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Entre a Cruz e a Espada
Bem, eu sei disso... mas esse rp eh um teste de superação
1- Se aprovarem eu continuo
2- Se não aprovarem eu continuo tambem e melhoro heheheh :)
Lá vai =D
Entre a Cruz e a Espada
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Prólogo 1 – As cruzadas e Gêneses.
A milhares de anos atrás em um mundo chamado Zeus. Ogros e demônios dominavam-no e todas as criaturas criadas antes deles foram quase extintas, essas duas raças foram forjadas por toda raiva que o Deus Snifer teve antes de ser morto pelo único e maior entidade daqueles cosmos Aluan. Foi uma guerra que durou mil anos depois de Zeus ser criado, assim foi relatado pelos próprios antigos habitantes do mundo.
Mas isso não vem ao caso, ao ver que as criaturas se proliferaram Aluan criou uma raça com seus aspectos físicos, chamados humano.
Na verdade foram criados duas espécies, um macho e uma fêmea, estava decidido que esse ser seria que governa-se o mundo, pois ele colocou uma habilidade inexistente em outros seres, a de superar qualquer coisa.
Depois da guerra contra os demônios e os ogros, nasceram muitos infiéis de várias raças por inveja e influenciadas pelos arquiinimigos dos humanos, aí se inicia as Cruzadas.
Prólogo 2 – O jovem Tith
Cidade de Tales, uma das principais do arquipélago de Áries, vivia um garoto de uma família de arqueiros de elite, mas não gostava de utilizar arcos ou bestas, gostava mesmo de usar uma espada, na verdade era uma lança, mas ele a usava como uma espada fazendo assim um novo estilo de luta.
De dia treinava arco com seu irmão Sean e a noite fugia para ir ao campeonato de espadachim e assim ele conseguia dinheiro para comprar seu escudo.
Ele tinha dom para ser um excelente espadachim, quanto para ser um arqueiro e sendo seu décimo sexto aniversário secretamente se inscreveu no grande campeonato de Espadachim Sênior. E é aí que começa nossa história.
Capítulo 1 – A espada que perfura a alma.
-Hei Tith! Me espere! – Gritava um garoto que parecia ter uns oito anos, de cabelo vermelho, curto e arrepiado, rosto arredondado e bochechas rosas, era pequeno e gordinho e seus olhos verdes demonstravam cansaço. Trajava um pijama azul e com suas pernas curtas não conseguia acompanhar os passos longos do menino que trajava uma camisa azul de seda comum e calça amarela de seda comum também.
-Não vou te esperar tenho que ganhar esse campeonato, treinei esses três anos para isso e não irei desistir, irmãozinho mala – Disse Tith, tirando duas mechas de seus longos cabelos castanhos de sua testa, sua cor era um pouco morena, resultado de tanto treino em um sol escaldante, pois antes ele era branco igual à neve, seu nariz fino soava muito e seus olhos verdes demonstrava confiança no que queria fazer, corria por longos campos, onde cores das plantas e das flores se misturavam.
-Desiste Paulo, você nunca vai me pegar!
-Só porque você é mais velho! – Disse Paulo com cara de choro.
Tith conseguiu desviar de Paulo e passar pelos campos e chegar perto de um castelo construído totalmente de pedras, era imenso e uma grande faixa o encobria escrito “Bem vindos participantes do décimo campeonato de espadachins Sênior”.
“Eu irei ganhar”. Pensou o menino ao entrar. Uma vasta arena de combate e no meio um homem com um microfone agitando a platéia. Ao lado da platéia tinha os dez competidores e neles uma espada encravada á uma arvore. Ele olhou bem para a espada e pensou que quem ganha-se o combate a retiraria, mas estava completamente errado.
-Quem vencer o Demônio samurai receberá da Vossa Alteza a espada que corta as almas Feyrn-Hun! – Gritou o apresentador, fazendo todos da platéia vibrar – E, além disso, ganhará a classe de espadachim oficial de nosso reino!
Tith coçou o nariz, pegou sua lança e a girou fazendo um gesto que estava preparado para o combate.
