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Tópico: Os doze guardiões

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  1. #1
    Avatar de Heenett
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    Atenção!

    Na parte três do capítulo um, eu alterei os nomes de alguns guardiões e o poder de um deles, agora ficou assim:

    "— Bem, senhor, os guardiões eram doze, e o templo dizia o nome e alcunhas desses guardiões. Eles eram Heenett, o Guardião do Fogo, Augustus Sigma, o Guardião do Ácido, Stryder, o Guardião das Sombras, Onilink, o Guardião do Céu, Dard, o Guardião da Terra, Thresdárius, o Guardião das Tempestades, Shalkan, o Guardião do Gelo, Wind, o Guardião da Luz, Lalkiam, o guardião do Raio, Hurin, o Guardião do Metal, Morozesk, o Guardião da Força, e Akus, o Guardião da Água."

    E peço a aqueles que ainda não responderam o quiz do post anterior que respondam, por favor ^^

    Mas ai está, com vocês, a parte dois do capítulo cinco!

    Na parte anterior...

    Minutos antes, no esconderijo de Shalkan, Onilink estava com uma arma apontada para sua cabeça. O soldado atrás da arma disse:

    — A espada.
    — Vai ter que me matar. – disse Onilink.
    — Nesse caso, o matarei. Primeiro você, depois a sua família.
    — DEIXE-AS FORA DISSO – berrou Onilink, com toda a força que seus pulmões poderiam suportar.
    — Então encostei na ferida. – Disse o soldado. – Elas já estão lá na base principal, saiba disso, e se você não colaborar pode dizer adeus a elas.

    Onilink golpeou o soldado com a sua espada, arremessando-o do outro lado da sala com um grande corte no peito. Os outros dois soldados, alarmados, tentaram atirar, mas Onilink foi mais rápido e voou e direção à parede, arrebentando-a e indo céu adentro, com um filete de sangue escorrendo de seu peito.

    Capítulo 5(parte 2) - Prioridades


    Não muito longe dali, no jardim do santuário, surgia naquele momento uma nova silhueta. Se alguém estivesse observando aquele jardim naquela hora, ele iria ver partes do corpo de alguém se materializando aos poucos, como se ele estivesse invisível e fossem jogando tinta dourada aos poucos. A pessoa estava quase completamente coberta por um sobretudo dourado, mas que estranhamente não brilhava ou refletia a luz, a luz parecia vir do próprio sobretudo. As mãos da pessoa, única parte do corpo que estava à mostra, pareciam muito enrugadas e velhas.

    Um soldado que naquele momento patrulhava o santuário viu a nova silhueta no exato momento em que ela terminava de se materializar. Rápido como um raio, o soldado recuou e se pôs sob a cobertura da parede do santuário. Após algum tempo, ele usou um espelho para observar a silhueta de detrás da parede. A silhueta estava imóvel. A luz do sol, porém, foi refletida através do espelho e ofuscou o soldado por um instante. O soldado piscou e voltou a olhar para o espelho, e quase caiu pra trás. Como num passe de mágica, a silhueta tinha sumido. “Só pode ser um guardião”. Pensou ele. “Somente um guardião não seria detectado pelas câmeras, mas pra onde ele foi? Só falta estar atrás de mim...” e naquele exato momento o soldado sentiu uma palma de mão enrugada tocar as suas costas. “Não é possível...” Pensou o soldado, começando a se virar. Antes disso, porém, ele voou em uma velocidade inacreditável e se chocou contra o muro. Não foi uma visão agradável para o guardião. Este voltou lentamente ao lugar onde originalmente estava, e começou a caminhar em direção do portal do santuário, cuja porta havia sido destruída. Enquanto andava era possível se ver seus pés, tão enrugados quanto as mãos, que usavam sandálias douradas bem simples.

