Em tempo recorde e pra compensar o atraso, ai vai a primeira parte do próximo capítulo, meio curtinha mas vá lá.
Gostaria de lhes informar que houve mais uma alteração, Eu fundi os capítulos um e dois, diminuindo o número dos outros capítulos em um(o cinco virou quatro, o quatro virou três, e assim por diante).
Outra coisa, pra quem ainda não viu o nosso grande amigo Stryder fez uma userbar para Os Doze Guardiões, os interessados, não deixem de usar: xD
E outra, após comentarem sobre a parte eu gostaria que vocês respondessem pelomenos algumas das perguntas desse quiz que eu fiz, pra me ajudar um pouco. Não precisa nem ser todas, só algumas, ai ó:[url="http://forums.tibiabr.com/showthread.php?t=84592"][/url]
- O que vocês estão achando da história "Os Doze Guardiões" como um todo?
- Em que aspectos vocês acham que a narrativa evoluiu, e em que aspectos vocês acham que a narrativa involuiu?
- O que vocês acham que deva ser acrescentado à narrativa?
- Se fossem classificar "Os Doze Guardiões" por gênero, qual seria(m) ele(s)?
- Caso vocês tivessem que escrever uma resenha(um resumo do livro, que fica na contra capa geralmente) de "Os Doze Guardiões", como ela ficaria?
- O que vocês acham que vai acontecer?
- O que vocês tem a dizer em relação aos mistérios, como a misteriosa organização de Meta Humanos, entre outros...?
Bem, e ai vai o ínicio do capítulo 5, espero que gostem
No Capítulo Anterior...
Onilink estava deitado na cama do abrigo, de olhos fechados e pensativo. Como será que estariam os outros? Sigma estava lá, atrás de remédios e Shalkan esperava novos guardiões no santuário, enquanto ele estava lá, sem ter como agir, deitado na cama de uma caverna escondida. Ele abriu os olhos, e se assustou ao perceber que tudo o que via era escuridão. Com um piscar de olhos ele voltou a ver normalmente. Havia o cano de uma arma apontada para sua cabeça.
— A espada. – disse a voz atrás da arma.
— Vai ter que me matar – disse Onilink.
— Fique calmo... – Disse Sigma, levantando as mãos vagarosamente enquanto fazia um gás ácido ir até a arma. – Eu só estou de...
— É de plástico – disse a voz do operário por detrás da arma. Sigma ouviu a arma ser disparada, e sentiu a seringa injetar um tranqüilizante em suas veias.
Capítulo 5 - Prioridades
Shalkan caminhava por uma trilha na beira da montanha, em direção ao esconderijo. “Preciso avisar a Onilink sobre o que aconteceu... E de qualquer modo é muito arriscado voltar pra floresta com esse alerta, é melhor eu aguardar um pouco”. Shalkan ainda pensava sobre o que Stryder havia lhe dito: “Os guardiões são aqueles que mantém o equilíbrio da Terra... Mas será mesmo? Será que a verdadeira missão dos Guardiões não é proteger aos humanos? Será que Stryder realmente está certo..?”. As perguntas martelavam a mente de Shalkan, após refletir sobre o que Stryder havia lhe dito, ele havia ficado confuso. Durante muito tempo haviam lhe ensinado outra coisa, mas ele nunca havia pensando em questionar daquela forma...
Alguns minutos depois, um grande estrondo ecoou pela montanha. Alarmado, Shalkan olhou para cima e viu fragmentos de rocha voando para todos os lados. “Mas o que...” Ele pensou, pouco antes de ver uma silhueta passar, vindo do lugar da explosão. A silhueta sangrava. “Mas é Onilink...?”. A silhueta tentava subir, subir, mas não conseguiu, pareceu que a silhueta não tinha forças o bastante, e lentamente ela começou a perder altura até desaparecer na floresta abaixo. Duas outras silhuetas a seguiram, ambas pretas, contrastando o céu estrelado, com mochilas nas costas de onde saía uma espécie de propulsão, permitindo o vôo. Essas silhuetas carregavam rifles de longa distância.
Uma das silhuetas apontou para o ponto na floresta onde a primeira silhueta havia caído, e as duas começaram um mergulho, naquela direção. Antes que descessem todo o percurso, porém, Shalkan fez um grande pilar de gelo sair da montanha e se chocar contra elas, congelando-as em pleno ar. “Droga...” Shalkan pensou, pulando na encosta da montanha e descendo em alta velocidade, indo em direção ao local da queda.
Cem metros de descida e dois robôs patrulha depois, ele estava lá. Ele viu Onilink se levantando vagarosamente, com as asas de energia caídas, sangrando muito no peito e no braço que segurava a espada.
— Onilink!!! – gritou Shalkan, se esquecendo de ser sigiloso. – Como eles conseguiram entrar?
— Não... Faço idéia... – disse o outro, ofegante – Preciso ir... Minha família...
— Sua família está segura – interrompeu Shalkan. – Vamos, precisamos ir, você não está em condições...
— SAIA! – Gritou ele, golpeando Shalkan com o braço bom, tombando no chão como conseqüência. – Você... – continuou, se levantando aos poucos. – Não entende... Minha família... – Ele levou a mão no peito, sem forças pra falar. Seu peito estava muito ferido, com várias costelas quebradas, e seu braço direito estava completamente inutilizado por um tiro. Ele vagarosamente trocou a espada de mão, e disse:
— Preciso ir, a minha família... – Novamente parou, sem fôlego. Sem dizer mais nada, ele abriu as asas energéticas e alçou vôo.
— Espere... – disse Shalkan em voz baixa, abismado. – ESPERE!! – gritou. Foi em vão, Onilink já estava no alto, fora de alcance, ainda que voasse sem nenhum equilíbrio. “Droga” pensou Shalkan, se preparando para correr atrás dele. Porém, a voz de um soldado o interrompeu:
— Levante as mãos, guardião.
“Porcaria” pensou Shalkan, congelando o soldado.
— Não vai dar. – Disse ele a si mesmo, ao ver que mais soldados se aproximavam. – MALDIÇÃO! – Berrou ele, começando a lutar.
Minutos antes, no esconderijo de Shalkan, Onilink estava com uma arma apontada para sua cabeça. O soldado atrás da arma disse:
— A espada.
— Vai ter que me matar. – disse Onilink.
— Nesse caso, o matarei. Primeiro você, depois a sua família.
— DEIXE-AS FORA DISSO – berrou Onilink, com toda a força que seus pulmões poderiam suportar.
— Então encostei na ferida. – Disse o soldado. – Elas já estão lá na base principal, saiba disso, e se você não colaborar pode dizer adeus a elas.
Onilink golpeou o soldado com a sua espada, arremessando-o do outro lado da sala com um grande corte no peito. Os outros dois soldados, alarmados, tentaram atirar, mas Onilink foi mais rápido e voou e direção à parede, arrebentando-a e indo céu adentro, com um filete de sangue escorrendo de seu peito.
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