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Tópico: Sem Destino

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  1. #1
    Eu não floodo. Você sim Avatar de Dard Drak
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    Demorou muito?¿ Sim, concordo... Mas é que eu não conseguia resolver um pequeno problema nesse capitulo, e ai fui adiando, adiando, adiando... E percebi que esse problema era o menor deles nessa história, logo, pra que ficar quebrando a cabeça com isso?¿


    Quanto as criticas, sim, leio todas, só não posto aqui respondendo por que não gosto muito de postar nos tópicos de minhas histórias sem ser pra novo texto x)
    Mas já respondi à todos as criticas...
    E agradeço também os que me de certa forma estão me ajudando. Eles sabem quem são, mas nomes não direi...

    Blá, blá blá... Ai está:




    Capítulo 2 – De volta à Ativa





    Chicago, 12h00



    - Senhor Bethlen, o avião já irá pousar, queira por favor, se sentar.

    - Tudo bem, obrigado.

    Bethlen... Bethlen. Ainda tenho uma sensação estranha quando assim me chamam. Porém, faz parte da nova vida que comecei, há dois anos. Uma vida totalmente diferente da de antes. Não sei se foi a melhor decisão que tomei, mas...

    - Senhores passageiros, queiram por favor colocar os cintos de segurança, que em instantes iremos pousar. – Ouço a voz do piloto saindo em tom robótico do interfone, me fazendo deixar de lado o que estava pensando. Entretanto, melhor assim...

    Mais uma vez tenho que passar pelos corredores do aeroporto cheios de gente que desconheço e desprezo, é um suplício, uma tortura...

    Não gosto daqui. Cidadezinha chata, quase sem atrativos. Vou ao Millennium Park, um esplendoroso lugar, esperar por minha “ajudante”. Como sempre, chegará atrasada. Mulheres... Mas, não tem importância, me sinto bem aqui, neste enorme parque todo arborizado e florido, com uma fonte no centro, na qual algumas crianças brincam. Um local que justifica o lema da cidade, “Urbs In Horto”, que do latim significa “Cidade em um Jardim”... Prefiro ficar e esperar aqui a permanecer naquele lugar monótono. Odeio aquilo, é cheio de... Ah, ela chegou...

    Meu único contato com eles ultimamente. Sua graça, pelo menos foi o que me disse, era Melissa, mas com certeza não haveria de ser verdade, deve ser outro, mas não diz, por motivos óbvios. O mesmo com sua idade, nunca mencionou também, mas isso já é de comum do sexo feminino...

    - Boa tarde, Bethlen. Pontual, como sempre.

    - Faz parte do meu trabalho. – E forma-se um sorriso amigável no canto esquerdo de sua boca, salientando sua beleza. Pode nunca ter dito quantos anos tinha, porém, com seus cabelos loiros e longos, adoro loiras, sua pele lisa e rosada, o perfume que usava, as roupas que vestia, seus olhos de aspecto profundo... Não daria mais de trinta anos para esse ser magnífico. E o que ela faz aqui em companhia de uma pessoa como eu? Ela deve me achar um monstro, um nada que só faz o que os outros mandam...

    - É, tem razão. E correu tudo bem em Londres?

    - Alvo morto, então, trabalho feito sem erros. Foi fácil.

    - Não quer saber quem ele era e o porquê de ter matado-o?

    - Não, não quero. Prefiro assim, sem muitos detalhes...

    - Muito bem, Vamos falar sobre seu próximo serviço então...



    ************************************************** ****



    Washington, D.C, Casa Branca, um ano e dez meses atrás



    Olha mais uma vez, preocupado, seu relógio de pulso folheado a ouro. Menos de dois minutos para começar o “show”. Estava apreensivo, tenso, nervoso. Tinha lá seus motivos...

    - Senhor presidente, dará tudo certo, não se preocupe. - Diz o sargento Klavius, tentando acalmar com palavras simuladas, o homem majestoso à sua frente.