    Vagarosamente ele adentrou o santuário, e parou de andar ao ficar a um metro do pilar central. Durante bons minutos ele ficou naquela posição, imóvel, até que ele começou a se dirigir para uma porta na extrema esquerda. Ele parou em frente a ela e levou a mão ao peito, dentro do sobretudo, retirando de lá um cristal completamente transparente que estava preso a um cordão que circundava seu pescoço. Ele retirou o cordão de seu pescoço cuidadosamente e acomodou-o junto com o cristal em um orifício no centro da porta. O encaixe foi perfeito. Poucos segundos depois ele retirou o medalhão e recolocou-o em seu pescoço, escondido sob o manto, e a porta se abriu. Ele andou em direção ao centro do salão e lá se ajoelhou, virado para a porta, que se fechava. Lá fora, começava a chover.

    Passou-se cerca de uma hora antes que algo de anormal acontecesse. A tempestade rugia forte do lado de fora do salão, ventava muito, chovia e trovejava. Um raio se chocou contra o portal do salão, e foi naquele momento que uma nova figura apareceu. Era um homem muito velho, de quase noventa anos, mas que aparentava não ter mais de sessenta, e sua pele era muito menos enrugada do que normalmente em um velho daquela idade. Longos bigode e barba no estilo orientais, muito brancos, delineavam suas finais feições também orientais. Ele parecia ser bem magro, e vestia um robe vermelho adornado com linhas brancas na gola e nas mangas.

    A silhueta adentrou o santuário, afastando-se da chuva, e parou em frente o pilar central, e durante um longo tempo ele analisou cada uma das doze figuras lá pintadas. Após aquilo, ele começou a caminhar para a porta central do salão, mas foi interrompido pela abertura da porta por onde o outro guardião havia entrado. Ele virou-se com a mesma expressão serena para o velho com o sobretudo dourado, que estava parado em frente a porta aberta, e disse:

    — Tempos difíceis, velho amigo.

    — Muito, muito difíceis – disse o outro, sem se mexer.

    — Acho que você deveria disfarçar-se, para não chamar a atenção.

    — Sempre sábio, Thresdárius, sempre sábio. – Disse o outro, enquanto fazia um gesto com a mão. O sobretudo completamente dourado do velho foi substituído por uma túnica simples branca, e suas sandálias também mudaram de coloração. O cristal em seu pescoço diminuiu ao tamanho de uma pequena bijuteria, e uma bengala apareceu em uma de suas mãos. – Você vai ter que me ajudar – continuou ele – Sabe das minhas necessidades.

    — Sei, Wind, você não terá problemas comigo por perto.

    — Sempre o mesmo – sorriu o outro. – Sempre o mesmo, meu velho amigo.

    E então os dois se abraçaram afetuosamente, matando uma saudade de longa data. Durante vários segundos continuaram daquela maneira, até que por fim ambos estavam caminhando lentamente pelo salão, decidindo o que iriam fazer:

    — Você faz alguma idéia do que está acontecendo? – perguntou Wind.

    — Não, não soube de nada até chegar aqui. A única coisa de anormal que eu notei é que tentaram por diversas vezes me rastrear através do uso de pequenos aparatos eletrônicos. Eu acabava com eles em tempo, mas eles sempre persistiam e enviavam novos aparatos.

    — Eu confrontei muitos grupos de soldados no caminho pra cá – falou Wind, pensativo. – Eu precisei evitá-los durante todo o percurso, e por isso demorei pra chegar.

    — Digo o mesmo – falou Thresdárius calmamente – e as coisas são ainda mais complicadas para mim, que não posso usar o meu poder sempre.

    — Sim, concordo que seria muito suspeito... Mas de qualquer modo, precisamos definir o que fazer. Parece que já invadiram o santuário, e que tanto Heenett como Sigma tiveram que abandonar os salões. Os guardiões devem se reunir aqui, o que me leva a crer que os outros estão chegando, ou não estão muito longe.

    — O óbvio que nós devemos fazer é esperar aqui – disse Thresdárius, continuando o raciocínio. – Uma vez que a floresta não é segura, podemos nos lacrar em nossos salões e esperar que os outros cheguem, para então decidirmos.

    — Correto, então será isso. – Concluiu Wind. – Mas eu preciso lhe contar uma coisa, ouça atentamente – disse ele, abaixando a voz – é sobre Stryder...

