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Tópico: Os doze guardiões

  1. #51
    Avatar de Heenett
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    Pequenas novidades! A nível de organização, eu fundi o prólogo com o capítulo 1, e com o capítulo dois, deixando tudo num só capítulo, e diminui em um o número dos capítulos posteriores. Traduzindo: o capítulo 5 virou 4, o 4 virou 3, e assim por diante.
    Bem galera, a partir do próximo capítulo vou falar pra vocês uma novidade bem legal, que tá quase 100% pronta.
    Ah, e gostaria de aproveitar a oportunidade para agradecer a todos que comentam aqui, seja com elogios, críticas construtivas, ou o que for. Por favor, continuem
    Bem, ai vai, mais uma parte do capítulo 5(quero dizer, 4)


    No capítulo anterior...

    Luzes vermelhas banhavam toda a base naquele momento. Soldados corriam de diversos pontos para seu interior, para a atender à emergência e prender o suspeito que havia escapado das metralhadoras automáticas, era alerta máximo.
    — Todos os soldados, suspeito localizado na ala F, corredor desesseis, descendo através de um buraco no chão numa velocidade estimada de dois metros por segundo, aparentemente usando uma mangueira de ácido para abrir caminho. O suspeito deve ser imobilizado ou morto, repito, imobilizado ou morto! – Heenett conseguia ouvir perfeitamente os auto falantes da base através do comunicador, enquanto observava esta do lado de fora do muro. Ele se preparou, estava quase na hora.

    [...]

    Heenett viu parte das luzes do complexo de apagarem. A voz de Sigma veio ao seu ouvido:
    — VAI!
    Heenett se envolveu em uma bola de fogo e partiu, como um cometa, em direção a base. O motoqueiro ainda observava, silencioso.

    Capítulo 4(parte 4)


    “Ótimo, agora preciso sair daqui!” Pensou Sigma, observando o ambiente em volta. Aquele gerador era mesmo isolado, não havia nenhuma saída à vista, a não ser o buraco por onde tinha vindo, que não era uma opção de fuga, uma vez que os soldados faziam chover balas e granadas sobre ele. Sua barreira de ácido poderia agüentar mais um tempo, claro, mas ele não queria correr o risco. Deveria haver alguma entrada para a manutenção, bastaria procurar. Lentamente, Sigma começou a preparar uma grande bomba de ácido que lhe revelaria a saída. Acima de sua cabeça, os soldados buscavam cordas...

    — TEM UM COMETA ENTRANDO PELA ALA A!!! – berrava um soldado que havia perdido a razão e que corria desesperadamente pelo complexo. O comandante observou frustrado o monitor, enquanto o general lhe passava as instruções. Agora, algo como um cometa de cinco metros de diâmetro atravessava os corredores rapidamente, dirigindo-se para o local onde ficava o banco de dados central. Se aquele lugar fosse destruído, tudo estaria arruinado.
    — Senhor, tem... Alguma coisa indo pro banco de dados central e parece ter a forma de um cometa, O QUE DEVO FAZER?? – perguntou ele desesperadamente ao telefone.
    — Acalme-se e ouça com atenção – disse o general, do outro lado da linha – está tudo sob absoluto controle, apenas siga as instruções que estou lhe indicando. Vá ao painel de controle e digite as seguintes instruções...
    O comandante ouvia perplexo. Ele observou os monitores à sua frente, e depois tentou raciocinar. Não, sob controle não era uma expressão cujo uso fazia sentido naquele momento. Mas ele não iria discutir com o general, ele iria apenas confiar nele. O general já havia parecido ser louco antes, antes do plano dele dar completamente certo. “Bem”, ele pensou, “vamos ver o que vai acontecer”.

