galera, eu sei que esse ta realmente grande e tem alguns erros de portugues, mas espero que gostem
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Capitulo 5 - O teste
Avistamos duas placas que diziam: Bem vindo a Carlin.
- Finalmente chegamos, estou morto de fome - disse Ray.
Continuamos pela estrada de terra, havia muitas árvores ao redor, mas isso não nos impedia de ver a bela paisagem.
- Será que tem algum lugar para comer? - perguntei.
- É claro que tem. Se não estou enganado, tem o bar do Frodo, tem uma comida muito deliciosa - disse Lisadr.
- Como você sabe? - perguntou Numu.
- Perguntei ao senhor que nos cedeu casa ontem.
- Ah! Mas onde fica? - perguntei.
- Segundo este mapa, se pegarmos a rua principal, virarmos no depósito à esquerda, é na segunda casa.
- Vamos lá! - disse Numu.
Não demos nem dez passos quando encontramos alguns guardas. Altos, todos do mesmo jeito, calça cromada, armadura de guerreiro, escudo demoníaco, machado de fogo, capacete cromado e botas de corrida.
- Com licença, o senhor pode nos dizer onde fica o bar do frodo? - perguntou Lisadr.
- Para quê? Saquearem-no novamente? - respondeu o guarda rispidamente.
- O que? Está nos chamando de ladrões? - perguntou Ray, puxando o escudo.
- Ora, é claro, se não foram vocês que saquearam o bar do frodo, então quem foi? - disse o guarda de traz.
- Nossa! Nós acabamos de chegar à cidade! - disse Numu mal humorado.
Um dos guardas começou a rir:
- Não me faça rir, nós sabemos que foram vocês que furtaram o bar do frodo durante a noite!
Ray puxou a arma e disse:
- Nos deixe passar agora!
- Menino tolo, acha que nos vencerá em uma luta? - caçoou o guarda.
- Por que não tentamos? - disse Ray.
- Não! - disse Lisadr. - Não queremos briga, se nos redermos, aonde irão nos levar?
- Ao rei, é claro, talvez ele deixe-os no calabouço durante um bom tempo - respondeu o guarda sorrindo.
- Tudo bem, vamos com vocês até lá.
Então eles nos cercaram. Três atrás de nós, três do lado direito, três do lado esquerdo e dois na frente.
Recém havíamos passado da entrada de Carlin, e já estávamos sendo presos por algo que não fizemos.
- Injustiça, isso que é - pensei.
Entramos na rua principal, caminhamos muito. Passamos por varias casas, todos com medo de nós, mas por quê?
Então, vimos o depósito, devia ter uns três andares, viramos a direita, passamos pelo lado do deposito entre ele e uma casa, e continuamos caminhando até chegar a uma saída. Na frente à saída, ao lado direito uma casa e ao lado esquerdo um palácio.
- Então é ai que o rei mora? - perguntei.
- Sim, fique quieto - disse o guarda da frente rispidamente.
Então entramos no quintal do palácio, muito bem cuidado o quintal. O guarda bateu três vezes na porta e outro guarda atendeu:
- Sim? - perguntou ele.
- Estou aqui, com os culpados do furto do bar do Frodo, quero levá-los ao rei.
- Tudo bem.
Ele conduziu-nos para dentro, o palácio era impecavelmente limpo, todo branco por dentro, havia muitas janelas, quadros, uma escada com o corrimão, pelo que parecia ser de ouro.
- Arruaceiros, conheçam o rei de Carlin, Tibus! - disse o guarda inesperadamente.
Então, um homem desceu uma coroa de ouro reluzente, uma capa vermelha, alto, loiro, e sardento.
- Quem são esses aí? - perguntou o rei ao guarda.
- Os arruaceiros que destruíram o bar do frodo ontem à noite, majestade - respondeu o guarda que estava do lado da escada.
- Não somos arruaceiros e não destruímos bar algum! - disse Numu.
