Uma pergunta que eu venho fazer a vocês [+jovens fumantes]
Alguém já ouviu falar da recente campanha realizada por ongs em conjunto com a Fundação do Câncer?
Eu vi umas propagandas, pela internet e pela cidade. O que a campanha tenta mostrar é que a indústria do tabaco mira, intencionalmente, em crianças e em adolescentes, para criar fumantes jovens (que, teoricamente, não sentiriam os malefícios do consumo, nem pensariam nas consequências).
Segundo eles, a indústria usa, então, propagandas para o cigarro tornando-o atraente para este público, como por exemplo dar nomes como "fresh mint" (típico de balas, doces) ou cores vivas. Estes fatores atrairiam crianças e adolescentes.
Portanto, o objetivo, como está no site, é proibir a propaganda do cigarro nos pontos de venda, e proibir o uso de aditivos (sabores e aromas) no cigarro. O texto completo está aqui:
http://www.limitetabaco.org.br/uploa...MITE_final.pdf
A campanha tem como hashtag #limitetabaco. Já vi gifs como esse por aí:
http://www.limitetabaco.org.br/uploa...ite_234x60.gif
Agora vamos à minha opinião:
Eu sou contra o cigarro, até certo ponto. Mas eu sou mais contra o ódio ignorante/preconceito do que qualquer cigarrinho ou fumante por aí. Então, resolvi analisar os argumentos deles. Peço que façam o mesmo para ver se concordam comigo:
Para mim, creio como infundadas as críticas à indústria do tabaco, já que:
1- Independente da propaganda do cigarro, caso ela atraia crianças e adolescentes, isto não importa a menos que os vendedores façam a venda. Ou seja, mais importante do que a fiscalização da propaganda é a fiscalização dos pontos de venda, para que não descumpram a lei já existente de só vender cigarros para maiores de idade.
2- É difícil julgar que a propaganda mira em crianças e adolescentes, pois o público que acabou de fazer 18 tem permissão legal para comprar cigarros, e tem mentalidade muito parecida com adolescentes de 16: ambos vão para as baladas e consomem balas "fresh mint" como nas propagandas. Ou seja, as crianças e adolescentes são atingidas pela propaganda mesmo não sendo alvos primários, mas este tipo de efeito é comum em qualquer propaganda. Dessa forma, o que foi dito no item 1 acaba sendo priorizado.
Lançada a bomba,
Se matem aí discutindo