Exatamente! Se ele fica uns 2 anos aqui, ele alem de adquirir experiencia, tem chance de ser chamado por um time muito melhor de la, e ganhar MT mais dinheiro...
Time grande do Brasil ta sempre na mira de olheiro de time grande da Europa....
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Exatamente! Se ele fica uns 2 anos aqui, ele alem de adquirir experiencia, tem chance de ser chamado por um time muito melhor de la, e ganhar MT mais dinheiro...
Time grande do Brasil ta sempre na mira de olheiro de time grande da Europa....
Mesmo que a media de publico la for boa, é dificil ele conquistar alguma coisa de proporções maiores nos times de la.
Ele devia pensar mais, e continuar no Brasil.. aqui ele vai adquirir experiencia, e vai aprender muito com jogadores brasileiros.. o que ele não tem muita noção ainda... e times grandes da Europa curtem jogadores ao modo Brasileiro e Argentino. Se ele for pra la agora, nesse exato momento, ele vai aprender a jogar pela escola europeia, e não brasileira. Vai ser dificil ele se destacar la.
Sobre a média, não sei te responder. Mas acho que a média de público lá é um pouco menor que a nossa.
Sobre temperatura, na Ucrânica é mais frio.
Depende do time europeu.Citação:
Postado originalmente por Veno
Jogadores sul-americanos, mais voltados para a técnica ao invés da tática têm uma certa dificuldade em se adaptar em alguns países, como na Inglaterra, por exemplo. A disciplina tática lá é muito forte.
Concordo que, se o Willian quiser ir para a Europa, deveria ficar mais tempo por aqui, para ir para um mercado europeu melhor.
Acho um jogador com as características dele se daria muito bem nos campeonatos espanhol e italiano.
Para o Ilsinho não foi uma má idéia porque convenhamos, marcação não era lá seu forte mas tecnicamente ele é um jogador bom.
Se eu fosse o Muricy, botaria o Ilsinho no meio, igual o L.Moura, nao sabe, marcar mas tem muita habilidade.
@Rodada Perfeita
Flamengo vence.
Corinthians perde.
SP perde
Botafogo e Vasco ganham.
Flornimed perde.
Cruzeio ganha.
America goleia.
Sport perde
Nautico perde
Nunca expulse dois flamenguistas num jogo só. É muito pior para o adversário. Aconteceu no Fla-Flu, e já tinha acontecido com o Corinthians. Quando os dois vermelhos foram erguidos, a torcida tricolor vibrou e comemorou. Ilusão. Era melhor ter jogado de igual para igual. Não só porque são raros os times brasileiros que aproveitam vantagem numérica, nem treinam isso em coletivos, mas principalmente por causa do Flamengo. A inferioridade em campo cavucou a própria história e mística do clube. Como se os jogadores falassem por dentro: “Agora é melhor! Agora vai ser com raça!”. Redatores dos jornais já preparavam as manchetes gastas: VITÓRIA COM A CARA DO FLAMENGO. No Maracanã, o resultado épico já se desenhava. O Fluminense em nenhum momento demonstrou inteligência para destroçar os 300 de Esparta. Atuou como se atua contra 11 jogadores. E talvez não tenha sido incompetência do time das Laranjeiras. E sim mérito dos tresloucados rubro-negros, que começaram a se jogar em cima da bola, nos adversários, para catimbar, para suar, para justificar o amor daquela torcida também delirante, que cantava sem parar incentivando seus queridos guerreiros. Renato Gaúcho devia ter mandado dois jogadores seus provocarem a própria expulsão. Contra o Flamengo, de igual para igual é sempre melhor. Para não despertar a fera. E a história do clube mais popular do país.
Just do it.