po cara, um amigo meu fico me enchendo o saco para eu ler o seu rp e sinceramente...eu to adorando, mal posso esperar a continuaçao,parabens msm
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po cara, um amigo meu fico me enchendo o saco para eu ler o seu rp e sinceramente...eu to adorando, mal posso esperar a continuaçao,parabens msm
- Não foi isso que eu quis dizer Flamareon! - exclamou Kalindir com notório tom culposo na voz.Citação:
Opa, obrigado pelos elogios! Na verdade, até mesmo eu estou ancioso para que a história continue :P . Essa parte era para ter saído mais cedo, mas no momento em que eu ia postar o fórum saiu do ar e tive que esperar para postar agora que ele está on. Então, sem mais conversas, a continuação!
- Então? - indagou conclusoriamente o amigo. - Acredite no seu potencial. Acredite no nosso potencial.
- É verdade... - disse vagamente Kalindir. - Mas ainda sim me preocupo. Não conhecemos o poder do inimigo. Você viu aquele homem falando sobre comos os sacrifícios eram feitos? Nem quero imaginar...
- Nós somos os honrosos e nobres cavaleiros da Illuminati, Kal. - e nisso ele apoiou a mão no ombro do rapaz, manifestando apoio e consolo. - Nosso poder é superior a raça imunda dos Maleficus. São tão baixos que para satisfazer seus ímpetos matam inocentes. Mas, naturalmente, eles pagarão por tudo o que nos fizeram passar.
- Ainda existe algo que me incomoda profundamente. - disse ao amigo, apoiando a mão sob o queixo, imerso em pensamentos enevoados e insolúveis. - Suponhamos que não sejamos a última chave e que tudo não tenha passado de uma cilada. Então, qual será a última chave?
- Conforme eu havia lhe dito, essa é uma das questões das quais eu não tenho a resposta. Pesquisei em todas as fontes que você possa imaginar, mas infelizmente não obtive qualquer pista ou informação que pudesse me auxiliar.
Ele interrompeu seu discurso, suspirou pesadamente e convidou os dois, Kalindir e Valkiria, para um suntuoso café da manhã, seguido do habitual telejornal matinal.
- Valkiria, esqueci de lhe agradecer pela sua bravura e coragem. Você se mostrou uma verdadeira Illuminati. Arriscou a própria vida para nos ajudar e isso, naturalmente, é digno de uma recompensa digna de reis.
- Não foi nada. - disse a garota encarando a mesa, um pouco constrangida com todos aqueles elogios. - Eu simplesmente aproveitei a oportunidade. - completou, modesta.
- Venha, quero lhe presentear! - virou-se para Kalindir e manteve seu discurso. - E quanto a você, é hora de matar sua curiosidade. Venham!
Então ele limpou a boca com seu guardanapo, arrastou a cadeira para trás e dirigiu-se mais uma vez ao salão das armas, ladeado pelas imponentes armaduras de diamante à entrada. Dois dos baús já estavam abertos, mas um último permanecia intacto e fechado. Flamareon guiou a garota ao baú da esquerda.
- É hora de você conquistar o tesouro que a pertence, pequena. - disse ele com um sorriso.
A garota abriu o baú e logo uma luz prateada iluminou sua pequena face. E de dentro do baú retirou uma espada média, com uma imponente pedra azul cintilante em forma de esfera, no centro do cabo, que era feito de ouro maciço. nas extremidades laterais, prolongava-se o cabo, formando uma bela cruz aurífera, como uma estela solitária no céu. A lâmina era branco prateada e seu brilho era tão fulgurante quanto mil estrelas.
- Uau... - exclamou boquiaberta de surpresa ao ver a espada.
Flamareon deu outro sorriso ao contemplar o rosto surpreso da garota.
- Esta, Valkiria, é Stelfia, a espada sacra! - disse ele orgulhoso a garota. - De agora em diante, ela será sua espada guardiã!
- Ela é muito bonita. - disse a menina hipnotizada pelo brilho da espada.
- E isso não é tudo! - completou animado Flamareon. - Essa espada está impregnada de luz divina, uma excelente arma contra qualquer força das trevas!
Flamareon contemplou orgulhoso os dois e guiou-os para a sala de jantar, aonde batiam um papo animado.
- Sempre te achei esquisitão. - disse Kalindir, debochando do amigo. - Esse seu terno cafona sempre lhe deu a aparência de metido. - riu Kalindir.
- Concordo que sou esquisitão. Na verdade, nós três somos! - e nesse momento em particular Valkiria disse "Não me mete nessa conversa!".