    E enquanto os dois Guardiões conversavam, Sigma acordava em seu novo cativeiro...


    — Ahá! – Disse uma voz nada disfarçada no ouvido de Sigma. – Então, nos encontramos de novo.

    Sigma permaneceu em silêncio, e de olhos fechados. Ele tentou sentir o ambiente a sua volta, onde ele estava? Ele... ele havia sido tranqüilizado por um soldado enquanto buscava suprimentos... “Droga!” Ele pensou. Não, ele não podia se enfurecer, isso o havia ajudado naquela vez mas não o ajudaria agora... Ele precisava se concentrar...

    — Parece que, novamente, o Guardião do Ácido sucumbiu perante a tecnologia!

    “Vou te mostrar quem sucumbiu...” Pensou Sigma. “Não, não posso pensar assim, é isso que ele quer, devo continuar como estou...”. O que ele sentia? Ele podia sentir que estava livre para fazer movimentos... E estava deitado. Lentamente ele moveu o braço direito. Havia algo envolvendo seu braço, em uma espécie de traje, e ele estava deitado sobre uma espécie de plataforma, ou um bloco... Ele tentou tocar seu corpo. Não, não conseguiu tocar seu corpo, ele tocou o traje, sim, estava trajando alguma coisa, haviam colocado algum tipo de traje especial nele...

    — Não adianta fingir que ainda dorme! – Continuou a voz. – Eu posso ver a partir dos impulsos elétricos de seu cérebro que você encontra-se consciente. E não pense que não estou vendo essa mãozinha se mexer...

    Ok, fingir era irrelevante. E Sigma abriu os olhos. Ele estava, em primeiro lugar, enxergando através de um vidro, ou através de outra superfície transparente. Sem dúvida eles o haviam prendido em algum tipo de traje... E o que mais ele via? Um teto branco, simplesmente branco...

    — Vamos lá, sente-se, quero que conheça seu novo quarto!

    Obedientemente, Sigma sentou-se na plataforma, ou melhor, cama. Ele estava em uma cela, agora aquilo havia ficado claro. Era tudo cem porcento branco, desde o traje que usava até as paredes à sua volta. A sua direita ele podia ver uma superfície transparente, uma das paredes era feita do material, e a vista dava para um corredor branco.

    — Ótimo, ótimo! – Continuou a voz, com uma simpatia fingida. – Agora observe seus novos trajes.

    Sigma desceu os olhos para si próprio e analisou o traje que vestia. Era completamente branco, feito de um material estranho, e tinha a aparência de um traje anti-radiação.

    — Feito com um composto à base de plástico, o traje é altamente resistente e imune a qualquer tipo de corrosão ácida! – Disse a voz, como se o traje fosse um produto de televendas. – Com saída especial para a oxigenação, ele garante ao usuário oxigênio e estabilidade de pressão mesmo no vácuo!

    Sigma arregalou os olhos levemente. Vácuo? Ele passou as mãos nas costas e sentiu um tubo que se ligava à parede.

    — Sim, Guardião. – Disse a voz, séria, porém excitada. – Você está, nesse exato momento, preso em uma novíssima cela a vácuo, sem nenhuma presença de ar atmosférico ou qualquer outro gás. A única coisa que garante a estabilidade de temperatura, pressão, e o fornecimento constante de oxigênio é o tubo ligado à parede. E nem pense em tentar retirá-lo, pois caso o faça um mecanismo automático irá sugá-lo parede adentro e você vai ficar preso sem nenhum fornecimento de oxigênio e pior, haverá um orifício em sua roupa e ela será despressurizada, o que obviamente lhe causará morte imediata, ou os Guardiões também são imunes ao vácuo?

    “Não, não somos imunes a vácuo”. Pensou Sigma, sem alterar sua expressão facial.

    — Mas fique tranqüilo amigo, o tubo é extenso o suficiente para você andar pela cela, mas não o mataremos, ainda precisamos de você. Mas logo, isso acabará, portanto trate de aproveitar seus últimos dias sem fazer nenhuma confusão. Ah, e nem tente corroer sua roupa ou a cela, é tudo feito de um composto à base de um plástico altamente resistente. Agora, preciso ir, Guardião. Obrigado, e tenha um bom dia. – Concluiu a voz, como se fosse uma atendente de telemarketing.