- Não são arruaceiros? Então quem são? - perguntou o rei.
- Somos viajantes, chegamos hoje em Carlin, estamos à procura das... - comecei a dizer, mas fui interrompido.
- Mentiras, mentiras e mais mentiras. Majestade, não deixe que estes arruaceiros que nos contradizem, acabe mudando sua opinião - disse o guarda.
- Espere, deixe-o terminar - disse o rei.
- Então, como ele estava falando, somos viajantes, estamos à procura das ilhas de gelo, estamos em um treinamento para nos tornarmos Supremos em nossas categorias - explicou Numu.
- Então, vocês são das guildas de Thais, sim, sim, sim, os seus mestres me mandaram uma carta há algum tempo dizendo que vocês viriam - começou ele. - Mas só tem uma maneira de saber se vocês estão mesmo dizendo a verdade, vocês farão um teste!
- Um teste? Não era tão ruim assim, pelo menos não seriamos presos - pensei.
- Que tipo de teste? - perguntei.
- Ah! Se vocês são realmente os escolhidos para se tornarem supremos, então vocês conseguirão derrota-los. Mas isso será somente amanhã. Hoje, por hora, é melhor vocês comerem algo e se prepararem, pois o teste de amanhã será realmente encantador.
Fomos ao bar do Frodo, onde a variedade de comidas impressiona qualquer um, salmão, carne, frango, laranja, maçã, coco, morango, abóbora entre muitos outros. Comemos muito e combinamos de ir para o templo, onde o rei havia reservado camas para nós, e nosso equipamento fora levado para lá.
Saímos do bar do Frodo e nos deparamos em uma rua larga, a mesma rua que há pouco tempo usamos para ir ao palácio, porem mais ao sul. Vimos a rua principal e o depósito. Pegamos a rua principal e andamos mais até chegar ao templo. Lá, vimos Ned, o homem que cuidava do templo, um homem magro e baixo, trajando vestes verdes.
- Ola Ned! - cumprimentei-o. - Será que podemos pegar nossas coisas?
- Ah! Claro, entre, o rei mandou-me avisa-los para não deixar a cidade em hipótese alguma, por isso, eu peço encarecidamente, não deixem à cidade.
- Mas tem algum motivo especial para o rei não querer que nós deixemos à cidade? - perguntei.
- Ele não quer que vocês fujam antes do teste.
- Ele não precisa se preocupar, não iremos a lugar algum!
- Ah! Fico mais aliviado assim - disse o pobre homem. - E aqui está a chave de vocês - disse ele nos entregando uma chave.
Subimos para o nosso dormitório e preparamos nossas mochilas e equipamento, por precauções obvias levamos nossos equipamentos com medo de sermos roubados.
- Aonde vamos? - Perguntou Ray.
- Eu quero ir a um lugar que vende runas aqui, a moça que as vende se chama Rachel, estou loco para conhecê-la. - eu disse.
- Eu quero conhecer mais a cidade, ir à guilda dos druidas - disse Numu.
- Eu vou treinar minha mira, eu soube que os arqueiros daqui são realmente bons, talvez eu possa aprender algo com eles - disse Lisadr.
- Eu vou treinar com os guardas - disse Ray.
Então eles foram para onde quiseram e eu fui encontrar a moça das runas, onde queria aprender quantos mais eu pudesse.
Sai do templo e peguei a rua principal, e fui até o depósito, aonde virei ao sul, mas desta vez não foi para ir ao bar do frodo, continuei até o fim, onde a minha esquerda havia o lugar que eu estava procurando.
- Ola Rachel! - cumprimentei-a.
- Ola, como sabe meu nome? - perguntou a moça intrigada.
- Ah! Perguntei a Ned, ele me disse que você sabe bastante coisa sobre runas.
Ficamos conversando durante horas e horas, até o sol se pôr:
- Infelizmente já está tarde - comecei. - Tendo de voltar para o templo agora, amanha tenho o teste do rei.
