Exato. Assim como a direita apoiou o impeachment de Dilma apenas para tirar a esquerda do poder na canetada. Tá dentro da lei, são as regras do jogo, então sem choro.
Versão Imprimível
Desespero
Consciente de que será difícil reverter a vantagem de Jair Bolsonaro (PSL), o PT decidiu fazer campanha para deslegitimar a eventual vitória do oponente, qualificando-a como fraudulenta
19 Outubro 2018 | 03h00
Consciente de que será muito difícil reverter a vantagem de Jair Bolsonaro (PSL) na disputa pela Presidência da República, o PT decidiu partir para seu "plano B": fazer campanha para deslegitimar a eventual vitória do oponente, qualificando-a como fraudulenta. É uma especialidade lulopetista.
A ofensiva da tigrada está assentada na acusação segundo a qual a candidatura de Bolsonaro está sendo impulsionada nas redes sociais por organizações que atuam no "subterrâneo da internet", segundo denúncia feita anteontem na tribuna do Senado pela presidente do PT, senadora Gleisi Hoffmann, que lançou o seu J'accuse de fancaria.
"Eu acuso o senhor (Bolsonaro) de patrocinar fraude nas eleições brasileiras. O senhor é responsável por fraudar esse processo eleitoral manipulando e produzindo mentiras veiculadas no submundo da internet através de esquemas de WhatsApp pagos de fora deste país", afirmou Gleisi, que acrescentou: "O senhor está recebendo recursos ilegais, patrocínio estrangeiro ilegal, e terá que responder por isso. (...) Quer ser presidente do Brasil através desse tipo de prática, senhor deputado Jair Bolsonaro?"
Como tudo o que vem do PT, nada disso é casual. A narrativa da "fraude eleitoral" se junta ao esforço petista para que o partido se apresente ao eleitorado - e, mais do que isso, à História - como o único que defendeu a democracia e resistiu à escalada autoritária supostamente representada pela possível eleição de Bolsonaro.
Esse "plano B" foi lançado a partir do momento em que ficou claro que a patranha lulopetista da tal "frente democrática" contra Bolsonaro não enganou ninguém. Afinal, como é que uma frente política pode ser democrática tendo à testa o PT, partido que pretendia eternizar-se no poder por meio da corrupção e da demagogia? Como é que os petistas imaginavam ser possível atrair apoio de outros partidos uma vez que o PT jamais aceitou alianças nas quais Lula da Silva não ditasse os termos, submetendo os parceiros às pretensões hegemônicas do demiurgo que hoje cumpre pena em Curitiba por corrupção?
Assim, a própria ideia de formação de uma "frente democrática" é, em si, uma farsa lulopetista, destinada a dar ao partido a imagem de vanguarda da luta pela liberdade contra a "ditadura" - nada mais, nada menos - de Jair Bolsonaro. Tudo isso para tentar fazer os eleitores esquecerem que o PT foi o principal responsável pela brutal crise política, econômica e moral que o País ora atravessa - e da qual, nunca é demais dizer, a candidatura Bolsonaro é um dos frutos. Como os eleitores não esqueceram, conforme atestam as pesquisas de intenção de voto que expressam o profundo antipetismo por trás do apoio a Bolsonaro, o PT deflagrou as denúncias de fraude contra o adversário.
O preposto de Lula da Silva na campanha, o candidato Fernando Haddad, chegou até mesmo a mencionar a hipótese de "impugnação" da chapa de Bolsonaro por, segundo ele, promover "essa campanha de difamação tentando fraudar a eleição".
Mais uma vez, o PT pretende manter o País refém de suas manobras ao lançar dúvidas sobre o processo eleitoral, assim como já havia feito quando testou os limites legais e a paciência do eleitorado ao sustentar a candidatura de Lula da Silva. É bom lembrar que, até bem pouco tempo atrás, o partido denunciava, inclusive no exterior, que "eleição sem Lula é fraude".