    “Maldito cientista!” Pensou Sigma, ainda sem alterar sua expressão facial. A prova de fugas, era o que aquela cela era.


    — E então? – Perguntou um homem a Gustaf, logo após este desligar o microfone.
    — Tudo, – disse ele, sorrindo – exatamente conforme o planejado. – Completou, sorrindo como um tubarão na praia.

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    Última edição por Heenett; 17-06-2006 às 10:52.

  2. #2
    Avatar de Curiox Morozesk
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    :787: Here I go! :dry:

    Hm... O guardião vê os impulsos elétricos ou os militares usam máquinas para ve-los. Hahaha, duvidas.

    Muito bem, continue assim, me deixou preso em mais um mistério. E já chega de tanto né?

    Excelente, mas vá com calma.


    Curiox Morozesk

  3. #3
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    Citação Postado originalmente por Curiox Morozesk
    :787: Here I go! :dry:

    Hm... O guardião vê os impulsos elétricos ou os militares usam máquinas para ve-los. Hahaha, duvidas.


    Curiox Morozesk
    Os militares que usam máquinas ^^

    Mas, vou ficar mal falado =,(

    Btw, ótimo episódio ^^

  4. #4

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    • O que vocês estão achando da história "Os Doze Guardiões" como um todo?

    R.: Está sendo uma ótima experiência ler "Os Doze Guardiões", explora campos muito interessantes a juventude, mas sem ficar bobo, acho que qualquer um que goste de ação e ficção, se interessa por "Os Doze Guardiões".
    Na minha humilde opinião, acho que esta história é um marco na maneira de escrever da nossa geração, sério e dinâmico como "O Senhor dos Anéis", direto como "Harry Potter".

    • Em que aspectos vocês acham que a narrativa evoluiu, e em que aspectos vocês acham que a narrativa involuiu?

    R.: A narrativa tem evoluido muito positivamente em relação as personagens, quem agora não só tem personalidade, mas também emoções nítidas, e involui...? Talvez nos detalhes, mas desnecessários, é a tênue diferença entre Senhor dos Anéis (Que chega a ser cansativo e enjoativo), e o Harry Potter (Que torna a leitura fácil e interessante porém deixa um conteúdo relativamente pobre para um filme ou encenação)...
    • O que vocês acham que deva ser acrescentado à narrativa?

    R.:Sinceramente? Personagens femininos, e suas emoções, agora só entrou a família do Onilink se não me falha a memória, mesmo assim essas personagens do sexo feminino não tem maiores participações, mas acho que é pra isso que a história se encaminha...
    • Se fossem classificar "Os Doze Guardiões" por gênero, qual seria(m) ele(s)?

    R.:Ação, Aventura, e Ficção.
    • Caso vocês tivessem que escrever uma resenha(um resumo do livro, que fica na contra capa geralmente) de "Os Doze Guardiões", como ela ficaria?
    R.: Frente da Capa: Ilustração do Santuário (intacto), verso: Cenário da guerra, ou os 3 cogumelos atômicos.
    Resenha:Os Doze Guardiões, conta a história de uma organização militar tentando derrubar um grupo milenar de guardiões da terra, uma aventura épica, com um nível de ação extasiante ao leitor.

    • O que vocês acham que vai acontecer?

    R.: Sem idéia....
    • O que vocês tem a dizer em relação aos mistérios, como a misteriosa organização de Meta Humanos, entre outros...?

    R.: Muito interessante, mas é importante é que até o final, TODOS os mistérios sejam resolvidos, sem deixar nada inutilmente no ar, observe que histórias mal resolvidas terminam com comentários do tipo: "É Ruim porque o final foi ruim"...

