Nem queria ter que postar direto assim, mas o tópico já está afundado :/
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Postado originalmente por
Melgraon I
Olha Elementals, eu ja vi situações muito parecidas com a que ocorreu na sua história. A mais recente seria a situação do último filme do Batman, onde, na cena dos navios com uma contagem regressiva para explodir, o cidadão coloca o detonador na caixa/o preso joga o detonador pela janela, e no final era tudo um teste - não matar "o outro" era a opção certa para o melhor resultado.
Bah, não me liguei que existia isso. Eu queria um jogo que a Morte faria. De imediato, pensei nesse teste. Mas eu discordo da parte do Batman. Não sei se tu se lembra, mas quando o Batman está lá lutando contra o Coringa, ele chuta o detonador da mão do Coringa ( ou seja, ele iria explodir os navios, só que perde a bomba ).
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Felizmente, enquanto eu estava lendo esqueci desse detalhe, então por um breve momento o suspense fez efeito. Porém, ao terminar de ler lembrei da situação e sensação não foi boa, pareceu um "deja-vu". (EDIT: Eu estava com uma lembrança muito nítida de uma situação quase igual, mas não conseguia identificar essa lembrança. Agora lembrei: A cena final do filme "O Labirinto do Fauno", onde o dito Fauno fala para a menina protagonista usar o punhal para tirar sangue da sua irmã bebê. Ela se recusa a fazer isso e então ele diz que era um teste, e que ela tinha passado.)
Nunca vi esse filme :/.
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([opinião pessoal] teria gostado mais se ele matasse a mãe, sentindo a faca perfurar na carne e morrendo por dentro a cada centímetro que a lâmina entrasse...[/opinião pessoal])
Putz. Fiz a escolha errada de teste :o
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Acho que os escritores aqui do fórum têm que usar conclusões de cena tristes também de vez em quando, testar novas alternativas pra aprender a lidar com esse tipo de situação. Às vezes uma tragédia bem usada pode abrir um leque bem maior de possibilidades que uma resoloção benéfica pros personagens.
Acredite se quiser, mas eu teria escrito com muito mais facilidade Kurt matando a própria mãe do que ele desistindo. Foi, sem dúvida, o texto mais difícil de escrever pra mim. Sei lá, o desespero, essa coisa toda, nunca tinha feito nada desse tipo.
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Algo pra pensar: "Quantas vezes eu usei uma tragédia bem feita pra ferrar com meus personagens (irremediavelmente) nas histórias que eu criei até agora?"
Infelizmente, eu tenho o grande problema '' desistência de história '', nunca consigo chegar a fundo nas histórias que escrevo. Brainstorm pra mim funciona tanto quanto ficar deitado esperando que um livro se escreva sozinho (lol)
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Até gostei em algumas partes, pelo suspense... Mas foi difícil não relacionar a tua história com outras coisas. Até o dado e a espécie de pacto me lembrou o Arauto da história do Emanoel, isso sem contar que a figura da morte foi a mais comum possível: esqueleto na capa preta segurando uma espécie de foice.
Touché. Terminei de escrever, pensei no Arauto do Expurgo. Tentei até mudar, até fazer algo diferente, mas não consegui.
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Não sei como é um carro desses, e provavelmente vários outros leitores também não vão saber. Não deu pra imaginar.
Nem esquenta. Não faria diferença se eu apenas falasse '' Saiu do carro preto ''. Apenas senti uma necessidade de falar o modelo :wscared:
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Talvez muita da sensação ruim e dificuldade pra imaginar fossem resolvidas se tu tivesse explorado mais o capítulo, escrevendo com calma. No geral ficou uma impressão de que o texto foi escrito com pressa e deixou algumas ações um pouco incompletas ou pouco-desenvolvidas. De qualquer maneira, estou acompanhando.
Eu fiquei horas sentado escrevendo o prólogo, mudando, re-mudando, melhorando. Talvez devesse ter esperado mais uns dias para revisar de novo.