    - Não se preocupar? Não é você que fará um pronunciamento sobre algo que não irá existir, sargento, então não se atreva a fingir ser amigável, coisa que definitivamente você não é!

    Ele quem manda, os outros só ouvem... E obedecem.

    - Desculpe, senhor...

    Porém, se um não fosse presidente, e o outro seu subordinado “leal”, teria Klavius o deixado falar algo assim tão rudemente com sua pessoa, sem nada fazer? Quem sabe...

    - Senhor, vinte segundos para entrar no ar – Alerta o insignificante Jeferson, entrando de maneira açoda na sala onde os dois se encontravam.

    - Já vai, já vai!

    Últimos preparativos. Uma de suas assistentes dava seus últimos retoques no penteado de seu patrão. Outra terminava de ajustar suas roupas, nos mínimos detalhes. Finalmente, chegou o momento...

    Estando pronto, arrumado, todo bem apresentado, corre apressadamente – Seguido de sua assistente que ainda tentava dar os últimos ajustes no cabelo de seu senhor - para o salão de tamanho grandioso e todo pintado em branco marfim, onde falará sobre o mais novo projeto do governo. Novo projeto? Aconteceu isso já antes, a algum tempo atrás. Porém, aqui seria diferente...

    Dezenas de luzes e holofotes; no chão, nas paredes, no teto, em todos os cantos possíveis, iluminavam a sua face. Diversas câmeras e celulares de todos os modelos e marcas tiravam fotos daquele rosto amedrontado, inseguro... Várias pessoas presentes no salão, sentadas em cadeiras brancas de metal, ou em pé, se amontoando, se empurrando: Fotógrafos, repórteres, seguranças, jornalistas, sargento, presidente, e uma pessoinha qualquer chamada Jeferson Cusack...

    - Boa noite, povo americano – Começa a falar, apertando e segurando com força a pequena mesa onde se localizava uma grande quantidade de microfones de vários canais de televisão e rádio do país, captando e transmitindo palavra por palavra, sílaba por sílaba, que saia da boca do “ser supremo”, que lia o texto escrito numa pequena folha de papel escondida no canto inferior direito da mesa. Passados dois longos e tediantes minutos, depois de ditas frases e cumprimentos fúteis e sem compreensão, começa a falar sobre o “projeto”:

    - É com imenso prazer que lhes apresento o futuro da medicina, a HSD: Humanidade Sem Doenças, - Sua testa brilha de suor, cada vez mais exaltado – Esse projeto terá como objetivo fazer pesquisas, testes científicos e futuramente achar um modo de cura para as doenças que mais assolam e castigam não só o nobre povo americano, mas também o resto do mundo! – Todos ouvem atenciosamente o discurso energético e vibrante do senhor presidente, mas incrédulos com o que até então havia sido dito - Construiremos um avançadíssimo e enorme laboratório em Chicago, que terá os cientistas mais renomados de todo o globo terrestre ajudando no máximo que puderem para concretizar nossas metas. E assim... Sim, pois não?

    Para subitamente de falar, ao ver uma bela repórter do canal NBC, chamada Claire, estender a mão para desferir uma pergunta:

    - Senhor presidente, de onde tirarão as verbas para tal projeto?

    - Eu já ia chegar nesse ponto, senhorita Claire. – Mostra claramente em sua face que não gostou da interferência sofrida para responder tal pergunta - Os gastos na construção, manutenção do laboratório e todo o resto serão pagos com parte do imposto arrecadado pelos principais estados americanos, e países como Alemanha, França, Itália, Grécia, e outros mais também ajudarão nisso. Além é claro, o povo americano: Tanto um simples homem como uma grande empresa poderá ajudar fazendo doações, nos auxiliando nesse projeto que fará a vida de muitas pessoas do mundo todo melhorar. Dessa maneira, nós...