    Mas minha mensagem é a seguinte: Não tome a opinião dos outros.
    A história chegou aonde chegou apartir de exclusivamente suas idéias, claro que é correto estar aberto a opiniões, se algum ponto for muito crítico nós vamos denuncia-lo , mas acho que perguntar nos leva a respostas que podem te influenciar negativamente por exemplo, eu disse que a história necessitava de mulheres, ai vem mais alguns e pedem o mesmo, nisso você coloca com medo de deixar a história enjoativa, mas suponhamos que você seja péssimo para trabalhar com personagens femininas, ai você as coloca por nosso influênca, e acaba desorientando todo o sentido do texto, e o estragando...

    Confie em si para escrever, Heenett.
    Última edição por Sauro; 17-06-2006 às 21:53.
    "O pior defeito é a incapacidade de melhorar!"
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  5. #5
    Avatar de Onilink
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    Bah, nem precisa desse questionário. Tá foda do jeito que estiver, e ponto.




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    Luto. Foda-se o pênalti.
    "Em algum lugar distante, um pequeno menino dentuço parecendo um esquilo, sempre sorridente, sorri, mostrando seu sorriso."

  6. #6
    Avatar de Thulio Santos Almeida
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    Citação Postado originalmente por Heenett
    Atenção!
    Ele tentou tocar seu corpo. Não, não conseguiu tocar seu corpo,
    o unico erro que eu achei :riso: , repetiu "tocar seu corpo" sem precisar, mas em compensação a história ta ótima, plz new cap.


    go go go new cap go go go

  7. #7
    Eu não floodo. Você sim Avatar de Dard Drak
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    " Dard, o Guardião da Terra,
    Pergunta besta...Is it me * __ * ?¿

    E a sala que Sigmas ficou preso...meio impossivel sair non XD?¿ Mas não importa a situação, eles sempre a contornam ...

    Bom cap., sempre deixando algo pra ser resolvido no próximo...

    Dard*

  8. #8
    Avatar de Heenett
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    Citação Postado originalmente por Dard Drak
    Pergunta besta...Is it me * __ * ?¿
    Si, és tu

    Seguinte, mais uma alteração naquela mesma parte, retirei dois guardiões e coloquei... bem... duas guardiãs.. Ficou assim:

    — Bem, senhor, os guardiões eram doze, e o templo dizia o nome e alcunhas desses guardiões. Eles eram Heenett, o Guardião do Fogo, Augustus Sigma, o Guardião do Ácido, Stryder, o Guardião das Sombras, Onilink, o Guardião do Céu, Dard, o Guardião da Terra, Thresdárius, o Guardião da Tempestade, Shalkan, o Guardião do Gelo, Wind, o Guardião da Luz, Lalkiam, o guardião do Raio, Raiana, a Guardiã das Feras, Nyla*, a Guardiã da Natureza e Morozesk, o Guardião da Água.
    * pronuncia-se "Naila"

    A próxima parte já está escrita, mas vou fazer um suspense e postar 15:30 =P

    Até
    ~Heenett
    _______
    Ok, Ok, eu NÃO sou pontual, mas tá ai =P

    Na parte anterior...

    “Maldito cientista!” Pensou Sigma, ainda sem alterar sua expressão facial. A prova de fugas, era o que aquela cela era.


    — E então? – Perguntou um homem a Gustaf, logo após este desligar o microfone.
    — Tudo, – disse ele, sorrindo – exatamente conforme o planejado. – Completou, sorrindo como um tubarão na praia.

    Capítulo 5(parte 3) - Prioridades


    No Santuário, Wind e Thresdárius continuavam a discutir a situação.

    — Então, ele tentou te abordar? – Perguntou Thresdárius, pensativo.

    — Sim – respondeu Wind, sentado escorado na parede do Santuário. – Mas eu o evitei, pois somente aqui seria seguro um diálogo. Mas o estranho é que até agora ele não chegou, você não acha que...

    Porém, ele foi interrompido por um alto baque metálico que vinha da floresta.

    — Mas o que... – Disse Thresdárius, virando-se para a entrada. Ele viu Shalkan lá parado, encharcado e ofegante.

    — Preciso de ajuda. – Disse ele – Rápido.

    Um novo baque metálico foi seguido por um barulho de um desabamento.

