dissipou e vimos quem estava falando conosco: Eram dez guardas de carlin, que pertenciam a uma guilda. Os dez usavam armadura, calça, escudo e elmo cromados, um machado de fogo e botas de corrida.
- Suponho que vocês são a guilda real? - perguntou Numu preparando seu Cajado Tempestuoso.
- Sim, somos a guilda real, e vocês, passem suas armas, na saída de Carlin lhes devolveremos! - Disse o guarda do centro.
- E suponhamos que se não formos com vocês... Hum... Tentarão nos prender? - Zombou Ray.
- Não tentaremos, nós iremos prendê-los! - Disse o guarda veemente.
- Quero ver! - Disse Ray.
Então do nada partiram três para cima de Ray, no qual rapidamente puxou seu escudo e defendeu os três golpes. Logo após eles voltaram para formação que estavam com medo que algum de nós pudesse atacar.
- É só isso que vocês têm? Achei muito fraco! - zombou Ray.
Após o ataque Ray, Numu e Lisadr ficaram mais atentos aos ataques, pois eles eram muito rápidos.
- Utamo Vita! - Ordenou Numu, no qual foi seguido por mim e Lisadr.
- Acha que irão nos enfrentar então? - caçoou o guarda do meio.
- Só se você for idiota o suficiente para nos obrigar! - gritou Ray.
- Quando eu disser, todos nós os atacamos com tudo que temos! - disse Numu, em um sussurro quase inaudível para que os guardas não pudessem ouvir.
- Então, querem ir por bem, ou ficarem e serem presos? - disse o guarda da ponta. - Por que eu lhes garanto vocês não serão soltos tão...
- AGORA! - Berrou Numu.
- Exevo vis lux! - Bradei, e uma onda de raio voou para cima deles.
Ray correu para cima de três guardas que estavam zonzos, no qual o ajudei a atacar dois. Lisadr e Numu tacaram flechas, runas e os ataques do cajado que eram muito poderosos. Em minutos só sobraram quatro guardas, que foram rápidos o suficiente para se abrigar atrás da fonte.
Lisadr continuava a atirar flechas na fonte, mas ela era resistente e não quebrou. Numu então começou a atirar runas de Morte Súbita, onde a fonte começou a rachar.
Ray e eu ficamos de prontidão, esperando mais guardas aparecerem, mas não aconteceu.
Então os quatro saíram de trás da fonte onde logo foram nocauteados, por uma runa de Morte Súbita minha, uma de Lisadr, uma de Numu e uma runa de explosão de Ray.
Saímos da rua do bar do Frodo viramos na rua principal, Lisadr pegou o mapa e mostrou-nos que tinha uma saída logo à frente. Passamos correndo pelas ruas laterais, na qual não havia nem tempo para contar. Então vimos a saída, estávamos livres!