- Hey, e você mocinha é a mais esquisita de todas! - disse Kalindir. - Se esqueceu que você quase me matou? Se não fosse a perícia do Flamareon em atirar frascos de água benta, estariamos fritos!
- Ah... - disse a menina pensativa. - Nem me falem sobre aquilo! Você daria um ótimo exorcista Flamareon.
- E ainda mais quando temos uma pestinha em casa. - riu Flamareon, entrando na brincadeira.
- Ah é? - disse danada a menina. - Agora você vai ver!
E com um levantar de mão, fez a cadeira na qual Flamareon estava sentada, sair arrastando pelo salão. Ele não perdeu tempo, fez com que um litro d'água fosse despejado na cabeça da amiga.
- Você não gostaria de ver uma garota irritada... - completou Kalindir rindo daquilo tudo.
E logo após receber uma forte travesseirada que veio voando veloz em direção a sua cabeça, Flamareon também entrou naquela grande brincadeira, todos rindo e se divertindo.
Todos estavam cansados daquele excesso de austeridade e depressão que os abatiam dia a dia, inclusive Flamareon. Os dias passaram velozes e o treinamento tornava-se cada vez mais intenso. Kalindir já conseguia passar 12 horas meditando sem parar, e o poder que emanava dele era surpreendente. Flamareon e Valkiria também manifestavam grande garra e logo após um extensivo treinamento mental, os dois passaram a treinar tiro ao alvo com várias armas de ponta e a praticar esgrima com freqüencia.
- Por que não treinamos com nossas espadas?
Flamareon calculava que aquela era a centésima vez que a garota perguntava aquilo.
- Não podemos. - dizia ele. - Essas espadas tem altíssimos poder destrutivo, bem, no nosso caso, construtivo pois vamos lutar contra o mal. De qualquer forma, um só forte brandir dessa espada é capaz de rasgar o ar e cortar paredes de diamante como se corta papel.
Uma certa manhã, se reuniram a sala de jantar e desfrutaram de toda aquela comida, como sempre. O telejornal ligado e finalmente os três escutaram o que queriam.
(CONTINUA...)
CONTINUA, POOOOW!!! num aguento isperar!!!!!
Muito ótimoo !!
Supimpa !!
E a Luciana ??
Quero ver ela ficar com o Kalindir !!
Uai !!
hiuahaiuha , zuera , muito bom mesmo cara ...
Não se esqueça de continuar !!
Flw awee
É muito interressante a forma como você trata o seu texto, deixa ele ir fluindo aos poucos, deixando o leitor com vontade de mais, vejo a quantidade de floods que você tem aqui.
Uma única crítica, acho que você deveria desacelerar um pouco o ritmo que você tá dando, assim o leitor pode refletir durante o texto, de também um pouco mais de "Luz" para o Kalindir, o protagonista.Nossa eu disse uma critica dei duas :P.
Passa no meu que tem uma certa ação mais é mais um texto de reflexão.Chama-se "Doutrina Tektsu, lendas do antigo Japão" num estilo meio "Anime" mais nada exagerado.
"ótimo de baum!":P
bom...deu pra rir um "pouco" no último capítulo que você posto :riso:
a espada da Valkiria, quando você começou a descrevê-la no texto eu pensei que era parecida com a do Frodo(SdA.. huhu) mas depois vi que não :)
e quando é que eles vao começa a espancar os caras da Maleficus???
bom... tomara que o próximo episódio chegue logo, afinal cada fim de capítulo deixa um "mini-mistério" no ar :P
ahhhh, po continua ae manow, to doido pra sabe oq eles tanto queriam ouvir no tele jornal :P
Uma chacina em Delograd culminou com a morte de vinte pessoas nesta manhã. Os culpados ainda estão foragidos mas a polícia garantiu esforços máximos para que sejam apanhados. O ataque foi atribuido à seita Maleficus e coincidentemente, dentro de vinte dias ocorrerá um eclipse total. De acordo com cientistas do Setor Espacial, a lua fará uma inexplicável aproximação com a Terra, que ocorre somente a cada cem eclipses totais. Habitantes das regiões costeiras deverão notar que, devido a aproximação anormal, a maré cheia será maior e os cientistas pedem para que os habitantes desses locais evacuem o quão cedo possível suas residências. E agora vamos as notícias do tempo...Citação:
Opa, obrigado pelas sugestões, elogios e críticas dadas, com certeza elas serão de suma importância para o bom andamento da história. Agora, vamos à próxima parte!