    — Isso foi a muralha? – Disse Wind, já de pé.

    — Sim – Respondeu Shalkan, virando-se para a fonte do barulho. – Eu realmente estou precisando de ajuda aqui.

    Uma intensa luz branca envolveu tanto Wind como Thresdárius. “E não é que aquele cientista foi realmente útil?” Pensou Stryder, observando a cena de longe.


    Confinado naquela cela, Sigma estava perdido em memórias:

    — Aonde vamos mestre? – Perguntou o pequeno garoto.

    — A uma instituição, onde tratarei de pegar seu futuro companheiro de treino. – Respondeu seu mestre, o mesmo velho oriental com longos barba e bigode brancos.

    — Ele é legal?

    — Acho que sim – disse o mestre, sorrindo – Acho que sim...

    O táxi onde estavam parou, e após o pagamento o velho deu a mão à Sigma e puxou-o para fora do veículo. Eles estavam no subúrbio de uma grande cidade, em frente a um prédio que parecia grande demais para o ambiente à sua volta. Uma placa logo acima da porta indicava: Instituto Renovatio para jovens bem dotados. O velho adentrou o instituto calmamente e se dirigiu à recepção:

    — Eu vim aqui para adotar um jovem, acho que já me comuniquei por telefone, sou Oiozawa Gouchi.

    — Deixe-me checar no computador – disse a secretária, começando a navegar pelo teclado. – Sim, está bem aqui, você veio adotar o jovem Edward, não é?

    — Sim – confirmou o outro. – Leve-me até ele, por favor.
    A secretária os guiou através instituto até uma sala onde estava apenas um pequeno menino brincando com blocos de montar. Ele havia construído uma pirâmide e um prisma hexagonal.

    — Ele tem uma capacidade de concentração enorme – disse a Secretária em voz baixa. – E um talento muito grande para a matemática, geometria e escrita. Ensinamos a ele, assim como a todos os outros, xadrez, computação, além de darmos aulas mais avançadas. Vou apresentá-lo a você. – Ela caminhou lentamente até o menino e se agachou ao seu lado, cutucando-o. Em seguida, ela falou algo no ouvido no garoto o velho. O menino, sem nada responder, levantou e caminhou até a porta:

    — Você vai me levar? – Perguntou ele ao velho, que confirmou com a cabeça. Pouco depois, eles estavam no táxi, a caminho do que seria a futura casa daquele garoto.

    — Esse, jovem Edward, – Disse o velho, no meio da viagem. – é Carl, mas você o conhecerá apenas como Augustus Sigma.

    O jovem parecia não ter prestado atenção, mas o velho tinha certeza que ele o havia entendido. Ele faria o melhor para curar a solidão daquele menino, que perdera os pais em um acidente horrível...

    A memória de Sigma se anuviou nesse ponto, mas voltou pouco depois, quando os dois já estavam em casa:

    — Edward. – Disse o velho. – Gostaria de lhe perguntar uma coisa. Se você concordar, eu gostaria de poder treiná-lo como meu discípulo. Você ganharia conhecimento e uma boa preparação física, que lhe renderia uma boa saúde.

    Edward continuou em silêncio, talvez por um minuto ou dois. Porém, após isso, ele disse:

    — Tudo bem, eu aceito.

    — Nesse caso, se não se importar eu gostaria que você aceitasse uma nova identidade.

    — Isso não! – Disse o menino, enraivecendo-se.

    — Somente para as horas do treino essa identidade seria usada, no resto do tempo, você usaria o nome que seus pais lhe deram como normalmente.

    O garoto pensou por mais um tempo, e por fim aceitou.

    — Muito bem! – Continuou o velho. – Nesse caso, durante o treinamento, você conhecerá Carl como “Augustus Sigma” e conhecerá a mim apenas como “Mestre”. Você, será conhecido como “Heenett”.

    Sem que nenhum dos três tivesse consciência, naquele momento se iniciava uma grande amizade...

    A memória de Sigma deu um salto, indo cerca de dez anos para frente. Dessa vez, ele estava sozinho correndo em uma floresta, a toda velocidade e tentando se desviar das árvores. Ele ofegava, saltava para um galho, pulava em direção ao chão e se desviava de um projétil que era arremessado contra ele.