-Bem vindos participantes do campeonato! – Disse o apresentador – Agora serão sorteados os lugares dos participantes.
A platéia delirava ao ouvir as palavras daquele homem que cuja os cabelos e olhos azuis, uma pele totalmente branca, alto e magro o demonstrava ser um elfo da água.
No sorteio o primeiro escolhido foi Matias, um pequeno garoto de cabelos loiros, curtos e com uma franja que passava seus olhos, utilizava uma espada e um escudo de prata comum.
Começara a luta o demônio de quatro braços e em cada um, havia uma Katana, usava uma armadura avermelhada com vários pentagramas invertidos nela, era em forma quadriculada e seu capacete em forma de concha, era negro, seu rosto era todo costurado e cheio de agulhas.
“Ué, eu estudei esses anos todos e nunca me disseram que demônios seriam os testes... Eles são muito forte para qualquer jovem da minha idade, isso me cheira uma cilada”. Pensou o jovem Tith.
Continua...
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Gostei, apesar de não intender muito bem.Sua história não se baseia em tibia correto ?
"Microfone" naquela epoca já existia ?
Fora isso está muito boa a história.Eustou ancioso para o novo capítulo.
Passa no meu tá na assinatura.
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To querendo juntar passado + presente hehe =D
mas obrigado pelo elogio =D
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tah bem loko
esperando continuação xD
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Microfone?^^ Essa foi boa, mas tudo bem, passa...
Apesar de no começo pensar que a história era muito plágio da minha, depois vi que não, achei muito interessante e legal a história, gostei também do jeito que o Tith luta, usando a lança como espada, estou esperando próximos capítulos,
Abraços,
Viny Morozesk
:riso: :riso: :riso:
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Eu gostei da história, me parece original, só acheiq ue vc quis se achar colokando o nome do Deus de Aluan, não precisava né?
O microfone foi meio estranho, mas passa.
Como um demonio aceitou ir até o local da luta? Foi preso?
E outra, tinha q ter falado mais na familia do moleque, pq só se sabe que era elite.
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@Darkman: Já tenhu tudo programado na cabeça...eu irei falar da familia ao longo da história
E o demônio vc irá ver o q vai acontecer hehehe
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poxa fiko bem legal...
esse negocio de microfone, espadachins e tudo mais deu um toque "Ragnarök" no ar, nao?
Mas nao ficou ruim nao, ficou...original =p
Gratz ^^
··Hail the prince of Sayans··
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Mais um Rp não sei como vc consegue, vo continuar a ler não espere que eu comente porque passo raramente no forum =]
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Capítulo 2 – A benção.
-Sai daí! – Gritava Tith com o rosto aflito para o menino Matias que defendia os golpes do demônio.
-Não posso! Essa espada é minha – Disse o menino girando e atacando a criatura.
Todos estranharam o que Tith tentou dizer ao menino e suas ações: como dar a volta retira a espada da arvore, era de mentira: era uma espada de madeira desenhada.
-Isso é uma armadilha – Gritou um homem gordo – São infiéis.
Todos começam a correr,mas os guardas do castelo viraram ogros, todos com machados enormes nas mãos. Tith pegou sua lança e entrou no meio da arena para ajudar Matias. Os dois eram excelentes, mas Tith superava em velocidade e destreza.
-Matias vá procurar a princesa eu mato esse demônio.
Matias saiu da arena e entrou em uma porta,mas foi surpreendido por um ogro que com um ataque o fez desmaiar.
Tith, não conseguia desviar dos golpes do demônio, juntaram mais 3 ogros nele, ele girou sua lança entre os três e os decepou com uma velocidade incrível, mas quatro espadas encrava em suas costas, ele estava queimando de ódio, mas a criatura bloqueava os golpes e mais 10 ogros se juntaram para enfrentar o menino. Era impossível, mas Tith era corajoso e bloqueava cada ataque com mais rapidez. Ele conseguiu abrir caminho entre os dez, quando ele se virou uma frota de homens de armaduras brancas, em cima de cavalos brancos e marrons entraram em combate com os ogros, eles eram divididos em arqueiros e cavaleiros. Uma chuva de flechas pairou no ar, milhares de ogros estavam caídos no chão, Tith olhou no meio deles estava seu irmão mais velho Sean, um rapaz moreno de olhos verdes, alto com 1,80 de altura, era o único que não usava capacete pois era o líder dos arqueiros, seu rosto mostrava firme confiança no que fazia, sua feição mostrava um caráter muito corajoso e tinha uma excelente pontaria com o arco longo que mantinha em suas mãos.
