Deixe-me adivinhar. O metal provoca ganância nas pessoas e as leva até a matar por isto. Esse metal já foi descoberto antes, mas deve de ser enterrado. No fim da história: o metal é enterrado pelos que o desenterraram. Você devia tentar ser menos previsível ( já vi essa história 3x na TV), porque acho que um leitor sagaz já deve ter percebido o que vai acontecer nos próximos 5 capítulos. Quando se escreve suspense, não se pode dar um mole desses. A verdade deve ser mantida sobre a lei do sigilo. E o que o leitor acha que é, deve estar em constante mutação.
Os diálogos melhoraram muito, porém você deveria fazer maior uso do travessão para indicar o que o personagem sente/ faz/ pensa naquela hora. Ex:
"- Eu matei ele ontem"
e:
"Eu matei ele ontem - Disse isso mexendo as mãos, coisa que fazia muito quando mentia".
Ou então:
"-Diga logo o que quer"
e:
"Diga logo o que quer!- Disse ele, querendo mais sumir do mapa antes de receber a resposta."
Porém, logo aviso: tudo em excesso faz mal.
Citação:
Ele não entendia muito bem... A única coisa que ele conseguiu distinguir foi:
Ganância...
Ganância...O flash voltou. O chão vermelho ficou azul, as criaturas falando estranho de novo...Jorge sentiu um tiro no peito.Um tiro que parecia corroer todo seu coração.Ele estava suado, confuso, perturbado...
Ganância...E outra vez um tiro, só que foi na testa. E começou a corroer seu cérebro. Aquilo era completamente desconfortante. Era perturbador.
Você devia parar de usar este recurso, é coisa pra gente que não tem talento narrativo. Já vi muita gente aqui do fórum repetindo termos quando vê uma cena complicada e simplesmente, não sabe como lidar com ela.
Citação:
Até agora eu não sei como o laboratório era.
Acho que isso não interessa ao Favaru. Já está evidente que ele centralizou a história nos personagens e em uma certa trama oculta. Acho até bom, pois assim ele nos poupa de descrever todo santo lugar onde os personagens vão.