    Heenett sequer pensava enquanto atravessava a base sob a forma de cometa, se ele virasse um segundo atrasado, trombaria com a parede e tudo estaria acabado. A partir de sua velocidade, ele tinha que calcular a hora exata de virar, e deveria se lembrar da seqüência de viradas para chegar até o banco de dados central. Inúteis, as metralhadoras atiravam sobre ele, e as poucas que acertavam os tiros tinham as balas incineradas pela ampla barreira de fogo antes que pudessem atingir o alvo. Os soldados não podiam fazer nada, a não ser sair do caminho, apavorados, uma vez que eles eram soldados que haviam sido treinados para lutar contra os mais poderosos exércitos, e não contra cometas em alta velocidade.

    Esquerda, direita, reto, direita, esquerda, esquerda, reto, um obstáculo. Alguma porta havia sido fechada, maldição, ele teria que arrombá-la. Isso era relativamente fácil, bastaria ficar girando sob a forma de cometa pressionando a porta que ela derreteria, mas a sua imobilidade daria chances a todas as metralhadoras de o acertarem, e se sua barreira de fogo não resistisse ao grande número de balas, estaria acabado. O plano dos guardiões era bem engenhoso. Caso a energia fosse cortada, a base era sustentada por quatro geradores de energia, que ficavam muitos metros sob a base e com um acesso muito restrito, que evitava o risco de sabotagem. Após cortar a energia, os guardiões esperaram a energia ser restaurada e Sigma partiu para a ação. Através da planta, eles descobriram que cada gerador fornecia eletricidade para apenas um quarto da base, e se um deles fosse destruído, os outros redistribuiriam a energia produzida pelo complexo, mantendo a maioria das funções ativas. A maioria. Certas coisas, como as metralhadoras automáticas, ficavam em número reduzido, porque para cada quatro metralhadoras, uma teria que ficar desativada em função da falta de energia. E, havia outra função que dependia dos quatro geradores funcionando para funcionar, as portas automáticas. Em caso de invasão, portas de um metro de espessura se fechavam pelos todos os corredores de todo complexo, bloqueando qualquer tentativa de entrada ou fuga. O problema era que, dependendo dos quatro geradores para funcionar, com um deles a menos essa função ficava desabilitada, criando uma brecha enorme, que Heenett e Sigma estavam se dando ao luxo de explorar. É claro que, para humanos normais, mesmo com essa brecha uma invasão seria impossível, considerando os outros sistemas de segurança, mas eles não eram humanos normais.

    A porta se rompeu. Heenett continuou seguindo em concentração máxima, e dez segundos depois ele arrombou outra porta, dessa vez a do banco de dados central. Assim que sentiu a porta cedendo, ele parou de se mover com um mortal pra frente, expandindo o fogo que o rodeava para criar uma explosão que banhou toda a sala em chamas.

    Apoiado com uma das mãos no chão, antes que pudesse abrir os olhos ele só conseguia pensar: “por favor, que o computador não tenha queimado, por favor, que ele esteja protegido por uma barreira antichamas, por favor!”. Dito e feito: ao abrir os olhos ele se aliviou, o computador estava atrás de uma forte parede de vidro e não tinha sido danificado. Ele olhou rapidamente para os lados. Como previsto, portas de ferro haviam lacrado a sala para evitar que um possível incêndio se espalhasse, os medidores de calor da sala haviam estourado. Por fim, ele olhou para os tetos: os slots de metralhadoras estavam completamente destruídos. Ótimo. Rapidamente, ele soldou as portas de ferro para evitar que o inimigo as abrisse por fora, e respirou aliviado, ou quase aliviado. A primeira etapa havia sido concluída, agora ele precisava pegar aqueles dados. Ficando d frente para a porta da barreira de vidro, ele começou a procurar uma maneira de entrar.

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  2. #52
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    Assim eu fico curiosos d+

    EU QUERO SABER DO MOTOQUEIRO!!11!

    =^)

    Putz, sério, você dá pra ser um ótimo escrito Heenett, quem sabe um próximo Dan Brown?