- Nossa! É você que vai fazer o teste?
- Sim, eu e meus amigos, por quê? Você sabe algo sobre o teste?
- Saber, sei, mas infelizmente não posso lhe dar dica alguma.
- Nenhuma? Não pode dizer nem o que iremos enfrentar?
- Infelizmente não, na real eu nem devia ter lhe dito tantas outras coisas.
- Por favor, eu preciso saber o que irei enfrentar... - Supliquei.
- Hum... Tá bom. Normalmente os testes são para enfrentar Leões, mas como você veio de guilda, o rei será capaz de mandar você enfrentar Guerreiros Negros.
- E o que são isso?
- Você não sabe?
- Já ouvi falar, só sei que são realmente fortes.
Então alguém chegou à loja. Era o rei.
- Rachel, minha filha, não acha que está na hora de ir para casa?
- Desculpe, mas... Ela é sua filha? - Perguntei incrédulo.
- Claro, não sabia? - disse o rei gentilmente.
- Papai, eu acho que sou grande o suficiente para saber que horas devo chegar em casa.
- Mas, em fato dos acontecimentos de ontem à noite, uma proteção extra nunca é demais - disse o rei. - Sempre achamos que o bar de frodo estava seguro, e olha o que aconteceu ontem.
- Bom, eu vou indo para o templo, amanha tenho o seu teste, e espero estar bem descansado. - eu disse.
- É você terá que descansar mesmo.
- Adeus majestade, adeus Rachel - despedi-me e fui para o templo.
Cheguei ao templo e meus amigos estavam me esperando:
- Onde você esteve? - perguntou Lisadr.
- Sabe que horas são? - disse Numu.
- Irresponsável! - disse Ray.
- Calma gente, acho que sei de algo que farão vocês me perdoar.
E contei a eles, tudo que Rachel havia me dito sobre o teste.
- Então... Então teremos e enfrentar... - gaguejou Numu.
- Sim, agora fique quieto, ninguém podia saber - pedi.
- E está realmente tarde, estou morto de sono, vamos dormir, por favor - pediu Lisadr.
Todos fomos nos deitar, ao invés de dormir fiquei imaginando como seria o temível Guerreiro Negro, fiquei pensando até ser totalmente tomado pelo sono, e acabar dormindo.
Acordei primeiro do que todos, muito ansioso pelo desafio, embora ele só fosse de tarde, eu já estava me preparando fisicamente e mentalmente para a batalha.
- Bom dia Ned - cumprimentei-o.
- Ah! Bom dia, você soube o que aconteceu?
- O que?
- Os Arruaceiros atacaram o Palácio do Rei, e o que se diz, é que um deles seqüestrou a filha do rei, Rachel.
- O quê? - indaguei incrédulo.
- É, é difícil acreditar, com toda aquela segurança.
- É mesmo. - disse sem pensar.
- O rei veio aqui e me disse pessoalmente que o palácio foi atacado, não deu detalhes do seqüestro é claro, mas o que ele afirma é que sua filha foi tirar férias em Edron, e ele também disse que o teste continua em pé.
- Mas, nessas circunstâncias, não seria de se esperar que ele cancelasse o teste? - perguntei.
- Duvido, ele quer manter a paz, e se ele cancelar o teste, estará afirmando, mesmo sem querer, que ele está preocupado.
Preparei-me, com o equipamento, mochilas e tudo mais, e fui ao bar do Frodo.
- O rei vai cancelar o teste? - perguntou Frodo a mim.
- Não, claro que não, afinal, a filha dele só foi passar as férias em Edron, não?
- Ora, não tente enganar-nos, nós sabemos que ela foi seqüestrada, não somos burros.
- Não sei de nada, só o que Ned me disse, foi que ela foi para Edron passar umas férias.