    Ele já estava naquela situação fazia uma hora e ainda não havia chegado em seu objetivo. Ele fazia de tudo, saltava, se abaixava, rolava, buscava cobertura de troncos, sem nunca hesitar ou parar, pois caso o fizesse era atingido. Após alguns momentos, que para ele pareceram horas, ele alcançou a claridade. Ofegante, ele parou de ocorrer e levou as mãos aos joelhos, tentando recuperar o fôlego. Segundos depois surgiu da floresta atrás dele um outro garoto, que se ajoelhou no chão para recuperar o fôlego. O cabelo desse garoto era loiro e descia-lhe até o meio das costas. Seus olhos eram castanhos, e em seu cabelo estavam presos diversos pedaços de galhos e folhas.

    — Há quanto tempo chegou Sigma? – Perguntou ele.

    — Acabei de chegar – disse Sigma. – Tarefa muito difícil...

    Sigma tinha cabelos cor de fogo e olhos azuis, e tanto ele como Heenett usavam apenas calças simples de algodão e eram bem musculosos. Um velho se aproximou lentamente dos dois, avaliado-os.

    — Heenett teve um desempenho melhor que o seu Sigma, ele se feriu muito menos, porém você foi mais rápido. Heenett, recomendo que prenda ou esconda esse cabelo quando for treinar, para não ficar em desvantagem na luta, quantas vezes já não disse-lhe para cortá-lo? E Sigma, tente usar as árvores para conseguir impulso na corrida, isso ajudaria você a ser menos atingido. Bem, ambos ainda não conseguiram ser rápidos o bastante e foram muito feridos, a meta é que não sejam mais atingidos por projéteis!

    — Mas... – Começou Heenett.

    — Tudo bem, tudo bem, nem precisa dizer, estão dispensados pelas próximas duas horas.

    — VIVA! – Gritaram ambos em uníssono, partindo em direção ao prédio onde moravam como se não estivessem nem um pouco cansados.

    A memória de Sigma deu outro salto e ele se lembrou da visão que teve de Heenett quando fora preso. Crucificado, torturado, preso com...

    — Droga... – sussurrou Sigma, batendo com o punho na cama de concreto. – Droga, droga, DROGA! – A sua face, para quem pudesse vê-la, revelava um jovem garoto de dez anos em grande agonia. Sigma chorava, chorou, e continuou chorando por um longo tempo. Apesar de todas as diferenças, ele e Heenett sempre haviam sido parceiros...

    — Eles vão pagar. – Disse Sigma algum tempo depois, endireitando-se. “Isso eu prometo.” Pensou. “Cientista, me aguarde, você se arrependerá do dia em que mexeu com Augustus Sigma, eu juro.” A determinação se apossou de Sigma, a partir daquele instante tudo ia ser diferente. Um novo Sigma iria entrar em ação, um Sigma calculista, firme e determinado. Eles não perderiam por esperar, isso era certo.

  9. #9
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    Citação Postado originalmente por Heenett
    Pensou. “Cientista, me aguarde, você se arrependerá do dia em que mexeu com Augustus Sigma, eu juro.” A determinação se apossou de Sigma, a partir daquele instante tudo ia ser diferente. Um novo Sigma iria entrar em ação, um Sigma calculista, firme e determinado. Eles não perderiam por esperar, isso era certo.
    Finalmente a batalha vai começar agora.

    Agora eu quero ver os reais poderes de Augustus Sigma!

  10. #10

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    isso Sigma mata eles, mata eles!!!
    SIGMA SIGMA SIGMA!!!

    O Final ficou muito bem escrito HUHUHU, nossa ficou ótimo, sou um torcedor do Sigma F.C Roxo agora xD!

    Interessante o velhinho nomeando seus discípulos, ser oriental não influênciou em nada, sinal de que ele era mesmo inteligente, e conhecia muito fora do oriente, que coisa não? Criança super-dotada é soda msm, quando tem todo mundo quer adotar...

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