  3. #53
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    Parabéns, tio hener XD,deixa um mistério pairando o próximo capítulo O.o

    Dard*

  4. #54
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    Em tempo recorde, está ai, a parte final do capítulo 4, espero que esteja aceitável.

    No capítulo anterior...

    Apoiado com uma das mãos no chão, antes que pudesse abrir os olhos ele só conseguia pensar: “por favor, que o computador não tenha queimado, por favor, que ele esteja protegido por uma barreira antichamas, por favor!”. Dito e feito: ao abrir os olhos ele se aliviou, o computador estava atrás de uma forte parede de vidro e não tinha sido danificado. Ele olhou rapidamente para os lados. Como previsto, portas de ferro haviam lacrado a sala para evitar que um possível incêndio se espalhasse, os medidores de calor da sala haviam estourado. Por fim, ele olhou para os tetos: os slots de metralhadoras estavam completamente destruídos. Ótimo. Rapidamente, ele soldou as portas de ferro para evitar que o inimigo as abrisse por fora, e respirou aliviado, ou quase aliviado. A primeira etapa havia sido concluída, agora ele precisava pegar aqueles dados. Ficando d frente para a porta da barreira de vidro, ele começou a procurar uma maneira de entrar.

    Capítulo 4(parte 5)


    “Insira o código” era o que dizia o painel ao lado da porta. Heenett testou um aleatório. Cinco caracteres podem ser letras ou números. Impossível, não daria tempo de testar todas as combinações, teria que abrir caminho. Ele encostou as mãos na porta e começou a soltar um fogo azul, extremamente quente, e o calor na porta foi aumentando, aumentando, aumentando, e aos poucos o vidro começou a derreter. Assim que a chama atravessou a porta, os alarmes do banco de dados se acenderam, e o sistema anti-incendio foi ativado. Heenett podia observar as gotas de água sendo vaporizadas ao se aproximarem da chama. Logo, um segundo alarme foi ativado e uma porta de ferro lacrou a entrada do banco de dados, bloqueando a passagem de Heenett. Uma luz se acendeu no painel, e estava escrito: “Sistema de despressurizarão ativado”. “Porcaria, agora não!” Pensou Heenett. Aquele sistema iria retirar daquela sala todo o oxigênio, apagando qualquer incêndio e de quebra matando qualquer invasor que resolvesse entrar. Pelo calor não era possível entrar, teria que ser pelo código. Heenett navegou pelo painel, e logo começou a testar possibilidades. Aquilo ia demorar demais, não dava, e ele já podia ouvir os soldados se reunindo do lado de fora da sala.

    O comandante da defesa digitava os comandos e códigos que o general lhe instruía. Aquilo era muito estranho, haviam muitas coisas desconhecidas ali, um cabo de alta tensão subterrâneo? O que era aquilo? Após terminar de digitar, apareceram na tela os seguintes dizeres: “Reconduzindo energia através do cabo externo emergencial. 10%”. O comandante começou a entender, e começou a sorrir. Logo, disparou a rir loucamente.

    Sigma corria pela rampa. Ao explodir a bomba de ácido na sala, ele havia encontrado um corredor na forma de rampa que subia em zigue-zague, a única saída possível. Os soldados não pareciam estar lá, provavelmente Heenett atraíra a atenção deles. Ele ofegava. Já havia subido pelomenos quarenta lances e nada de ver o topo. Ele também já havia consumido muita energia para desativar as metralhadoras das rampas, mas uma vez que chegasse à superfície, estaria a salvo. A rampa terminou numa porta lateral, pela qual ele passou, quando viu num salão cúbico completamente fechado.
    “Mas o que...” Pensou Sigma. “Deve haver alguma porta escondida, vou encontrá-la”. Logo em seguida, preparou outra bomba de ácido e a fez explodir, detonando todas as paredes, o chão e o teto, revelando a estrutura por baixo deles. “Plástico? Como assim plástico?” Pensou Sigma, encarando o piso. Aquilo era plástico, simplesmente. Espere... Dava para ver as vigas de sustentação por baixo dele, então aquilo significava que...
    — Não... – disse Sigma, enquanto o ar da sala era sugado. – Como eles sabiam que eu não conseguia corroer plásti...
    Enquanto o cubo de plástico se fechava a sua volta, Sigma não conseguiu pensar em nada, senão na surpresa que aquilo havia lhe provocado.