Passou-se um tempo, em que fiquei quieto comendo algumas frutas e bebendo água, meus amigos chegaram:
- Você soube da... - começou Numu.
- Cala a boca! - mandou Ray.
- O teste vai continuar? - perguntou Lisadr.
- Sim - respondi.
Ficamos conversando sobre métodos de vencer os Guerreiros Negros, mas nem tocamos no assunto do seqüestro de Rachel.
Passou-se muito tempo em que ficamos ali, e um guarda foi procurar-nos.
- Está na hora do teste! - disse ele rispidamente. - Venham comigo.
Seguimos o guarda até o palácio, onde ao invés de esperar-mos o rei, descemos para o Subsolo do Palácio, onde a metade da cidade estava lá. O ambiente era amplo, havia lugares para se sentar, para onde eu conseguia ver estavam todos os lugares ocupados, havia também a arena, onde supus que seria ali que faríamos o teste.
- Senhoras e senhores, o teste destes garotos começará em instantes. - disse o rei, entrando no ambiente ao meu lado. - Agora, as dicas, Guarda Linus, por favor.
- Vocês enfrentarão um Guerreiro Negro cada, se realmente tiverem vindo das guildas de Thais, vocês se sairão bem - disse o guarda.
- E daremos inicio ao teste, como muitos já sabem cada um deles enfrentará um Guerreiro Negro, e então, algum de vocês quer ir primeiro?
Entreolhamos-nos, apreensivos, então, Ray se ofereceu para ir primeiro.
- Ora, ora, ora, este jovem guerreiro quer ir primeiro, Guardas, se puderem soltar o seu adversário - anunciou o rei para todos.
O guerreiro Negro foi solto, e o rei apontou para um lugar por onde Ray devia entrar na arena.
Ray entrou na arena preparado, pois no momento que ele entrou, o Guerreiro Negro atacou-o ferozmente com uma Clava do Dragão que ele bloqueou com seu escudo. Ele mal teve tempo de puxar seu Machado de Fogo, pois o Monstro novamente o atacara e Ray desta vez levou a pancada na armadura, que pelo barulho, devia ter doído muito. Ray desferiu uma serie de golpes que seriam letais se o Guerreiro Negro não tivesse desviado de todos. E novamente ele atacou Ray, que bloqueou com seu escudo. Então, eis que aconteceu, o monstro berrou alguma coisa, que fez vários espinhos surgirem, e alguns atravessarem a armadura de Ray, e sumiram.
As pessoas na platéia aplaudiam e berravam excitadas.
Ray enfiou a mão na mochila e puxou uma runa de Cura final, usou-a e os buracos que havia no escudo, na armadura e seus ferimentos foram fechados. Então ele bradou:
-
Exori.
E o mesmo que o Guerreiro Negro havia feito, apareceram espinhos em volta dele, o que fez o Guerreiro cambalear, dando tempo para Ray desferir novamente a serie de golpes letais, que desta vez atingiram o alvo, deixando seu adversário caído no chão, com a cabeça sangrando.
- Muito bem, um verdadeiro discípulo de Eustacio - disse o rei. - E agora, quem vai?
- Eu vou. - me ofereci .
Fui para o mesmo lugar que Ray, já preparando meu escudo e runas. Assim que entrei ele partiu para cima de mim, mas parou por causa de uma “Morte Súbita” que eu acabara de lançar. Mas parecia que a runa que eu acabara de lançar, não fazia efeito algum, apenas o parou, então lancei outra “Morte Súbita” que teve o mesmo efeito, somente o paralisou.
- O que eu vou fazer agora? - pensei.
Não vinha nada na minha mente, o Guerreiro de Elite me atacava eu só conseguia bloqueá-lo, então veio à mente, é o único jeito. Não tinha mais nada para fazer se não...
-
Exevo gran mas vis - ordenei e a ultima coisa que vi foi o Guerreiro caindo, um tempo depois, eu desmaiei também.