Os olhos dos jovens permaneceram vidrados na televisão, embora suas mentes permaneciam absortas em devaneios e pensamentos profundos. Uma chacina brutal havia sido cometida e dentro de vinte dias eles estariam nas Ilhas Kaiman para impedir que o pior acontecesse. O coração de Kalindir batia acelerado e ele tinha certeza que estaria provavelmente indo em destino a morte, mas a idéia de que seu pai e a irmã de seu amigo corriam perigo, o deu forças. Além disso, se nada fizesse, o fim seria inevitável. Já se ele ao menos tentasse, poderia ao menos ter uma chance, embora pequena.
- Meus caros. - disse Flamareon em seu habitual tom austero e impassível, embora notassem um tom de medo em sua voz. - Finalmente, estamos próximos a cumprir nossas missões. Para ser mais específico, daqui a vinte dias.
Os dois permaneceram em silêncio. Estavam atônitos com a súbita notícia. O agouro apocalíptico sussurava peçonhentamente no âmago da mente de cada um.
- Não garanto que iremos cumpri-la. - prosseguiu Flamareon. - Mas que nossos esforços não tenham sido em vão. Iremos lutar até o fim, mesmo que custe nossas vidas, pois é essa batalha que julgara o destino da humanidade. Se falharmos, todos, sem excessão, morrerão. Se sairmos vitoriosos, a humanidade perdurará.
- Você já tem algum plano? - perguntou Kalindir, que havia se recuperado um pouco do choque da notícia.
- Não há planos. Tanto eles como nós estamos com os olhos vendados. Só iremos saber o que fazer na hora certa. Por hora, temos apenas que nos preocupar com nossa ofensiva e defensiva, pois está claro que eles estão usando Hernandez e Luciana como iscas. E infelizmente, teremos que morde-las, eles sabem exatamente que este é o nosso ponto fraco.
O apetite de todos havia sido estragado por aquela infortunia notícia. Foram dias e dias de árduo treino, os poderes dos três estavam incrivelmente fortes mas cada um duvidava que aquilo seria suficiente para derrubar a poderosa força da Maleficus. Na véspera do Dia Negro, Flamareon os convidou para uma conversa no lúgrubre salão de jantar que era fracamente iluminado por velas impunhadas por imponentes castiçais de prata.
- Como os dois devem saber, finalmente chegou o dia. - disse Flamareon em tom pesaroso. - E como creio que os dois devem saber, amanhã será o julgamento final que definirá se a humanidade será digna ou não se sobreviver. E tudo isso está em nossas mãos e de mais ninguém.
Fez-se uma pausa na qual ele tomou um pouco de ar. O rosto de Flamareon estava mais pálido que o normal, e o fraco brilho das velas tornavam-o semelhante a um espectro sorumbático em meio a cálida noite.
- Foram meses de preparação, e tudo que eu soube eu passei a vocês. Estamos com os olhos vendados, não sabemos a força e o poder do inimigo, por isso, peço a todos vocês que tenham total cautela. Um mínimo deslize pode implicar em fracasso absoluto.
Mais uma vez, seguiu-se uma longa pausa que foi acompanhada de um silêncio sepulcral que novamente foi quebrado pelo jovem.
- Como havia dito antes, não irei garantir a sobrevivência de todos mas me empenharei ao máximo para impedir que nada de ruim aconteça. Podemos viver assim como podemos morrer. Mas tenhamos fé em Deus e que nossa força de vontade seja o elixir da vitória. - Mais uma vez ele interrompeu brevemente seu discurso e retomou seu diálogo logo após. - Quero lhes lembrar que está não é uma batalha por um motivo futil ou banal. A vida de bilhões de inocentes está em nossas mãos.
Os jovens escutavam atentamente as palavras de Flamareon e no íntimo de cada um os pensamentos mais mirabolantes e improváveis brotavam. O interior de cada um entrava em grande conflito. Sabiam que aquilo marcaria suas vidas eternamente, se é que sobreviveriam para contar a história.
- Tudo o que pode ser feito, já foi feito. Agora, que Deus nos proteja e que nada de ruim nos aconteça. - ele descançou seu cálice com água na mesa. - Por fim, para encerrar esta noite, vamos orar.
Os três deram as mãos e deram início a fervorosas preces. Dentro de um dia a batalha que julgaria o destino da humanidade haveria de ocorrer.
Capítulo 15
O Dia Negro
ve se nao demora 1 semana pra escreve o capitulo 15 plxxxxxx :P
Argh quero saber da historia li até aqui uma atras da outra (tiranda um poco da primeira parte) nao vo aguenta espera :/
A cara enquanto eu tava lendo percebi uns erros, os mais comuns eram que voce trocava o Kalindir pelo Flamareon... mais ta super daora ^^
Ve se escreve logo o prox cap...
that's all folks! :X