    — PORCARIA! – disse Heenett, dando um soco no monitor. Não ia dar era impossível. Mesmo quando tentava abrir o caminho pelo fogo, a sala voltava a ser despressurizada e ele precisava se afastar. Ele ouvia os soldados se posicionando lá fora, provavelmente ponto cargas na porta de ferro soldada, para que explodisse. Aquela ia ser provavelmente a única chance deles, não era possível, CHEGA!
    Ele se transformou em um cometa e começou a pressionar o vidro da sala, quebrando-o com relativa facilidade. Assim que o fez, dissipou o cometa e fez o calor sumir. Ao ficar em pé, viu que a sala não estava sendo despressurizada. “Não acredito que era só isso”.Ele pensou, quase chegando a rir. No instante seguinte, ele pegou um mini CD e inseriu no drive do gigantesco banco de dados. Após fazer uma breve busca, ele achou o arquivo que procurava, sem nenhuma proteção. Aquela sala já devia ser um acesso extremamente restrito, devia ser por isso. Sem ao menos olhar, começou a baixar os arquivos.

    Do lado de fora da sala, um grupo de trinta soldados estava posicionado, com as armas apontadas para a porta. Um, que estava mais próximo, fez um sinal com a mão. Um minuto e as cargas explodiriam. Os soldados se afastaram.

    10%, 20%, 26%. “Vamos lá, sua máquina lerda, seja mais rápida!” 47%, 55%. Faltavam dez segundos para a carga do lado de fora da porta explodir. Sete segundos depois, o download foi concluído. Heenett pegou o CD, colocou dentro do manto, e a porta explodiu. Antes que pudesse pensar, ele se transformou em um cometa e começou a se dirigir para a saída.

    O comandante observava tudo pelas câmeras escondidas. Em um painel, o contador da recondução de energia chegou a 100%. Era hora do show. Ele apertou um botão, e as portas de emergência do complexo começaram a se fechar.

    Até mesmo em meio ao caos, Heenett ouviu o barulho. Já havia se deslocado mais de cinqüenta metros, e as metralhadoras automáticas atiravam loucamente, sempre atingindo algum ponto atrás dele. Um pensamento apareceu pela cabeça de Heenett: “As portas estão se fechando?”. Muito antes do tempo, ele trombou com uma porta fechada. Ele continuou a girar em alta velocidade para arrombar a porta, mas por mais que cavasse, não conseguia quebrá-la. Barulhos ensurdecedores de impacto com o chão se alastravam por toda a base. “Será que eu bati numa parede?” Ele pensou. Não, não era possível, ele tinha certeza que não tinha errado o caminho. Era impossível parar para verificar sem ser atingido pelas metralhadoras, portanto continuou girando.

    Dos monitores, o comandante via Heenett tentar atravessar a porta de um metro de espessura. A fascinação e o delírio estavam estampados em seus olhos, ele iria capturá-lo.

