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Defina-se politicamente.
Título auto-explicativo: como você se definiria politicamente? Se identifica com algum partido? Quais são as suas principais ideias? Que modelos defende? Até onde acha que o Estado deve intervir na vida privada dos indivíduos ou na Economia?
Dissertem.
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Não é segredo pra ninguém que sou um dos usuários mais liberais do fórum, senão o mais, pelo menos aqui no TibiaBR. Isso significa que sou contra a intervenção do Estado na Economia - mas que apenas a regule, principalmente no sentido de coibir abusos - e também nas liberdades individuais - como o consumo de maconha, por exemplo. Evidentemente, também indica que sou a favor de privatizações e contra o Estado prestar serviços diretamente no que não for estritamente necessário.
Mas minhas posições não se resumem a isso, também sou um ambientalista (por convicções pessoais e porque restou demonstrada a possibilidade de desenvolvimento econômico e tecnológico de forma sustentável) e um progressista (não tenho preocupação com as tradições, principalmente aquelas oriundas de dogmas religiosos - sou a favor do casamento gay, das pesquisas com células-tronco, do aborto de anencéfalos e de casos comuns, desde que até os 3 meses de gestação e que haja anuência do pai).
Dadas essas características, acho meio óbvio que nenhum partido brasileiro me agrada por completo. Apesar de ter minhas preferências - geralmente por questões de ética dos políticos -, avalio muito mais as pessoas dos candidatos e seus programas de governo do que o partido, além de sempre fazer uma análise do contexto (por exemplo, votei na legenda do PSOL pra vereador, mesmo abominando o socialismo, mas o fiz porque era o único partido de real oposição na esfera municipal, uma necessidade premente por aqui).
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Considero-me bastante liberal, seja nas questões econômicas, sejam nas sociais e comportamentais. Sou contrário à intervenção exagerada do Estado na economia, e penso que, no Brasil, é necessário que haja uma grande flexibilização e simplificação tributária, gerencial, jurídica e trabalhista. Posiciono-me favoravelmente às privatizações de estatais e concessões de gestão, entendendo que a concorrência é a melhor forma de assegurar qualidade. Sou favorável a um sistema alternativo de saúde e educação, em que o Estado simplesmente financie aqueles incapazes de custear os serviços, enquanto investe em áreas importantes, mas sem interesse privado, como a pesquisa de certas doenças e a distribuição de certos medicamentos.
Acredito que o Estado ideal seja um Estado que atua o mínimo possível, apenas para garantir suficientemente uma igualdade de oportunidades que permita a todos competir e suceder - ou não - na vida, conforme as próprias capacidades e objetivos diversos.
Sou também favorável à uma ampliação das liberdades individuais, como a legalização do casamento gay, do consumo de maconha, do aborto, até as 12 semanas, salvo em casos especiais, onde é possível abrir uma margem temporal maior.
Sou contra qualquer tipo de cerceamento indevido da liberdade de expressão, ainda que sob a prerrogativas tidas como nobres. Sendo assim, sou contra a criminalização de veiculação de verdades, como é feito, no Brasil, em que é considerada difamação qualquer afirmação que atente contra a honra de uma pessoa, ainda que essa afirmação seja verdadeira. Sou a favor da proibição da discriminação, mas contra a proibição da veiculação de certos preconceitos, como é feito atualmente, tendo em vista que, salvo casos muito específicos, eles não atingem a honra do indivíduo. Sou favorável à presença da motivação de ódio como agravante de crimes.
Não me sinto representado plenamente por nenhum partido político, mas penso que aquele que mais se aproxime seja o PSL ou, se criado, o LIBER. O DEM, pelo menos em teoria, também defende boa parte das minhas posições referentes a economia. Nas últimas eleições votei em um vereador do PC do B e no candidato à prefeitura do PSB. Em que pesem as posições de seus partidos, eles eram, ao meu ver, as melhores opções.
Fosse necessário definir minhas posições de forma simples, eu diria ser libertário pragmático.
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Como ideologia, sou simpatizante do anarquismo.
Na conjuntura atual, estou mais para a esquerda do PSOL, embora eu seja avesso ao socialismo. Penso que estou mais para a direita liberal, com pouca ou nenhuma intervenção estatal na economia, legalização do aborto e das drogas, consequente diminuição da carga tributária e privatizações.
Mas, na real, não entendo lhufas de política e economia. Cheguei nessas posições sem muita base, então acho que qualquer argumentação derruba minhas posturas rs
Abraços.
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Não tenho posicionamento. Acredito que ter posição fixa é idiotice, cada situação exige uma medida, não existe tipo de governo fixo que vá resolver tudo, principalmente quando se trata de economia e desenvolvimento.
Algumas questões mais "bestas" como legalização da maconha, por exemplo, também se aplicam. Tenho certeza que existe cidade no Brasil onde a legalização seria inofensiva. Da mesma maneira, tenho certeza que existe cidade onde seria inviável.
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Sou uma espécie de direita neo-liberalista, na qual teriamos um governo que focasse em manter o mercado saudável. Já que com mercado saudável, temos menor inflação, o dinheiro pode ser aplicado em outros mercados, há crescimento do mercado, tem-se mais empregos e logo mais qualidade de vida.
Se conseguissemos desmantelar as grandes corporações de uma forma que a renda delas não tivesse essa discrepância gigantesca que possui em comparação a base, já é um começo.
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Humanista de cento-esquerda, com tendência à tecnocracia.
Humanista por respeitar, conhecer e reconhecer a importância dos direitos humanos e das liberdades individuais.
Centro-Esquerda por acreditar em um modelo de Estado que propicie as condições mínimas de igualdade de oportunidade entre as pessoas, além do trabalho incansável e infinito de buscar justiça social.
Com tendencia à tecnocracia por achar que o Estado tem que ter mais técnicos eleitos pelo mérito acadêmico do que políticos, eleitos por popularidade.
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Eu não me identifico com algum dos nossos partidos. Só não gosto muito do PT e do PSDB. Eu me considero bem de direita, mesmo não sendo muito conservador. Concordo com você economicamente, mas não acredito na liberação do consumo de maconha, por exemplo. Estou longe de ser ambientalista (por favor, não significa que eu jogo meu lixo na rua, né?) e sou muito nacionalista. Acho que eu não tenho muito mais o que dizer...
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Confuso, muito confuso.
Meu critério de voto pro prefeito aqui da city, foi votar para aquele que já contribuiu para alguma festa, no caso, o candidato em questão liberou um doc que permitia uma pvt de ser realizada.
E ele ganhou *u*
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Eu sou do lado do povo. Se preciso sendo comunista ou capitalista pra isso.
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Sou completamente a favor da liberdade dos indivíduos, e aí entra a questão de legalização de drogas, as diferentes sexualidades, pesquisas científicas, etc.
Sou a favor de interferência estatal na economia, do bem-estar social, políticas assistencialistas e de cotas, etc, nesse aspecto tendo ao que é chamado de esquerda.
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Politicamente incorreto e extrema direita.
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Realmente não sei as definições de direita, esquerda, centro e afins, mas pelo que eu estudo nas aulas de humanas sobre partidos de esquerda, sou completamente o contrário daquilo. Não to nem ai para as mazelas sociais, sou progressista no ponto trabalhado por você (anencéfalos, casamento gay, células-tronco), capitalista ao extremo, meritocrático, elitista e liberal no sentido econômico.
Sobre partidos, não tenho muita simpatia por algum partido (embora tenha uma tendência a simpatizar com candidatos tucanos), apenas sou anti-PT, apesar de reconhecer que alguns políticos desse partido sejam bons.