Tudo isso reafirma, como se ainda fosse necessário, a natureza profundamente autoritária de um partido que não admite oposição, pois se julga dono da verdade e exclusivo intérprete das demandas populares. O clima eleitoral já não é dos melhores, e o PT ainda quer aprofundar essa atmosfera de rancor e medo ao lançar dúvidas sobre a lisura do pleito e da possível vitória de seu oponente.
Nenhuma surpresa: afinal, o PT sempre se fortaleceu na discórdia, sem jamais reconhecer a legitimidade dos oponentes - prepotência que se manifesta agora na presunção de que milhões de eleitores incautos só votaram no adversário do PT porque, ora vejam, foram manipulados fraudulentamente pelo "subterrâneo da internet".
Fonte:
https://opiniao.estadao.com.br/notic...ro,70002553816
ESSA ELEIÇÃO DE 2018 ESTA MANCHADA.
Se a Folha e a Piauí não tiverem provas contundentes sobre esse caso, os envolvidos vão tomar tanto processo e perder tanta grana que vão acabar tendo que se limpar com a Folha.
:yousir::awwyea:
Citação:
O PT (Partido dos Trabalhadores) é o único grande partido que não assinou o Termo de Compromisso contra a disseminação de fake news, elaborado pelo TSE (Tribunal Superior Eleitoral).
O documento foi firmado no dia 5 de junho com o então presidente do TSE, ministro Luiz Fux. Ao todo, 31 partidos concordaram com o termo.
Configurar crime de Bolsonaro no WhatsApp é difícil, diz fonte do MP
A ideia do documento é de “manter o ambiente de rigidez informacional, de sorte a reprovar qualquer prática ou expediente referente à utilização de conteúdo falso no próximo pleito, atuando como agentes colaboradores contra a disseminação de fake news nas Eleições 2018“.
Além do PT, o PCO (Partido da Causa Operária), o PSTU (Partido Socialista dos Trabalhadores Unificado) e o PTC (Partido Trabalhista Cristão) não assinaram o acordo.
PublicidadeFechar anúncio
Apesar de não ter firmado o acordo, o PT tem pressionado o próprio TSE para que investigue rapidamente a denúncia que surgiu na quinta-feira (18), de que empresas bancaram o disparo de mensagens contra o PT pelas redes sociais.
Gleisi Hoffmann
veja também
TSE lança página na internet para combater fake news
Eleições 2018: o que o TSE está fazendo para combater mensagens falsas?
Em um artigo, a presidente do PT, Gleisi Hoffmann, escreveu que o partido não assinou o acordo porque o cumprimento da Constituição responsabilidade da Justiça Eleitoral e que isso deve ocorrer independente de qualquer termo.
“Da forma como foi proposto pelo presidente do TSE em final de mandato, Luiz Fux, o compromisso contra fake news não passa de mais uma fake news. E não será endossado pelo PT.
Da Justiça, inclusive da Justiça Eleitoral, o que se espera é que faça cumprir a lei, punindo quem espalha mentiras, com os instrumentos que a lei já dispõe, e garantindo o direito de resposta e a livre circulação da verdade, seja na imprensa tradicional seja nos meios digitais”, escreveu Gleisi.
https://noticias.r7.com/eleicoes-201...-news-19102018
termo https://www.slideshare.net/R7dados/t...-news-19102018
Esse verme do Poncheis não cansa de passar vergonha... Cara larga de ser burro, não existe direita no brasil exceto Bolsonaro e Amoedo, quem tirou a Dilma foi a própria esquerda pq ela estava fazendo merda. E só pra vc ver ela não ficou inelegível, e isso tá na lei, ou seja passaram por cima da lei na canetada, como vc próprio disse, porém a favor dela.
Se conseguir provar que o Bolsonaro realmente fez algo, que seja punido, caso contrário, sem choro.
PSDB e DEM não são de direita? Tá bom :lol:
Parece mais que sua posição é a seguinte: "eu sou a personalização da direita no Brasil, então o que não vai de acordo com o que eu penso não é de direita". O que vai mais de acordo com chorões pseudointelectuais narcisistas adolescentes tardios da classe média brasileira feito você e a maioria do Off-Topic.