-Sean! – Gritou Tith, todo cheio de cortes – Aqui!
O cavalo de Sean veio em um trote rápido, era um lindo Garanhão branco, o irmão mais velho parecia um rei sobre o cavalo.
-Tith Robins, não me diga que você veio aqui para se tornar um espadachim Sênior.
-Sim irmão. – Disse Tith lacrimejando – Tem uma poção de cura instantânea?
-Sim, mas não irei te dar.
Rapidamente Tith se abaixou pegou um frasco com líquido vermelho na cintura de seu irmão e bebeu.
-Tava uma delícia, mano. – Tith fez cara de deboche para seu irmão, que apenas sorriu – Ajude aquele menino caído – Apontou Tith para direção de Matias.
-Não se preocupe, iremos curar todos. Onde está a princesa? – Sean fez um rosto de preocupado.
-Deve estar naquela torre, deixa que eu vá ajudá-la.
Tith correu para uma pequena torre, subiu as escadarias, matou dois ogros e chegou á uma pequena sala onde tinha uma cela, um soldado ogro com a chave e onde se abrigava o demônio samurai.
Tith encravou sua lança na barriga do soldado, a retirou junto com três chaves, a retirou e desviou de um golpe do demônio.
O demônio golpeou rapidamente o jovem, fazendo quebrar sua lança ao meio, correu e pegou a espada do ogro morto. Ele pulou na parede e contra golpeou os dois braços esquerdos do demônio que brandia suas espadas no ar.
-Monstro nojento irei te matar! – Tith correu em torno da criatura e jogou a espada na cabeça do demônio que morreu rapidamente.
Ao abrir o portão com a chave vermelha, ele achou um baú e nele havia um escudo de ferro.
Estava em um salão de madeira comum, com duas portas, uma para esquerda e outra para direita, logo havia duas chaves, mas só uma abria o portão desejado, então Tith foi pelo lado esquerdo, abriu com a chave esquerda.
“Acho que a chave verde é para a volta”.
O portão optado pelo jovem se fechou, o que ele pensara estava certo.
Uma escadaria arredondada era e dava para o uma sala pequena onde estava uma elfa da natureza*, muito bela, seus cabelos loiros e longos, sua cor era muito clara, porém parecia ter a idade de Tith, mas seu olhar era como uma gota da água pura do Vale Losht, era um azul forte.
-Hei princesa, sou eu Tith o cavaleiro que veio salvá-la.
-Você é só um espadachim Tith, eu te conheço pelas balbúrdias que você faz.
-Hehe, vamos logo, temos que chegar até o anoitecer, senão meu irmão me mata. – Disse o jovem espadachim coçando seu nariz com o dedo indicador, pois era seu gesto favorito.
Os dois desceram rapidamente. A chave verde foi utilizada para abrir a porta. Tith ia à frente da princesa com seu novo escudo.
A princesa que sua face parecia muito aflita agora parece muito mais suave. Sempre derrubava em Tith, pois ela era bem menor que ele.
-Boa Tith, esse é meu garoto – Gritou Sean mostrando um sorriso bem branco para seus soldados.
-Vamos embora irmão! – Tith colocou a princesa na garupa de seu irmão. –Hei alguém pode me ajudar aqui?
Tith montou na garupa de um cruzado gigante e ruivo que não se agradou nada de um menino ter salvado a princesa.
Chegaram rapidamente na cidade, onde Tith recebeu a benção do Padre João, por ter salvado a princesa das mãos dos infiéis.
Continua...