    - E quando esse “incrível” projeto começará a funcionar na prática, senhor presidente? – Interrompe e pergunta de novo a repórter. Indignado, dá levemente um soco na mesa, expressando seu aparente mau humor. Mulher curiosa, esperta, bonita... Tirando a parte bonita, parece que o grande homem ali presente não havia gostado dela...

    - Bem, a construção do laboratório começará em duas semanas, e em um mês estará funcionando a todo vapor – CHEGA! Pensa nervoso. Olha para Klavius, pisca ligeiramente para ele, e o sargento vem em sua direção fingindo dizer alguma coisa em seus ouvidos. Com uma repórter fazendo perguntas incisivas, uma hora ou outra algo de errado haveria de suceder...

    - Bem, senhoras e senhores, infelizmente surgiram alguns contratempos, mas qualquer pergunta pendente, o sargento Klavius estará de prontidão a responder. Boa noite.

    Todos os espectadores, de pé, o aplaudem exaustivamente. Recebe palmas, igual à última vez, mas por motivos diferentes...

    Sai do salão, tonto e suando, ainda pensando em tudo que acabara de dizer... Mentiras, só mentiras. Klavius agora é o alvo de todas as câmeras e microfones, ou pelo menos de metade deles, respondendo a todas as perguntas como se tivesse ensaiado e decorado uma a uma...

    - Perfeito senhor presidente, perfeito! O senhor se saiu muito bem! Por alguns instantes eu até acreditei que era tudo verdade! – Diz irradiante, no maior estilo puxa-saquismo, Jeferson...

    - Cala a boca senhor Jeferson, cala a boca...



    ************************************************** ****



    Época atual



    - Oito pessoas?

    - Sim. Não sei quem são ou o que fazem, mas não é de minha conta também. Todas as informações estão aqui nesse envelope, com dados, informações e descrições de todos os eles...

    - É, parece que desta vez ficarei um bom tempo distante, para a sua tristeza. – Brinco com ela, era a única mulher com quem eu tinha um contato tão próximo em tanto tempo...

    - Sem graça... Bem, já disse tudo que tinha a lhe dizer e que precisava saber. Boa sorte, e faça um bom trabalho.

    - Boa sorte não preciso, mas obrigado mesmo assim. Até mais.

    - Tchau...

    A vejo ir embora, indo em direção a um carro preto estacionado na saída do parque. Mas, antes de entrar, me chama mais uma vez:

    - Que foi?

    - Curiosidade apenas, é que... Por que você não vai na sede da HSD receber novas missões que nem todos os outros agentes fazem?

    - Lá é cheio... De gente.

    - Hum, seu anti-social! – E solta mais um sorriso, dessa vez acompanhado com seus formosos cabelos que se balançavam ao gosto do vento, a deixando mais bonita, e justificando o apelido que essa cidade possui, “The Windy City”, ou “A Cidade dos Ventos” - ... Bem era só isso, até mais, Bethlen.

    E finalmente se vai. Fico observando o veículo até ele entrar numa rua à direita e o perder de vista totalmente. Bem, hora de ir trabalhar... Abro o envelope que ela me dera: Diversas fotos, fichas, dados, entre outras coisas de todos os meus “clientes”, numerados com a ordem em que teriam de ser executados. Procuro pelo número um, o sortudo que me veria primeiro: Verder Spelen, melhor se preparar para o pior...



    Então, "Humanidade Sem Doenças", podem achar escroto, eu tbm não fui com a cara, mas não consegui colocar algo melhor... Mas, sinceramente, é o de menos por enquanto...
    Dard*

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    Última edição por Dard Drak; 08-10-2006 às 23:15.

  2. #2
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    nem ligo pelo HSD, ta bom ate s ^^... bem pelo que se pode ver, a historia ta interessante, pelo fato de envolver atos passados com o que ocorre, sim, esta bom... como sempre, dard trabalhando com othemos temas

    esperando continuação o/



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