    “Não tá dando, não tá dando, droga, droga, droga, droga, DROGA!” Heenett começava a se desesperar. Agora cerca de oito metralhadoras atiravam contra ele, mas a barreira de fogo resistia. O que quer que fosse que estivesse tentando perfurar, estava oferecendo muita resistência.Três segundos depois, porém, a porta cedeu. Aliviado, ele retomou a concentração para sair do complexo, mas bateu em outra porta. “Eu não acredito, as portas de emergência foram ativadas, então... Sigma?”.
    Sem que ele pudesse ver, a sala começava a ser despressurizada. Aos poucos, a barreira de fogo foi diminuindo, até um ponto em que as metralhadoras acertaram o alvo. Heenett, que não havia percebido aquilo, só conseguia pensar no que poderia ter acontecido com Sigma, já que ele havia falhado. Mais de quinze balas estouraram, envolvendo-o numa gosma grudenta de secagem rápida e alta resistência ao calor. Ele estava imobilizado. Quando as portas de emergência se abriram, o comandante adentrou o recinto e ordenou que os soldados sedassem o alvo capturado e o levassem para o subsolo. Aquele iria ser o dia dele, ele iria ser promovido, com certeza. Que dia feliz.

    Do lado de fora do complexo, o motoqueiro observou o alarme cessar. Procurou em volta, mas nada dos Guardiões que haviam entrado. Ele bateu com o punho na árvore. Ele não deveria ter feito aquilo, não deveria, mas agora era tarde demais. Não havia mais volta, e ele teria que seguir até o fim.
    A luz do sol, naquele momento, refletiu na pulseira do motoqueiro. Havia uma palavra escrita nela, de sete letras.

    “S t r y d e r”
    E tão logo surgiu, o Guardião sumiu.

    ___
    Fim do capítulo 4.

  5. #55
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    Definitivamente, TE AMO =****

    PQP, RETIRE O QUE EU DISSE SOBRE HARRY POTTER, SEU RP TA MUITO MELHOR QUE AQUILO!!!

    AHHH!!! MARAVILINDO!!!!

    Sério, se você continuar a se rebaixar e a querer alcançar um texto cada vez melhor, juro que imprimo esse rp quando ele estiver acabado e começo a revender.

    Te amo =*




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  6. #56
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    Finalmente descoberto a identidade do motoqueiro,e, convenhamos,gostei do mistério que deixou em cima dele ^^...
    E nesse capítulo mostra que afinal os Guardiões não são invencíveis,finalmente eles se f******,por enquanto XD...

    Dard*

  7. #57
    Avatar de Curiox Morozesk
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    :787: Here I go! :dry:

    AEhuAehAUehAUehUe Stryder... No coments

    Muito boa Heen! Vai fundo


    Curiox Morozesk

  8. #58
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    Aviso aos navegantes, Stryder é o guardião das sombras

  9. #59
    Banido Avatar de Flea
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    Perfeito, só isso.

  10. #60
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    Olá pessoal =D
    Cá estou com o início do capítulo cinco, para o qual estão previstas onze(11) partes. Esse é o começo, espero que achem bom ^^

    No capítulo anterior...

    Do lado de fora do complexo, o motoqueiro observou o alarme cessar. Procurou em volta, mas nada dos Guardiões que haviam entrado. Ele bateu com o punho na árvore. Ele não deveria ter feito aquilo, não deveria, mas agora era tarde demais. Não havia mais volta, e ele teria que seguir até o fim.
    A luz do sol, naquele momento, refletiu na pulseira do motoqueiro. Havia uma palavra escrita nela, de sete letras.

    “S t r y d e r”
    E tão logo surgiu, o Guardião sumiu.

    Capítulo 5 - Sombra, gelo e céu


    Santuário dos guardiões, seis meses depois.
    Um homem adentrava os jardins a passos extremamente lentos.

    — É ele? – perguntou um soldado.
    — Preciso de um contato visual com o rosto para confirmar a identidade, vou pedir que a unidade sete o identifique.

    Era um homem por volta dos trinta anos, que aparentava ter mais de quarenta. Seu cabelo era de uma estranha coloração azul escura, e era penteado arrepiado, e parecia não se mexer nunca, como se estivesse congelado. Sua face magra e seu nariz adunco, afora os pequenos óculos redondos, o davam uma aparência de velho chato, mas as suas roupas diziam exatamente o contrário. Ele usava uma camisa da mesma cor do cabelo, um casaco que descia até um pouco abaixo da cintura verde escuro, calça azul escura, e botas de soldado terminavam o conjunto. Além disso, carregava em um cinto diversos tubos de ensaio contendo líquidos cianos, extremamente reluzentes. Uma névoa branca pairava à sua volta

    — Identidade confirmada – disse a unidade sete – é ele. Preparar para atirar ao meu... – e tudo que se ouviu mais foi estática.
    — Unidade sete?Responda, repita a ultima mensagem! – dizia aquele soldado alarmado, no comunicador. – Estou perdendo ele de vista! – informou, enquanto tentava manter a mira no homem que continuava se movendo pelos jardins lentamente, em direção à porta do santuário – Vou atirar, repito, vou atirar!

    Porém ele não chegou a apertar o gatilho, porque estava olhando hipnotizado para o orvalho das folhas que se congelava em frente os seus olhos. Logo, ele também se transformou em uma estátua de gelo.

    “Vinte sete”. Contou aquele homem, que andava pelos jardins. “Acho que acertei todos, o que será que está havendo?”. Lentamente, mudou sua rota, e caminhou para o esconderijo de um dos soldados, que estava congelado, e observou atentamente seus trajes. “Definitivamente, não conheço. Mas porque diabos estariam vigiando esse lugar? É melhor eu verificar lá dentro, antes que venham reforços.”Ele voltou e parou à frente da porta do santuário. Sem precisar fazer um gesto, a porta se congelou, e com um chute bem dado, ela se rachou em milhares de pedaços. Se houvesse uma bomba, não havia mais. As seis câmeras que haviam sido recentemente instaladas já haviam congelado antes que os vigias percebessem a agitação.

    Era um salão grandioso, um domo com pelo menos vinte metros de altura e dez de raio. Haviam doze portas, duas completamente destruídas e dez lacradas, e no centro de tudo havia um imenso pilar, com pinturas em toda sua extensão retratando guerreiros antigos soltando fogo pelas mãos, congelando o ambiente, voando, corroendo espadas, e fazendo todo o tipo de coisa sobrenatural. O homem calmamente se dirigiu a uma das portas, retirou os óculos, e os depositou em uma saliência exatamente do mesmo formato. A porta, sem fazer o menor ruído, se abriu, e quando o homem retirou os óculos da saliência e os pôs no rosto, após entrar, ela voltou a se trancar sem fazer o menor ruído deixando-o lá dentro, sozinho.

    “Estão se reunindo lá fora”, ele pensou, quando ouvia murmúrios mínimos do outro lado da porta. Ele foi ao centro do salão, se ajoelhou, e levou seu olhar a porta. Novamente, sem qualquer ruído, a porta se abriu lentamente, revelando um grupo de dez soldados vestido trajes isolantes brancos apontando as armas, que pareciam metralhadoras brancas de boca larga, ligadas a tanques em suas costas através de tubos. Do nada, chamas banharam os trajes isolantes. Um soldado, com a voz filtrada, riu-se e disse:

    — Nossas roupas são resistentes a qualquer forma de frio, não há saída, renda-se e venha conosco! – Apesar da confiança do soldado, ele e sua roupa resistente ao frio foram congelados do mesmo jeito. Nesse exato momento, os soldados apertaram o gatilho. Chamas deveriam ter saído dos canos e indo direto contra o homem, que ficaria inconsciente por causa do calor, mas ao invés disso suas armas se desmantelaram. Um a um, foram caindo no chão, completamente desacordados. Atrás deles, um homem de sobretudo branco se aproximava, mas o homem ajoelhado no salão não se mexeu. De repente, o de sobretudo disse:

    — Shalkan.
    E o outro homem respondeu:
    — Olá, Sigma.

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    Última edição por Heenett; 12-05-2006 às 16:53.



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